História A Fada Maldita - Capítulo 32


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 32 - Meu contato


-. Aonde vamos?

-. Segredo, mais divertido quando chegarmos e você não dirá nada – digo apontando para ele que está com minhas duas malas em suas mãos.

-. Me sinto uma mula – diz Lindo carregando as malas, ao perceber que estamos em Roma, deixando as malas caindo no chão -. O que estamos fazendo em Roma?

-. Meu contato quer que eu investigue... tenho meus contatos, vamos – digo andando pela calçada de Roma.

-. Você usa celular desde quando? – pergunta Lindo, vendo um celular em minhas mãos.

-. Eu mantenho contatos quando necessitam de mim, Silah e eu podemos ser rivais existe um porém a igreja odeia Silah e eles pedem meus recursos, uma diferença enorme.

-. Eu sei da lenda de Silah Dragon, ela é uma Belmont?

-. Conhece a história dos Belmont? – pergunto zombando de Lindo.

-. Aonde estava, falavam que eles mexiam com magia negra.

-. Hm, eu não gosto de defendem aquela tola bruxa, mas os Belmont caçam monstros e possui o conhecimento amplo de matar monstros diferente da minha família, afinal meu ancestral era um vampiro.

-. Silah-san disse que é uma fada, mas todos te chamam de “Fada Maldita”... por que?

-. Eu sou uma fada maldita, faço jus ao meu próprio nome afinal eu sou um monstro pior que você, mas vamos deixar isso de lado – digo andando pelo ladrilho áspero cantarolando Mozart.

-. Eu não te odeio, você me criou lembra? – diz Lindo chegando a uma cabana na floresta adoro o cheiro de grama com as mãos na cintura e um sorriso divertido vi que fora de Roma chegamos em minha cabana que o meu pai morou quando pequeno.

-. Chegamos! – exclamei passando pelo portão vejo que está velha e suja, nossa faz quantos anos que não venho aqui?

-. Que lugar é esse?

-. É a casa aonde meu papa, foi criado e está perfeita do jeito que me lembro venha vamos entrar! – pisando na grama, tiro uma pequena chave no meu bolso, entrando em um salão enorme e elegante.

-. Esqueço que são a realeza de uma nova Era de vampiros, com truques nas mangas – esta realmente impressionado, olhando para ele com um sorriso lar do explico.

-. Essa casa é a segunda mais antiga da minha família, pertence a minha tataravó Shizuka Hiou.

-. A louca?

-. Quem? – ameaçando com a pergunta.

-. Shizuka Hiou, era a puro-sangue que enlouqueceu e matou uma família de caçadores depois foi morta por um Kuran – diz Lindo, com a voz trêmula minha expressão ficou fria e vazia.

-. Lindo e Rido... soa parecidos não acha? – pergunto provocando com um sorriso no rosto até meu celular tocar -. Mura falando, se tem alguma coisa a falar diga logo ou se cale para sempre?

-. Você sempre usa um jeito divertido em falar, Mura?

-. Hm, essa voz conheço de algum lugar desagradável de minha memória, o que você quer? Oh grande bispo! – debochando e andando pelo vão das escadas aceno para Lindo sumir da minha vista quando sento nos degraus com as pernas cruzadas.

-. Arcebispo, vejo que ainda continua com senso de humor veremos quando mudar com a investigação dada aos meus superiores.

-. É um milagre? – pergunto ironicamente e olhando para o celular rindo -. Acredita nessa mera especulação que Deus existe?

-. Você ainda quer provas zombar de Deus? Cuidado, Mura – ameaça com uma voz calma e seria, eu seguro o riso e olho para o lustre de cristal em cima da minha cabeça.

-. Deus e eu, temos nossa diferença... não acredita que ele seja meu avô materno?

-. Eu não tenho essa crença de fadas e que sua mãe seja a rainha das fadas, filha de uma divindade.

-. É o mesmo que não crer em Deus, meu caro bispo... vamos me conte sua tão sagrada missão de vida ou morte?

