História A Felicidade Está A Um Passo - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 3.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, jovens humanos e seres que aqui habitam. Tudo bem com vcs?
Fazia um tempo que tinha começado essa fic, mas não tinha postado ainda...

Espero que gostem xD
Perdoe qualquer erro.

Capítulo 1 - Tudo ficará bem


Olá, me chamo Marcelo e tenho 22 anos; trabalho numa editora, talvez por influência de animes yaois? Com certeza. Mas também porque era o único lugar que me chamaram pra fazer estágio quando precisei. Mas calma, eu não escrevo, e nem pretendo, prefiro mais ler. Namoro tem três anos e meio, quase quatro, Matheus tem 25 anos, 1,74 de altura (a mesma que a minha), olhos castanhos, cabelo castanho e curto com topete, é um pouco “fortinho”; ele é um cara... Legal... Bem, não estamos muito bem ultimamente, mas, tirando essas ultimas semanas, ele é atencioso, divertido pra caramba, carinhoso, engraçado, e muitas outras dessas qualidades que dizem ser necessárias para vida social ou amorosa.

Não cheguei a falar de minha aparência, creio que isso não seja tão preciso, mas eu tenho olhos azuis, cabelo castanho e curto e sem topete, eu passei a maquininha nº 3 na cabeça toda; dizem que sou um carinha legal, que dou a atenção quando se precisa, que sou engraçado (o que me pergunto até hoje como acham isso), e que tenho uma ótima personalidade... Eu acho que isso pode ser usado como elogio dependendo de como é dito.

Quando meus pais descobriram que eu namorava um homem, me expulsaram de casa. Minha irmã mais velha me acolheu na sua casa enquanto não tinha um emprego fixo e casa própria, então eu sou eternamente grato a ela por tudo que fez por mim. Acredito que nem todos estão preparados para saber que seus filhos são LGBT+, então se alguém lhe estender a mão em pedido ou oferta de ajuda, aceite. Quando meus avós maternos descobriram, meu Deus, foi uma briga feia, o resultado foi de meus pais se desculparem comigo. Eu os desculpei, mas não voltei pra casa, até porque minha irmã não deixou. Ainda nos vemos de vez em quando em almoços em família, não é como era antes e eu nem quero que seja. Hoje eu tenho minha própria casa, é pequena, mas só moramos eu e meu namorado, então é de ótimo tamanho.

- Amanhã tem um show daquela banda que você gosta... Vamos? – Paula, uma amiga que fiz no trabalho, incrivelmente linda. Às vezes penso que se eu não fosse gay, tentaria ter algo com ela. Pensa em uma mulher alta, cabelos cheios e ondulados, pele morena, olhos verdes, ela me lembra a Lil Mama; super divertida, doce, porém nem tanto... Uma amiga pra toda hora.

- Acho melhor não... Não to muito no clima pra shows. – olho pra ela com cara de tédio.

- Vocês ainda estão brigados? – dou um sorriso fraco como resposta. – Cara, já faz umas duas semanas isso. Vocês chegaram a conversar sobre?

- Nós nem estamos conversando. É mais “bom dia”, “tchau” e aquelas perguntas sobre casa, como “você viu a chave do carro?”, “pode ir comprar mais leite? Está acabando.”. E é tudo assim, seco.

- Você tentou ser mais doce?

- Uma vez... Eu disse “se cuide” quando ele tava saindo, ele só olhou pra mim com cara séria e concordou com a cabeça.

- Que merda... – Ela suspira. – Converse com ele. Tente fazer algo que ele não espere...

- Pra ser sincero, ele não espera nada. – Digo meio triste, já que é a verdade.

- Então faça isso. Se continuar dessa forma... – Não terá o que continuar.

- Então farei isso amanhã. – Falo com um sorriso simpático no rosto - Só espero que dê tudo certo.

- Vai dar certo sim. Mas faz hoje. Não deixe pra amanhã o que se pode ser feito hoje – Ela da um tapinha carinhoso na minha cabeça – E se não der, você fez o seu melhor para isso.

- Se nada der certo, lembre-se que sempre tem sorvetes na nossa geladeira. – Davi, marido de Paula, diz da mesa ao lado. Sim, ela é casada. Ele é um cara legal também, meio que os dois se completam. É algo bonito de se ver. Ele me ajudou a ser contratado fixamente aqui.

- E bastante álcool também! – Paula diz com entusiasmo.

- Álcool? Quero. – Aline, outra amiga, diz enquanto passa na frente de onde estávamos fazendo uns rir e outros, Paula, se assustar.

O resto do dia foi tranqüilo, não passei pensando tanto nos problemas, mas sim como resolver-los. No caminho pra casa passei numa lojinha e comprei umas flores e velas, talvez seja um pouco exagerado tudo isso.

