História A Estrela Perdida - Capítulo 34


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Categorias Star vs. as Forças do Mal
Personagens Afonso, Angie Diaz, Cabeça Pônei, Ferguson, Glossaryck, Hekapoo, Jackie Lynn Tomas, Janna Ordonia, Lua Butterfly, Marco Diaz, Mina Loveberry, Personagens Originais, Rafael Diaz, River Butterfly, Star Borboleta, Thomas "Tom" Lucitor, Toffee
Tags Disney, Drama, Jarco, Romance, Star Butterfly, Star Vs As Forças Do Mal, Toffee
Visualizações 37
Palavras 3.012
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O capítulo 4 foi corrigido e batante alterado, haviam muitos erros e não sei como deixei boa parte deles passar na correção final... Provavelmente porque eu ainda estava começando e não tinha noção de muita coisa ainda. Enfim, nele eu mudei a "canção" que Nash cantava para Star, quando pensei em coloca-la, achei que ficaria ridículo, e ainda acho, então torquei a música por um breve historinha com uma boa mensagem oculta nela.

Esse capítulo não está com eu queria, em compensação vou entregar um bom capítulo no domingo que vem, se der até com algo fora do comum, (Spoiler a parte, Nash vai pra Mewni por causa de Star, aê tem aquele caso de Moon ter pedido aos guardas para procurarem pelo rapaz de cabelo azul-platinado... Já sabem o que pode dar e ainda mais que estamos chegando no final.)

Antes de chegar no final, vocês por acaso querem um capítulo narrado do ponto de vista de Nash, como em: "Um dia como irmãos"?? ou do ponto de Star?? Eu não sei, ainda estou pensando.


Boa leitura!

Capítulo 34 - A Arena: Um inimigo entre os amigos


                               ARENA

                O Príncipe e o Bárbaro entraram no que seria a primeira luta para o caminho em direção a vitória definitiva. Os dois combinaram de não se atacarem durante os combates, para quando chegar o momento certo, ambos estarem no auge de sua forma e elaborar um confronto marcante e memorável. Coisas de garotos na puberdade. A luta deles seria contra dois cavaleiros, ambos entraram juntos afim de ganhar experiência e fama para preencherem seus currículos de cavaleiros. Os mesmos se empolgaram ainda mais ao descobrirem que o próprio conselho mágico estava procurando novos cavaleiros para se alistarem ao controle de magia interdimensional.

                Os representantes do conselho não estavam lá, pois ainda não era hora de procurar um bom guerreiro, haviam muitos se exibindo ao público e sabiam que só os melhores chegariam no topo,  uma maré de sorte para Nash, agora ele poderia lutar sem ter medo de ser descoberto por sua mãe antes do previsto, mas o problema ainda perdurava. Ao redor do Bárbaro e do Príncipe aconteciam lutas entre os pares, seis por vez, eliminando vários competidores a cada rodada. Ringues cercados por correntes os separavam evitando confusões ou fugas. Longe, na arquibancada, o público não estava animado como ontem, em parte pelo número reduzido de telespectadores e o clima das lutas era similar ao tédio de acompanhar um treino de tropas, porém, ainda era divertindo ver garotos e garotas lutando com o que sabiam. Uma coisa era certa, essas lutas não passavam de filtro para eliminar aqueles não aptos ao combate, pois, cada etapa definia algo importante em um guerreiro: Capacidade de mandar e obedecer, capacidade de proteger e ajudar companheiros e, por último e mais importante, ser o melhor dentre todos.

1° luta:
                Os cavaleiros azarados por enfrentar o Príncipe e o Bárbaro, portavam lanças do tamanho de uma vassoura, eram pequenas, mas em consideração eram fáceis de manusear em combate. Os inimigos exibiam seus movimentos aos olhos dos dois já no campo, prontos para lutarem, bastasse trocarem golpes até um lado sair vencedor.

                — E então, qual você quer? — Perguntou o bárbaro ao príncipe menosprezando seus oponentes. — São todos iguais, então vou deixar vocês escolher... — Os lanceiros pararam de se exibir ficando em guarda fechada, lanças apontadas para baixo, os quatro pares de olhos se encaravam com ardor e desprezo.

