História A Face do Mal - Capítulo 7


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Palavras 2.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A FACE DO MAL é uma história medieval, idealizada no primeiro semestre de 2012. A obra e todas as personagens são de minha criação intelectual. Escalei um elenco fictício para aprimorar o imaginário visual de quem irá conhecer esta obra.

Leia ouvindo a trilha sonora! Link em NOTAS FINAIS.

PERSONAGENS DA SEGUNDA FASE:

Ophélia Petrovic (Vivianne Pasmanter)

Padre Samuel (Felipe Camargo)

Bernar (Cauã Reymond)

Sophie (Bianca Bin)

Axel Petrovic (Jonatas Faro)

Promotor Teobaldo Petrovic (Luis Melo)

Philippe Petrovic (Humberto Carrão)

Barton (Guilherme Leme)

Mariah Lina (Cláudia Ohana)

Alfgar (Luiz Carlos Vasconcelos)

Mikaela (Pérola Faria)

E

Diana (Letícia Sabatella)

Nicolau Devonne (Wagner Moura)

Capítulo 7 - 07-14


Fanfic / Fanfiction A Face do Mal - Capítulo 7 - 07-14

Cena I

 

Três semanas depois.

 

Após transarem Ophélia e Barton conversam, enquanto esta se arruma.

 

Ophélia – Três semanas e até hoje não obtive nenhuma resposta do bispo.

 

Barton – Estas coisas são demoradas mesmo.

 

Ophélia – Chego a desconfiar que você não levou a minha denúncia até Paragon. Foi rápido demais.

 

Barton – Você disse que só se deitaria comigo quando eu voltasse. Não tive outra escolha se não ser o mais ligeiro possível. ‘breve pausa’ As vezes me sinto uma marionete nas suas mãos.

 

Ophélia – Se é assim que tu se sentes, ao menos sejas uma marionete eficiente, pois sem utilidade, não me serves para nada!

 

Barton pula da cama e agarra Ophélia pelos braços.

 

Barton – Por que me testas Ophélia? O que você busca falando comigo dessa forma?

 

Ophélia – Me solta!

 

Barton – Cala a boca! Eu não lhe devo nada! Você me deve tudo! ‘Ophélia tenta falar’ Quieta! Chega de dores de cabeça e problemas não resolvidos! Quero você aqui... ‘Barton lança Ophélia em cima da cama’ ...nesse leito, sempre quando eu quiser!

 

Ophélia fica olhando para Barton assustada.

 

Barton – ‘gesticulando com a mão’ Agora vai!

 

Ophélia se levanta e vai na direção da porta. Barton a abraça por trás.

 

Barton – Sabes que não gosto de agir assim, mas às vezes você não me deixa escolha.

 

Sem responder nada, Ophélia se livra de Barton, logo saindo do quarto deste.

 

Cena II

 

Samuel está no exterior da cabana de Diana selando um cavalo. Diana chega e dá a ele uma xícara.

 

Diana – É chá quente. Espanta o frio.

 

Samuel – Obrigado!

 

Diana – Deves estar preparado para enfrentar a fera.

 

Samuel – Dona Ophélia! Sinto pena de dona Ophélia. Como uma cristã pode querer tanto o mal de alguém?

 

Diana – Ela tem frequentado a paróquia nesses últimos dias?

 

Samuel – Sim! Fervorosamente! Confesso que não tenho tido psicológico para encará-la, mas o Senhor supremo tem me dado forças, forças para eu não destilar na face dela tudo que eu sei.

 

Diana – ‘abraçando Samuel, e dando um beijo na testa deste, ficando ambos face a face’ Calma meu amor! O susto que ela irá tomar será maior.

 

Samuel – Ele já está pronto?

 

Bernar aparece na porta, ao longe. Diana e Samuel avistam este.

 

Diana – Acho que sim!

 

Bernar se aproxima. Samuel e Diana se afastam. Bernar sorri.

 

Bernar – ‘para Diana’ Muito obrigado por tudo! Por insistir no meu resgate. Por manter-me aqui aos seus cuidados.

