História A Filha da Professora - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Colegial, Naruto, Romance, Sasusaku
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Palavras 2.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Colando


Quando Sasuke se referia a professora de matemática como uma bruxa, não era apenas birra de adolescente. Aquela mulher, era realmente uma bruxa. 

As roupas refinadas de alta classe, os sapatos de salto alto e bico fino límpido e o cabelo preso num coque por um palito hashi de cor marsala, até enganariam quem olhasse para a mulher pela primeira vez. Talvez, pensariam que ela era uma executiva bem-sucedida, ou somente mais uma dondoca gastando dinheiro com coisas supérfluas. Porém, os alunos da Roosevelt Elementary School sabiam melhor. Mebuki era a típica professora que nenhum aluno gostava e ia com a cara.  

Com seu jeito severo e entediante de dar aula, a maioria dos alunos haviam desgostado da professora de matemática, e a matéria que por si só já era chata o suficiente, só ficou mais entediante com Mebuki tentando ensinar-lhes algo sobre.  

Havia dias e aulas diferentes uma da outra, alguns dias a professora simplesmente ignorava os discentes que não prestavam atenção em exatamente nada de suas explicações, em outras aulas ela acabava irritando-se mais do que o necessário com os jovens. E em algumas ocasiões, o que era na maior parte do tempo, Mebuki descontava toda sua frustação com as pestes dificultando os trabalhos ou provas avaliativas. 

Ela literalmente odiava a turma do terceiro ano 31 do ensino médio. 

E Sasuke chegou a esta conclusão depois de ver que a bruxa Mebuki poderia ser uma megera com todas as outras turmas do colégio, porém ela realmente dificultava tudo em dobro para à sua classe. Ele até poderia dizer que isso era injustiça, mas ele conhecia bem demais seus colegas para defendê-los, eles já haviam aprontado demais com a professora, o que ela apenas revidava em forma de notas negativas para eles. 

Se já não fosse ruim o bastante, um dia Kiba – um grande idiota, por sinal – havia colocado uma pequena rã no meio das coisas de Mebuki, a mulher tinha pavor de qualquer inseto, e por ironia ou não, o garoto de cabelos castanhos havia ouvido por acaso, Sakura falando o quanto sua querida mamãe tinha nojo de qualquer anfíbio. Bem, este foi o estopim para ele aprontar com a docente. Quando a mulher voltou para a sala depois de sua breve saída para buscar o apagador que havia se esquecido na sala dos professores, ao revirar seus cadernos em cima da carteira procurando a folha de atividades, notou a leve gosma pegajosa e ao observar mais de perto, teve a certeza de que se tratava de uma rã.  

Seu grito levemente fino e estridente pelo susto, fez com que a turma inteira caísse na gargalhada enfurecendo-a, depois de afastar-se consideravelmente da mesa que continha o animal nojento, dedicou-se a ignorar o breve momento de pavor e descobrir quem fora o palhaço a fazer aquele tipo de bobagem. 

Depois de perguntar irritadamente a classe quem havia aprontado aquilo, e não obter nenhuma resposta, com os alunos de cabeça baixa e agora quietos, alguns ainda se seguravam para não soltar suas risadas, ela deu um leve indicio de que todos levariam uma advertência para casa senão apontassem o engraçadinho. 

Em menos de cinco segundos todos os alunos apontavam o dedo indicador para Kiba Inuzuka. Após descobrir que a peste era o garoto moreno, o mandou acompanha-la até a direção, este que apenas abaixou a cabeça e dirigiu-se para fora da sala resmungando entre dentes algo como: traidores. 

Após aquele dia uma coisa tinha ficado esclarecida, Mebuki os odiaria e não facilitaria nada para eles. 

E hoje provava-se mais uma vez o quanto a professora de matemática os odiava. 

Se a prova demoníaca que eles estavam fazendo naquele momento não era um fator para se levar em conta, então Sasuke não sabia mais o que funcionaria com seus colegas. 