                — Seu jeito bruto vai acabar lhe trazendo a derrota... Um deles é canhoto e o outro destro. — Passar um tempo com um assassino de sangue frio, em ambos os sentidos, fez com que Nash imitasse alguns comportamentos do mesmo, talvez por convivência ou por necessidade de ser notado pelo monstro. — É fácil perceber essas coisas... antes de lutar com um inimigo estude-o. O da direita é o mais musculoso, ele usa mais força do que técnica. Já o outros está segurando a lança corretamente, ele usa técnicas e provavelmente é o mais rápido. — A espada de cristal em sua mão apontou para o mesmo.

                — Bom saber! — O Bárbaro apertou animado o cabo do machado deslocando-se para o lado direito do Príncipe. — Se não se importa, eu quero ficar com esse! — No mundo dos bárbaros de Tai, há criaturas incrivelmente grandes, do tamanho de um Braquiossauro e, para os bárbaros, quanto mais forte e maior é o inimigo, maior é a honra que irá receber ao derrota-lo. — Pronto pra atacar?

                — Sim, só toma cuidado com a pose deles. Estão na defensiva e esperando a gente atacar pra revidar. — O príncipe pôs sua espada à frente. A postura dele imitava Toffee em muitos aspectos como: Olhar, posição dos pés, jeito cauteloso de falar durante a luta. Nash estava se tornando um reflexo falho do lagarto e cada dia que era treinado pelo mesmo, a imagem do monstro ficava cada vez mais nítida sobre o garoto.

                — Então só precisamos quebrar a defesa deles?! Hmm... — O machado de batalha nas mãos do bárbaro pareceu um ótimo objeto para romper a defesa de inimigos quietos. — Tive uma ideia! — Posicionando o machado em suas costas, acumulou força e energia para arremessa-lo no mais forte. — AGORA!! — Gritou indo de mãos vazias par do seu alvo.

                O Príncipe não perdeu tempo, com sua espada atacou o que seria o mais experiente entre os dois. Golpes rápidos e precisos eram dado pelos dois lados, uma disputa bastante nivelada. Quanto ao bárbaro... Ele tomou a lança do cavaleiro na base da brutalidade, a enfiou na barriga do mesmo e o nocauteou com um soco bem dado na fuça.

                — Terminei aqui! Precisa de ajuda? — Riu desprezando Nash.

                — Claro que não... — O príncipe chocou a espada com à lança do lanceiro, puxou uma pequena adaga da cintura e cortou o braço do lanceiro o incapacitando temporariamente. Um lanceiro sem os dos braços é um lanceiro quase inútil. — Agora você perdeu! — Desta vez usando a espada, cortou de cima para baixo na vertical, indo da direita para esquerda o peito do lanceiro. O golpe não foi suficiente para nocauteá-lo.

                — Eu me rendo! — Gritou o lanceiro erguendo seu braço bom. A máscara de ferro abafava o som da voz dele, mas percebia-se de que se tratava de um garoto qualquer.

2° luta:

                Os atuais inimigos à frente do Príncipe e do Bárbaro portavam espadas convencionais, do mesmo modelo que o Nash estava a brandir. Os dois não pareciam se conhecer e, como o Príncipe e o Bárbaro fizeram, uniram-se para avançarem sobre os desafios. Ambos trajavam uma armadura inteiramente de placas de ferro, apenas juntas como: Joelhos, ombros, cotovelos e pescoço ficavam expostos ao inimigo. Nash os olhou rapidamente tomando uma ideia de como eles lutavam.

                — E então? — Perguntou o Bárbaro. — Qual deles é o mais forte? — O espirito lutador do aliado temporário do Príncipe parecia está em chamas clamando por um inimigo valoroso. Para alguém tão jovem, uma sede de luta era algo de se esperar.

                — Não sei dizer, mas eles não lutam protegendo o corpo. — O fato de os inimigos portarem armaduras inteiramente pesadas era algo de se chamar atenção. Nas duas semanas passadas com Toffee, o lagarto fez questão de ensina-lo em descobrir algumas das fraquezas do inimigo olhando apenas seus trajes. — Podem ser rápidos nos golpes, mas não se movem bem como eu.

