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História A faxineira - Capítulo 22


Escrita por: VicAdriane

Notas do Autor


Oieeeeeeeeee.

10 anos depois...

Mas eu não desistir. Reclamem com o tempo..

Sinto muito por fazer vcs esperarem, mas eu estou indo pra reta final da faculdade, ou seja: escolha e planejamento do TCC. Eu trabalho tbm e tento ser o mais focada possível nos estudos.

Então obrigada a você que não desistiu da história.

Para falar a vdd, eu nem ia postar esse capítulo hoje, pq cho que dava para sair melhor, mas vocês estão cansados de esperar, né?

Espero que vcs gostem.

Não foi revisado ainda, então perdoem os erros.
Boa leitura ♥️

Capítulo 22 - CAPÍTULO 21 - Reflexo.


Fanfic / Fanfiction A faxineira - Capítulo 22 - CAPÍTULO 21 - Reflexo.

"Eu sei que você a ama, mas acabou, companheiro. Nunca é fácil ir embora, mas deixe ela ir. 

CAPÍTULO 21

Justin Bieber

Havia algo acontecendo comigo. 

Era como se um parasita cheio de vida estivesse tentando ocupar um espaço inexistente dentro do meu peito. 

E esse negócio se contorcia. 

Incomodava. 

Fazia-me querer gritar em agonia.

O problema?

Eu nunca gritava. 

Não

Maior que isso.

Além do meu peito, aquela queimação também estava começando a contaminar a minha mente, meus pulmões e meu estômago. 

Foda-se, todos os meus órgãos estavam sendo contaminados por aquela sensação desconhecida.

E Isabella era o principal motivo de toda aquela turbulência.

Afinal, essa agonia só aliviava quando os seus olhos castanhos e brilhantes se encontravam com os meus. 

Quando eu a beijava.

Quando eu escutava sua voz meiga, serena e doce. 

Quando eu sentia o seu cheiro. 

Eu estava contaminado da cabeça aos pés por essa mulher. 

Eu estava fodido.

Literalmente fodido porque deixei outro ser humano ter influência sobre mim quando havia prometido a mim mesmo que isso jamais aconteceria.

E naquele momento, enquanto mantinha o meu rosto enterrado na curva do pescoço de Isabella, eu me perguntei: Como era possível uma pessoa tão pequena, inocente e inofensiva como ela invadir uma área que havia sido restrita e trancada a sete chaves?

— Justin. 

Meu nome soava tão bonito em sua voz. 

— O quê? 

— Está um pouco apertado aqui. 

Só então eu percebi que ainda tinha  meus braços ao redor dos seus ombros e que a apertava fortemente contra mim. 

Limpando a garganta, eu aliviei o aperto e dei um passo para trás.

— Eu acho que gosto… — naquele momento, vejo a expectativa brilhar em seus olhos. Então, completamente hipnotizado por aquelas profundezas castanhas, levei a mão até minha nuca e dei um passo para trás: — Da sua companhia.

"Eu acho que gosto da sua companhia."

Eu nunca havia dito isso em voz alta para ninguém. 

— Você acha? — Isabella arqueia as sobrancelhas, a diversão brincando em seu tom. 

— Sim. 

— E o que você vai fazer com essa informação? 

— Eu não sei. — eu digo, lambendo os lábios - eles tinham gosto de morangos. O sabor dela. — Como diabos eu saberia? Eu não costumo gostar de nada que se move ou respira.

É isso aí.

Definitivamente eu estava ultrapassando os limites da minha existência.

— Isso não é possível. 

— Sim, é.

— Você vai se casar.

Eu pisco algumas vezes. 

Ela não precisava me lembrar disso toda maldita vez.

Mas em vez disso, eu aceno com a cabeça: — Sim.

— Você sabe que não podemos mais continuar com isso, não é? 

— Eu sei.  

—  Eu não posso mais beijar você, deixar você me tocar e depois fingir que não nos conhecemos. — Isabella volta a mexer em seus dedos, as maçãs do seu rosto adquirindo um  tom avermelhado.

Ela não podia mais me deixar tocá-la - e eu compreendia perfeitamente - todavia eu também não conseguia vê-la todos os dias e me manter longe. 

Como hoje, quando a vi entrar por aquelas portas toda molhada e tive que me segurar para não andar em sua direção, pegá-la em meus braços e levá-la para minha casa.  

Eu não estava pronto para deixá-la ir. 

E isso estava me perturbando pra caralho. 

— Eu aceito. — eu digo, de repente, fazendo-a semicerrar os olhos. 

— Você aceita o quê? 

— Sua amizade. Você me ofereceu uma vez, lembra? 

Eu não sabia o que diabos estava fazendo, mas eu  diria qualquer coisa para mantê-la por perto.

