História A Explicadora - Min Yoongi - Capítulo 31


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Bts, Drama
Visualizações 21
Palavras 2.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi....
I am so sorry😂 mas este capítulo está tão porco que eu juro que nunca mais me vou queixar quando publicar mais hots no futuro....
Tenham uma boa leitura...

Capítulo 31 - Love me like I do pt.2


Fanfic / Fanfiction A Explicadora - Min Yoongi - Capítulo 31 - Love me like I do pt.2

Camila on

O beijo era apressado e a vontade de o ter meu era ainda maior. Tanto tempo sem ser tocada do jeito que só ele sabia fazer e que eu tanto amo. Ele agarra-me ao colo e senta-me em cima da bancada apertando as minhas coxas com força. Separamo-nos por falta de ar e encaramo-nos ofegantes. Ele sorriu e beijou o meu pescoço.

-Lembraste das loucuras que faziamos? - perguntou com um sorriso malicioso. 

-Em qual loucura é que estás a pensar? 

-Tens chantilly? - sorri com a sua pergunta e enpurrei-o, desci de cima da bancada e fui buscar a lata de chantilly que eu tinha guardada. 

-A nossa foda na cozinha foi adiantada para a segunda ronda. - disse puxando-o para a sala. 

Ele sentou-se no sofá e tirou a sua camisa. Atirei-lhe a lata de chantilly e sentei-me em cima da sua ereção. Ele colocou as mãos das minhas coxas e foi subindo fazendo o meu corpo arrepiar por completo.  A tesão que eu sinto por ele é algo incrível! Chegou ao fecho do meu vestido e abriu livrando-se da peça que só atrapalhava. 

-Continuas a usar lingeries de renda. - ri passando as mãos pelos meus peitos e apertando-os levemente. 

-Sabes bem que sim. - digo em forma de gemido. - Já não gostas Park? - digo desta vez num tom provocativo. 

-Tu sabes muito bem que eu sou louco por isso. - disse tirando o meu sutiã. - Mas neste momento prefiro que não o tenhas. 

Atirou o sutiã para longe e beijou as minhas mamas. Comecei a rebolar no seu colo e ele agarrou as minhas nádegas com força incentivando-me a continuar. Ambos já não conseguiamos evitar gemer baixo. 

Ele agarrou em mim e deitou-me no sofá colocando-se entre as minhas pernas e continuando a roçar os nossos íntimos mesmo que estes ainda estejam cobertos. 

Agarrou no chantilly e colocou um pouco em cima de cada mamilo meu e traçou uma trilha desde o meu queixo até à beira da minha cueca. Colocou as mãos na minha cintura agarrando-a possessivamente e aumentou o atrito entre as nossas intimidades. Beijou os meus lábios com luxúria e calma ao mesmo tempo elouquecendo-me por completo. Desceu o seu rosto até à minha intimidade ainda coberta, mordeu e puxou a borda da minha cueca ameaçando tirá-la com os dentes mas largou antes que ela saísse do sítio. Começou a lambrer a trilha de chantilly devagar fazendo-me arrepiar com contacto do sua língua quente com o meu corpo. Chegando ao meu queixo lambeu os meus lábios deixando-os com sabor a chantilly. 

Dencendo para a minhas mamas, Park lambeu, beijou e mordeu-as fazendo-me delirar de prazer. O contraste entre o frio do chantilly que ele ia adicionando, e o quente da sua boca faziam-me sentir sensações únicas e prazerosas. Eu simplesmente gemia e arranhava os ombros dele com força nunca falsa tentativa de aliviar a tesão que sintia. Já não havia nada a fazer, eu sou 100% dependente dele, sempre fui e sempre serei. O meu corpo pede pelo dele e a minha mente explode com cada toque dele em meu corpo, pedindo sempre por mais. Eu não consigo mais negar para mim, eu preciso dele, eu quero-o o mais próximo de mim agora e para sempre.

Inverto as nossas posições e sento-me em cima da sua ereção. As minhas mãos, antes em seus ombros, desceram pelo seus peito e abdómen definido arranhando-o até que chegaram até à suas calças. Despertando o botão das mesmas não demorei muito a livrar-me delas juntamente com o seu boxer preto. Agarrando no seus membros decidi colocar chantilly na ponta do mesmo antes de o colocar na minha boca. Eu chupava-o devagar por saber que o provocava imenso. Ele gemia reprovando a velocidade dos meus movimentos mas mesmo assim eu continuava. Park agarrou os meus cabelos fazendo um rabo de cavalo com a mão e começou a ditar os movimentos. O seu membro chegava à minha garganta e mesmo assim não o conseguia colocar todo na minha boca. Os gemidos dele era altos e arrastados, como melodia para os meus ouvidos e como um incentivo para continuar. Por fim um liquido preencheu a minha boca e eu engulo sem pensar duas vezes. Olho para ele e vejo a sua cara de puro prazer e tesão, olhando-o diretamente nos seus olhos lambo a extensão do seu membro e chupo a cabeça avermelhada e inchada do mesmo. 