                — Então quer dizer que eles não são esguios?! —
Ao entender do Bárbaro, havia um inimigo que não teria chances de fugir dele. — Vou ficar com o dá direita... de novo!

                Desta vez, quem deu o avanço hostil foram os inimigos, ambos queriam ver a derrota do Príncipe e do Bárbaro o quanto antes. O príncipe correu em direção ao cavaleiro da esquerda, e sabendo que eles apenas atacavam, pensou como derrota-los usando a própria armadura contra os mesmos. No primeiro momento em que as espadas se esbarraram, o príncipe aproximou seu corpo ao do cavaleiro ,medindo forças com ele, puxou sua adaga com sua mão esquerda e a enfiou na cavidade de baixo do ombro direito. Esse golpe não foi o suficiente para nocauteá-lo, mas fora o suficiente para fazê-lo perder o movimento do braço direito. Após o golpe separou-se dele para deixa-lo ver o estrago que sofreu, uma tática ensinada por Toffee com a finalidade de causar terror na mente do inimigo, diminuindo as chances de vitória do mesmo.

                Dor era sentida pelo cavaleiro armadurado, mas ainda estava longe de sentir medo sabendo que aquilo não o mataria. Mantendo distância do garoto, o cavaleiro tentava estudar Nash e seus movimentos astutos e a tática de combate. Se o gladiador de cabelo azul à sua frente tivesse uma classe, essa classe seria: assassino. Todo cuidado com gente desse tipo é pouco, iria levar minutos até recuperar os movimentos do braço, a derrota estava quase certa para ele.

                O príncipe olhou dos pés à cabeça seu oponente já enxergando a derrota dele, estava confiante e sabia exatamente o que fazer para alcançar a vitória. — Vai desistir? — Perguntou ao cavaleiro.

                — Não, e você? — Brincou tremulando a voz com dores.

                O aprendiz a assassino olhou sua espada não querendo finalizar seu inimigo. — Eu não posso, tem muita coisa em jogo! — No entanto, ou ele chegasse vitória, ou quando voltasse do treino com Toffee já estaria pronto para enfrentar sua mãe.

                Avançando contra o cavaleiro, Nash sacou sua espada desferindo dois golpes combinados, o primeiro fora uma investida, o segundo fora um giro que serviu para arrancar a arma do adversário. O cavaleiro sem chances de vitória ainda se recusou a render-se, deixando que garoto de técnicas de assassino o finalizasse.

                — Se rende logo! — Bradou não querendo abate-lo.

                — Você luta como um assassino, mas não tem coragem de me acabar com o inimigo?! — Riu sarcasticamente. — Seja lá o que estiver em jogo, você vai acabar perdendo! Eu me rendo...

                Atrás do Príncipe, o Bárbaro cravava o machado no peito do outro cavaleiro terminando o confronto.

3° luta:

                Após a vitória na segunda luta, Nash estava pensativo sobre o que lhe fora dito pelo inimigo. Ele sabia que um dia iria ter que tomar uma decisão difícil, e para aquele que seria um futuro-general, matar inimigos não deveria pesar em sua mente. Toffee já havia dito isso antes, mas ele não levou a sério achando que poderia atingir suas metas sem sofrimento alheio. O lagarto, pressente durante toda luta, assistia se decepcionando com Nash a cada hesitação. Os golpes do garoto ainda precisavam de muitos ajustes, algo que pode e irá ser corrigido com o tempo, além dos golpes haviam a questão ética dele, o príncipe caído de Mewni não se desprendia dos costumes da sua casa mesmo não querendo mais nada dela.

                A próxima dupla a enfrentar Nash, pareciam bem habilidosos, um deles era a gárgula que Kelly enfrentou nos jogos de abertura. O bárbaro nem sequer consultou Nash para saber quem é o mais forte, seu olho e sua honra logo desejaram derrotar aquela gárgula desde que ela escolheu ser o líder da retaguarda. Estava virando quase uma doença querer enfrentar coisas grandes. O outro era um mais um espadachim portando uma espada longa

                — Desde que a segunda etapa começou, os únicos que eu vi no duelo foram você e os meus colegas de equipe. — Destacou Nash.