Eu aceitaria qualquer coisa para continuar ouvindo sua voz e seus comentários inteligentes.

Sobre a vida.

Sobre o céu.

Ou até mesmo sobre o quanto ela amava coxinha e brigadeiro.

— Você recusou minha amizade há um tempo atrás, Justin. — Isabella diz, pausadamente, como se uma outra cabeça estivesse brotando do meu pescoço.

— Sim, eu disse. Mas eu mudei de ideia. 

— Você disse que não precisava de amigos.

E ainda continuo achando que não preciso. 

Mas você é a exceção.

Eu dou de ombros. 

— Não admitir que precisa de algo não significa que você não precise. 

Aquelas palavras não eram minhas, mas elas serviram perfeitamente para o momento.

— Você está certo. — Isabella cruza os braços. — Mas não podemos ser amigos. 

— Porquê? 

— Porque nós dormimos juntos. — ela diz, o rosto ficando ainda mais rosado. — Você… Hmm. Você me viu nua.  Amigos não dormem juntos e não vêem os outros sem roupa.  

É por isso que eu não tinha amigos.

Havia muitas regrinhas para a qual eu não tinha paciência.

No entanto, a mulher ali na minha frente era Isabella

E eu não agia com a minha razão quando se tratava dela.  

— Estamos no século vinte um, Isabella. Pessoas fodem umas às outras e depois seguem com suas vidas normalmente.  

Naquele momento, eu vejo algo passar por seus olhos castanhos. 

Decepção.

Desapontamento.

— Você tem razão. Como eu sou boba. — ela diz, sem nenhum entusiasmo. — Estamos no século vinte e um. É claro que podemos seguir em frente como amigos. Muitos fazem isso, não é?

Essas palavras não pareciam certas.

Elas pareciam amargas. 

Incorretas e sem coesão.

Parabéns, idiota.

Sempre estragando tudo sem fazer um mínimo de esforço.

— Eu não quis dizer isso. — eu tento corrigir, mas não tinha mais volta.

— Sim. Foi exatamente isso que você quis dizer. — Isabella rebate, seus olhos nunca encontrando os meus. —  Mas se quisermos ser amigos, precisamos seguir algumas regras para que isso dê certo: — ela levanta o dedo indicador e encosta no meu peito. — Amigos tem que ser sinceros uns com os outros. Amigos não mentem. Amigos se divertem juntos e amigos não se abandonam nunca, independente do que aconteça. 

Tudo bem. 

— Ah, e amigos não dormem juntos, em hipótese alguma, porque isso nunca termina bem.

Agora eu estava começando a me arrepender de ter proposto aquela merda. 

— Em hipótese alguma? — eu pergunto, só para ter certeza. 

— Em hipótese alguma. — ela confirma. 

— Entendi. 

— Bom. — Isabella acena com a cabeça. Em seguida, estende sua mão em minha direção. — Amigos então? 

Com o coração pulando violentamente dentro do peito, eu seguro a sua mão.

Amigos. — eu sorrio fraco, observando como sua mão minúscula e macia sumia dentro da minha. — Você gostaria de adicionar mais alguma regra na sua lista, senhorita

— Só mais uma, senhor Justin Bieber. E essa é a regra principal que você precisa seguir: — ela faz uma pausa, aquele sorriso desafiador brincando no canto de seus lábios. — Jamais quebre as regras. 

— Eu não vou. — afirmo. 

No entanto, mais uma vez, eu não tinha tanta certeza disso.

Mesmo não sabendo o que era aquele sentimento que nascia dentro de mim, no fundo, a única certeza que eu tinha é que Isabella era a última pessoa desse mundo que eu não queria, em hipótese alguma, machucar.

[...] 

Naquele fim de tarde, eu saí da empresa com meus neurônios pegando fogo. 

Isabella Miller e Justin Bieber.

Amigos. 

Aquilo parecia uma piada

Enquanto conduzia meu carro pelas ruas de Boston, eu me peguei sorrindo.

Como um idiota.

Para a porra do nada.

Esse era o efeito que Isabella tinha sobre mim. 

Respirando fundo, estacionei um pouco distante da boate - o suficiente para que tivesse uma boa visão, e em seguida, encostei-me ao banco do carro.

Eu não me importava com o que as mulheres e homens adultos faziam com seus próprios corpos. 

Prostituição é considerada uma profissão por muitos e mais comum do que imaginamos.

Porém, o aliciamento de menores me deixava muito puto.  E eu precisava ver com meus próprios olhos se aquela garota realmente estava metida com Ravena. 

Eu esperei impacientemente.

E então eu vi, Antonella Miller, saindo da boate vestida em uma saia curtíssima e um top minúsculo enquanto o seu rosto adolescente estava carregado por uma maquiagem pesada.