Quando cheguei em casa ele ainda não tinha chego (era de se esperar, ele chega às 21h e aquela hora era 18:30), então aproveitei para ir arrumando tudo. Coloquei música e comecei a ajeitei a casa, montei umas velas pela mesa e cozinha... Velas não iluminam muito não, precisarei pegar algum abajur e fazer um “bem bolado” pra dar uns efeitos legais. Comecei a fazer a janta e tomei um banho rápido; não tinha idéia do que vestir, terno seria muito formal, regata e short seria muito “foda-se”, então peguei uma calça jeans preta, regata branca e minhas meias super adultas de dinossauros. Eu estou pronto, decoração está pronta, comida está quase pronta e logo ele chega. Vou mandar uma foto de tudo pra Paula ver. “Mas que porra!!! Vc arrasou nisso tudo carralho! Boa sorte, anjinho. Precisar de algo, estamos aqui.”, a aprovação dela já tenho. Agora só falta Matheus chegar.

Nossa briga eu nem me lembro mais pelo que foi que começou, mas foi feia. Ele falando coisas horríveis para mim, eu falando coisas horríveis para ele, já brigamos antes, mas nunca tão feia assim. Dava pra sentir a raiva em nossas vozes, os olhares duros, os punhos serrados (mesmo não tendo briga física). Não teve um final aquela discussão, eu só falei “ta bom então, caralho. Vou dormir.” e dei as costas. Nos quatro dias seguintes não nos falamos e ele dormiu no sofá por vontade própria, ele começou puxando assunto e depois eu, porém os assuntos não duravam mais que duas respostas frias e secas vindas de nós dois.

Confesso que no momento estou um pouco triste e desapontado... São 21:50 e ele não chegou ainda... As velas estão acesas e chegando em suas metades... A comida já está fria... Acho melhor ligar pra saber o que aconteceu. Não, mandar mensagem seria melhor.

- Hey, que horas chega hoje?

- Não sei. Sai pra beber com uns colegas do trabalho. Pq?

- Por nada não

- Ok

É isso aí, pessoal... Tanto trabalho para nada... Não posso culpar-lo completamente, não estávamos nos falando praticamente, e ele também não sabia disso. Só me resta comer um pouco antes de dormir. Mas comer como se perdi completamente a fome e só quero chorar? Chorar até desidratar, chorar até sumir, sumir e nunca mais voltar. Que porra eu to fazendo com a minha vida? Um relacionamento é feito a base de diálogo, sinceridade e amor, sem isso não é possível. Eu confio nele, por mais bravos estejamos um com o outro, sei que ele não iria me trair, isso não é do feitio dele. Porra, não estamos nos falando direito, não consigo sentir como éramos antes, mesmo que tudo se resolva e ficarmos bem, não será a mesma coisa. Nunca é. Não é a primeira vez que tenho alguma briga assim com namorados. É, parece que chegou ao fim e eu não sei como continuar. Parece que tudo vai desmoronar, que o que me restava de forças foram arrancadas de mim... Já comecei a chorar, sei que não conseguirei parar por um tempo. Eu só quero sumir daqui...

Eu estava falando com Paula enquanto esperava, perguntou se queria que ela viesse aqui depois que contei o que houve, eu recusei, pois quero ficar sozinho um pouco. Sua ultima mensagem antes que eu bloqueasse a tela do celular foi “tudo ficará bem, se precisar de algo é só me chamar. Estamos aqui pra te ajudar.”. Como eu disse, ela é uma amiga pra toda hora.

Levanto da cadeira e penso em jogar tudo no chão, arruinar as flores, quebras as velas... Mas o que isso iria mudar? Isso não o faria entrar pela porta num passe de mágica. Sem contar que seria eu quem arrumaria tudo depois, então que fique tudo assim mesmo. Vou para o quarto, fecho a porta e deito para... Chorar. Nesse momento eu não penso em nada senão nos nossos momentos juntos, em como éramos felizes no começo, em como todo aquele amor foi perdido. Sei que ele me amou, pelo menos é o que eu quero acreditar. O que tivemos foi muito intenso e até que duradouro, mas o que fazer agora? Conversar e tudo vai se resolver? EU SEI QUE ESSA PORRA NÃO VAI ADIANTAR, NÃO VAI DURAR! Isso vai ficar martelando na minha cabeça e vai se tornar um problema maior do que já é. Nossas brigas também ficaram mais freqüentes, mas sempre resolvíamos com conversa depois de um dia sem nos falar. Dessa vez nem isso estamos fazendo. Ele não está tão feliz como antes, venho notado isso, e não é de agora não. Eu o amo tanto... não sei mais o que fazer.

