História A família Real. - Capítulo 4


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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Personagens Originais
Visualizações 27
Palavras 1.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Emma,a assasina de cobras.


Fanfic / Fanfiction A família Real. - Capítulo 4 - Emma,a assasina de cobras.

POV-Emma.

Estávamos dentro do carro a caminho do Sul rumo a fazenda dos meus "avós",que coisa estranha,eu estava sentada no banco do meio,Kaio estava a minha direita dormindo e Alice a minha esquerda também dormindo,os carros de todos os meus tios estavam logo atrás do nosso ou seja era praticamente toda a rua,Tio Lysandre junto com a família,Tia Rosa com a família,Tio Alexy e Tio Kentin com a familia ,Tia Kim e Tia Viollet com a família e Tia íris e Tia Priya com a família :

-Toda a minha família estará lá e a loca da Rosalya desidiu levar todo mundo para essa enrascada.-A velha falou parecendo indignada.

-Toda a sua família?-meu pai perguntou meio nervoso e ela assentiu.-puta que pariu.

-o que foi pai?-eu perguntei-está com medo?

-Medo?eu não...

-Você sabia Emma-A velha começou eu a olhei.-que o seu pai quase desmaiou quando conheceu o meu pai?

-É sério isso?-eu perguntei achando graça e olhando da velha para meu pai que ficou mais vermelho que seu cabelo.

-Sim.-A velha respondeu e riu alto,eu me espantei,eu nunca vi ela rir.

-Da pra você parar?-Meu pai perguntou furioso e ela riu mais ainda porém parou e lhe beijou a bochecha fazendo ele dar um leve sorriso,Ok,eu nunca tinha visto eles fazerem isso,WTF.

-Desculpe,mas aquele dia foi ótimo, só não passa o dia em que contamos que eu estava grávida.-Meu pai revirou os olhos mas acabou rindo um pouco também.

-Achei que seu pai iria me castrar aquele dia.-Revelou meu pai.

-Ele iria se não fosse eu usar a chatagem de ele ter que cuidar dos bebês enquanto eu estudava e trabalhava-Nós três rimos.

-O que quer perguntar Kaio?-A velha perguntou e eu olhei para o meu lado,Kaio estava acordado completamente assustado assim como eu,como ela sabia?

-C-C-C-Ele respirou fundo se recuperando do susto-Como eles são?-Os dois se olharam.

-Todas as minhas tias são frias digamos assim,cresci sendo cuidada por elas e pelo meu pai,elas não gostam de brincadeiras e se você tentar brincar com alguma delas,na verdade,não cheguem perto delas ou falem com elas se não for extremamente necessário,meu pai e meus tios são extrovertidos,extremamente brincalhões,compreensivos e sempre dão ótimos conselhos amorosos,seu pai que o diga-ela apontou para o pai e nós o olhamos,ele assentiu concordando.-então não se preocupem,meus primos são extremamente legais,cresci brincando com eles e fazendo apostas,como eu disse,extremamente legais,minhas primas são fúteis,mesquinhas,mimadas,burras,ignorantes e se acham a última bolachinha do pacote só que elas nunca lembra que a última bolachinha do pacote sempre vem ou sem recheio ou quebrada-Nós rimos-então a mesma coisa que eu disse das minhas tias se encaixa nelas e não sei como são os filhos dos meus primos e das minhas primas.

-E seus irmãos? -Kaio perguntou.

-Não gostam muito de mim,sempre tentam me superar mas sempre acabam se machucando no final.

-E sua mãe?-ela me olhou,toquei na ferida,engoli em seco quando meu pai me olhou reprovador.

-Minha mãe morreu no dia em que eu nasci.-eu e Kaio nos olhamos,e aquilo que o pai falou lá em casa?tá estranho.

Depois disso ficamos calados e eu acabei pegando no sono encostada no ombro do Kaio:

-Emma,Emma-Ouvi uma voz ao longe mas não dei bola-Emma Júlia Cobreloa Candido.-Abri meus olhos com uma rapidez impressionante encontrando meu pai me olhando e a velha olhando para ele de um jeito reprovador.-estamos quase chegando.

