História A filha da empregada - Capítulo 10


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto
Tags Brufe, Brulipe, Bruna, Brunagomes, Febru, Felipe, Felipeneto
Visualizações 46
Palavras 412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Este capítulo vai ser narrado pelo Felipe.

Capítulo 10 - Podia ter acontecido algo sério


Fanfic / Fanfiction A filha da empregada - Capítulo 10 - Podia ter acontecido algo sério

Estava sossegado no meu quarto quando olho para as horas e percebo que já é quase meia noite e a Bruna ainda não chegou.
Passa algum tempo e ela ainda não apareceu começo a ficar preocupado e resolvo ir procura-la.
[...]
Saio de casa batendo a porta e entro no meu carro vou dirigindo pelas ruas do Rio de Janeiro até que vejo uma placa proibindo os carros de avançar.
Então, abandono ali o meu carro e caminho a pé por entre as ruas ao mesmo tempo que vou marcando o número dela porém ela não responde as minhas chamadas.
Caminho mais pelas ruas até que começo a ouvir gritos, corro até lá e quando me aproximo vejo uma garota sendo apalpada por um cara e ela não parece estar gostando.
Aproximo-me do cara e dou-lhe um soco nas costas, o cara se vira para mim e aí eu reconheço a garota é a Bruna.
Sinto uma raiva a subir e dou vários murros nele até que ele cai no chão e eu só paro quando vejo que sai muito sangue do seu nariz.
Bruna corre até mim e me abraça chorando muito eu retribuo a abraçando ainda mais forte e ela sussura algo nos meus ouvidos.
-Felipe, por favor vamos embora daqui!-ela me pede.
-Espera, a gente precisa de chamar a polícia e apresentar queixa.
-Não, eu não quero apresentar queixa!
-Vamos apresentar queixa quer você queira quer não se alguém encontrar este homem aqui vão ter de saber o porquê de ele estar assim!
-Não daqui a pouco ele se levanta vamos embora por favor eu só quero esquecer isto!
-Tudo bem mas eu quero que você conte para a sua mãe depois porque ela precisa de saber!
-Para quê? Ela não pode fazer nada!-ela resmunga enquanto entra no carro.
-Pode sim, pode colocar juízo nessa sua cabeça e te impedir de ficar sozinha na rua até estas horas!
-Pois mas caso você não saiba eu fiquei na rua até estas horas por sua culpa porque você me falou que se fui a pé para lá também podia voltar a pé.
-Eu sei e eu peço imensa desculpa a você eu nunca mais te vou fazer isso prometo, só de pensar que você podia não estar aqui me dá um aperto no coração!
-Nem vamos mais falar nisso, agora só quero ir descansar!-entramos em casa e eu me despeço dela com um beijinho no rosto e entro no meu quarto.
 



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