História A fearful love - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Ashley, Natsu Dragion
Tags Edo-nalu, Fairy Tail, Natsuxlucy
Visualizações 57
Palavras 1.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uma nova fanfic. Espero que gostem :)

Capítulo 1 - Feliz mesmo com medo


Sentado no seu lugar dentro da sala de aula, enquanto o professor explicava a matéria, Natsu dragion, olhava disfarçadamente Lucy Ashley. O jovem de cabelos rosados é apaixonado pela garota de encrenqueira de cabelos loiros, esse sentimento teve início ainda no primeiro ano do ensino médio e a forma que se conheceram foi meio bizarra. Bem, na escola Fairy Tail, há duas certezas, uma que Lucy é a aluna mais perversa de todos e Natsu o mais medroso. Naquela época, a loira tinha levado uma aranha de estimação com a intenção de mostrá-la para sua amiga Levy, mas a pequena criaturinha escapou e apareceu em cima da mesa justo do ser humano mais medroso. O rosado gritou apavorado assim que viu e logo em seguida a matou, isso criou um ódio profundo da garota em relação a ele, mas para o mesmo o resultado foi diferente, nesse meio tempo até agora no último ano do ensino médio, ele acabou por se apaixonar pela encrenqueira que adora provoca-lo.

— Desiste cara, ela te odeia – seu amigo Gray Soluge disse vendo que Natsu, já encarava a garota por minutos.

— Eu sei, mas queria que fosse diferente – falou tristemente voltando a prestar atenção na aula.

— Mas é só pintar uma oportunidade que ela vem te provocar – o rosado sabia que ele tinha razão, ele só se livrava dela quando saia da escola.

— Oe! Seu imbecil, me empreste uma caneta – Uma garota de cabelos azuis pediu raivosa para Gray.

— C-Claro Juvia-sama – o garoto só faltava morrer ali mesmo, fazendo Natsu dar uma risada abafada.

— Parece que você está na mesma situação que eu – debochou do amigo.

— Aham, mas ela não vive dizendo que me odeia... pelo menos não ainda – zombou de volta deixando novamente o garoto triste. Natsu ignorou e começou a copiar a matéria.

Como Gray tinha dito anteriormente, basta Lucy ter uma oportunidade que ia importuna-lo. Como obra do destino, o professor saiu da sala e não passou nem um minuto sequer, a loira levantou-se de seu lugar e caminhou até o rosado.

— Sai daí Soluge – disse de forma ameaçadora para o moreno que disparou dali no mesmo momento, Natsu apenas observava tudo já com cara de medo.

Ela sentou ao lado dele e viu o mesmo corar com uma cara apavorada. Então ela começou a encarar o mesmo.

— Oi Natsu – cumprimentou com um sorriso perverso -  porque faltou ontem? Eu me senti bem sozinha, sabe.

Mesmo dizendo com certa ironia, a loira não estava mentindo, mas deixar o rosado saber disso era algo fora de questão. A realidade é que ela é apaixonada por ele também, o seu ódio sobre o ocorrido da aranha durou apenas alguns meses, no fim acabou se transformando em paixão. Só que Lucy é muito orgulhosa e crê que Natsu, não goste dela, por isso continua a provoca-lo, é uma forma de ficar próxima do mesmo.

— E-Eu estava doente – gaguejou olhando para baixo envergonhado, mas para ela isso é apenas medo.

— Não importa, agora você vai ter que fazer exatamente o que eu mandar. Eu quero que você me espere na hora da saída, lá eu digo o seu castigo – disse ainda com um olhar perverso no rosto, logo em seguida levantou-se e voltou para seu lugar, deixando para trás um garoto com um medo notório na cara.

Gray voltou para seu lugar ao lado do amigo e viu o mesmo espantado.

— Foi mal por ter saído cara, mas ela me dá medo – comentou fazendo uma careta – mas o que ela disse? Pelo que eu vi dessa vez nem encostou em você, isso foi muito estranho.

— Ela mandou esperar na saída. Acho que eu vou morrer Gray – disse em um tom sério demais para brincadeiras – você pode vir comigo?

— Não – respondeu de imediato – foi bom te conhecer, mas estou fora dessa – falou virando para frente, pois o professor tinha voltado.

As aulas foram passando rápido demais para a tristeza de Natsu, que não estava com muita vontade de ir embora. Sobre o pedido de Lucy, que para ele foi na verdade uma ordem, a realidade é que Lucy não pretende fazer mal nenhum ao rosado, a sua intenção é ir a um encontro com o mesmo, já que não tem coragem de pedir, para ela é mais fácil ordenar pois sabe que por causa do medo ele não recusaria.

Já na saída, Natsu podia ver a garota esperando de braços cruzados. Como Gray tinha dito, o mesmo nem esperou o rosado. Chegando perto dela, era visível que estava com raiva por seu atraso proposital.

— Por acaso estava tentando fugir? – Perguntou com um olhar mortífero que fez o rapaz encolher.

— C-Claro que não, só estava no banheiro – mentiu tentando escapar dessa situação – o que Você quer L-Lucy-san.

— É bom ser verdade seu idiota. Eu preciso ir em um lugar, mas tenho que ir acompanhada – ela tentou dizer de uma forma indireta que estava chamando ele para um encontro. Só que a vermelhidão em sua bochecha, chamou a atenção de Natsu.

“Ela está corada? Por que? ” Pensou o mesmo.

— E onde seria esse lugar? – Dessa vez perguntou com uma postura mais firme que não durou muito tempo.

— Não é da sua conta. Agora vem logo –pegou a mão do garoto, o deixando mais vermelho do que já estava.

— C- Calma L-Lucy-san, onde é que você está me levando? – Perguntou enquanto era praticamente arrastado por ela.

— Cala-Boca! – Disse sem virar e continuando a andar.

Os restantes dos alunos que viam a cena ficaram com dó de Natsu, eles com certeza acreditam que a loira iria fazer algum mal a ele. Os dois já criaram praticamente uma história na escola, onde sempre que Lucy vê o Natsu, alguma coisa de ruim vai acontecer com o mesmo.

Passando quarenta minutos, o garoto já não aguentava mais ser arrastado.

— Lucy-san, eu estou cansado – disse ofegante

— Para de ser mole ameba rosa – xingou ignorando o comentário dele.

Lucy parou de imediato assim que chegou no tal lugar. Quando Natsu viu onde estava, o mesmo ficou confuso. Não esperava ser um cinema.

— Lucy-san, por que estamos no cinema? – Perguntou um pouco entusiasmado tirando um sorriso da garota que logo se desfez quando ele a encarou.

— Eu estou com vontade de assistir um filme de terror – disse com um novo sorriso, mas dessa vez pela cara que o garoto fez. Ela sabe que Natsu tem medo de Filmes desse gênero – vamos logo.

Eles entraram dentro do local e o rosado hesitou muito em fazer um comentário, mas no fim cedeu.

— L-Lucy-san... Por acaso isso é um encontro? – Ele virou a cara apavorado não querendo ver a expressão dela.

— ....... S-Sim – Por ter gaguejado, ele a encarou no mesmo momento, podendo ver que agora era ela que estava vermelha e desviava o olhar.

Natsu apenas sorriu, aquela reação tinha o deixado feliz, então ficou quieto e a acompanhou até a sala do filme. Eles nem se deram conta que ainda estavam de mãos dadas. Sem dúvidas para Natsu tudo aquilo seria perfeito se não fosse um filme de terror no final das contas.  


Notas Finais


Vou continuar


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