Acordei de manhã, não me lembro de que horas fui dormir. Nem como consegui, acho que foi de tanto chorar. O lado dele está arrumado... Bom, não tão arrumado, mas da pra saber que ele não dormiu na cama. Será que chegou a voltar pra casa? Pego o celular, vejo as notificações e publicações de minhas redes sociais, jogo um pouco e volto pras redes sociais. São 10 horas... Mesmo num sábado eu acordo cedo. Preciso levantar, caralho. “Tudo ficará bem” e eu preciso acreditar nisso. Olho-me no espelho do guarda roupa e vejo como meu rosto está inchado. Dou uma leve risada ao lembrar de uma frase do filme Alice no País das Maravilhas, aquele em desenho, meio que era “eu não deveria ter chorado tanto”, mas agora não sei se é um meme ou era realmente do filme. Vou ao banheiro para fazer a higiene matinal e sinto um cheiro de vela. Minha casa vai cheirar a vela por uma semana. Tudo ficará bem.

Mesmo sem fome, precisarei comer... Ou ao menos tentar. Indo pra cozinha, vejo os sapatos de Matheus na frente do sofá e um cobertor em cima. Ele dormiu em casa. Ele está sentado na mesa, com uma xícara de café em mãos e os olhos distantes e inchados também. Ele tinha guardado toda as coisas, mas ainda tinha algumas velas pela cozinha. Não consegui falar nada, então respirei fundo e continuei indo em direção ao armário e geladeira. Ao me notar ali, ele abaixa a cabeça.

- Precisamos conversar... – Diz ele com uma voz fraca.

- Sim... – Digo no mesmo tom de voz enquanto coloco água numa xícara para fazer chá.

- Antes de tudo quero me desculpar pela noite passada... – Ele deu uma pequena pausa, creio que na esperança de que eu diga algo – Não sabia que você tinha preparado tudo aquilo. Se eu soubesse teria voltado na hora certa.

- A intenção era de você não saber. – Ambos estamos com olhares tristes, mas nossas vozes por mais fracas que possam parecer, estão firmes. – Eu fiz na esperança de que pudemos conversar e ver o que poderia dar...

- Imaginei mesmo...

- Você nunca sai com seus colegas do trabalho, sempre disse que eles eram uns malas! – Digo já sentindo o choro vir, mas não me permitirei chorar. Não agora.

- Sim, mas eu estava tão estressado com o que tínhamos que nem pensei direito. Você mesmo nem falava comigo, nunca que eu iria imaginar que faria isso. Então eu repito, me desculpe pela noite passada. Eu fui um idiota por não ter ligado antes. Foi tudo de última hora. Achei que você nem se importaria.

- É claro que me importaria, cara! Você sabe que sim!

- Sei, mas nessas semanas não parecia nem que me amava! – Nesse momento nós doiis acabamos alterando a voz um pouco.

- Mas amo... – Digo abaixando a cabeça... E a voz.

- E eu também te amo... – Ele diz baixo também, mas que desse para ouvir. – Eu pensei em conversar com você desde o começo da semana, mas você sempre estava com cara irritada e de que não queria papo. Muitas vezes quando eu chegava perto, você saía. – Infelizmente era verdade...

- Toda vez que eu dizia algo você respondia grosso, seco ou frio. Quem não queria papo era você. – Ele faz menção de que iria dizer algo, mas se cala e abaixa a cabeça. Ficamos em silêncio por um momento.

- Você... Acha que ainda... Vamos dar certo? – Ele finalmente me pergunta. Eu mordo o lábio e não consigo responder. Comecei a chorar. – Tudo bem... Eu entendo... Hoje mesmo irei embora, tudo bem?

- Onde você vai ficar? – Olhando para ele da pra perceber que está segurando o choro.

- Na casa do Caio... – Ele é um amigo nosso... Bem, ele é um amigo dele que se tornou meu também... Mas acho que não seremos mais. – Eu falarei com ele hoje, mas qualquer coisa, vou pra casa de algum outro amigo. Não precisa se preocupar...

- Tudo bem... – Não ta tudo bem. Eu o quero comigo, mas não o quero também... Cacete, porque términos são tão complicados?

- Vou arrumar minhas coisas então. – Ele diz indo para o quarto.

- Quer ajuda?

- Não precisa... – Creio que queira ficar sozinho.

Ele ficou no quarto pegando suas coisas e eu fiquei na sala assistindo TV. Ele levou uma hora e meia para arrumar tudo, decidiu tomar um banho também antes de ir. Em todo momento eu pensei em ir parar-lo e tentar ajeitar as coisas... Mas isso não seria o certo a se fazer. O sentimento e carinho ainda continuam, mas acabou e isso só iria ferir mais nós dois, e eu sei que ele também não está tão feliz como antes. Ele saiu do banho já vestido e veio pra sala com as malas já.

