História A Explicadora - Min Yoongi - Capítulo 30


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Bts, Drama
Visualizações 23
Palavras 2.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi... ❤️👽
⚠️Só para avisar que Jandi significa relva em coreano⚠️
Tenham uma boa leitura... ❤️❤️

Capítulo 30 - Love me like I do pt.1


Fanfic / Fanfiction A Explicadora - Min Yoongi - Capítulo 30 - Love me like I do pt.1

Camila on

-Porque eu tive de vir de propósito de casa do Yoongi só para vir fazer de vela, isto é o meu pagamento, se vocês querem sobremesa comam-se logo de uma vez por todas. - Mia diz saindo em seguida sem dar tempo para que eu ou Park falassemos. Eu olho para ele e ele estava a tentar conter o riso. 

-Não tem piada Park. - digo seria. 

-Tem muita piada. 

-Não tem. - ele levanta-se e caminha para trás de mim colocando as mãos nos meus ombros. O meu corpo arrepiou por completo com o seu toque. 

-Tem sim e tu só dizes que não tem porque tudo o que ela disse é pura realidade. - sussurrou no meu ouvido fazendo o meu corpo entrar em alerta máximo. 

-Park, distância. - ele afasta-se enquanto ri. 

-Que tal fazermos uma sobremesa? - perguntou ainda atrás de mim. 

Eu olho para trás e ele estava atrás da bancada da cozinha já à procura de alguma coisa. 

-O que tens em mente? - pergunto levantando-me. 

-Massa de bolo de chocolate. - ri com a sua sugestão. - Lembraste quando eu ia a tua casa quando estavas doente e queria fazer-te um bolo de chocolate mas acabavam is por comer a massa toda antes de ir ao forno? - perguntou com um sorriso tímido nos lábios. 

-Lembro sim. - vou para o seu lado. - Tu obrigavas-me a levantar-me da cama e ir para a cozinha contigo. 

-Sinceramente eu fazia isso porque tinha quase a certeza que a tua mãe iria-me matar se eu tivesse sozinho.

-Cala-te. - dei um murro sem força no seu braço. - A minha mãe adorava-te! Acho que ela ficaria feliz de saber que os seus dois netos são teus filhos. Ela odeia o Jeffery. 

-Sério? - disse com um sorriso lindo e os olhos a brilhar. Concordei e baixei a cabeça. - Quem diria que a minha sogrinha gostava de mim. - disse risonho. 

Começamos a fazer a massa do bolo enquanto falávamos e riamos. A sua presença faz-me bem apesar de eu não consiguir não ficar nervosa quando ele olha-me nos olhos. Eu realmente pareço uma adolescente apaixonada mas como não? Sou apaixonada por este homem desde que o conheci. 

Flashback on

Entro na escola desconhecida por mim, tinha acabado de me mudar para Seul por causa da empresa da minha mãe. Todos olhavam-me deixando-me muito nervosa, se calhar devia ter ouvido a minha irmã quando ela me disse que era má ideia pintar a pontas do cabelo de verde. 

Por vim achei a minha sala e entrei sentei-me numa cadeira no fundo da sala e fiquei ali em silêncio à espera que o professor chegasse e a aula iniciasse. 

A aula começou e como era o início do ano todos se apresentaram, quando chegou a minha vez todos ficaram chocados pelo meu nome não ser coreano apesar de eu parecer uma coreana. Sentei-me completamente vermelha de vergonha, já sabia que iria ser alvo de piadas. 

A porta da sala abriu revelando um rapaz de beleza singular, os cabelos dele eram negros e pele clara, o meu coração acelerou quando ele veio na minha direção sorriu, e que sorriso, e sentou-se à minha frente. Virou-se para mim. 

-Park KangDae e tu? 

-Camila, Jeon Camila. 

-Nome interessante, Jandi. Para tua informações estás sentada no meu lugar mas está tudo bem, amanhã lembra-te de te sentar aqui e não aí! 

-Ok. Jandi?! Ei! Eu posso ter cabelo verde mas eu não sou relva para me chamares Jandi. - ele riu e virou-se para a frente. 

A partir daquele dia passamos a falar, mas era uma amizade um quanto para o estranha. Estávamos sempre a pregar partidas um ao outro e não passávamos um único dia sem provocar o outro. Eu gostava dele, correção, eu estava perdidamente apaixonada por ele mas nada disse, sabia que ele era um garanhão e só me iria usar como fazia com as outras, então decidi reprimir tudo e aproveitar a amizade dele. Com ele sinto bem e protegida. 

Mas tudo mudou quando eu faltei pela primeira vez às aulas. Acho que nunca fiquei tão doente na minha vida, eu tremia de frio e suava descontroladamente, nem os medicamentos baixavam a febre e para piorar a situação a minha mãe tinha saído e só voltaria de madrugada por causa de uma reunião super importante e Aina andava a vaguear pela cidade como sempre sem se importar comigo. A campainha tocou e eu arrastei-me até à porta. 

