História A Experiência - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time, Orphan Black
Personagens Cora (Mills), Cosima Niehaus, Dr. Aldous Leekie, Dra. Delphine Cormier, Emma Swan, Felix "Fee" Dawkins, Lacey (Belle), Paul Dierden, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Siobhan Sadler "Sra. S", Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Cophine, Cosima Niehaus, Delphine Cormier, Emma Swan, Femmeslash, Regina Mills, Swan Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Visualizações 221
Palavras 2.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


– Olá, [email protected]! Cumprimos a promessa de voltar rápido desta vez e a outra boa noticia é que vamos tentar manter um ritmo mais frequente de atualizações a partir de agora. :)
— Arrivederci significa "adeus", em italiano.
– Boa leitura e, por favor, leiam as notas finais.

Capítulo 23 - Capítulo 23 - Arrivederci, Giulia Lombardi


Fanfic / Fanfiction A Experiência - Capítulo 23 - Capítulo 23 - Arrivederci, Giulia Lombardi

Bairro da Lapa, Rio de Janeiro.

Conhecido por seus arcos que ligam o centro a Santa Teresa, é o berço da boêmia e da malandragem carioca. Em suas ruas históricas concentram-se uma infinidade de bares, botequins e boates, onde à noite se estende pela madrugada adentro e nunca parece ter hora para terminar, mesmo depois do nascer do sol.

É um lugar mágico, eclético, de tribos diferentes. Na Lapa, há quem ame o Samba, mas também tem quem prefira dançar um arrasta-pé bem coladinho na Rua do Riachuelo. O importante é apenas se deixar levar pela efervescência, pelo feitiço das noites quentes e tropicais da Lapa.

E é na Avenida Mem de Sá, em uma boate construída dentro de um antigo casarão, que a italiana Giulia Lombardi, fotógrafa freelancer e brasileira de coração, apresenta-se nas noites de sextas-feiras, interpretando músicas da MPB em performances que inebriam a pequena plateia da casa noturna.

“Sentindo frio em minha alma

Te convidei pra dançar…

Seu tom rouco e melodioso embala os casais apaixonados que dançam agarradinhos, girando na pista, embaixo do globo luminoso, trocando olhares cúmplices e juras de amor ao pé do ouvido.

“Por quanto tempo rondaram

As minhas noites vazias..."

Alastra-se como o aroma de um perfume se propagando dentro do ambiente. Um cheiro de uísque com guaraná. A mistura preferida das almas solitárias que, diferente dos pares levados pelo ritmo de “Dois pra lá, dois pra cá”, ainda não encontraram a outra metade que irá descompassar seus corações de amor.

“Nem só o que aparento

Eu gosto,

Nem tudo que represento

eu mostro...

Giulia adora cantar. Ama o palco, como ama a própria vida. Costuma dizer que, do sábado até a quinta-feira, é apenas mais um rosto perdido no meio da multidão. Mas na sexta, torna-se a dama da noite, o centro das atenções.

“Existe a outra,

A que não se pinta,

A que nunca brinca,

A que obedece,

A que envelhece…

A mulher que desperta paixões em desconhecidos. Que passa a povoar as fantasias mais íntimas das pessoas que vão a boate atraídas pela voz da sexy morena de olhos cor de avelã, como marinheiros seduzidos pelo canto das sereias em alto-mar.

“Para que eu viva e cante

Todos os momentos...

É na noite de sexta que Giulia Lombardi veste muitas fantasias. No abrir das cortinas, com os holofotes sobre si, ela pode ser quem quiser. Pode ser a mulher submissa que romantiza um relacionamento abusivo em “Com açúcar, com afeto”. Pode ser uma travesti marginalizada e explorada pelas hipócritas “pessoas de bem” em “Geni e o Zepelim”, ou simplesmente a mulher emocionalmente volúvel, sexualmente livre, que não se apega a ninguém, de “Folhetim”.

“Existe a outra,

A que se dedica,

Que se sacrifica,

Pra que eu exista,

Pra que eu seja artista.”

Mas é cantando “A outra” que a italiana sente a experiência mais transcendental. Não é apenas interpretação. Ela vive a letra como se fosse um dos “eus” líricos da canção. E, embora não compreenda, sempre termina a apresentação em lágrimas, sensibilizada pelas várias faces da mulher retratada nos versos da música.   

Você esteve divina como sempre! - Ruby, uma das bartenders da boate, e sua amiga, vem recepcioná-la ao pé do palco, oferecendo-lhe um lenço.

Giulia enxuga as lágrimas que borraram levemente sua maquiagem. Depois, o suor da testa e do pescoço.