                — A primeira etapa é só pra entrar no torneio, na segunda pode entrar qualquer um desde que tenha entrado na primeira etapa antes, independente de qual mês ou ano ele participou. — Disse o Bárbaro se alongando afim de ter uma luta honrada.

                — Vou ficar com a gárgula... —  Nash finalmente tomou partido na briga. — Quero um desafio!

                — Ah, nem vem... Eu tô querendo lutar com ele já faz tempo. — O Bárbaro voltou seu olhar indignado em direção ao Príncipe. — Entra na fila, além disso tem o cara da espada longa lá...

                — Eu disse primeiro, então eu ganhei. Você conhece as regras universais... —
As regras as quais Nash se referiu, é meramente um senso comum entre os garotos, não passava de imaturidade ao ver dos adultos, no entanto, funcionava perfeitamente para resolver as questões entre jovens. — Você só quer ficar com os mais fortes, por que não fica com os ágeis também? — Indagou olhando o Bárbaro. — Tem medo de perder? — Fez-se uma voz provocativa com um sorriso maléfico chamando atenção do aliado temporário.

                — Perder?! — O Bárbaro virou com fogo nos olhos. — Quem você acha que eu sou?! Eu sou Walter, meu nome significa líder de um poderoso exército. E o seu?

                — O meu nome é Nash, e eu não sei o que o meu nome significa até porque eu não ligo. —
O verdadeiro nome de Nash era esquecido até por ele mesmo, atualmente, somente Magnus sabe o seu verdadeiro nome completo.

                — Significa: a ponta da flecha, ou a flecha do arqueiro. — Para a tribo de onde o Bárbaro veio, palavras tem peso e nomes significados, uma ameaça era algo levado ao cumulo do sério, e um elogio ao cumulo da bondade. — Olha, eu admito que tenho uma compunção por inimigos fortes, mas é porque isso é coisa do meu povo, gostamos disso.

                — Afs... Pode ficar com a gárgula. —
Ambos trocaram de lugar e cada um ficou frente-a- frente com seus inimigos. Essa seria a última luta do dia, mas Nash ainda tinha muito o que fazer.

                Bastou a sirene tocar para avançarem uns contra os outros. O Bárbaro aos berros, e o Príncipe aos cuidados trocavam golpes rápidos e pesados conta seus oponentes, o jeito do selvagem de lutar do Bárbaro lançava golpes pesados e rápidos contra a gárgula, ela, por sua vez, rebatia tudo com seu escudo e revidava com sua maça, usando força a cada golpe. O príncipe e o aliado da gárgula usavam golpes rápidos e precisos, caso um acertasse não os matariam, mas faria um certo estrago reduzindo drasticamente as chances de vitória.

                Portando uma espada curta em sua mão direita, Nash deferia golpes descuidados ao enfrentar alguém habilidoso. Para cada golpe que ele atribuía no oponente, eram dois que ele tinha que defender. A cada arranhão que ele realizava no inimigo, era outro que o inimigo desferia nele.

                Após alguns minutos de luta, Nash recuou ofegando vendo um inimigo de valor. Ao seu lado o Bárbaro também estava com dificuldades para vencer, mas não estava mostrando cansaço, apenas empolgação. — Alguma ideia, Toffee? — O colar antes em seu pescoço, fora colocado em seu pulso para facilitar a comunicação.

                — Por que a pergunta? — Indagou seu pupilo. Toffee estava presente desde a chegada do garoto à arena, observando, esperando-o sofrer uma derrota para terminar parte do ensinamento. — Por acaso está com dificuldades?

                Embora não quisesse admitir, respondeu. — Sim! Alguma dica pra me ajudar?

                — Não perder, é uma boa dica... Mas... se quer ganhar, você precisa aprender o que eu lhe ensinei... — Nas duas semanas passadas com Toffee, Nash cometia um grave erro. Quando dois estão lutando, não são as armas que estão em confronto, são os seres, as armas são apenas ferramentas para facilitar o trabalho.

                — Como assim, aprender o que você me ensinou?! Eu aprendi tudo... — Cada dia de treinamento passou na cabeça de Nash, cada técnica, cada golpe, cada fraqueza que poderia ser descoberta apenas olhando para o inimigo veio no momento. — Se estiver falando da sombra, eu não consigo. Além disso é proibido uso de magia aqui...

