História A filha da empregada - Capítulo 14


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto
Tags Brufe, Brulipe, Bruna, Brunagomes, Febru, Felipe, Felipeneto
Visualizações 49
Palavras 948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Este capítulo vai ser narrado pelo Felipe

Capítulo 14 - Eu gosto tanto dela


Fanfic / Fanfiction A filha da empregada - Capítulo 14 - Eu gosto tanto dela

Eu entrei no quarto da Bruna para desabafar com ela eu pedi desculpa e acabei falando para ela que ela é uma pessoa muito importante para mim mas ela apenas me disse"Você deve estar cansando, é melhor irmos dormir!"
Aquilo me deixou muito mal na hora mas não queria dar parte fraca e fui para o quarto até tentei dormir mas não consegui e comecei a mexer no celular.
Pouco tempo depois a Bruna apareceu no meu quarto:
-O que se passa, Bru? Você também não consegue dormir?-pergunto para ela ao ver a sua cara de tristeza.
-Não, acabei de ter um pesadelo!-eu levanto e vou abraça-la.
Ela encara os meus olhos e me beija eu não consigo resistir e retribuo o seu beijo.
Nós paramos o beijo e eu levo ela até à minha cama e ela se deita lá, eu faço carinho nos cabelos dela e ela dorme enquanto eu fico observando ela e pensando no quanto ela é linda.
[...]
Quando acordo vejo que não tem ninguém no quarto e reflito se não foi apenas um sonho.
-Não, ela esteve mesmo aqui!-confirmo ao ver fios de cabelo loiro na minha cama.
Tomo o meu duche e quando desço para tomar café encontro ela na sala.
-Bom dia!-falo e dou um beijinho em seu rosto.
-Porque não me acordou?-pergunto.
-Ah, eu não quis te atrapalhar!-ela justifica.
-Atrapalhar?
-Sim, ia ser chato eu te acordar apenas para dizer que ia voltar para o meu quarto!
-Ata.-eu me sento.-Eu não vou ao colégio hoje você vai ter que arranjar outra pessoa para te levar.
-Porque é que não vai?
-Eu vou visitar o meu pai ao hospital!
-Eu posso ir com você?
-Eu não acho boa ideia, desculpa mas eu prefiro estar com ele a sós é que eu já não o vejo há muito tempo e depois vou precisar dos apontamentos da matéria, espero que me entenda!
-Ah-ela fica meio triste.-Claro, eu te entendo mas agora tenho de ir andando porque se você não vai significa que não tenho quem me leve no colégio logo vou ter de andar 5km e ver se passa um ônibus...-ela fala meio que me zoando e vai embora.
-Xau, Felipe!-ela se despede enquanto está saindo.
-Xau, Bruna depois eu te busco no colégio!-avisei e ela foi embora.
[...]
Entro no meu carro e dirigo até ao hospital que a minha mãe me falou ser onde ele está, sim ela ligou para mim para falar do meu pai.
Eu entro lá e dou o nome dele, a enfermeira logo me indica o quarto e eu vou.
Ele está dormindo com vários médicos do lado dele mas pelo menos não está em coma já é um ponto positivo.
[...]
Eu fico lá falando para ele coisas positivas mesmo sabendo que ele não vai ouvir é bom falar...
-Pai, eu sei que você não vai me ouvir mas eu preciso falar com alguém. Eu estou gostando de uma menina e ela é muito linda e muito querida papai. Ela estuda no mesmo colégio do que eu e é da minha turma.
-Qual é...Qual é o nome dela, filho?-meu pai se esforça para perguntar.
Eu sorrio por ver que ele acordou e fico tão feliz que acabo por falar tudo para ele.
-Ela se chama Bruna e é filha da empregada lá de casa, ela mora lá em casa também. No início a gente não se dava muito bem porque eu a tratei muito mal. Na verdade, eu achava que ela me odiava por eu ter tratado ela mal mas ontem ela foi a única pessoa que me ajudou quando eu soube que você estava no hospital...
-Já percebi que ela é mesmo muito especial para você meu filho e quero conhecer essa menina que deu a volta ao seu coração e à sua cabeça também.
-Está bem, durante a tarde eu trago ela aqui!
Algumas horas se passam e eu me despeço do meu pai avisando que vou buscar a Bruna ao colégio e que durante a tarde passo por aqui de novo e trago ela meu pai sorri e eu saio do seu quarto.
[...]
Estaciono o meu carro no lugar de sempre e envio uma mensagem para a Bruna avisando que já cheguei e que estou esperando ela no meu carro.
Ela logo me responde avisando que já está saindo da sala.
[...]
-Oi, Feh!-ela entra no carro.
-Oi, como foi a aula?
-Nem me fale, a professora ficou perguntando um monte de coisa sobre você e falando que você não estuda e que este ano não se está esforçando nada e pior ainda falou que a culpa é minha!-ela respondeu resmungando.
-Pois, a culpa é sua mesmo é você que me distrai!-eu brinco com ela e ela ri envergonhada.
-Então, e o seu pai como está?-pergunta.
-Ele está bem dentro dos possíveis, ele estava dormindo quando cheguei mas acabou por acordar ele até falou que quer conhecer você.
-Mas como é que ele sabe da minha existência?
-Eu falei para ele de você!
-Imagino você deve ter falado que me odeia e que eu sou uma garota insuportável e muito chata...
-Não, nada disso! -eu interrompo a frase dela.
-Então, mas não é isso que você pensa de mim?
-Não, agora não e para ser sincero nunca foi eu sempre gostei de você!
-Eu estou a ver que você tem muita coisa para me falar...
-Pois tenho, mas eu te falo depois talvez quando chegarmos no restaurante.
-A gente vai almoçar no restaurante?
-Vai, sim!-eu continuo conversando com ela enquanto dirigo.
-Mas eu não tenho dinheiro para pagar o restaurante...
-Isso não é um problema eu pago o seu almoço também!



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