Grazieamore mio! - Eventualmente, a italiana fala em sua língua mãe, embora seu sotaque seja quase imperceptível, por causa dos anos que vive no Brasil.

No início de 2008, Giulia conheceu Marcelo Mancini, um jogador de futebol ítalo-brasileiro que defendeu por três temporadas o Atalanta, time da cidade de Bergamo, onde a morena vivia antes. Eles se apaixonaram à primeira vista, casaram-se e, quando Marcelo se transferiu para o futebol carioca, fixaram residência no Rio.

Durante quatro anos, viveram um casamento de sonhos, mas, após algumas tentativas frustradas de engravidar, Giulia se revelou estéril. Essa descoberta abalou a relação dos dois e, no mesmo dia que completariam sete anos juntos, assinaram o divórcio.  

Desde então, a italiana se divide entre seu país de origem, onde está sua família adotiva, e o país que escolheu amar. O casamento pode ter fracassado, mas o amor pela terra, pelas canções, pela cultura, pelos sabores, e por algumas pessoas, permaneceu, fazendo-a voltar de tempos em tempos, nem que seja apenas para matar a saudade dos bons amigos que fez no Brasil.

Tem um homem lindo, sentado no bar, que não tirou os olhos de você! - Ruby voltou a falar, com ar conspiratório, enquanto a mulher passeava o olhar distraído pelos clientes, indo e vindo do banheiro que ficava em um corredor na lateral do palco.  

- Hum - Murmurou, buscando interessada as pessoas perto do bar. Não demorou a visualizar uma figura que se destacava no meio da pequena aglomeração de gente comprando bebidas.

Um sujeito moreno, e bem vestido, a encarava sem disfarce. Seus cabelos, bem cortados, estavam penteados para o lado direito e formavam um leve topete na franja. A barba, de tonalidade mais clara que os cabelos, era um pouco rala. Mesmo de longe, ela podia jurar que o sujeito tinha olhos claros e não parecia ser brasileiro.

Ele tem um sotaque estranho. Acho que não é daqui! - Ruby confirmou sua suspeita.

Interessante! - Giulia exclamou, flertando abertamente com o desconhecido.

E o que está esperando para ir falar com ele? - A bartender deu um leve tapa na nádega da morena. - Mexa essa ‘raba’ gostosa e vá se divertir por nós duas - Era seu jeito peculiar de encorajar a outra.

Giulia sorriu, mostrando seus perfeitos dentes. Depois, devolveu o lenço a Ruby, beijando em despedida o rosto da amiga. Caminhou lentamente, abrindo espaço no meio das pessoas que pareciam obstáculos entre ela e o homem. Ao se aproximar, mexeu levemente no cabelo, ajeitando alguns fios que caíam ondulados em sua testa.

Passou a ponta da língua sobre os lábios, umedecendo-os, enquanto se sentava numa banqueta alta, a três de distância do rapaz.  

O homem sorriu, pegou seu copo e foi para perto dela, apoiando os cotovelos na barra e olhando as prateleiras repletas de bebidas diversas.

Tem cigarro? - Ela perguntou. Estava meio enferrujada na arte da paquera, mas ainda sabia reconhecer quando despertava o desejo de um homem. Não tinha problema a conversa ser trivial, afinal, não tardaria para que suas bocas estivessem ocupadas fazendo uma coisa diferente.

Não! - A resposta foi curta. Depois, o sujeito tomou o resto do conteúdo no copo - E você está tentando parar de fumar - Ele observou, girando o corpo para ficar de frente para ela.

Giulia franziu o sobrolho: - Como sabe?

O homem tocou a pele um pouco mais clara no braço da morena. Ela vestia uma blusa de alças.

Isso é a marca do adesivo, não? - Ele arqueou levemente as sobrancelhas - Deixe eu adivinhar: você foi a praia hoje, e esqueceu de tirá-lo? - Sorriu charmosamente.

Ela também sorriu, concordando com a cabeça.

E o que pretendia fazer, se eu dissesse que tinha cigarros? - Questionou num tom suave.

Não sei… - Mordeu levemente o inferior, fixando os castanhos nos lábios finos dele. - Queria apenas puxar assunto - Foi direta, e quando as luzes no palco acenderam novamente, anunciando a segunda atração da noite, Giulia ergueu as pálpebras e descobriu que os olhos do homem eram azuis.

 

(...)

A barba rala arranhava a pele sensível do seu rosto, enquanto Giulia era pressionada contra a porta do pequeno apartamento, onde ficava hospedada sempre que estava no Rio. O lugar era bem perto da boate, na qual ela se apresentava nas noites de sextas.

