História A estrela do Olimpo - Capítulo 24


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Categorias Mitologia Grega
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Palavras 510
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 24 - Olimpo aqui vou eu


Primeiro de tudo, Phoenix não voltara depois de dois anos, e nunca voltaria. Seu pai lhe dera a benção de se tornar imortal e, igual às caçadoras de Ártemis, só poderia morrer em combate. Apollo me contara uma vez que diversas deusas o queriam, mas ele sempre negara todas. Enquanto eu tinha o dever de proteger Percy até seus vinte anos, Phoenix morava só. Quando Cronos decidiu se aquietar – temporariamente – achamos que poderíamos ser livres, mas não. Meu pai chamara Percy, eu, Phoenix e Melanipe. Lembro-me de suas palavras:

- Heróis, o destino tem planejado coisas boas para vocês, mas outras terão de ser sacrificadas. – Ele se levantou e ficou a nos encarar. – Helena, terá de ficar mais tempo no Acampamento Meio-Sangue e só então poderá vir morar aqui. Irá envelhecer nos números de sua idade, mas corpo e alma pararão nos vinte anos, sua maioridade olimpiana. – Ele olhou para Phoenix e abaixou a cabeça. – Muitos semideuses continuam a nascer, mas Percy e você, filha, são muito poderosos, por isso peço que concedam a honra para o mundo de gerarem o neto do deus dos mares. Poderoso em tudo e supremo nos mares. Será igual à Percy, só que mais forte. Um mortal. – Estava pasma. Ele olhou para Melanipe e prosseguiu. – Vocês são verdadeiros guerreiros em batalhas. O Sol guia e as espadas seguem. Phoenix e Melanipe concedam a honra para o mundo. Gerem a neta do Sol e a guia das amazonas. Sei que as amazonas não se envolvem tão facilmente, mas concedam-me este favor. Poderosa; mortal como o outro. – Sentia que Melanipe estava contente enquanto Percy parecia prestes a morrer. Phoenix tinha lágrimas cortando-lhe a vista assim como eu tinha um mar escorrendo pela face.

 Meu pequeno mortal Leo, ao fazer cinco anos, começou a treinar com Quíron. Percy tinha seus vinte e cinco quando se enlaçou com Annabeth para sempre. Na mesma idade pude ir morar no Olimpo. Via Leo todo verão quando ia ajudar Quíron e Dioniso a inspirar os mais jovens guerreiros. Annabeth cuidava de Leo como se fosse seu, e isso muito me orgulhava. Logo ela teve seu próprio filho, Jasper Jackson – sábio, guerreiro e nascido nos mares.

Melanipe amava Phoenix, que ficava mais infeliz a cada dia. Quando fez vinte e seis – fazia aniversário antes de mim – e continuou com aparência de vinte, expulsou sua “parceira” de seu lar e pediu que treinasse sua filha para ser uma amazona. Triste e amargurada, assim fez. Mas batizou a garota de Luna com o objetivo de sensibilizar a deusa da noite, da caça e das jovens, Ártemis, para que ela nunca se apaixonasse por homem algum.

Depois de dez anos finalmente iria para casa. Teria um quarto no Olimpo, viveria ao lado dos deuses e teria meus deveres ainda mais desafiadores. Recolhi meus pertences do chalé um, o chalé de Zeus, e fui para a Casa Grande. Lá, recolhi as lágrimas de colegas e de Quíron. Finalmente seria Adeusa. Finalmente seria a imortal que sempre quis com quem sempre desejei. Finalmente teria meu casamento grego. 



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