Beijei a ponta do seu membro seguido dos seus abdominais, peito, pescoço, maxilar e, por fim, beijo a sua boca. As nossas línguas exploravam a boca um do outro sem pudor algum. Separamo-nos do beijo e eu mordo o seu lábio inferior. As suas mãos agarraram a minha cintura com firmeza e, em um momento só, prenetrou o seu membro por completo na minha intimidade, eu liberto um grito de prazer misturado com muita dor, não estava habituada. Ele inverte as nossas posições ficando entre as minhas pernas e beija o meu rosto. 

-Desculpa Jandi, - beija o meu rosto novamente. - Não te queria magoar, - beija o meu rosto mais uma vez. - mas por outro lado fico feliz que sim, espero bem que não tenhas andado a mostrar o teu lindo corpo para muita homens. - beijou o canto da minha boca e, agarrando as minhas mãos e entrelaçado os nossos dedos começou a movimentar-se no meu interior. - Caralho, continuas apertada. - diz num gemido enquanto acelera ainda mais os movimentos. 

Entrelacei as minhas pernas na sua cintura e ele ainda aumentou mais a velocidade das suas investidas. Com os seus movimentos rápidos e precisos  ele atinge o meu ponto sensível com facilidade o que me fez gemer quase em grito de tanto prazer. Os nossos corpos a chocar em um contra o outro juntamente com os nossos gemidos era a única coisa que se ouvia no andar inteiro. O meu corpo vibrava com a tesão e prazer que sentia e só melhorava com o sentimento de orgasmo à porta. Abracei o seu tronco e, numa última investida ambos praticamente gritamos de prazer com a onda de prazer que nos atingiu ao mesmo tempo, finquei as minhas unhas nas suas costas e senti as minhas pernas bambas. Ele saiu do meu interior e inverteu as nossas posições colocando-me deitada do seus peito enquanto tentavamos regular as nossas respirações aceleradas e descompassadas. 

Já mais calmos ele agarrou na lata de chantilly e encheu a sua boca com o mesmo. 

-Queres? - perguntou de boca cheio. 

-Porco, não se fala com comida na boca. - tirei-lhe a lata da mão e enchei a boca com o mesmo. Ele tentou agarrar na lata de chantilly mas eu não deixei. 

-Ei!!! Eu também quero. 

-Queres? - perguntei desafiante. 

-Quero. 

-Então vem buscar. - digo levantando-me e correndo para a cozinha. Ele veio atrás de mim e como duas crianças começamos a correr em círculos à volta da mesa. Por fim ele alcançou-me e conseguiu-me tirar lata. - Não é justo. - reclamo. - És mais rápido que eu. Eu quero o meu chantilly de volta. 

-Criança. - disse a rir. - Abre a boca. - disse aproximando-se. Eu faço o que ele me pediu e ele encheu a minha boca com chantilly. - Satisfeita?

-Não, mas contento-me. - digo e ele olhou-me sério. - O que foi? 

-Estavas a referir-te ao chantilly ou ao sexo? - disse semisserando os olhos. 

-Agora que penso, os dois. - digo e, agarrando a lata de chantilly, fui sentar-me em cima da bancada da cozinha e comi mais um bocado. 

-Tu amas provocar-lhe. - disse ficando entre as minhas pernas e agarrando as minhas coxas com força. 

-A culpa não é minha, - pousei a lata na bancada. - tu é que te pões a jeito e eu aproveito. - ele ri e beija a ponta do meu nariz. 

-Então, como eu não quero deixar a minha Jandi mal comida quero propor duas coisas. 

-Duas? 

-Sim, na verdade uma implica a outra.

-Ok, então o que propões senhor Park KangDae. 

-Eu proponho que tu sejas minha namorada. - de repente na minha mente só se acendeu um letreiro do tamanho da China a dizer "já te lixaste". 

-E qual é a outra proposta? - digo um pouco receosa. 

-Fudermos aqui na cozinha como despedida da nossa vida de solteiros. 

-Gostei muito das duas propostas mas, - saiu de cima da bancada e olho para cima de forma que consiga olhar para o seu rosto. - eu, sinceramente, não sei se estou pronta para realmente namorar contigo, eu sei que te amo, e eu amo muito, mas algo em mim diz-me que eu não devo aceitar. 