Aos mãos grandes e firmes do homem lhe apertaram os seios e ela despregou os lábios dos dele, jogando um pouco a cabeça para trás e gemendo mais alto quando John lhe mordeu o pescoço.

Algo lhe dizia que aquele não era o nome real do sujeito, mas isso não lhe importava. Pelas roupas caras que ele vestia, Giulia imaginou se tratar de algum empresário de uma multinacional que estava passando uns dias na capital fluminense, a trabalho.

No mínimo, devia ser casado e queria apenas uma boa e casual foda, assim como ela.

Aos beijos, entraram no apartamento, livrando-se, apressados, das peças que se amontoaram no chão. Caíram na cama, que guinchou com o peso dos corpos. Giulia mordeu o lábio e passou a mão no peito cabeludo dele, excitada com o corpo nu em contato com o seu. As bocas voltaram a se fundir e ela sentiu mais uma vez o gosto de uísque na língua de John.

Os dedos do rapaz desceram para a sua entreperna e passaram a lhe acariciar o nervo intumescido, em movimentos suaves e ritmados, provocando-lhe leves gemidos.

A morena arranhou as costas largas, quando sentiu dois dedos longos deslizando pelas paredes de sua vagina. John entrava e saía, em investidas vagarosas, de dentro dela. Giulia arqueou o tronco e liberou seu primeiro orgasmo, mordendo com certa firmeza o ombro do rapaz.  

Com os olhos entrecerrados, e ainda tentando recuperar o fôlego, ouviu o invólucro da camisinha sendo rompido. Logo, foi colocada de quatro sobre o colchão e penetrada por um grosso membro, que entrou dilatando e preenchendo sua vagina, ainda sensível por causa do orgasmo de minutos atrás.

Eles continuaram a maratona de sexo até às duas da manhã, quando caíram exaustos sobre o leito. Sujos de suor e gozo, mas extasiados de prazer.

Antes de adormecer, Giulia ainda sentiu seu coração traiçoeiro batendo mais forte que um bongô. A última vez que ele batera assim, foi por causa de Marcelo. Mas não queria se iludir, o misterioso John era apenas uma aventura de uma noite.

 

(...)

Um carro buzinou alto lá embaixo e Giulia levantou a cabeça do travesseiro com as pálpebras levemente cerradas. O barulho a despertara. Verificou as horas em seu delicado relógio de pulso. Presente de seu pai, Enrico. Eram cinco e quarenta e sete da manhã.

Coçou os olhos e observou ao redor, percebendo que estava sozinha na cama. Escutou um barulho de água correndo e viu pelas frestas da porta que a luz do banheiro estava acesa. John devia estar tomando banho.

Girou na cama e sentiu o perfume dele no outro travesseiro. Sorriu levemente e observou suas roupas e as do homem espalhadas no chão. Levantou-se, vestiu um robe e foi recolher as peças. Quando pegou o blazer de John, sentiu algo no bolso interno. Ficou curiosa. Olhou para trás e verificou rapidamente que a porta do banheiro permanecia trancada. Ainda se podia ouvir o chuveiro ligado.

Retirou o papel e o desdobrou. Havia poucas informações escritas na folha.

Chloe Lavigne, Rue Bouquet, Paris - França.

Elizabeth Smith, Parkside, Londres - Inglaterra.

Giulia Lombardi, Av. Mem de Sá, Rio de Janeiro - Brasil/ Via delle Canovine, Bergamo - Itália.  

Abafou uma exclamação ao constatar seu nome e os endereços onde residia, no Brasil e na Itália, escritos no papel. Mesmo transtornada, leu o último nome da lista.

Patricia Rojas, Raval, Barcelona - Catalunha.

Ainda estava com o blazer em uma mão e segurava a folha com a outra, quando escutou a porta sendo aberta. Girou depressa e notou que John estava a poucos passos de distância, apenas com uma toalha enrolada na cintura.

Quem é você? E o que meu nome está fazendo nessa lista? - O abordou, alterada, sacudindo o papel na mão e deixando a peça de roupa cair no piso.

O sujeito levantou as mãos.

Calma, eu posso explicar…

Giulia correu para o outro lado da cama e pegou o abajur para usá-lo como uma arma, caso fosse preciso.

Quem são essas outras mulheres? O que meu nome está fazendo nessa lista? - Repetiu, desta vez, gritando.

O homem se assustou com o tom elevado da voz dela e se projetou sobre Giulia, desviando do abajur, que foi atirado contra ele, e a agarrando pelos braços.

Socorro! Socorro! Socorro! - Berrava insistentemente, enquanto John tentava tapa-lhe a boca.   

