História A filha da empregada - Capítulo 9


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto
Tags Brufe, Brulipe, Bruna, Brunagomes, Febru, Felipe, Felipeneto
Visualizações 49
Palavras 1.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Este capítulo vai ser narrado pela Bruna

Capítulo 9 - Ele me beijou


Fanfic / Fanfiction A filha da empregada - Capítulo 9 - Ele me beijou


   Entro na cozinha para cumprimentar a minha mãe e percebo que ela está cozinhando o jantar.
Eu apenas digo "Olá" e vou caminhando para fora da cozinha para não atrapalhar mas ela me chama e eu volto até lá.
-Filha, vem cá o que está acontecendo com você?
-Comigo?-fingo não entender a pergunta.-Nada, está tudo bem!
-Bruna, eu sou sua mãe e sei que não está bem mas se você não quer falar agora eu respeito.
-Mãe, é só que eu não gostei do colégio.
-Mas porquê? O colégio é super conhecido e foi uma ótima oportunidade você ir para lá!
-Eu sei mas lá só tem pessoal rico e chato, veja lá que só um menino veio falar comigo...
-Filha, você vai fazer amigos novos apenas não é já.-eu vejo que o irmão de Luccas entra na cozinha e disfarço.
Não quero que ele ouça a nossa conversa ou vou ser zoada por ele depois.
[...]
Não desci para jantar juro que não bateu aquela vontade de comer eu só posso estar a ficar doente é que não é possível que eu não tenha fome!
Passa algum tempo e Luccas entra no meu quarto com um tabuleiro cheio de comida, ele pousa o tabuleiro na minha frente e fica conversando um pouco comigo sobre a menina que ele gosta. Eu gosto de conversar com ele porque dá para perceber que ele confia em mim, pelo menos alguém gosta de mim nesta casa!
Ele decide que está na hora de voltar para o seu quarto mas quando está prestes a sair ele volta para trás e fala:
-Ah, foi o Felipe que mandou eu trazer isso para você!-ele bate a porta e eu começo a rir alto.
Não é possível, não, não é possível que tenha sido ele a fazer isso deve ser mais uma brincadeira do Luccas! O Felipe nunca faria alguma coisa do gênero, sério que as vezes penso que ele me odeia!
Ele quase nem olha na minha cara e sempre que olha é para me zoar e me tratar mal, ele é super arrogante e muito babaca!
Acabo por adormecer com estes meus pensamentos.
[...]
Acordo e quando finalmente acabo de me arrumar já é quase hora do colégio, não é possível que eu me vá atrasar de novo sendo que eu me levantei mais cedo, droga!
Quando chego na porta já estão todos a sair e mais uma vez não tive tempo de tomar meu café e o pior é que eu estou morrendo de fome! Já sei, quando chegar no colégio compro algo para comer.
[...]
Estava indo toda contente para a cafetaria pedir meu café da manhã mas quando abro a minha bolsa para pegar na minha carteira percebo que não tem dinheiro nenhum.
Droga eu esqueci do dinheiro! Bonito, agora não vou poder comer!
Pensamento on
Será que tem por aqui algum pessoal legal que me possa emprestar dinheiro? Eles não parecem ser muito legais, mas tem ali meninas, as meninas parecem ser legais!
Pensamento off
Vou andando até elas e quando chego perto da sua mesa pergunto o que eu tanto queria eu juro que as minhas pernas estavam tremendo como se fossem varas verdes.
-Bom dia, vocês por acaso podem me emprestar dinheiro?
-Dinheiro, porquê e para quê?
-Ah, é que eu esqueci a minha carteira em casa e estou cheia de fome.
-Mas você pode comer do nosso lanche, quer?-eu achei aquela pergunta muito estranha.
Elas já não me estavam a parecer tão legais como pareciam antes de eu vir para esta mesa.
Até que tudo piora no momento a seguir quando uma das meninas da mesa se levanta com um suco na mão e ao aproximar-se vira o suco por cima de mim de propósito.
-O que foi isso? Você está louca? O que pensa que está fazendo?-ouço uma voz conhecida reclamar com ela e quando me viro vejo o Felipe.
-Eu só estava dando um suco para ela já que ela queria comer...-a garota responde e Felipe vai se aproximando dela.
-OLHA PARA MIM!-ele grita.-OLHA PARA MIM!-ele repete com um tom mais alto e a menina obedece.
