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História A Executiva e a Acompanhante de Luxo - Versão Intersexual - Capítulo 14


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Capítulo 14 - Capitulo 14


Por volta das dez da noite a ruiva estacionou o carro em frente ao condomínio em que a médica morava, antes de tomar qualquer decisão resolveu ligar para ela, mais a mulher não lhe atendeu, então saiu do carro travando o mesmo e caminhou até o prédio, falou com o porteiro e o homem disse que a morena estava em casa, ela pediu para subir sem ser anunciada, como ela usou todo seu charme ele cedeu.


A ruiva saiu do elevador e caminhou devagar até o apartamento, tocou a campainha e esperou pacientemente, a doutora estava deitada no sofá assistindo tv com pingo, na hora estranhou pois não esperava ninguém, Bruna iria fazer plantão até o outro dia, levantou e foi até a porta olhando pelo olho mágico e se surpreendendo com a ruiva parada em frente à sua porta, na hora encostou a cabeça na mesma e pensou o que ela fazia ali, abriu a porta olhando para Antonella.

- Como descobriu onde eu moro? – A morena questionou a mulher que estava parada em sua porta.

- Os funcionários do hospital não são os mais sigilosos do mundo. - Sorrio ironicamente respondendo à pergunta da mulher, olhando-a dos pés à cabeça, se agradando de ver a médica de short curto e uma blusa de alcinha sem sutiã, levou a mão direita para o meio dos seios de Yara por cima da roupa e empurrou a mesma delicadamente para dentro do apartamento.

- Depois quero saber o nome da pessoa. – Se afastou dando passagem para a ruiva entrar no apartamento e foi logo surpreendida por um toquinho de gente pulando e latindo nas pernas de Antonella, a médica pegou no colo fazendo carinho.

- Aí que lindo, como é o nome dele? – Se aproximou passando a mão no cachorrinho.

- Pingo, ele gostou de você tá até lhe lambendo. – Yara falou enquanto observava a interação deles.

- Que bom, já tenho mais um ponto positivo com você, já que o seu cãozinho se agradou de mim. – Piscou pra ela.


Yara estava totalmente tensa com a ruiva em seu apartamento, não sabia o que tinha acontecido na noite em que dormiu na casa dela.

- Você quer conversar comigo? – Resolveu perguntar, não tinha mais como fugir.

- Queria saber por que não me acordou ou esperou que eu acordasse para ir embora? – A ruiva perguntou olhando nos olhos de Yara.

- Não vou fazer rodeios, eu estava meio atordoada, não lembrava de nada do que havia acontecido depois que saímos da balada, então acordar na cama com você me perturbou. - Confessou
- Você fala como se fosse um bicho de sete cabeças acordar comigo, não tem nada demais. – A ruiva rebateu.

- Para mim e, até por que como falei para você eu te amo, mais como não e reciproco, entendo seu lado e respeito, apenas não quero que me iluda, podemos ser amigas daqui para frente, mais no momento ainda não posso, e peço que não insista, se você me de licença eu preciso que você vá embora. – Caminhou até a porta.

- Você não quer saber o que tenho para dizer? Vai me colocar pra fora. – Falou se aproximando da médica parada perto da porta.

- No momento não quero Antonella, por favor entenda e respeite, assim como respeito você amar outra pessoa. - Abriu a porta para dar passagem a ruiva, que estava sem reação com a atitude da mulher, saiu de cabeça baixa, a mulher fechou a porta em seguida e se jogou no sofá com as mãos no rosto, aquela atitude tinha partido seu coração, mais era melhor para ambas, principalmente para ela mesma.

Antonella saiu do apartamento e seguiu para casa atordoada, as palavras de Yara rodeavam sua cabeça como fogos de artificio, ela era a segunda pessoa depois de Ana a lhe dá um fora, só que esse era diferente, ela sentia algo estranho, parou no sinal em meio a tantos pensamentos, quando ele abriu, os carros que estavam parados atrás do seu começaram a apitar e xinga-la, deu partida e foi para casa, passou como um furacão pela sala e entrou no quarto, seria uma longa noite.

