História A Explicadora - Min Yoongi - Capítulo 31


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Suga, Yoongi
Visualizações 42
Palavras 2.205
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi....
I am so sorry😂 mas este capítulo está tão porco que eu juro que nunca mais me vou queixar quando publicar mais hots no futuro....
Tenham uma boa leitura...

Capítulo 31 - Love me like I do pt.2


Fanfic / Fanfiction A Explicadora - Min Yoongi - Capítulo 31 - Love me like I do pt.2

Camila on

O beijo era apressado e a vontade de o ter meu era ainda maior. Tanto tempo sem ser tocada do jeito que só ele sabia fazer e que eu tanto amo. Ele agarra-me ao colo e senta-me em cima da bancada apertando as minhas coxas com força. Separamo-nos por falta de ar e encaramo-nos ofegantes. Ele sorriu e beijou o meu pescoço.

-Lembraste das loucuras que faziamos? - perguntou com um sorriso malicioso. 

-Em qual loucura é que estás a pensar? 

-Tens chantilly? - sorri com a sua pergunta e enpurrei-o, desci de cima da bancada e fui buscar a lata de chantilly que eu tinha guardada. 

-A nossa foda na cozinha foi adiantada para a segunda ronda. - disse puxando-o para a sala. 

Ele sentou-se no sofá e tirou a sua camisa. Atirei-lhe a lata de chantilly e sentei-me em cima da sua ereção. Ele colocou as mãos das minhas coxas e foi subindo fazendo o meu corpo arrepiar por completo.  A tesão que eu sinto por ele é algo incrível! Chegou ao fecho do meu vestido e abriu livrando-se da peça que só atrapalhava. 

-Continuas a usar lingeries de renda. - ri passando as mãos pelos meus peitos e apertando-os levemente. 

-Sabes bem que sim. - digo em forma de gemido. - Já não gostas Park? - digo desta vez num tom provocativo. 

-Tu sabes muito bem que eu sou louco por isso. - disse tirando o meu sutiã. - Mas neste momento prefiro que não o tenhas. 

Atirou o sutiã para longe e beijou as minhas mamas. Comecei a rebolar no seu colo e ele agarrou as minhas nádegas com força incentivando-me a continuar. Ambos já não conseguiamos evitar gemer baixo. 

Ele agarrou em mim e deitou-me no sofá colocando-se entre as minhas pernas e continuando a roçar os nossos íntimos mesmo que estes ainda estejam cobertos. 

Agarrou no chantilly e colocou um pouco em cima de cada mamilo meu e traçou uma trilha desde o meu queixo até à beira da minha cueca. Colocou as mãos na minha cintura agarrando-a possessivamente e aumentou o atrito entre as nossas intimidades. Beijou os meus lábios com luxúria e calma ao mesmo tempo elouquecendo-me por completo. Desceu o seu rosto até à minha intimidade ainda coberta, mordeu e puxou a borda da minha cueca ameaçando tirá-la com os dentes mas largou antes que ela saísse do sítio. Começou a lambrer a trilha de chantilly devagar fazendo-me arrepiar com contacto do sua língua quente com o meu corpo. Chegando ao meu queixo lambeu os meus lábios deixando-os com sabor a chantilly. 

Dencendo para a minhas mamas, Park lambeu, beijou e mordeu-as fazendo-me delirar de prazer. O contraste entre o frio do chantilly que ele ia adicionando, e o quente da sua boca faziam-me sentir sensações únicas e prazerosas. Eu simplesmente gemia e arranhava os ombros dele com força nunca falsa tentativa de aliviar a tesão que sintia. Já não havia nada a fazer, eu sou 100% dependente dele, sempre fui e sempre serei. O meu corpo pede pelo dele e a minha mente explode com cada toque dele em meu corpo, pedindo sempre por mais. Eu não consigo mais negar para mim, eu preciso dele, eu quero-o o mais próximo de mim agora e para sempre.

Inverto as nossas posições e sento-me em cima da sua ereção. As minhas mãos, antes em seus ombros, desceram pelo seus peito e abdómen definido arranhando-o até que chegaram até à suas calças. Despertando o botão das mesmas não demorei muito a livrar-me delas juntamente com o seu boxer preto. Agarrando no seus membros decidi colocar chantilly na ponta do mesmo antes de o colocar na minha boca. Eu chupava-o devagar por saber que o provocava imenso. Ele gemia reprovando a velocidade dos meus movimentos mas mesmo assim eu continuava. Park agarrou os meus cabelos fazendo um rabo de cavalo com a mão e começou a ditar os movimentos. O seu membro chegava à minha garganta e mesmo assim não o conseguia colocar todo na minha boca. Os gemidos dele era altos e arrastados, como melodia para os meus ouvidos e como um incentivo para continuar. Por fim um liquido preencheu a minha boca e eu engulo sem pensar duas vezes. Olho para ele e vejo a sua cara de puro prazer e tesão, olhando-o diretamente nos seus olhos lambo a extensão do seu membro e chupo a cabeça avermelhada e inchada do mesmo. 