-Camila, eu amo-te e estou disposto a esperar até que tu sejas capaz de me amar da maneira que eu amo. - agarrou o meu rosto com as duas mãos quando se apercebeu da minha expressão triste. - Não fique assim. - beijou o topo da minha cabeça. - Eu não me importo, eu sei que te magoei ao desaparecer quando casaste, eu sei que tens medo que tudo volte a acontecer e que te magoes outra vez mas eu também sei que se desta vez se engravidares, eu vou ser o pai com 100% certeza e eu também sei, que eu ia amar se isso acontecesse porque eu nunca vi nenhum dos meus filhos bebés. - eu sorri com o que ele acabará de dizer, ele ainda amava do mesmo jeito que ele me amava quando éramos só adolescentes. 

-Fazemos assim, tu vai arranjar uma maneira fofa de me pedir em namoro e até lá vais ganhando a minha confiança, ok? - ele concordou com a cabeça e beijou os meus lábios com calma e de um modo fofo. 

-Então e agora? - perguntou com um sorriso diverto.

-Second round? - perguntei. 

-Nunca te iria negar isso. - riu. - Mas desta vez.... - rodou-me e fez-me debruçar sobre a bancada fazendo a lata de chantilly no chão. Ignorando a lata caída, passou a mão pelo meu rabo e deu um pequeno estalo no mesmo. - vamos ver se aguentas ficar de pé depois. 

Ele agarrou no seu membro e esfregou-o na minha intimidade pressionando-o contra a mesma mas sem me penetrar. Isto era como tortura para mim e ele sabia disso. 

-Park... - supliquei em forma de gemido. 

-O que se passa? Queres alguma coisa? - pergunto fazendo-se de desentendido com um tom provocativo e rente ao meu ouvido. 

-Fode-me de uma vez. - digo direta fazendo-o rir e finalmente penetrar-me com força e uma certa brutalidade. 

A suas investidas eram fortes e precisas fazendo-me gemer alto. A medida do tempo as minhas pernas ficavam cada vez mais fracas e tenho a certeza que só não cai  ainda porque ele está a agarrar a minha cintura firmemente. Ele atingiu o seu orgasmo derramando o seu líquido quente no meu interior mas isso não o vez parar pois eu ainda não tinha atingido o meu. Com mais algumas investidas eu por fim atingi o meu orgasmo e o meu corpo amoleceu por completo. Eu virou-me para si e eu só não cai porque ele agarrou-me. Agarrei-me no seu pescoço e ele,num impulso, fez-me cruzar as minhas pernas à volta na sua cintura, eu estava morta mas contente. Ele beijou o meu rosto e sussurrou um "eu amo-te" no meu ouvido antes de me levar para o andar de cima, para o meu quarto. 

Entrando no mesmo ele deitou-me na cama e seguiu para o meu armário agarrando numa cueca minha, e juro que nessa altura ouvi ele a sussurro um "é sério de é tudo de renda?", uma t-shirt larga e comprida e um boxer que estava numa embalagem por estrear, não sei porque mas eu tenho sempre roupa interior tanto masculina como feminina por estrear no meu armário, mania minha. Ele vestiu a boxer e veio ter comigo à cama. Com calma ele vestiu-me a cueca e a t-shirt e deitou-me e aconchegou-me nos cobertores em seguida. Ele beijou a minha testa, sussurrou um "boa noite Jandi" e afastou-se da cama. 

-Onde vais? - perguntei já de olhos fechados, o sono e cansaço estavam a tomar conta de mim. 

-Casa. 

-Não. 

-Não? 

-Não! 

-Porque não? 

-Porque eu quero-te aqui. - abri o olhos e vi a sua expressão de espanto misturada com alegria. - Por favor. - ele sorriu e deito-se ao meu lado. 

-Eu fico ao teu lado quanto tempo quiseres. - disse e eu fechei os meus olhos. 

-Para sempre. 

-Para sempre? - perguntou confuso. 

-É o tempo que eu quero que fiques ao meus lado, eu preciso de ti, e o Jungkook e a Camila iriam agradecer ter uma figura paternal boa para variar. 

-Eu sou o pai deles. 

-Eu sei mas durante anos foi como se não fosses. Eles gostam de ti, aproveita isso. 

Ele abraçou o meu tronco e deitou a cabeça nas minhas mamas a minha mão foi automaticamente direta aos seus cabelos ruivos tingidos de negro e acariciei-os com calma e carinho. 

-Eu não irei desperdiçar a oportunidade que eles me estão a dar. - sorri com o que ele disse e por fim adormecemos agarrados um ao outro. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Muito obrigada pelas 2358 e 47 favoritos...
Dêem uma olhada na minha outra fanfic : https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-grito-do-oceano--kim-kibum-key-13457758
Até à próxima...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...