- Falei com Caio... – Olho para ele como se tivesse interesse em saber... O que eu realmente tinha. Percebi também que ele estava levando os presentes que eu dei, pelo menos vi os quais são grandes demais para a bolsa. – Ele disse que tudo bem eu passar um tempo lá.

- Que bom então... – Eu me levanto. – Precisamos saber quem ficará com o videogame...

- Ué, você. Foi um presente. – Ele fala sério, como se fosse a coisa mais normal, ou algo que se acha em qualquer barzinho. – É falta de educação devolver algum presente.

- Okay... – Digo dando um leve sorriso.

- Bom... – Ele diz olhando pras malas. – Já está tudo aqui...

- Pois é... – Eu não sei o que dizer, caralho.

- Eu tenho umas coisas pra dizer antes de ir... – Ele suspira e eu fico quieto esperando. – Nada de ficar sem comer, e é pra se alimentar direito. Nada dessas porcarias de rua que você come. Não fique até tarde acordado jogando ou assistindo, você sempre se atrasa quando faz isso. Não use drogas. – Nesse momento eu já estou segurando o choro novamente. Mesmo num momento desses ele quer cuidar de mim. – Não gaste seu dinheiro tudo em sorvete, agora você é um mocinho. – Da pra perceber sua voz fraquejar e dar indícios de gaguejos. – Estamos terminando, mas não quer dizer que eu não queira seu melhor, então se você conhecer um cara que te faça bem, não exite em  ir pra cima. – Ele fala com os olhos cheios de água. – Um último abraço de despedida?

- Claro... – Digo o abraçando.

- Uma vez eu ouvi que quando se ama alguém, deixar partir também é uma forma de demonstrar esse amor... Agora você está livre. – Ao ouvir isso não consigo mais segurar e começo a chorar. Ele me abraça mais forte e também chora. – Desculpe...

- Não precisa se desculpar por isso... Você está certo. – Alias nossas decisões não mudaram.

- Se cuide, rapazinho. – Ele diz separando o abraço.

- Sim... Você também. – Digo limpando os olhos.

- Até... – Eu só concordo com a cabeça. Ele pega suas coisas e sai.

Eu estou chorando, estou triste, mas também estou feliz. Triste por termos terminado. Feliz por ter sido de uma forma tranqüila e romântica... Talvez até romântica de mais. Fico feliz que terminamos sem nos odiar. Fico triste por ainda o amar. Eu não sei o que sentir, eu estou completamente triste, mas me sinto como se ele tivesse me confortado. Eu tenho medo de que quando eu for dormir a tristeza se sobressaia e acabe mudando tudo... Nunca se sabe o que pode acontecer após um término. Hoje eu posso estar bem, amanhã posso estar devastado.

Dito e feito. Na noite de sábado chorei como criança. Se ainda nos amamos, porque terminar? Eu quero ligar pra ele e dizer pra esquecermos tudo isso e voltar. Mas eu sei que isso é errado. Nós não estávamos mais tão felizes. Por mais doloroso e complicado pareça, foi a decisão certa e eu irei notar isso com o tempo... Só quero saber em quanto tempo. Esse vazio dentro de mim é horrível.

No domingo Paula e Davi vieram em casa, trouxeram comida e sorvete. Quando abri a porta, Paula me abraçou chorando, pediu mil desculpas e disse que tudo tinha sido culpa dela, que se ela não tivesse falado pra fazer naquele dia, nada disso teria acontecido. Bom, pode ser que sim. Mas eu não a culpo. Ela não teve nada haver com o que houve, ela só deu a idéia. Depois de explicar pra ela que não teve culpa de nada, contei o que eu e ele tínhamos conversado, ela chorou e eu também. Os dois ficaram comigo até às 22h, por mais que seja uma situação triste, foi bom a companhia deles. Mas não mudou nada depois que saíram, eu voltei a chorar lembrando de tudo que passamos. Três anos é muita coisa. Eu sabia que eu e ele não nos falaríamos novamente, e nem tão cedo assim. Ele deixou de me seguir no instagran e eu entendi que acabou tudo mesmo. O excluí do facebook, da lista de contatos e deixei de seguir também. Talvez assim não seja tão doloroso. As fotos eu já havia apagado, aos choros, e vídeos também. “Tudo ficará bem”.

E realmente tudo ficou bem. 


Notas Finais


Bom, caso tenham visto algum "Mauríco" ou apelidos para esse nome, desculpa kkkkk eu mudei o nome doMarcelo umas três vezes, e por fim deixei Marcelo, eu dei umas revisadas pra saber se havia esquecido de mudar em algum lugar, mas acredito que não (porém avisar é sempre bom)
Até o proximo, docinhos <3


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