Antes mesmo de raiar o sol Antonella pegou o carro e seguiu mais uma vez para o apartamento de Yara, a mulher estava dormindo, acordou assustada com a campainha tocando insistentemente, olhou pelo olho magico, viu a ruiva e abriu a porta apenas de blusão e calcinha.

- O que faz aqui a essa hora? Aconteceu algo? - A ruiva olhou a morena dos pés à cabeça falando preocupada.

- Aconteceu que de algum modo você tem que me ouvir, por que senão eu vou acabar pirando e acho que dessa forma e o único jeito. - Puxou a medica pelos cabelos lhe beijando com urgência, colando seus corpos.


Antonella não conseguiu mais se controlar, andou colada na médica até o quarto e lhe empurrou fazendo se sentar na cama, fez o mesmo no colo dela, sem cortar o beijo, gemeram entre o beijo, as mãos de Yara passeavam pela costa de Antonella por debaixo da blusa, deixando marcas vermelhas, o pescoço da ruiva estava cada vez mais vermelho de beijos e chupões que a médica dava, a blusa dela foi arrancada e o sutiã foi junto, Yara perdeu totalmente o controle de tudo, chupava os seios de Antonella como se fosse a fruta que mais gostava, deixava chupões que deixariam marcas, apertava Antonella em seu corpo, como se fosse fundi-la a si, a ruiva se movimentava no colo da médica, atiçando, se esfregando, abriu o botão da própria calça e o zíper.

- Me faça sua...Aah. - Foram as únicas palavras ditas por Antonella antes da médica a deitar na cama e tirar sua calça, deixando apenas com a minúscula calcinha, foi pra cima da ruiva se encaixando nela entre beijos e mãos bobas pelo corpo, as respirações se misturavam.

- Como eu desejei isso Antonella, e deve ser mais um dos meus muitos sonhos, como eu te quero meu anjo. - Puxava a mulher para se sentar novamente em seu colo, encaixando bem em seu corpo, roçava os lábios nos dá ruiva enquanto afastava a calcinha da mesma e sentia a umidade que estava na sua intimidade, a mulher estava muito encharcada.

- AAAAh...não judia doutora. - Antonella segurou o rosto da médica enfiando as unhas, machucando um pouco e puxando com os dentes o lábio inferior da mulher

- Aí. – Yara resmungou mais foi surpreendida com um beijo cheio de desejo por Antonella, a médica afastou a calcinha da ruiva novamente para o lado e começou a massagear o clitóris dela, a ruiva suspirava sentindo o prazer crescer.


Quando percebeu que a ruiva já estava pronta pra gozar parou, fazendo com que ela levantasse entre protestos e reclamações e fez um pedido que deixou a ruiva completamente em êxtase.

- Eu vou deitar e quero, quero não, eu ordeno que você coloque a buceta na minha boca, quero que goze, vou chupar todo teu gozo, quero teu leitinho. - A ruiva gemeu baixo olhando a médica fixamente enquanto ela deitava, quando estava bem posicionada a mulher fez sinal e Antonella levou sua intimidade até a boca da médica, ela rebolava sem parar, gemia baixo a cada chupada que a médica dava, segurava firme nos cabelos dela, enquanto a outra apertava seus seios, Yara só se satisfez quando sentiu Antonella gozar duas vezes seguidas na sua boca, quando a ruiva saiu de cima dela e deitou na cama, se aproximou de Antonella encaixando as duas mãos na lateral da calcinha da ruiva e foi descendo devagar fazendo uma trilha de beijos até tirar a peça por completo e jogar no chão, subiu encima da ruiva mais logo girou fazendo a mesma ficar por cima, Antonella estava completamente como uma boneca de pano, não tinha domínio mais sobre si mesma, a morena lhe tinha nas mãos, era um sexo que mistura sentimentos, algo novo para ambas.

