História A Estranha Cullen - Capítulo 3


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Palavras 1.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Mutilação, Necrofilia, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Natasha


A quase guerra contra os Volturis havia sido a dois anos, e eu ainda guardava o pequeno embrulho que havia ganhado de Aro.  Eu e minha adorável irmã temos a aparência de 9 anos. Meus amados pais super protegem Reneesme e também tem aquele cachorro,Jacob. Eu vou a escola em Port Angeles,meus pais não queriam que eu fosse vista com eles. Então pedi a tio Jasper,ao qual junto com tio Emm considero meus pais,que me levasse em uma escola diferente. Eu não queria ser comparada a minha irmã,apesar de ser mais bonita. 
Fiz amizade com alguns dos vampiros que vieram. Tânia sempre me dá dicas de moda e maquiagem,mais tia Rose não sabe. Alistair disse que se um dia eu quisesse sair dali para conhecer o mundo,ele viria me buscar em sua moto irada. Meus dons se desenvolveram um pouco,por exemplo,eu consigo expandir meu escudo em um ambiente,isso é uma das poucas coisas que agradeço Isabella. 
Tia Alice e tia Rose fizeram questão de ajudarem a mim e minha irmã em quesito roupas,já que quando Isabella era humana não era muito fã, e eu não queria ir parecendo uma mendiga para o colégio. Posso ter 3 anos de idade,aparência de 9 quase 10,mais sou mais inteligente que qualquer humano. 
Quando saímos com nossas tias,Bella sempre fala.
_Não peça muita coisa e nem pense em coisas caras,elas tem coisas mais importantes para comprarem do que gastar com você. Ela sempre dizia isso,e como tia Rose e tia Alice nos separavam por causa que a princesinha Swan gostava de rosa e eu de cores escuras,tia Rose sempre escolhia por mim,somente perguntava se eu havia gostado. São sempre roupas bonitas e ela sempre me pergunta como meus pais me tratam e fico triste em mentir. Mais logo contarei a ela e também sobre meus dons.
Eu não via a hora de poder sair dali e conhecer o mundo.
Mamãe não entrava em meu quarto,nem Reneesme e eu não entrava no quarto deles. Nossas áreas comuns são: a cozinha e o banheiro, e quando ha visita,a sala. Eu me acostumei em dormir no porão.
É um lugar limpo grande,as coisas deles ficam no sótão. Como aprendi a ler cedo e com o vovô Carlisle aprendi sozinha a montar e fazer coisas,olhando no computador da biblioteca da escola e da casa dos meus avós. 
Sempre recebo cartas. A maioria são de Aro,que também me manda presentes,que eu consigo esconder devido a um dos dons que tenho. 
Jacob as vezes fala comigo e Paul também,ele é bem cachorro e curto isso. Acho Jacob muito meloso com minha irmã,que se faz de boazinha comigo na frente dele.
Uma coisa que ninguém sabe,é que converso com vovô Charlie.
"Uma noite,em que a família perfeita ia jantar fora, e eu como sempre ficava em meu quarto e não podia fazer barulho,esperei eles saírem,tomei banho me arrumei e fui para a casa do meu avô humano. Chegando lá ele estava vendo jogo na TV e se espantou ao me ver sozinha. Então entrei e ele me deu pizza. Detesto sangue animal,humano nunca deixaram eu provar e adoro comida humana. E como eu queria carinho de alguém de fora contei, o que éramos. No inicio ele ficou em choque,é claro,mais ele disse que sempre desconfiava de alguma coisa anormal. Os Cullens eram brancos demais,novos demais e tinham ma coloração ocular estranha. Contei tudo,literalmente tudo. Vovô Charlie chorava e praguejava,enquanto eu contava o que minha doce mãe fazia comigo. Contei sobre os dons dos demais e também os meus,ele ficou preocupado com papai e também contei sobre a realeza Volturi. Contei que nenhum humano podia saber sobre a existência deles,vovô me olhou preocupado,eu sorri e falei:
_ninguém precisa saber que o senhor sabe,ok? ele fez que sim com a cabeça e me abraçou. E eu chorei,e ele sabia o porque. Acabamos de comer a pizza,e ele me levou até a metade do caminho.Lhe dei um beijo no rosto e sai correndo,mais antes disso deixei um escudo em Charlie,cheguei em casa,entrei pela entrada secreta que havia no porão e ouvi eles colocando a doce Nessie para dormir"

 