Os dois entraram numa luta corporal perto da janela e, quando ela mordeu com força a mão que tentava lhe abafar os gritos, o homem praguejou alto, empurrando-a com violência.

A morena foi lançada contra a janela de vidro que se partiu com a força do impacto, fazendo-a atravessar o vão na parede, sendo defenestrada. Seu corpo flutuou no ar como se fosse um pássaro, batendo contra o chão feito um pacote flácido.

Uma última lágrima escorreu pelo rosto da mulher, quando ela tombou o rosto para o lado. No canto de sua boca um filete de sangue escorreu. Giulia Lombardi agonizou e morreu na manhã de um sábado, na contramão, atrapalhando o tráfego.

 

(...)

– A primeira já foi. – O suposto John fez a ligação de dentro do carro que alugara, estacionado em um local bem distante de onde o corpo de Giulia jazia no asfalto.

– Esta já deveria ser a segunda. – A voz corrigiu.

O rapaz engoliu em seco. Sabia que tinha falhado na outra missão e detestava ter aquela mácula em seu currículo impecável.

– A francesa foi bem mais esperta. – Justificou-se. – Mas não escapará da próxima vez.

A pessoa do outro lado da linha gargalhou. Uma risada diabólica, fazendo o sempre tão frio “John” sentir um arrepio na espinha.

– Tenho certeza que Chloe não escapará de novo... Porque você não vai querer conhecer as consequências disso. – Ameaçou. – Como foi a passagem da moça?

O rapaz ficou em silêncio por um momento. Sabia que o que viria a seguir aborreceria quem havia lhe contratado.

– Vamos, homem, eu não tenho o dia todo!

Criou coragem. Uma hora ou outra teria de falar e era melhor que fosse agora, enquanto estavam há tantos quilômetros de distância.

– Giulia viu a lista que fiz com o nome dela e das outras. Houve uma luta… – Começou.

– Sim. E daí? – A voz se tornava cada vez mais irritadiça.

– Como resultado, ela acabou sendo arremessada pela janela do apartamento.

– Que apartamento?

O jovem engoliu mais uma vez em seco, antes de confessar: – O dela.

– E o que você foi fazer lá? – Gritou. – O que combinamos sobre não ser mais no território delas?

“John” não sabia por que sentia-se tão acoçado por aquela figura. Nenhuma outra pessoa reportava-se a ele daquela forma sem pagar muito caro. Mas, esta não era a primeira vez que levava um puxão de orelha, que apenas o deixava na defensiva.

– É que… – Ia tentar explicar, porém foi interrompido.

– Ah, claro! – Disse de forma irônica. – Não precisa continuar… Uma mulher bonita e sedutora como Giulia Lombardi nas mãos… Seu pau não podia ficar dentro das calças, não é?

De fato, a beleza e a sensualidade da italiana o fizeram perder momentaneamente o foco, levando-o a correr um risco que não era necessário.

– Eu… – Tentou explicar pela segunda vez, no entanto, foi em vão.

– Cale a boca, seu imbecil! Você já me irritou demais. E depois de toda a atenção que chamou com essa morte dramática, não é prudente que permaneça nem mais um minuto no Brasil. Volte imediatamente!


Notas Finais


Ps: Regina NÃO tem consciência de todas as clones que existem, ela sabe apenas sobre as 3 que moram nos EUA.

Ps2: "John" é um personagem de OUAT, e revelaremos o nome verdadeiro dele em um capítulo futuro. Mas pelas dicas que demos, vcs já imaginam quem seja? :)

- Muitas músicas foram citadas nesse capítulo, né? rs. Mas aproveitamos o fato de Giulia :( ser cantora para dar vazão as referências.

- Links para as músicas:

Dois pra lá, dois pra cá (João Bosco/ Aldir Blanc):  https://www.vagalume.com.br/elis-regina/dois-pra-la-dois-pra-ca.html

A outra (Ivan Lins/ Vitor Martins): https://www.vagalume.com.br/simone/a-outra.html

Com açúcar, com afeto (Chico Buarque): Versão Nara Leão.

https://www.youtube.com/watch?v=NPvTGKVWGxU

Geni e o Zepelim (Chico Buarque):

https://www.vagalume.com.br/chico-buarque/geni-e-o-zepelim.html

Folhetim (Chico Buarque):

https://www.vagalume.com.br/gal-costa/folhetim.html

Construção (Chico Buarque):

https://www.youtube.com/watch?v=jzWI_JjFBr0

- Trechos de “Dois pra lá, dois pra cá”, “A outra” e “Construção” foram usados na construção desse capítulo. rsrs

- Vcs gostaram da Giulia? Ficaram tristes com o destino dela? Nos contem suas impressões.


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