O problema não eram suas roupas.

Nem a maquiagem que ela usava.

O problema era de onde ela estava saindo e o que ela estava fazendo lá. 

Antonella atravessa a rua com sua cabeça manejando para  os dois lados - como se estivesse assustada com o fato de ser descoberta.

Você foi descoberta, querida. 

E enquanto ela caminhava pela calçada com as mãos coladas ao lado do seu corpo, apressei-me em alinhar o carro no meio fio e descer o vidro.

— Ei, garota. — chamei. 

Imediatamente, eu vejo seu corpo enrijecer.

— Cai fora. — ela diz, apressando os passos. 

— Você aceitaria uma carona?  — eu pergunto, e nesse momento, ela olha para mim, seu rosto adquirindo um tom avermelhado assim que os olhos encontram o meu rosto.

— O que você quer, cara? — ela cruza os braços, de repente parecendo interessada.

—  Conversar. 

— Comigo? — ela ri, como se a ideia de alguém conversar com ela fosse ridícula.

— Sim, apenas conversar. — eu confirmo, parando o carro no acostamento assim que ela para de andar.

— O que um homem como você teria para conversar com uma garota como eu? — ela arqueia a sobrancelha.

— Eu tenho uma proposta para você.

Antonella me encara por alguns segundos. Em seguida, respira fundo, dá a volta no carro, abre a porta e senta-se ao meu lado. 

— Tudo bem. Então vamos conversar. 

Ela tinha mesmo feito isso?

Entrado num carro de um desconhecido?

Analisando-a mais de perto, era nítido o quanto ela e Isabella eram diferentes. E quando eu digo isso, não falo apenas da forma de andar, de se vestir ou de se comportar.

Antonella, apesar de mais nova, tinha aquele olhar malicioso, desconfiado,  monótono e calculado — como se existisse um botão ao qual ela pudesse ligar e, automaticamente, entrar em um personagem.

Você vê, pelo que eu conhecia de Isabella, ela jamais entraria no carro de um desconhecido para "conversar".

Antonella, por sua vez, não via problemas em fazer isso.

— Como é seu nome? — eu pergunto.

— Giovanna. 

Bem original.

— Quantos anos você tem, Giovanna? — eu estendo a mão para os seus cabelos, traçando-os estrategicamente com as pontas dos meus dedos. 

— Dezoito.

Nem aqui e nem na China, porra.

 — E você, gatinho? Costuma parar muitas garotas para conversar? — ela sorri maliciosamente. 

Gatinho.

Eu tenho vontade de abrir a porta e sair correndo. 

Aquilo era fora de cogitação. 

Só de imaginar tocá-la, eu já sentia vontade de vomitar.

— Você é a primeira. — eu ligo o carro e começo a dirigir pelas ruas. — Eu tenho te observado por um tempo. 

— É mesmo? Aonde?  — ela arqueia a sobrancelha.

— Na boate.

Pelo canto de olho, eu vejo o seu rosto ficar ainda mais corado.

— Você frequenta a boate? 

— Às vezes.

 — Eu nunca te vi lá.

— Porque eu sou discreto. — eu digo, apontando na direção.  — A propósito, você não parece ter dezoito anos. 

Naquele momento, eu vejo o seu corpo ficar rígido.

— Mas eu tenho. 

A casa caiu, garota. 

— Não, você não tem.  

Como se quisesse provar um ponto, ela tira um documento do bolso e o estende em minha direção.

— Veja com seus próprios olhos.

— Sim, eu vejo que é um documento ridiculamente falso. 

Segundos depois, seus olhos se arregalaram e sua garganta engole a seco - como se estivesse caindo a ficha que sua farsa havia sido descoberta - e então, desajeitadamente, ela tenta sair do carro. 

Detalhe: O carro estava em movimento.

A sua salvação era que as portas estavam travadas.

— Quem é você e o que você quer de mim? — percebendo que sua tentativa de fugir havia falhado, Antonella volta a me olhar, sua voz agora adquirindo um leve tom de desespero. 

Interessante  que só agora você está interessada em saber quem eu sou.

 — Foda-se você. Seja lá quem você é, deixe-me sair ou eu vou gritar. 

— Não. Nós vamos conversar. — eu rosno, fazendo-a estremecer. — E para começo de conversa, sua pirralha, você nem deveria ter entrado no carro de uma pessoa que você não conhece. Que merda você tem na cabeça?

— E-eu pensei que você fosse um cliente.

Eu fecho os olhos por um segundo.

Cliente.

A cada dia que passava eu tinha mais certeza que mataria Ravena.

— Você tem cinco segundos para me dizer a sua idade, o seu nome completo e o porquê você pensava que eu era a porra de um cliente. Cinco. Segundos. Antes que eu te leve a uma delegacia.