Na escola todo mundo me tratava como todo mundo. Como uma pessoa e não como um lixo,eu era feliz ali. Tinha 3 amigas. Chloe,Eiza e Dominique. Eramos as 4 mosqueteiras,e onde uma estava a outra também estava. Dominique era a mais calada,Chloe a metida e Eiza,topava tudo. Na hora de ir embora,elas ficavam ate a hora que tio Jasper vinha me pegar. Elas sempre combinavam que ele era muito bonito. Ele sempre me levava em algum lugar as vezes em uma lanchonete ou padaria ou em uma papelaria. Eu sempre gostei de escrever,desde que aprendi. Adorava livros sobre guerras e lutas e isso o deixava feliz. Quando descobri a história de cada de minha família,admirei mais ainda tio Jasper e meu coração quase se partiu com tia Rose e vovó Esme. Não sei se um dia poderei ter filhos devido minha natureza,mais se sim,vou ser a melhor mãe do mundo.
Quando alguma delas me convidavam para algo,eu avisava tio Jasper,pelo telefone público e também deixava uma mensagem na caixa postal de casa. A chave do meu quarto,andava comigo,e eu sempre consegui camuflar minhas coisas com um dos meus poderes. Eles não sabiam o que eu tinha em meu quarto,alem da cama e do guarda roupa.
Nessie sempre me irritava dizendo que eu não tinha nada,nem o amor de nossos pais.Eu quase falei a ela uma vez que eu tenho mais dons do que ela,mais pra que não é? Um dia ela saberia ou não? (hahahahahahaha)
Tenho uma coleção de papéis de carta e canetas. Adoro preto e verde escuro e vermelho e vinho também. Adoro todo tipo de comida humana. Bom eu herdei os dons de meus pais,e os aprimorei. 
Do meu querido papai herdei a leitura de pensamentos, mais consigo conversar com a pessoa telepaticamente. 
De minha amada mamãe herdei seu escudo,ao qual consigo estender em qualquer ambiente ou pessoa que eu esteja e protegendo.
Também consigo me camuflar e camuflar ambientes e objetos,e por último hipnose,ao qual testei uma única vez,em um garoto que pedi para me comprar um cachorro quente. Fiquei muito feliz.

Nesses três anos,descobri muito mais sobre os Volturis e sobre a guarda,sobre as viagens doidas de Alistair,que a cada carta que me enviava perguntava se eu já estava pronta, e eu falava que não. Eu pararia de crescer aos 7 anos. Uma das cartas de Garret,uma vez veio com mais pesada. Era um pacote,nem ele,nem Alistair e muito menos Tânia sabiam o que eu passava,mais diziam que o meu semblante,não era feliz,e se eu quisesse ajuda,poderia pedir. Era bom ter amigos e ajuda de fora da família. O pacote era um celular,e nele tinha um bilhete,fofo:
"Minha linda angel,não seja o anjo de ninguém. O numero esta no fundo da caixa,sempre que quiser ligue. Cartas já são passado...brincadeira,sei que adora escrever,mais é um presente aceite. Já esta com crédito,e todo o mês colocarei. Sem mais amo você. Garret"

Como a caixa era pequena,coloquei na mochila e fui em direção ao carro de tio Jasper,que me esperava sorrindo.
_Quer comer alguma coisa,Natasha? perguntou tio Jasper.
_Não vou almoçar com o vovô Charlie hoje. respondi e ele começou a dirigir,perguntou como havia sido meu dia e também falou que eu podia confiar nele. Eu amava meus tios e avós, e detestava mentir para todos,especialmente tia Rose e tio Jasper. Mais ainda não era hora.
_Um dia lhe contarei,será o primeiro a saber major. disse batendo continência e ele sorriu.
Tia Alice disse uma vez,que além dela só eu consigo tirar risadas dele. Até nos dias de mau humor.
Ele então me deixou na delegacia e foi embora. Depois daquela conversa,vovô Charlie disse que queria passar mais um tempo com as netas.  E os adultos começaram a usar maquiagem para mudar um pouco a aparência.
Eu saía com vovô e almoçávamos com ele em alguns domingos.
Eu acenava a todos e abraçava vovô que me rodopiava.
Almoçávamos em um restaurante,primeiro a comida saudável e depois a porcaria.
Então tirei a caixa da mochila e lhe mostrei e pedi que me ensinasse a mexer. Ele me perguntou como eu havia conseguido e eu contei,não escondia nada dele,e com meu escudo ninguém escutava nossa conversa.
Enquanto eu esperava ele acabar a parte saudável dele,para pedirmos porcaria,eu colocava os nomes de todos na agenda do celular.
Quando saímos do restaurante avisei vovô que deixaria o celular no silencioso,então se ele mandasse mensagens,eu só veria depois.

Ou seja eu tenho mais uma coisa que a Nessie não tem. Um celular.



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