-Boa tarde passei só..... - KangDae estava à porta e mal reparou no meu estado calou-se. - Camila estás bem? - esta foi a primeira vez que ele me chamou pelo nome e não por Jandi como sempre fazia. Ele entrou e eu fechei a porta encostando-me nela. 

-Estou um pouco doente, só isso. 

-Tu não me enganas, estás a tremer e a suar frio. - disse ao passar a não na minha testa suada. - A tua mãe não está em casa? 

-Não, estou sozinha. 

-Anda. - ele agarrou na minha mão e puxou-me para o andar de cima entramos no meu quarto e logo em seguida na minha casa de banho. 

Ele ligou a torneira da banheira e viro-se para mim. 

-O-o que estás a-a fa-fazer? 

-Tem calma. - beijou a minha testa. - Eu nunca te irá nem irei fazer mal, ok? - Concordei com a cabeça. - Então confia em mim. 

Ele agarrou na minha camisola e puxou-a para cima tirando-a, eu estava sem sutiã o que me deixou ainda mais envergonhada, será que ele iria aproveitar-se de mim? Ele baixou-se colocando um joelho no chão e tirou as minhas calças juntamente com a minha cuecas e minhas meias. Eu estava completamente nua à sua frente e completamente vermelha. Ele agarrou me ao colo tendo cuidado para não pôr as mãos em algum local que não devesse e colocou-me dentro da banheira que já estava cheia. Ele encarava-me sem qualquer malícia o que me fez relaxar um pouco, se calhar ele afinal não é assim tão mau para as gorotas. Ele beijou a minha testa e saiu. 

Tomei o meu banho, sai e enchuguei-me quando terminei Park entrou e deu-me uma roupa que ele tinha tirado do meu armário. 

-Qual é a tua cena com roupa interior de renda? - perguntou fazendo-me virar um completo tomate. 

-É bonito, eu gosto. Porquê? Não gostas? 

-Não, nada disso, qual o rapaz que não gosta de ver uma mulher com uma lingerie de renda? - perguntou a rir. - Só achei engraçado já que normalmente as raparigas só costumam usar para impressionar os rapazes e tu.... - ele calou-se como se o que fosse dizer fosse algo mau. 

-E eu? - respirou fundo como se não quisesse dizer. Aproximou-se de mim e acariciou o meu rosto. 

-E tu és a garotas mais inocente que eu ja conheci. 

-Eu não sou inocente. - reclamo. 

-Claro que não. - ele pousa a roupa na bancada e entrega-me o sutiã, eu coloco-o e ele vira-me de costas para ele para que ele pudesse aperta-lo. - Só que, ao mesmo tempo és. - eu olho-o confusa. - Esta cena de coreanas serem inocentes e fofas é tudo uma grande fachada, elas de inocência não têm nada e acredita eu às vezes até me assusto com as coisas que elas pedem e dizem. Então em comparação, sim, és inocente. 

-Se calhar é por isso que ninguém me quer. - digo mais para mim do que para ele. 

-Não digas isso. - ele agarra na minha cuecas e veste-se. Estranho? Muito. Importo-me? Não tenho a certeza. - Tu não sabes quantas vezes eu quase andei à porrada pelas coisas porcas que alguns gajos dizem que querem fazer contigo. - ele agarra em mim e senta-me na bancada. - Mas eu nunca deixaria que algum deles tocasse em ti. - agarra nos calções e vestemos. 

-Porquê? 

-Porque tu és a minha Jandi e eu sei que eles só te iriam usar e depois deitar fora, eu não quero isso para ti. 

-Mas tu fazes isso com as outras raparigas, o quê que eu tenho de diferente? 

-Tu és a minha pequena e eu amo-te. - ele coloca as mãos no meu rosto carariciando-o. 

-T-tu o quê? - eu estava em choque, como assim? Eu ouvi bem? 

-Tu não és a única garota que eu tenho amizade por nenhum motivo. Eu posso andar por aí a vaguear mas.... Braços. - eu levanto os braços e ele coloca-me uma camisola grossa e quente uma das minhas preferidas. - o meu coração está completamente entregue a ti a muito tempo. 

-T-tu gostas de mim? 

-Eu não gosto. - aproxima-se ainda mais e encaixa-se entre as minhas pernas. - Camila, minha pequena Jandi, eu amo-te. - ele diz olhando diretamente nos meus olhos, eles brilhavam com esperança de ouvir um "eu também te amo" mas eu não conseguia falar. 

-Park....-disse num sussurro falho.

-Eu entendo que não gostes de mim dessa maneira, não precisas de dizer nada, agora eu só quero cuidar de ti e... - impedi-lo de continuar a falar beijando-o. Ele a princípio fica surpreso mas logo entrega-se ao beijo envolvendo-me nos seus braços. Separamos por falta de ar mas ficamos de testas coladas, mantia-me de olhos fechados, tinha medo de abrir e não real, ser tudo fruto da minha imaginação ou que eu estivesse a delirar por causa da febre. 

-Tu estás a frever de febre. - disse afastando as nossas testas. Ele acariciou de novo o meu rosto e eu abri os meus olhos. O seu olhar era uma mistura de preocupações com felicidade. 