                — A sombra é algo que levaria décadas para aprender... Eu falo do combate! É você que está lutando, não sua espada. A espada não é uma extensão do seu corpo, é um objeto... uma ferramenta, use o seu corpo para luta não a ferramenta. —
Assim como Nash era treinado por Toffee, Toffee foi treinado por um bom guerreiro e ao mesmo tempo, seu pai. Ele sempre se saiu melhor que seu amigo ou qualquer um que ousasse enfrenta-lo em sua aldeia. — No primeiro torneio você usou suas pernas para arremessar a garota...

                — Entendi!


                Confiante, avançou contra seu oponente mais habilidoso. Ele segurava apenas uma espada com ambas as mãos e isso era uma fraqueza ao ver de Toffee. Nash com duas lâminas optou pela mais pratica, a adaga. Usando toda a força do braço direito, arremessou a espada na direção do inimigo enquanto corria até ele.

                Crendo que seu oponente estava desesperado por vir com tudo para cima de si, rebateu a espada arremessando-a para longe. Nash aproximou-se o suficiente para desferir um combo, segurou o pulso direito de seu oponente, com sua perna esquerda chutou com toda força a perna direita do seu oponente o desequilibrando.

                — POR STAR!!! — Girou a adaga voltando o cabo para cima e a lâmina para baixo, por fim, a cravou no peito do oponente. A força fora tanta em que ambos caíram no chão, mas apenas um estava consciente, Nash. O coração a mil, adrenalina brotando na pele e um sorriso enorme olhavam o azul do céu recheado de nuvens. — Conseguir...

                — Sim, você conseguiu! — Além do Príncipe, o monstro também mostrava um sorriso, mas não de alegria, de orgulho. O garoto que ele ousou tirar a vida se mostrou mais do que um simples garoto, mostrou-se ser um aprendiz forte e com capacidade de evolução além do que se podia enxergar. Outra coisa chamou atenção de Toffee, o grito de guerra dado por ele. “Por Star!!”. Normalmente quando um soldado mewniano vence um inimigo, ele grita “Pela Rainha!!”, o que o motivou a dar esse grito?!

                A luta ainda não havia acabado, o Bárbaro estava a par de igualdade com a gárgula e Kelly só o venceu com o sacrifício do restante da esquipe. Ainda com adrenalina no corpo, o mundo de Nash estava girando um pouco devagar, e seu coração pulsando a toda velocidade ansiava por mais emoção. Com a espada do seu oponente derrotado, correu em direção a gárgula e a atacou juntamente com o bárbaro, os dois combaram seus golpes, atacando e defendendo tudo que podiam. No final aquela gárgula caiu com um machado e uma espada cravados sobre o peito.

                O Bárbaro e o Príncipe deixaram todas as desavenças de lado depois dessa última luta, só não demonstrariam isso com facilidade. Após o termino das rodadas do dia, Nash saiu para ver como estava a luta de Kelly e Otto, deferente dele que ganhou um aliado em sua luta, na luta de Kelly ele estava ganhando um inimigo.

                Kelly e Otto venceram as duas primeiras rodadas com extrema facilidade, graças ao Otto que, repentinamente, apresentou grandes habilidades em luta vencendo cada inimigo sem muitas dificuldades. O polvo acinzentado estava com Kelly em sua última luta, os dois estavam dando tudo de si, ou quase tudo no caso de Otto. Ambos venceram, até Otto enlouquecer e jogar um dos inimigos em cima de Kelly, cercada e usando uma arma pesada, Kelly não teve como se defender da derrota, entretanto, Otto sozinho derrotou os inimigos com seu ego gigantesco.

                Nash conseguiu chegar a tempo de ver esse desfecho maligno e nem um pouco do seu feitio, raiva tomou conta dele e sua animação se desfez ao ver que Otto era só um duas-caras movido pela ganância a espera de se tornar um mercenário. Infelizmente Nash não conseguiu tirar satisfação do ocorrido, pois Otto sumiu logo após a vitória. Kelly fora para área de descanso dos gladiadores abatidos onde Nash a esperava acordar.


 


Notas Finais


Até o próximo capítulo...


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