 

Diana – Não tem o que agradecer. Fiz o que era o correto!

 

Bernar e Diana se abraçam.

 

Bernar – Padre!

 

Samuel – Podemos ir?

 

Bernar – Sim! Estou morrendo de saudades de Sophie e de minha mãe.

 

Bernar monta em seu cavalo e estende a mão para Diana que dá a mão a este. Ele beija-a.

 

Bernar – Senhorita!

 

Diana – Volta quando sentir vontade!

 

Bernar – Eu sentirei e voltarei logo. ‘para Samuel’ Esperarei o senhor mais a frente.

 

Samuel – Já estou indo.

 

Bernar segue em direção a estrada, na intenção de deixar Diana e Samuel mais a vontade.

 

Samuel – Achas que ele desconfia?

 

Diana – Não! Ele sabe!

 

Samuel – Ele te falou?

 

Diana – Ele não precisou falar.

 

Diana e Samuel dão um abraço de despedida. Bernar avista o casal ao longe e sorri.

 

Cena III

 

Philippe está mudando as flores da paróquia quando um homem chega.

 

Nicolau Devonne – Padre Samuel?!

 

...

Philippe – Não senhor!

 

Nicolau – Então quem és tu?

 

Philippe - Me chamo Philippe! Ajudo padre Samuel na organização da paróquia.

 

Nicolau – És um seminarista?

 

Philippe – Já fui, mas não pretendo me tornar um padre. ‘breve pausa’ E o senhor, quem és?

 

Nicolau – Inquisidor Nicolau Devonne!

 

Cena IV

 

Bernar chega em casa e é recebido por Sophie e Mariah Lina.

 

Mariah – ‘abraçada ao filho’ Meu filho como rezei por você! Que saudade!

 

Bernar – ‘sorrindo ‘ Também estava morrendo de saudade!

 

Mariah – Quando padre Samuel trouxe-me notícias suas, eu quis ter com você naquele mesmo momento, mas ele falou que você pediu que ele não nos levasse.

 

Bernar – Eu achei melhor. Não queria que a senhora... 'olhando para Sophie’ e nem você, me vissem daquele jeito. ‘com um semblante triste’ Tão açoitado. Tão frágil.

 

Sophie – ‘sendo abraçada por Bernar e o abraçando’ Queria cuidar de tu, meu senhor!

 

Bernar – Você pode cuidar de mim agora.

 

Mariah – Como podem existir pessoas tão maldosas nesse mundo, meu Deus?!

 

Bernar – Eu não quero pensar nas maldades do mundo. Eu quero matar as saudades de vocês!

 

Mariah, Bernar e Sophie se mantém abraçados e felizes.

 

Cena V

 

Samuel chega na paróquia, e Philippe logo vem a seu encontro.

 

Philippe – Padre Samuel!

 

Samuel – Sim!

 

Philippe – Tem um homem a espera do senhor.

 

Samuel – Um homem? Que homem?

 

Já na sacristia Samuel e Nicola se apresentam.

 

Nicolau - Inquisidor Nicolau Devonne!

 

Samuel – ‘surpreso’ O senhor está aqui em missão?

 

Nicolau – Sim! Eu recebi uma denúncia.

 

Samuel – Denúncia? Da parte de quem?

 

Nicolau – Senhora Ophélia Jaha Petrovic fez uma denúncia de prática de bruxaria nesse vilarejo.

 

Samuel – 'surpreso' Bruxaria? Da parte de quem?

 

Nicolau – Ao amanhecer irei estar com esta senhora, para tão logo ir à captura da bruxa.

 

Samuel – Eu não estou sabendo de nenhum caso de bruxaria próximo a esse vilarejo.

 

Nicolau – Investigações serão realizadas. Caso nada seja provado contra a acusada, a mesma será libertada.

 

Samuel se mantém confuso, sem entender o real motivo do passo que Ophélia dera.

 

Nicolau – Padre Samuel! Padre Samuel!

 

Samuel – Sim!