-. Não deboche da criação divina... sua insolente!

-. Há, há, há, há, velho patético – ele desliga na minha cara me mandando a foto, além do local que realmente é aqui em Roma -. Hm, parece de verdade esse anjo.

-. Mura, aonde fica os quartos?

-. Se vira – digo me levantando dos degraus e guardando meu celular.

-. Não seja maldosa, estou exausto de ser o seu capacho.

-. E está sendo um ótimo capacho, mas teremos que ir para o hospital Central de Roma.

-. Agora, mas acabamos de chegar! – diz com as malas nas mãos e me olhando com irritação.

-. Não se sinta triste, eu ainda não te infernizei o suficiente, esse é o endereço do hospital me encontre mais tarde vá descansar, te conto depois.

-. Pelo menos anote meu número de telefone, para não ficar te procurando.

-. Não esqueça de preparar o jantar! – fecho a porta e vou direto para o caminho ao hospital ligando para o táxi vim me buscar, é perigoso sair de Roma como sou uma dama preciso estar segura antes de ir para um lugar perigoso, esquece de deixar um dinheiro para o Lindo pagar o táxi quando vier... não se preocupe, ele se vira ainda bem.

-. O que será que esquece? Me pergunto o que pode ser?

 

-. Oiii! Estou procurando um certo menino com o nome de Gabriel, fala que é a Mura! – digo  freira que esta na cadeira me olhando confusa.

-. Veio ver o menino com asas de anjo?

-. Sim, eu sou uma noviça em treinamento – digo em um sorriso no rosto, a moça gentilmente diz.

-. Qual a sua igreja?

-. Londres.

-. Transferida?

-. Sim, padre Sebastian – sei que é uma mentira, mas preciso ver esse garoto se realmente é como aquele menino que esta com Silah.

-. Siga-me – seu tom é gentil e inocente, caminhando com ela vejo o espaço elegante e chique de um hospital com freiras, aqui era um manicômio na segunda guerra mundial, com prisioneiros sendo torturados aqui era o antro da loucura.

-. Ficou bonito a última vez que vim aqui.

-. Muitos querem ver Gabriel, além de dois padres para saber se o menino está bem... Londres deve estar interessada em saber?

-. Sim, mas dois padres... isso me soa suspeito, como eles são?

-. Eles são jovens, diz que pesquisam sobre milagres, Gabriel gostou muito deles.

-. Entendo – digo com um sorriso amável, vejo o menino loiro de olhos azuis cor do céu, com um par de asas, ele não possui o brilho angelical que conheço como de El.

-. Olá!

-. Oi, meu nome é Mura sou uma noviça em treinamento de Londres.

-. Gabriel, seus olhos tem cores diferentes – diz apertando minha mão me aproximo para sentir seu cheiro, ele não fede a podridão como de um anjo caído.

-. Você tem alguma coisa de diferente, já nos conhecemos?

-. Não, suas asas são lindas como de um anjo.

-. Eu sou um anjo do senhor – diz em um sorriso no rosto.

-. Posso examinar suas costas? – pergunto para ele que ao me mostrar suas costas, vejo que em sua pele as asas estão presas não tem marcas de cirurgia ou cicatriz, ele nasceu com as asas... mas não possui a graça de um anjo ou um anjo caído possui também uma parte sombria como de Shiki, mas não... ele não é um filho de um anjo.

-. Você não acredita que sou um anjo?

-. Você gosta de ser um anjo? – pergunto para ele, que em silêncio se recolhendo em sua cama, eu olho para a freira que começa a elogiar o menino e sua beleza.

-. Hm... ora, bispo!

-. Arcebispo, vim querer saber... ele é ou não? – pergunta olhando para mim, eu baixo um sorriso.

-. Talvez... preciso de provas – digo para ele, virando de costas.

-. Mura! Ele é ou não é?! Mura!

-. Tchauzinho, bispo!



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