-Você nunca mais se aproxime da Bruna, ouviu?-eu olho para ele muito surpresa, porquê que ele me está defendendo?
-Nunca mais se meta com ela ou vai ter que se ver comigo, não esquece que ambos sabemos um segredo seu que você não vai querer espalhar!-a moça vira os olhos e volta a sentar no seu lugar.
Eu entro no banheiro para ver se me consigo limpar mas só faço ainda pior.
Droga, a blusa fica ainda mais nojenta e eu não tenho o que fazer e não posso entrar assim na sala!
Saio do banheiro e vejo que Felipe está me esperando na porta e pela primeira vez ele não me zoa.
-Você está bem?-ele é que não deve estar bem para me fazer uma pergunta dessas.
-Sim, obrigada por me ter defendido eu não sei mesmo como é que eu me ia desenrrascar dessa.
-Não tem de quê mas agora é melhor você ir para casa não acha?
-Achar até acho mas eu não posso ir esqueceu que temos aula?
-Mas não precisa ir na primeira aula eu te levo em casa para você trocar essa roupa e depois voltamos para aqui.
-Está bem, eu aceito mas e os apontamentos da matéria?
-Não se preocupa que eu depois peço a alguém da turma!
-Ok, vamos então!-eu saio do colégio e ele me segue logo atrás.
Nós entramos em casa a correr para que ninguém nos pedisse explicações.
Eu acabo por leva-lo para o meu quarto já que ir para quartos diferentes seria arriscado de mais, imagina eu sair do quarto sozinha e encontrar a minha mãe no corredor...
-Bom, eu vou tomar banho e me trocar no banheiro e você vigia a porta para ver se ninguém entra!-ordeno para ele me sentindo numa série de ação eu sei que sou muito infantil.
Quando saio do banheiro ele está sentado na minha cama mexendo no celular.
Eu olho para ele zangada eu tinha pedido para ele vigiar a porta e ele não vigiou!
-Você fica tão fofinha quando faz essa carinha de zangada!-meu coração começa a bater forte com o comentário dele.
Eu vou até ele e começo a reclamar por ele não estar a vigiar a porta, sim porque podia ter aparecido a minha mãe!
Enquanto eu reclamo, ele vai aproximando cada vez mais o rosto até encostar os seus lábios nos meus e me beijar.
Nossa, o beijo dele é tão doce e calmo nem parece que é ele! Ele é tão encantador que eu acabo por retribuir porém, ele para o beijo e me afasta em seguida.
-O que foi isso? O que aconteceu aqui?-ele pergunta assustado.
-Eu...Eu não sei, eu acho que a gente se beijou!-eu respondo com muito medo e que resposta mais retardada é obvio que a gente se beijou!
-Disso já eu sei mas porquê? Não faz sentido, eu te odeio e você me odeia também!-ele responde mais uma vez no seu tom grosseiro de sempre.
-Você me odeia?-eu pergunto tentando travar as minhas lágrimas.-Eu sabia que você não gostava de mim mas odiar-me é demais!
-Sim, eu te odeio e agora vou para o colégio e não vem atrás de mim!-ele bate a porta e eu choro muito.
[...]
Não desci para almoçar e não quis falar com ninguém eu ainda estou chateada com Felipe mas o mais estranho é o Luccas não ter aparecido aqui...
Eu desço para procurá-lo mas não o encontro e volto a subir, vejo a porta do quarto do Felipe fechada e bato não por ela estar fechada que já é uma coisa normal mas porque acho que temos de conversar.
-Oi, Felipe podemos conversar?
-Amor, quem é?-uma voz feminina questiona.
Olho para dentro do quarto e tem uma garota deitada na cama dele, eu sinto tanta raiva dele que grito:
-VOCÊ É UM BABACA!
[...]
Já são 20h e eu estou até agora na sorveteria acho que já comi 3 sorvetes e só não como mais porque já não tenho dinheiro. Eu não consigo lidar com isto eu tenho uma dor enorme no meu peito que parece que me estão a magoar eternamente...
O funcionário da sorveteria se aproxima de mim e avisa que já vão fechar eu acinto e vou caminhando a pé para casa porque segundo o idiota do Felipe não tem nenhuma paragem de ônibus perto de casa e se vim a pé posso ir embora a pé também!
Caminho pelas ruas do Rio de Janeiro e eu nem sonhava que tinha de percorrer tantas ruas até chegar a casa talvez seja porque quando saí ainda era dia e agora já está de noite...




 



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