 

Nicolau – Onde meus homens e eu nos hospedaremos?

 

Samuel – A paróquia é pequena. Não estava esperando pelo senhor, mas posso ceder-lhe os meus aposentos.

 

Nicolau – E onde fica os seus aposentos.

 

Samuel – Venha! Vou lhe mostrar!

 

Cena VI

 

Barton avista Bernar saindo com Sophie de casa. Este fica surpreso, já que dava como certo o desaparecimento do rapaz.

 

Cena VII

 

Barton adentra afoito residência adentro à procura de Ophélia.

 

Barton – Ophélia! Ophélia!

 

Uma serviçal aparece.

 

Barton – Dona Ophélia se encontra?

 

Serviçal – Sim! Está lá em cima. ‘apontando’

 

Barton sobe a escada ligeiramente, logo entrando no quarto de Ophélia.

 

Barton – ‘afoito’ Ophélia, preciso lhe falar!

 

Ophélia – Como ousa? Meu senhor poderia estar repousando.

 

Barton – Eu sei que aquele velho não está. Vi quando ele saiu.

 

Ophélia – Mas ele pode voltar a qualquer momento.

 

Barton – Tenho uma coisa séria para lhe falar.

 

Ophélia – Diga! E seja breve!

 

Barton – Bernar!

 

Ophélia – Ah não! Eu pensei que esse problema já tivesse sido resolvido. Pra quê ressuscitar os mortos?

 

Barton – Bernar está vivo!

 

A fisionomia de Ophélia muda.

 

Ophélia – Como vivo? Você mesmo disse ter jogado ele depois de açoitado de um penhasco.

 

Barton – Eu também não acreditei quando o vi... ‘breve pausa’ ...com Sophie.

 

Ophélia – Ele lhe viu?

 

Barton – Não.

 

Ophélia – Isso não pode ser verdade! Fala que você bebeu, e anda vendo fantasmas.

 

Barton – Não Ophélia! Eu o vi, tanto quanto estou lhe vendo agora.

 

Ophélia lança uma jarra que havia em cima de um móvel longe.

 

Ophélia – ‘irada’ Você me enganou!

 

Barton – Não Ophélia, eu não te enganei! Eu achei que de fato havia matado o bastardo. ‘falando consigo mesmo’ Esse peste só pode ter várias vidas.

 

Ophélia – Ninguém tem várias vidas! Se ele está vivo e andando de braço dado com a messalina, agradeça a sua incompetência!  Duas vezes incompetente! Você não se envergonha!

 

Barton se mantém em silêncio, apenas ouvindo o que Ophélia profere.

 

Ophélia – Você vai terminar o que você começou... ‘breve pausa’ ...e até lá você não mais tocará em mim! Agora sai!

 

Barton – Ophélia...

 

Ophélia – ‘interrompendo’ SAI!

 

Quando Barton sai do quarto de Ophélia, Philippe que estava vindo ter com esta o encontra.

 

Philippe – O que você estava fazendo no quarto da minha mãe?

 

Barton – Eu só vim dar um recado a senhora.

 

Philippe – Mas, ao menos creio que, que meu pai não iria gostar de saber que o senhor anda frequentando o quarto dele sem a presença dele.

 

Barton – Desculpe!

 

Barton desce a escada afoito, encontrando  padre Samuel que aguarda na sala. Ele apenas cumprimenta o padre com a cabeça e logo sai.

 

Philippe entra no quarto da mãe e logo a indaga.

 

Philippe – Minha mãe, o que Barton estava fazendo em seu quarto.

 

Ophélia – Acho que ele veio me falar algo, mas eu não sei o que, já que logo exigi que ele saísse.

 

Philippe – Meu pai não irá gostar nada de saber das confianças desse homem.

 

Ophélia – E nem irá saber! Eu já resolvi esta situação.

 

Philippe – Padre Samuel está à espera da senhora.

 

Ophélia – Aqui?

 

Philippe – Sim!

 

Cena VIII

 

Ophélia desce para ter com padre Samuel.

