História A fênix - Capítulo 2


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Palavras 448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu tinha ele pronto fazia algum tempo, mas continuei achando ele estranho. Ainda está, mas sei como seguir com a historia

Capítulo 2 - Capítulo 1


 "Precisamos ir até lá". Insistia novamente Amber.
"Já te disse várias vezes, e irei repetir; eu não estou com a mínima vontade de ir a um lugar cheio de estranhos suados essa semana."

Amber vinha à dias, tentando me convencer a ir em alguma festa louca que ela queria ir. Nunca me senti a vontade em lugares com muitas pessoas, eu fico automaticamente autoconsciente, paranóica, me perguntando o que diabos tal pessoa está pensando sobre mim, por que ela está olhando pra mim,ou o que ela está dizendo a alguém enquanto olha na minha direção.

Na maioria das vezes nem mesmo estão prestando atenção em mim, as vezes é em alguém atrás de mim, ou em uma de minhas amigas. Só consigo deixar de pensar nas pessoas ao redor, quando percebo que é uma dessas situações

Viajando em minhas paranóias, não percebi quando deixei de prestar atenção no que aquela desmiolada estava dizendo."... você não vai fazer mesmo?" Amber perguntou. "Fazer o que?" Devolvi a pergunta, olhando para ela, que apontou pro quadro na frente da sala, cujo o conteúdo o professor de português já começava apagar.

 

Eu devia mesmo ir á um psicólogo, essas minhas divagações e ansiedade não podem ser normais. 

Ir para a escola de segunda a sexta, já era uma luta grande. Houveram alguns dias, que eu me vestia para ir, esperava todos saírem de casa e me deitava novamente. Mas voltar para casa nos dia em que eu ia, era com certeza uma luta bem maior.

Éramos eu, minha mãe, e meus três irmãos, naquela pequena casa de dois quartos, se você não contasse meu padrasto é claro, e eu não conto.
Eu a chamo de a casa, não me sinto confortável o suficiente para dizer minha casa.

Eu me sinto mais cômoda nas primeiras horas depois de chegar em casa, quando eu fico sozinha. Não que eu goste de ficar sozinha, é contraditório, eu sei. Tendo três irmãos, o silêncio é um estranho não muito amigável, o som da televisão se torna um companheiro acolhedor.

 Limpando um dos quartos, meus olhos ficaram presos ao meu reflexo no espelho, que quase chegava aos meus 1,50. A única coisa da minha vida com a qual eu estava realmente acostumada era meu corpo, olhos castanhos, alguns quilos a mais, e um cabelo cacheado que consegue resistir a qualquer  química. Eu não vejo a pessoa no reflexo como alguém bonito, ela é no máximo arrumadinha em alguns momentos, e uma total bagunça em muitos outros.
   Eu não gosto, mas me falta força de vontade suficiente para mudar, então eu vou ficar assim até meu último dia e vida, com todos os mesmos defeitos físicos e emocionais.


Notas Finais


Você tem alguma idéia que queira acrescentar? Ou algo que queira mudar?


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