Ele mesmo que era de exatas, tinha facilidade com números, equações e cálculos, e ignorava quando Naruto reclamava o quanto matemática era a pior matéria do mundo, já estava achando o teste parcial difícil, não queria nem imaginar quando as avaliações gerais chegassem.  

Em uma média na sala de aula, metade ficaria em recuperação, e a outra metade estaria dividida com quem passou raspando e a menor parcela com quem tirou notas positivas. Ele é claro, estaria na menor parcela. Não que fosse um gênio da matemática ou qualquer coisa remotamente perto disso, mas como dito antes, ele tinha facilidade. Apenas o que estava quebrando sua cuca para raciocinar, eram os problemas com múltiplas perguntas, ele odiava estes tipos de problemas. 

Suspirou baixinho bagunçando seu cabelo afim de espairecer e tentar raciocinar corretamente novamente. 

A sala encontrava-se quieta, nenhum chiado ou burburinho era-se ouvido. Alguns pareciam concentrados em suas avaliações e outros que já haviam desistido de tentar realizar a prova, encontravam-se com a cabeça abaixada entre os braços provavelmente cochilando. 

O Uchiha olhou brevemente para Naruto que situava-se roendo a unha do dedo anelar pelo nervosismo, o moreno apenas enrugou o nariz com a clara falta de higiene do loiro. 

Depois, suas órbes negras acabaram fixando-se em Sakura. Ela parecia determinada em fazer alguma questão, e por um rápido segundo, Sasuke perguntou-se se ela estava se saindo bem. Mas, este breve momento passou, porque ele notou algo colorido embaixo da carteira de Sakura, um post-it cheio de letrinhas miúdas escritas de caneta azul. A diaba estava colando.  

Não que ele também nunca tivesse se aventurado em suas gazearias, mas uma vez feita e que o professor o pegou no flagra, o garoto simplesmente desistiu de tentar usar outros métodos nas provas senão o bom e velho estudo. Quer dizer, Mikoto quase arrancou seu couro quando soube que o bebê dela estava praticando tal ato de adolescente malcriado. Certamente ele não queria passar por aquilo tão cedo novamente.  

Porém, a situação até que era engraçada. Sakura colando na avaliação da própria mãe, quanto irônica a vida poderia ser, pensou dando um sorriso soslaio. O que não passou despercebido pela garota de cabelos róseos que o olhou com o rosto levemente inclinado em sua direção franzindo as sobrancelhas para ele no processo.  

O garoto deixou o sorriso morrer e engolindo à seco endireitou-se na mesa voltando sua atenção para a prova. Era nesses momentos que ele se encabulava e sentia-se envergonhado, quando era pego por Sakura a encarando descaradamente. Bem, ele não tinha controle sobre si mesmo, nem pensava o porquê ou quando iria a observar, é que apenas havia algo na garota que prendia sua atenção e o deixava curioso, pronto para gravar mais informações dela e traçar um mapa para o enigma que ela era. 

Olhando novamente para sua avaliação tentando se concentrar na pergunta que era pedida e deixar a sua colega de classe estranha de lado, quase deu um pulo de sua cadeira ao ouvir a voz da dita cuja o chamando baixinho, num cochicho que mal podia ser ouvido, mas como suas mesas estavam próximas, uma do lado da outra, ele pode ouvir seu nome saindo dos lábios vermelhos dela. Ele podia contar nos dedos quantas vezes Sakura o chamou pelo seu nome realmente, sem aquele negócio de apelido, um apelido bem estúpido na verdade. 

Mas o moreno decidiu ignorá-la, ele tinha uma prova a fazer e não estava afim de ser pego passando cola. 

— Sasuke, ei, pich. – o ruído estranho que saiu da boca dela fez Sasuke fechar os olhos com força. Ele realmente só queria terminar sua prova em paz. – Sasuke, por favor. 

O Uchiha suspirou derrotado e a olhou atravessado, aquela garota jogava sujo. 