 

Ophélia – Padre Samuel! Quanto tempo. Sua benção!

 

Samuel – Deus abençoe a senhora!

 

Ophélia – A que devo a honra da visita do senhor?

 

Samuel – Serei breve. A senhora fez alguma denúncia para a arquidiocese de Paragon?

 

Ophélia fica com uma fisionomia surpresa.

 

Samuel – Eu sei que sim. O Inquisidor Nicolau Devonne chegou hoje a minha paróquia para investigar o caso que a senhora denunciou.

 

Ophélia – ‘com um sorriso irônico’ Enfim uma boa notícia nesse dia de hoje.

 

Samuel – Bernar já retornou ao seu lar.

 

Ophélia – Bernar? Que Bernar? Não conheço nenhum Bernar!

 

Samuel – A senhora sabe bem de quem e de quê estou falando.

 

Ophélia – Não senhor! Eu não sei!

 

Samuel – Passar bem dona Ophélia!

 

Ophélia – Eu realmente não sei.

 

Samuel – Passar bem dona Ophélia!

 

Ophélia – Amanhã, logo após o sermão, irei ter com o senhor Inquisitor.

 

Samuel – Faça como quiser dona Ophélia.

 

Cena IX

 

Na manhã seguinte, Ophélia aguarda o final do sermão para ter com Nicolau Devonne que também participara do mesmo.

 

Ophélia – Senhor Inquisidor Nicolau Devonne!

 

Nicolau – Senhora Ophélia Jaha Petrovic!

 

Ophélia – Muito me alegra em saber que a minha solicitação fora atendida de forma tão breve.

 

Nicolau – Preciso muito conversar com a senhora para me atualizar sobre os fatos. A senhora fez apenas uma denúncia formal. Preciso de detalhes.

 

Ophélia – Eu estou e estarei inteiramente à disposição do senhor.

 

Nicolau dá uma risada de banda.

 

Ophélia – Por que não almoças hoje em minha casa?

 

Nicolau – Claro! Assim teremos mais tempo para colocarmos os fatos em dia.

 

Os olhares de Nicolau e Ophélia se cruzam.

 

Cena X

 

Após o almoço Ophélia e Nicolau vão conversar na biblioteca. Teobaldo que também participara do almoço participa da conversa.

 

Teobaldo – Minha senhora me deixou a par dos fatos na última semana.

 

Ophélia – Porque fiquei sabendo dos atos dessa bruxa recentemente. Que ela fazia prática de curandeirismo eu já sabia, mas ficar dando falsas bênçãos de casamento, se aproveitando da fragilidade de pessoas enfermas para fazê-las ingerir isto... ‘estendendo o frasco do ‘medicamento’ que Axel tomara tempos atrás’ ...é no mínimo atentar contra a fé cristã.

 

Nicolau – ‘cheirando o frasco’ O que é isto?

 

Ophélia – Certa vez, meu primogênito ficou acamado. Numa manhã eu sai para o sermão, mas muito preocupada, acabei voltando, optando por não ir até a paróquia. Chegando em casa, encontrei essa falsa curandeira no quarto do meu filho, dando o conteúdo desse frasco para ele.

 

Cena XI

 

Ophélia e Teobaldo conversam a noite, já deitados.

 

Ophélia - O que o senhor acha de convidarmos o Inquisidor para se hospedar aqui em casa? Fiquei sabendo que ele está dormindo no quarto do padre Samuel, na paróquia. Lá é tudo tão modesto para uma pessoa da importância dele. Sem contar que assim padre Samuel voltaria a ocupar o seu quarto. Poderíamos hospedá-lo naquele quarto distante, onde o barulho não se faz presente, assim ele poderia estudar seu caso com mais tranquilidade.

 

Teobaldo apenas ouve as palavras da esposa. Claro que depois ele concordou com o que ela já havia decidido.