Beijei a ponta do seu membro seguido dos seus abdominais, peito, pescoço, maxilar e, por fim, beijo a sua boca. As nossas línguas exploravam a boca um do outro sem pudor algum. Separamo-nos do beijo e eu mordo o seu lábio inferior. As suas mãos agarraram a minha cintura com firmeza e, em um momento só, prenetrou o seu membro por completo na minha intimidade, eu liberto um grito de prazer misturado com muita dor, não estava habituada. Ele inverte as nossas posições ficando entre as minhas pernas e beija o meu rosto. 

-Desculpa Jandi, - beija o meu rosto novamente. - Não te queria magoar, - beija o meu rosto mais uma vez. - mas por outro lado fico feliz que sim, espero bem que não tenhas andado a mostrar o teu lindo corpo para muita homens. - beijou o canto da minha boca e, agarrando as minhas mãos e entrelaçado os nossos dedos começou a movimentar-se no meu interior. - Caralho, continuas apertada. - diz num gemido enquanto acelera ainda mais os movimentos. 

Entrelacei as minhas pernas na sua cintura e ele ainda aumentou mais a velocidade das suas investidas. Com os seus movimentos rápidos e precisos  ele atinge o meu ponto sensível com facilidade o que me fez gemer quase em grito de tanto prazer. Os nossos corpos a chocar em um contra o outro juntamente com os nossos gemidos era a única coisa que se ouvia no andar inteiro. O meu corpo vibrava com a tesão e prazer que sentia e só melhorava com o sentimento de orgasmo à porta. Abracei o seu tronco e, numa última investida ambos praticamente gritamos de prazer com a onda de prazer que nos atingiu ao mesmo tempo, finquei as minhas unhas nas suas costas e senti as minhas pernas bambas. Ele saiu do meu interior e inverteu as nossas posições colocando-me deitada do seus peito enquanto tentavamos regular as nossas respirações aceleradas e descompassadas. 

Já mais calmos ele agarrou na lata de chantilly e encheu a sua boca com o mesmo. 

-Queres? - perguntou de boca cheio. 

-Porco, não se fala com comida na boca. - tirei-lhe a lata da mão e enchei a boca com o mesmo. Ele tentou agarrar na lata de chantilly mas eu não deixei. 

-Ei!!! Eu também quero. 

-Queres? - perguntei desafiante. 

-Quero. 

-Então vem buscar. - digo levantando-me e correndo para a cozinha. Ele veio atrás de mim e como duas crianças começamos a correr em círculos à volta da mesa. Por fim ele alcançou-me e conseguiu-me tirar lata. - Não é justo. - reclamo. - És mais rápido que eu. Eu quero o meu chantilly de volta. 

-Criança. - disse a rir. - Abre a boca. - disse aproximando-se. Eu faço o que ele me pediu e ele encheu a minha boca com chantilly. - Satisfeita?

-Não, mas contento-me. - digo e ele olhou-me sério. - O que foi? 

-Estavas a referir-te ao chantilly ou ao sexo? - disse semisserando os olhos. 

-Agora que penso, os dois. - digo e, agarrando a lata de chantilly, fui sentar-me em cima da bancada da cozinha e comi mais um bocado. 

-Tu amas provocar-lhe. - disse ficando entre as minhas pernas e agarrando as minhas coxas com força. 

-A culpa não é minha, - pousei a lata na bancada. - tu é que te pões a jeito e eu aproveito. - ele ri e beija a ponta do meu nariz. 

-Então, como eu não quero deixar a minha Jandi mal comida quero propor duas coisas. 

-Duas? 

-Sim, na verdade uma implica a outra.

-Ok, então o que propões senhor Park KangDae. 

-Eu proponho que tu sejas minha namorada. - de repente na minha mente só se acendeu um letreiro do tamanho da China a dizer "já te lixaste". 

-E qual é a outra proposta? - digo um pouco receosa. 

-Fudermos aqui na cozinha como despedida da nossa vida de solteiros. 

-Gostei muito das duas propostas mas, - saiu de cima da bancada e olho para cima de forma que consiga olhar para o seu rosto. - eu, sinceramente, não sei se estou pronta para realmente namorar contigo, eu sei que te amo, e eu amo muito, mas algo em mim diz-me que eu não devo aceitar. 