— O que é? – perguntou baixo, baixo demais para que a menina entendesse. Mas decidindo deixar para lá qualquer resposta que o moreno poderia lhe dar, perguntou novamente: 

— Você sabe a resposta da pergunta sete? – Sasuke apenas acenou positivamente, ele já havia terminado esta questão, não era tão difícil, e não deveria ter deixado a garota em dúvida sendo que a mãe dela era professora de matemática, ela podia sei lá, ter aulas particulares. – Então, qual é a resposta?  

O menino de cabelos negros não queria abrir a boca, estava se sentindo usado, Sakura só precisava dele quando queria alguma coisa em troca. Ele deveria começar a cobrar isso e usar contra ela na próxima vez que ela implicasse com ele. 

Percebendo a garota impaciente esperando a resposta, resolveu dar-lhe a resposta correta de uma vez na esperança de acabar logo com o formigamento em suas mãos e o frio na barriga com medo de ser flagrado. Quando abriu a boca e estava prestes a passar a cola, Mebuki interrompeu na sala com a voz séria: 

— O que vocês estão cochichando? 

Tanto Sasuke como Sakura petrificaram na cadeira olhando com olhos arregalados para a docente que se encontrava de braços cruzados e com uma carranca feia no rosto na frente da sala aguardando uma explicação não deles, mas sim de Kiba e Hinata. 

Sasuke soltou o ar que prendia lentamente tentando acalmar-se. Ele podia jurar que Mebuki estava se referindo a eles, o que graças aos céus não era. 

A garota morena de olhos claros, começou a gaguejar corada por causa da atenção que estava recebendo, já que todos os alunos na sala estavam observando o desenrolar do caso.  

— Mais uma vez vou perguntar, o que o Senhor Inuzuka estava lhe pedindo Senhorita Hyuga? – Mebuki pediu perceptivelmente irritada. 

Antes que Hinata pudesse articular uma resposta para devolver a professora, Kiba pronunciou-se: 

— Desculpe professora Mebuki, eu pedi a resposta para a Hinata de uma questão que estava em dúvida. – o garoto de cabelos castanhos escuros respondeu constrangido e com a cabeça baixa. 

— Dúvidas servem para serem tiradas durante a aula, não enquanto fazem uma prova. Isso se chama colar, Senhor Inuzuka. Por favor, me acompanhe até a diretoria. – Mebuki disse enquanto encaminhava-se abrindo a porta. 

Quando Kiba levantou-se do lugar vocabulizando um leve pedido de desculpas a Hinata, Sakura olhou esperançosa para sua mãe, ela iria realmente deixá-los sozinhos? Se sim, aquela era a sua chance. 

Mas como dizem, o mal sempre prevalece, Mebuki ao invés de sair com Kiba em seu encalço, chamou o monitor que passava do lado da sala no momento, explicando brevemente o ocorrido e mandando Kiba acompanhá-lo deixando bem claro que o menino deveria levar uma advertência, ela realmente odiava o garoto, parece que mesmo que os anos se passassem, ela nunca iria esquecer-se do que ele aprontou. 

Quando a situação se acalmou parcialmente, com a professora reforçando que este tipo de coisa não seria tolerado, não em suas aulas, os alunos voltaram a prestar atenção na avaliação. 

Mas é claro, Sakura ainda insistiu para Sasuke lhe passar a maldita resposta. O Uchiha depois de presenciar o breve ocorrido, para a desgraça de Kiba, decidiu não abrir a boca, mesmo que fosse a garota por quem ele tinha uma leve – imensa – queda que estivesse lhe pedindo ajuda. 

— Sasuke. – a Haruno lhe chamou novamente pela terceira vez naquele minuto. – Esquimó. 

Sasuke não iria dar o braço a torcer, quem ela pensava que era? E que porcaria de voltar a usar o apelido infame, aquele não era o jeito adequado de pedir uma cola, ela teria que ser mais educada que isso, e não adiantava ela lhe olhar com aquela cara de cachorro abandonado na mudança. Não, definitivamente ele não iria correr o risco de ser pego pela bruxa Mebuki. 