A ruiva obedeceu a mulher e ficou por cima dela, mais antes tirou a calcinha e a blusa de Yara, se encaixaram, quando sentiram suas intimidades se tocarem não teve como ambas evitarem o gemido conjunto, elas sentiram o mesmo frenesi do momento, a ruiva se movimentava encima da médica atiçando mais o fogo que a consumia, os olhos da ruiva hipnotizavam Yara, a mulher movimentava a ruiva segurando na bunda dela apertando firme para sentir melhor o contato, o cheiro de sexo e os gemidos se tornavam cada vez mais intensos, quanto mais gozavam uma na outra, mais é mais queriam continuar, em um determinado momento que Yara iria parar, Antonella meio que choramingou querendo gozar de novo, estavam tão encharcadas dos gozos se misturando que era impossível elas não ouvirem o barulho que suas intimidades faziam, o momento delas durou até amanhecer, pegaram no sono de tão cansadas umas sete da manhã.

Quando acordaram umas cinco da tarde foi impossível não sentirem o corpo dolorido pela noite de amor que tiveram. A ruiva olhava para a médica com brilho nos olhos, brilho este que não tinha antes, algo ali tinha mudado, sabia que seu coração passará a ser de Yara no momento em que transaram.

A ruiva mal deixou a médica acordar direito foi logo encaixando a coxa no meio das pernas dela e aproximando mais seu corpo enquanto mordia o maxilar da mulher fazendo com que acordasse completamente.

- Não me provoca anjo, você não vai dar conta. – A morena repreendeu Antonella.
- Quem...disse...que...não...vou? - Falava pra médica enquanto continuava as mordidas e fazia pressão com a coxa na intimidade dela.
- Aí...olha que te dou uma surra de novo. - A médica disse apertando firme a cintura de Antonella, a ruiva sabia bem no que a médica a tinha ganhado, na forma como lhe tocava e beijava era muito diferente.

A medica afastou delicadamente a perna de Antonella para facilitar o contato dos seus dedos até a buceta da ruiva e a penetrou com dois dedos, enquanto beijava a mulher com urgência, chupando sua língua, a mulher gemia e arfava entre o beijo, sentindo os dedos serem movimentados dentro dela, Yara sentia perfeitamente a umidade em seus dedos e como Antonella pressionava seus dedos a cada estocada que dava, as unhas da ruiva estavam lhe excitando cada vez mais ,quando percebeu que a ruiva iria gozar decidiu estocar com força na mesma hora sentiu a ruiva se desmanchar em seus dedos, quando retirou eles, viu como estavam molhados e chupou na frente dela com uma cara de safada que fez Antonella gozar novamente.
- Me chupa? - Fez bico parar chamar atenção da médica.

Quando Yara ouviu o pedido afastou o lençol e se pôs no meio das pernas da ruiva e atendeu o pedido dela, deixou a intimidade dela completamente limpinha depois de fazer ela gozar novamente.
Depois de um tempinho elas levantaram da cama e seguiram para o banheiro, quando Antonella se olhou no espelho e notou como seu corpo estava, falou totalmente perplexa.

- Eu fiz amor com um animal ou ser humano? Olha como você me deixou Yara Alencar? Olha meu pescoço. - Se olhava no espelho assustada e tocava nas manchas. A médica chegou por trás segurando a cintura dela e beijando o pescoço da ruiva encima de cada marquinha.
- Se quiser a gente faz outras, vai me dizer que não gostou? Não tenho culpa de você simplesmente me atiçar daquela forma, eu estava a tempos sem transar com ninguém. - Falava olhando triste para a ruiva pelo espelho, na mesma hora que percebeu o olhar de Yara, Antonella virou laçando a médica pelo pescoço sussurrando próximo aos lábios dela.
- Eu amei cada segundo com você, e não me arrependo de nada, mesmo que a gente não tenha conversado, pode me marcar onde quiser, mais não em lugares que as pessoas podem ver amor. – Falou enchendo a morena de beijos.
- Sou seu amor? - Olhava a ruiva fixamente.

- Sim o meu amor, por que? Não que ser? – Tratou de questionar Yara.