 

Cena XII

 

Alguns dias se passaram. Nicolau já está hospedado na residência dos Petrovic. Bernar continuou tocando sua vida, sem confrontar Barton e Ophélia, a pedido de padre Samuel. Com o apoio de Bernar, Sophie vai procurar o pai, mas este não a recebe. Ainda mais apaixonados, os encontros de Diana e Samuel são cada vez mais frequentes...

 

Samuel chega até a cabana de Diana. Não a encontrando, ele vai para o exterior quando a avista vindo ao longe, com algumas ervas. Ele vai ao seu encontro, logo a abraçando.

 

Samuel – Senti que precisava vir lhe ver. ‘pegando a cesta que esta carrega’ Deixe-me levar isto.

 

O casal se abraça e vão caminhando lentamente, indo em direção a cabana.

 

Cena XIII

 

Ophélia está em seu quarto deitada ao lado do marido, mas esta se encontra inquieta. Ela se levanta e sai do quarto, olhando ao final do corredor, onde se encontra o quarto de Nicolau, Ophélia resolve descer. Chegando na parte inferior esta avista uma luz que vem da biblioteca. Ela vai na direção da chama adentrando na biblioteca, logo percebendo que Nicolau está ali.

 

Nicolau – Senhora!

 

Ophélia – Não sabias que estavas aqui.

 

Nicolau – Estou colocando meu relatório em ordem. Tenho receio de começar a interrogar os moradores do vilarejo, e acabar por afugentar a bruxa.

 

Ophélia – ‘se sentando’ Não haverias de prendê-la?

 

Nicolau – O que a senhora sugere?

 

Ophélia – Prenda-a!

 

Nicolau – ‘sorrindo’ Foi o que eu suspeitei.

 

Ophélia se levanta e começa a caminhas de um lado ao outro.

 

Nicolau – Esta mulher, ou bruxa, não sei ao certo ameaça a senhora de alguma forma?

 

Ophélia – Não! É apenas uma pobre diaba.

 

Nicolau – ‘se levantando’ Mas a senhora parece querer ver ela atrás das grades.

 

Ophélia – Como cristã, sou contra qualquer tipo de manifestação herege.

 

Nicolau – ‘se aproximando de Ophélia’ Eu também sou contra qualquer tipo de manifestação herege.

 

Ophélia – Isso quer dizer que o senhor irá levar a sua investigação a fundo, não deixando restar nenhuma dúvida.

 

Nicolau – ‘bem próximo de Ophélia, sussurra’ Sem dúvida! ‘breve pausa’ És uma bela senhora!

 

Ophélia – ‘com a respiração ofegante’ Acho melhor eu voltar para os meus aposentos.

 

Nicolau – ‘sussurrando’ O que a senhora veio procurar aqui?

 

Ophélia – Não sabias que o senhor aqui estavas.

 

Nicolau – Sabias sim! Eu vejo em seus olhos o desejo que lhe consome. A senhora já cometeu o sétimo mandamento?

 

Ophélia – Não! Nunca! Sou fiel ao meu senhor, na alma e na carne!

 

Nicolau – ‘se ajoelhando em frente à Ophélia’ Comigo não tem problema, a senhora continuará fiel a seu senhor na alma e na carne, já que eu sou um servo de Deus!

 

Nicolau levanta a camisola de Ophélia. Esta permanece de pé, imóvel, sentindo o calor das mãos deste que percorre por entre suas pernas. Após alguns poucos minutos, tudo que se ouve no ambiente é a respiração ofegante de Ophélia, seguido de leves gemidos controlados. Uma de suas mãos acaricia a cabeça de Nicolau...

 

Continua...


Notas Finais


ABERTURA:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=7LyAcRPNhxs


TRILHA SONORA:

https://www.youtube.com/watch?v=BUblC4kLxjY



NO PRÓXIMO CAPÍTULO...

Nicolau entra na sacristia e encontra Ophélia a sua espera.

Ophélia – Belo sermão!

Nicolau – Falas mesmo do sermão?

Ophélia – E de quê mais poderias estar falando?

Nicolau – ‘falando num tom baixo’ És uma mulher muito fria dona Ophélia!


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