-Camila, eu amo-te e estou disposto a esperar até que tu sejas capaz de me amar da maneira que eu amo. - agarrou o meu rosto com as duas mãos quando se apercebeu da minha expressão triste. - Não fique assim. - beijou o topo da minha cabeça. - Eu não me importo, eu sei que te magoei ao desaparecer quando casaste, eu sei que tens medo que tudo volte a acontecer e que te magoes outra vez mas eu também sei que se desta vez se engravidares, eu vou ser o pai com 100% certeza e eu também sei, que eu ia amar se isso acontecesse porque eu nunca vi nenhum dos meus filhos bebés. - eu sorri com o que ele acabará de dizer, ele ainda amava do mesmo jeito que ele me amava quando éramos só adolescentes. 

-Fazemos assim, tu vai arranjar uma maneira fofa de me pedir em namoro e até lá vais ganhando a minha confiança, ok? - ele concordou com a cabeça e beijou os meus lábios com calma e de um modo fofo. 

-Então e agora? - perguntou com um sorriso diverto.

-Second round? - perguntei. 

-Nunca te iria negar isso. - riu. - Mas desta vez.... - rodou-me e fez-me debruçar sobre a bancada fazendo a lata de chantilly no chão. Ignorando a lata caída, passou a mão pelo meu rabo e deu um pequeno estalo no mesmo. - vamos ver se aguentas ficar de pé depois. 

Ele agarrou no seu membro e esfregou-o na minha intimidade pressionando-o contra a mesma mas sem me penetrar. Isto era como tortura para mim e ele sabia disso. 

-Park... - supliquei em forma de gemido. 

-O que se passa? Queres alguma coisa? - pergunto fazendo-se de desentendido com um tom provocativo e rente ao meu ouvido. 

-Fode-me de uma vez. - digo direta fazendo-o rir e finalmente penetrar-me com força e uma certa brutalidade. 

A suas investidas eram fortes e precisas fazendo-me gemer alto. A medida do tempo as minhas pernas ficavam cada vez mais fracas e tenho a certeza que só não cai  ainda porque ele está a agarrar a minha cintura firmemente. Ele atingiu o seu orgasmo derramando o seu líquido quente no meu interior mas isso não o vez parar pois eu ainda não tinha atingido o meu. Com mais algumas investidas eu por fim atingi o meu orgasmo e o meu corpo amoleceu por completo. Eu virou-me para si e eu só não cai porque ele agarrou-me. Agarrei-me no seu pescoço e ele,num impulso, fez-me cruzar as minhas pernas à volta na sua cintura, eu estava morta mas contente. Ele beijou o meu rosto e sussurrou um "eu amo-te" no meu ouvido antes de me levar para o andar de cima, para o meu quarto. 

Entrando no mesmo ele deitou-me na cama e seguiu para o meu armário agarrando numa cueca minha, e juro que nessa altura ouvi ele a sussurro um "é sério de é tudo de renda?", uma t-shirt larga e comprida e um boxer que estava numa embalagem por estrear, não sei porque mas eu tenho sempre roupa interior tanto masculina como feminina por estrear no meu armário, mania minha. Ele vestiu a boxer e veio ter comigo à cama. Com calma ele vestiu-me a cueca e a t-shirt e deitou-me e aconchegou-me nos cobertores em seguida. Ele beijou a minha testa, sussurrou um "boa noite Jandi" e afastou-se da cama. 

-Onde vais? - perguntei já de olhos fechados, o sono e cansaço estavam a tomar conta de mim. 

-Casa. 

-Não. 

-Não? 

-Não! 

-Porque não? 

-Porque eu quero-te aqui. - abri o olhos e vi a sua expressão de espanto misturada com alegria. - Por favor. - ele sorriu e deito-se ao meu lado. 

-Eu fico ao teu lado quanto tempo quiseres. - disse e eu fechei os meus olhos. 

-Para sempre. 

-Para sempre? - perguntou confuso. 

-É o tempo que eu quero que fiques ao meus lado, eu preciso de ti, e o Jungkook e a Camila iriam agradecer ter uma figura paternal boa para variar. 

-Eu sou o pai deles. 

-Eu sei mas durante anos foi como se não fosses. Eles gostam de ti, aproveita isso. 

Ele abraçou o meu tronco e deitou a cabeça nas minhas mamas a minha mão foi automaticamente direta aos seus cabelos ruivos tingidos de negro e acariciei-os com calma e carinho. 

-Eu não irei desperdiçar a oportunidade que eles me estão a dar. - sorri com o que ele disse e por fim adormecemos agarrados um ao outro. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Muito obrigada pelas 2358 e 47 favoritos...
Dêem uma olhada na minha outra fanfic : https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-grito-do-oceano--kim-kibum-key-13457758
Até à próxima...


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