- Claro que quero, era o que mais queria, pensei que não fosse ser. - Antonella beijou a médica de surpresa e foi empurrando a mesma em direção ao box do banheiro e entraram juntas, a ruiva abriu o chuveiro sem parar de beijar a mulher, quando a médica sentiu a água quente no corpo, na mesma hora deu um urro de dor, percebeu na hora que as unhas de Antonella tinham lhe machucado na costa, a ruiva verificou e constatou que tinha feito um estrago.

- Me desculpa eu não tinha noção que estava fazendo isso. – Falou meio triste se desculpando.

- Tudo bem, fica pelos chupões, vamos tomar banho melhor. - Tomaram banho juntas e se arrumaram, depois de comerem algo juntas, a ruiva se despediu da médica e disse que ligaria depois para ela.

No caminho para casa Antonella não conseguia esquecer as coisas que tinha rolado na casa da médica, cada toque só de lembrar já sentia seu corpo esquentar, quando chegou na sua casa, sua mãe estava sentada na sala e olhou a filha com um sorriso maroto de quem diz já sei onde você passou a noite, Antonella apenas sorriu e subiu para o quarto estava muito cansada.

Se jogou na cama de roupa e tudo e voltou a dormir, estava cansada da maratona de sexo com a médica, por volta das oito horas acordou, desceu para comer algo e quando voltou para o quarto percebeu que sentia falta de algo ou melhor alguém, decidiu ligar para a médica, deixou tocar quatro vezes e nada de Yara atender decidiu desistir, se ela pegasse no celular depois retornaria, e foi o que aconteceu, mais ou menos uma hora depois de sua ligação, a mulher retornou acordando a ruiva.

- Alô? – A socialite atendeu meio rouca.
- Oi Antonella, tudo bem? Vi ligações suas aqui no celular. – A médica disse depois de se recuperar da sensação de rouquidão na voz da ruiva.
- Oi, sim é você? Só queria saber como estava, mas você não me atendeu então desisti.  – Falou meio triste.

- Desculpa, estava no meio de uma cirurgia, não tive como retornar antes. – Se justificou.
- Tudo bem, eu entendo, só liguei mesmo para saber se estava tudo bem, você vai ficar de plantão até as cinco horas? – Perguntou curiosa.
- Não, até as três horas.
- Entendi, não esquece que ainda temos que terminar nossa conversa, vê se come alguma coisa. - A voz de Antonella pareceu tão triste ao ouvido da médica que ela simplesmente por impulso disse.
- Tem certeza que está tudo bem? Eu lembro sim, iremos conversar, está aparentando tristeza nessa voz mocinha, pode deixar, vou comer algo daqui a pouco.
- Está sim, só pensei que estava em casa, mais tudo bem, você vai direto para casa depois do plantão? – Perguntou curiosa, queria muito estar com ela.
- Sim! – Na hora percebeu o que estava rolando, Antonella estava sentindo sua falta.
- Ok então, a gente se fala outra hora, beijos, se cuida e não esquece de comer.
- Beijos, você também se cuida. - Após desligar Yara teve a ideia louca de quando sair do plantão ir direto para casa da ruiva, era arriscado, mais se ela ligou era por que queria algo só não quis dizer.

Continuou seu plantão normalmente querendo que as horas passasse logo, por volta das três horas bateu seu ponto e saiu em direção a casa de Antonella, iria fazer a loucura de acordar a moça.
Quando parou em frente ao portão da mansão os seguranças já ficaram observando o carro com receio que fosse algum marginal, na hora Yara tomou coragem e ligou para a ruiva no sexto toque ela atendeu.

- Oi? - A voz rouca excitou na hora a médica.