-Traduzindo-A velha falou-Falta uma hora pra chegar mas eu te acordei do mesmo jeito.-Ela está sendo irônica? WTF.

Meu pai revirou os olhos porém não disse nada,então eu coloquei meus fones porém antes de eu colocar uma música a velha mecheu no rádio e colocou monster skillet cover (N/A-Recomendo muito,pq é foda pra caralho.)e eu arregalei meus olhos:

-Você é loca.-Meu pai falou e ela o olhou.

-Como se você não gostasse de um bom Rock. 

-Você assustou os nossos filhos.-Ele falou com cara de riso e ela nos olhou rindo logo depois.

-É que eles provavelmente acharam que eu gosto de musica clássica.(N/A-que por incrível que pareça é legal.)-Nós estávamos pasmos.

-Chegamos.-Meu pai avisou.

O carro parou e todos descemos,Tia Rosa e os outros se juntaram a nós rapidamente,a velha suspirou:

-Calma diva-Tia Rosa falou e Tio Alexy chegou perto das duas.-só mostra o seu brilho.

-Filha?-ouvimos uma voz rouca e olhamos,um homem alto de olhos castanhos,cabelos grisalhos e pele branca chegou perto de nós,a velha e ele se abraçaram.

-Pai,a quanto tempo.

-Castiel.-Ele falou e parou na frente do meu pai e os dois apertaram as mãos.

-Senhor Candido.

-E esses devem ser meus netos.-Ele parou em frente a mim e meus irmãos olhando cada um de nós.

-Prazer sou Alice.-Ela disse e jogou o cabelo para o lado.

-Eu sou o Kaio é um prazer conhecê-lo senhor-Sempre educado,eu reviro os olhos.

-Você sabia que é feio usar fones de ouvido enquanto as pessoas ao seu redor estão  falando?-Ele perguntou retoricamente me olhando,mecheu com os meus fones,não tem medo da morte.

-Se meter na vida dos outros também.-Eu respondi retirando os fones e o encarando,ele me olhou surpreso mas logo depois sorriu-Emma.

-Prazer,Alice,Kaio e Emma eu sou Júlio Matheus Candido o avô de vocês.

-Pai,onde está o resto das pessoas?achei que todos viriam.

-eles vieram estão lã dentro.-Ele apontou para o enorme casarão de CINCO PISOS todo feito de madeira com os galhos grossos de uma árvore adentrando o quinto.

-Ela está aqui?-A velha perguntou e Júlio lhe olhou com...pena?

-Claro que eu estou minha filha-uma voz disse a última palavra com nojo e ironia ao mesmo tempo,nos viramos e nos deparamos com uma mulher morena de olhos azuis e pele morena,ela se parecia muito com a velha e comigo.

-Elizabeth.-A velha falou com nojo.

-Então esses são os meus netos.-Ela falou e se aproximou de nós porém Kaio é Alice deram um passo para trás de mim e eu me coloquei com anpostura rígida em sua frente,o modo que ela falou e o modo que andou até nós ja é um motivo para termos cuidado.-Prazer queridos,Meu nome é Elizabeth Candido,sou a avó de vocês.-eu a olhei com nojo e depois olhei para os meus pais e os meus tios que a olhavam com nojo,os meus olhos se encontraram com os olhos da velha.

-Desculpe senhora-ele me olhou confusa,igual a todos ali.-Mas nosa avó morreu quando pariu a nossa mãe.-A mulher me olhou com raiva porém não falou nada e  deu costas pisando forte até a casa, entrando na mesma logo depois.

- O que foi isso?-Eu perguntei e olhei meus pais e meus tios que me olhavam espantados.

-Foi Elizabeth Candido-A velha respondeu sorrindo...orgulhosa?-A cobra que foi pegá de surpresa quando notou que a neta tinha herdado todo o seu veneno e um pouco mais.

-exatamente-Júlio falou e eu o olhei.-Emma,a assasina de cobras-todos rimos,mas...será?não sei,só sei que essa mulher com  certeza vai arrumar muita briga,porém o que ela não sabe é que enquanto ela arruma UMA briga,eu já ganhei o cinturão.






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