-Eu já tomei a medicação mas não fez efeito. 

-Vai ficar tudo bem. - diz beijando a ponta do meu nariz. - Eu estou aqui para tratar de ti. - agarrou-me ao colo e levou-me para a cozinha senta do-me na bancada. 

Nesse dia comemos pela primeira vez massa de bolo de chocolate juntos. Depois disso fomos para a sala e ficámos a ver televisão e a trocar carinho onde acabei por adormecer. Só voltei a acordar no outro dia de manhã, estava deitada na minha cama sozinha com uma toalha na minha testa. Levantei-me e fui para a cozinha. 

-Bom dia mãe, como foi a reunião? 

-Bom dia filha, a reunião foi ótima consegui que os produtos começassem a ser vendidos na China. E tu pequena? - passou a não na minha testa. - A tua febre já baixou muito amanhã já deves poder ir à escola. 

-Estou muito melhor. Fizeste-me muita falta ontem mãe. 

-Eu sei meu bem peco imensa desculpa por não ter estada aqui para tomar conta de ti mas pelo menos o teu amigo veio cá. 

-Ele ficou cá até tu chegares? - digo surpresa eu acreditava que ele tivesse ido embora assim que eu adormeci. 

-Exatamente, eu cheguei eram 4. 30 da manhã e fui ao teu quarto para ver a tua temperatura, quando abri a porta deparei-me com ele sentado no chão enquanto te dava carinho com uma mão e a outra agarrava um toalha na tua testa para que a tua febre baixasse. Quando ele me viu explicou-me o porque de ele estar ali e foi embora pedindo para que eu tratasse muito bem de ti. 

-Porquê que ele ficou até tu chegares? 

-Ele disse que não queria te deixar sozinha. Eu acho que ele gosta de ti. 

-E eu dele. - digo mais para mim do que para a minha mãe mas ela acaba por ouvir. 

-Se ele for sempre assim para ti só te digo uma coisa, rapazes assim são para guardar e casar. 

Flashback off. 

Despertei com Park a passar a mão a frente da minha cara. 

-Está tudo bem? - perguntou preocupado. 

-Porque raio tens de ser tão perfeito? - ele olhou-me confuso sem entender onde eu queria chegar. Bufei e encarei a massa do bolo já feita, tirei um pouco da massa com o dedo e comi. - Até confuso ficas adorável. - reclamo. 

-Isso é mau? - perguntou também comendo um pouco. 

-O problema aqui é que eu não sei se é bom ou mau! 

-Parece que não mudaste mesmo nada, - puxou o meu rosto delicadamente fazendo-me encara-lo - para quê fazer uma tempestade num copo de água? Eu sei que tu deliras comigo e o grande problema disso é que tu não podes negar. 

Tirei as mãos dele do meu rosto e voltei  a minha atenção para a massa do bolo, odeiava quando ele me colocava nesta posição. Ele tinha razão mas eu não o vou admitir e ele sabe disso, é como dizem... Quem cala consente. 

Ele riu e beijou o topo da minha cabeça voltando a sua atenção para a nossa sobremesa. Comemos sem dizermos nada um para o outro. Quando acabamos eu agarrei na taça e fui lava-la algo que eu não esperava é que mal eu terminasse de lava a taça, Park aparecesse atrás de mim e agarras se a minha cintura colando os nossos corpos. 

-Quanto tempo vou ter de esperar por ti? - perguntou beijando o meu pescoço. 

-O que achas?

-Eu acho que tu estás mortinha para me saltar para cima mas não o fazes porque tens medo de eu desapareça de novo. - eu não respondo, ele sabia explicar a minha mente melhor que eu. - Ei, - ele vira-me mas mantém os nossos corpos colados. - eu conheço-te, eu amo-te e eu nunca teria desaparecido se tu não tivesses casado com o outro filho da puta. Não finjas que já não sentes nada, porque eu não consegui passar uma única noite sem pensar em ti e eu tenho quase a certeza que te aconteceu exatamente o mesmo, tenho razão ou não tenho? - eu não falo nada. - Raios Jandi, não sejas má para mim, assim partes-me o coração. 

-O que me chamaste? - digo com o coração acelerado. 

-O quê? Jandi? Tu lembras, certo? Eu chamava-te assim e tu no início odeavas foi por isso que tu me começaste a chamar Park. - sem dizer mais nada ataquei os seus lábios. Ele no início ficou surpreso mas não demorou muito para se entregar por completo ao beijo e envolver-me nos seus braços musculosos que me faziam sentir tão protegida.

-Eu amo-te, Jandi.

-Eu também te amo. - digo voltado a beijá-lo.

Podia até ser um pouco tarde mas agora eu sabia que a noite ainda mal tinha começado. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Amo muito a história da Camila com o KangDae.... Hot no próximo capítulo? Eu nem sei o que é isso... 😂🌚
Muito obrigada pelo 45 favoritos e pelas 2294, nunca pensei que conseguisse alcançar tanto na minha vida.... Muito obrigado ❤️❤️❤️
Ate à próxima... ❤️👽


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