- Nossa - Respirou fundo esquecendo do que iria dizer.
- Yara? E você? - A ruiva se ajeitou na cama, sentando na mesma e esperando uma resposta do outro lado da linha.
- Sim, desculpa te acordar.
-  Não! Que isso, está tudo bem, aconteceu alguma coisa? – Perguntou preocupada.
- Não, eu só precisava ti ver, eu estou no portão da sua casa. – Confessou esperando uma reação dela.
- E sério isso? - Deu um pulo da cama correndo para janela do quarto, era em frente ao portão, por mais longe que fosse um pouco, Antonella podia ver o carro da medica parado.
- Sim! Vou piscar os faróis para que você tenha certeza. – A morena fez o que disse e a ruiva deu um gritinho animada.
- Eu vou ligar para portaria para liberarem sua entrada, beijos. - Desligou em seguida e discou o número do segurança. -  Poderia liberar a entrada desse carro que está aí na frente, o nome da pessoa e Yara Alencar, obrigado. - Falou o que queria para o funcionário e desligou.
Yara ligou o carro assim que viu o portão ser aberto e aproximou ele do segurança.
- Yara Alencar? – O segurança perguntou.
- Sim. – Ela respondeu e o homem logo liberou sua entrada.
-  Senhorita Davis está lhe esperando.
- Obrigado. - Ligou novamente o carro e dirigiu até o estacionamento da família, quando saiu do carro Antonella estava lhe esperando na porta de sua casa vestida em trajes de dormir.

- Boa noite. - Disse a médica com um sorriso nos lábios.
- Boa noite, que surpresa maravilhosa. - Se aproximou da médica querendo abraçá-la mais foi contida.
- Eu estou toda suja, melhor não me abraçar assim. - Explicou percebendo a carinha triste que a ruiva fez.
- Não me importo! - Retrucou
- Mas eu sim, não quero que adoeça. -  Passou a mão no rosto da ruiva fazendo carinho.
- Vem, vamos entrar está meio frio aqui fora. - A médica concordou e entraram, seguiram direto para o quarto da mulher.

Quando chegaram no local Antonella fechou a porta.
- Você quer tomar um banho? Eu te dou roupas limpas. – A ruiva perguntou.
- Não quero incomodar, só passei rápido para ver você. – Na verdade ela estava ali para dormir com a ruiva.
- Você não me incomoda, dorme aqui? – A médica ficou surpresa com o pedido da mulher a sua frente, mais no fundo queria aquilo mesmo, seus olhos brilhavam, não sabia o que responder, tinha medo de dizer sim é se apegar em uma proporção maior nela e acabar se magoando.
- Melhor não! – Disse por fim.
- Para! Você vai sim dormir aqui, até por que está muito tarde para ficar dirigindo, eu não sou louca de ti deixar sair essa hora e você deve estar cansada, vem, toma um banho e depois vem relaxar um pouco. - Deu uma toalha pra médica e a empurrou para o banheiro.

Alguns minutos depois Yara saiu do banheiro vestida em uma roupa folgada, a ruiva estava deitada esperando a moça terminar o banho.
A ruiva sentou na cama, estava com um baby doll totalmente transparente, na hora a médica percebeu, tentou disfarçar e mudar a direção de seus olhos. A ruiva que não era besta nem nada, percebeu na hora a tensão da médica e pra provocar tirou o lençol que lhe cobria e disse levantando sem o menor pudor.

- Você está com fome? Que comer algo? - Olhava para Yara com os olhos brilhantes de felina. A médica se desconcertou toda com a atitude de Antonella
- Na... não, estou bem, sem fome. - Não desviava os olhos dos da ruiva, a mesma amando provocar a doutora a puxou pela mão fazendo se sentar na ponta da cama, se encaixou no meio das pernas da médica mantendo os olhos fixos nela, passou as mãos pelo seu rosto, fazendo carinho, na mesma hora ela segurou a cintura da ruiva e notou que a médica estava tremendo.

- Porque está tremendo Yara?  Está tudo bem? – Perguntou curiosa.
- Sim, não é nada. – Desconversou.
- Ah sim, pensei que fosse alguma coisa. - Falou enquanto colocava os joelhos na cama se posicionando encima da médica de modo que o rosto dela ficasse próximo dos seus seios, abaixou a cabeça e capturou os lábios dela num beijo cheio de saudade, chupava a língua da mulher como se fosse algo que tinha muito desejo.
Yara apertava a cintura de Antonella com força, a mulher tinha o poder de deixa-la com um tesão incontrolável, a fez se sentar no seu colo de modo que deixava a ruiva bem colada a si, chupava com força os lábios da mulher, no mínimo ficariam marcados, os cabelos foram entrelaçados na mão da médica que puxava de leve a cada provocação que Antonella fazia, se esfregando no corpo da outra.