— Você é um policial?

— O tempo está correndo.

— Olha só, cara...

— Agora você tem quatro. 

— Mas…

— Três segundos.

Tudo bem! — ela grita. — Eu tenho quinze anos e meu nome verdadeiro é Antonella Raniere Miller. 

Olha só Começamos bem. — eu semicerro os olhos. — Agora continue.

Desviando o olhar para janela, eu vejo o exato momento em que ela encolhe os ombros e começa a falar:

— Eu estou devendo muito dinheiro e não tenho grana para pagar, tá legal? — não está nada legal para o teu lado. — Então essa pessoa disse que quitaria a minha dívida se eu trabalhasse na boate.

— Que pessoa?

— Eu não posso te passar essa informação… Por favor, não me obrigue. — ela balança a cabeça, os olhos cheios de  lágrimas. — Eu não sabia que seria assim. Eles ameaçaram a minha família. 

— Você tem ideia da merda que se meteu? — eu questiono, o desapontamento nítido em meu tom.

— Se eu tivesse, com certeza não teria aceitado essa merda de vida. — ela rebate.

— Quanto? — questiono.

— Quanto o quê? 

— Quanto você está devendo? 

— Dez mil dólares.

— E o que você fez com esse dinheiro todo? 

— Eu não…

— Sem mentiras. — eu a olho, impaciente.

— Há um tempo atrás eu peguei esse dinheiro com um agiota para pagar a conta do hospital do meu pai. 

E eu sou o papai Noel. 

— Vamos até sua casa para ver o que seu pai diria sobre esse ato generoso.

— Não, por favor. Estou falando a verdade. Minha irmã não sabe. Todos lá em casa acham que a dívida foi perdoada. — Antonella põe as mãos sobre os braços e encolhe os ombros novamente. — Ano passado eles ligaram lá em casa para cobrar Isabella e disseram que se ela não pagasse a conta, o hospital abriria um processo na justiça. Desde que mamãe morreu, Isabella sempre fez tudo por nós. Na época estávamos cobertos de dívidas por todo lado e ela não encontrava emprego... 

Parecendo querer recuperar o fôlego perdido, devido a quantidade de informação passada em poucos segundos, Antonella, finalmente, respirou fundo.

— Eu só quis ajudar.

Ela não parecia estar mentindo. Mas Antonella também não parecia ser o tipo de pessoa disposta a ajudar alguém.

O B.O era mais complexo do que eu imaginava. 

— Essa sua irmã… Como ela é? — questiono.

Diferente. 

— Diferente como? 

— Isabella é a pessoa mais determinada que eu conheço. 

Começou bem. 

— Como assim?

— Ela é do tipo que diz te amar mesmo quando você não merece. — Antonella encosta a cabeça no banco e suspira fundo. — Cara, eu não sei porque estou te contando isso, mas eu acho que nasci na família errada. Na verdade, eu tenho quase certeza que sou a personificação perfeita de algo que deu errado.

— Porque?

— Sabe qual a fruta que eu mais gosto?

Óbvio que não.

— É morango. — ela diz antes que eu responda. — E o grande problema é que sou alérgica a morangos. Mas quando estou com muita vontade, mesmo sabendo que se eu comê-los passarei mal, ainda assim eu os como. 

— Você sabe que ingerir coisas que te causam alergias pode te levar a morte, não é?  — eu paro no farol e a encaro por alguns segundos.

E de repente, eu não conseguia enxergá-la apenas como uma garota inconsequente, rebelde e maluca. 

Era bem pior que isso.

Antonela estava sem rumo. 

Sem expectativa.

E indiferente quando se tratava da sua própria vida.

— Eu sei. É por isso que a ideia de comê-los me encanta. — ela dá de ombros, encostando-se a janela. — Às vezes eu gostaria de dormir e não acordar mais. 

Eu olho para baixo para ver seus olhos cheios de lágrimas e tristes.

E como se quisesse esconder a sua escuridão de mim, Antonella desvia o olhar para fora da janela.

Naquele momento algo me ocorreu. 

Eu estava sentado ao lado de um espelho.

E aquela garota era o meu reflexo.

Perdida.

Indiferente.

E praticamente morta em vida. 

Seria Antonella a minha versão feminina? 




Continua.



Notas Finais


Geeeeente, mil perdões!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Deixar vcs esperando tento tempo corta o meu coração 💔💔💔

Mas eu vou terminar! Não vou abandonar vcs, e obrigada a você que ainda está aqui e não desistiu da história!!!!

Ela já está quase no fim.

Aguente mais um pouco.


O que acharam?

Comentem e se tiverem gostando, favorite história 💓💓

Vejo vcs 😘


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