As mãos da médica bailavam pelo corpo da ruiva por debaixo do baby doll, os seios por estarem sendo apertados ficaram com os bicos eriçados, ela só sabia gemer e mordiscar o queixo da médica, para provoca-la, Antonella tinha todo poder sobre ela, mais quando a médica ficava fora de si de desejo parece que trocavam de lugar e a atitude que uma tinha passava para outra, e a outra perdia totalmente esse extinto e se entregava.
Enquanto a médica passava as mãos pelo corpo da ruiva ela ia subindo também o baby doll da mulher, até tira-lo do corpo e deixa cair no chão, beijava o colo de Antonella de uma forma cuidadosa, como se não quisesse que aquele momento acaba-se, tocava nela como algo precioso, fazendo a ruiva sentir mais prazer, chupava os seios da mulher com vontade enquanto apertava o outro com força, a médica tinha uma pegada que deixava a ruiva desconcertada da cabeça aos pés, e aquela era a segunda vez que transavam.

Virou Antonella a fazendo deitar na cama e indo para cima dela,  tirou a própria camisa que minutos antes a ruiva tinha lhe dado para vestir, a mulher logo colocou a mão no cós do short da médica e a ajudou tirar, ambas ficaram apenas de calcinha, a médica voltou a se encaixar no meio de suas pernas,  e logo enlaçou a médica pela cintura com as pernas e as mãos entre os cabelos dela bagunçando de um modo totalmente descontrolado, se beijavam com urgência, a morena apertava Antonella com força, chupava os seios da ruiva, enquanto está rebolava em seu colo, buscando mais contato, seus dedos ficavam marcados no corpo da mulher, em um determinado momento a mulher rasga a calcinha da ruiva e a joga longe e tira a sua própria em seguida.

- Pqp Yara! - A ruiva não teve nem tempo de se aborrecer com a médica por tal ato insano, a mulher só fez levantar uma perna da ruiva mais especificamente a direita e segurar mantendo para cima e encaixando sua buceta na dela e começou a se movimentar, quando Antonella sentiu a buceta da médica na sua, gemeu alto, apertando as unhas na cintura da mulher e depois levou sua mão esquerda para o seio apertando, enquanto ela não parava de se esfregar.

Depois de um tempinho a médica abaixou a perna da ruiva e levantou a outra voltando a se encaixar na buceta de Antonella, para melhorar a posição e não incomodar tanto a ruiva, quando se encaixaram Yara levou as mãos até o ombro dela de modo que tivesse um contato mais a fundo, apertava firme e se movimentava mais rápido, a socialite enlouquecia embaixo da médica, o tesão era tanto que a morena em um determinado momento levou as mãos para a cintura da loira a movimentando do modo que queria, a ruiva apenas segurava no encosto da cama e gemia enlouquecida, perderam totalmente a noção de que estavam na casa dos pais dela e eles poderiam ouvir.

Elas estavam tão conectadas uma na outra que na hora em que a médica segurou firme na perna de Antonella e começou a cavalgar encima da ruiva com uma pressa terrível a mulher gemia de prazer e puxava os lençóis da cama, quando sentiu Yara gozando e gemendo alto descontrolada, gozou junto, a médica sem forças caiu encima da ruiva, depois de muito tempo se recuperando as duas conseguiram se ajeitar e se encaixaram de um modo que ficassem uma de frente pra outra agarradas com as pernas entrelaçadas, a ruiva sentia perfeitamente a umidade da boceta da médica em sua coxa, se beijavam com calma, curtindo o momento, pegaram no sono quando o sol já estava aparecendo.


Notas Finais


Boa noite, postando mais um capitulo quentinho, voltarei a postar novamente quando tiver 10 visualizações esse capitulo, deixem seus comentários, beijos


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