— A resposta certa é a letra “c”, faz o desenvolvimento decompondo os fatores da equação. – a garota sorriu animada lhe mandando um beijinho no processo, ao que ele respondeu corando malditamente. 

Porém, como nem tudo é um mar de rosas, Mebuki estava novamente de braços cruzados entre a fileira de Sasuke e Sakura batendo o pé impacientemente no chão de lajotas brancas. Não era muito difícil de imaginar o que viria por ali.  

Oh, ele estava ferrado. 

— Muito bem, quem de vocês dois pediu cola? – a professora perguntou irritada. Parecia que aquele era o dia dos espertinhos. E ainda Sakura estava no meio, não fora essa a educação que ela havia lhe dado, mas como sempre, a menina era uma decepção. 

Sasuke olhou para baixo notando os leves riscos de caneta na classe e marcas de tesoura padronizadas que destruíam a pequena carteira que fazia parte do patrimonial colegial da RES. Mas sua cabeça acabou erguendo-se quando Mebuki proferiu com o tom grave olhando fixamente para Sakura, como se pudesse abrir um buraco na menina pela intensidade do olhar. 

— Vamos, não adianta nenhum de vocês dois ficarem quietos, aliás nem precisa. Foi a Sakura que pediu cola, não foi?  

O Uchiha observou com a boca levemente aberta de indignação Sakura cerrar os punhos e trincar o maxilar olhando de volta para sua mãe, ela estava irritada. É sério que ela iria lhe dar lição de moral na frente de seus colegas? E cadê o papo de separar os ambientes, de que na área escolar Mebuki Haruno era apenas e nada mais do que a professora de matemática de Sakura? É sério que iria agir como a mãe que ela verdadeiramente era, demonstrando toda decepção e vergonha que nutria pelos atos da garota de olhos verdes? 

— Pode ir fazer companhia para o seu colega Inuzuka, Sakura. Parece que você gosta de colecionar advertências, não é mesmo? 

Sasuke não sabia o que levou ele a dizer as próximas palavras que fariam tanto Sakura como Mebuki o olharem surpresas, mas indignação e raiva da professora era os sentimentos que rondavam por Sasuke naquele momento. Pela primeira vez na vida, ele não ia deixar Sakura se ferrar. Se Mebuki era uma bruxa, ele não tinha mais dúvidas. 

— Na verdade, Senhora Mebuki, fui eu que pedi cola para a Sakura. Se tem alguém que deve levar alguma advertência, esse alguém sou eu. – terminou de modo firme se colocando de pé olhando para a docente que franziu as sobrancelhas confusa. 

— Não esperava isso de você Senhor Uchiha. – respondeu com um suspiro de descrença, Sasuke era um de seus melhores alunos, não tinha o que reclamar do garoto, mas situações como essa não tinham o que levar em conta, a não ser a incapacidade da pessoa em estudar. – Vá para a direção e explique o que aconteceu, fale a verdade, eu mesma me encarregarei de verificar depois. 

Sasuke acenou dando uma breve olhada para Sakura antes de sair da sala. Ela o olhava apática, como se dissesse que ele acabara de ter feito uma burrada, como se ele já não soubesse.  

O garoto saiu da sala escutando um resmungo de Mebuki, algo como: não se fazem mais alunos como antigamente. 

Ao bater duas vezes contra a porta que com um banner retangular dizia-se "Diretor", ouviu um “entre” logo depois de um suspiro. 

Lá, ele explicou o que aconteceu, obviamente trocando as partes onde Sakura que foi quem havia lhe pedido cola, e dizendo que ao contrário havia acontecido. Após receber uma advertência atrás de um olhar surpreso de Hiruzen Sarutobi, o diretor do colégio, e de piadinhas de Kiba que ainda se encontrava ali na sala do velho, decidiu ir embora. 

— Até os bons caem um dia. – o Inuzuka disse rindo enquanto segurava sua advertência como se fosse a coisa mais normal do mundo. Na verdade, Kiba estava acostumado a receber estes tipos de aviso que manchavam sua grade escolar, mas Sasuke não.  

Ótimo, agora ele teria uma mancha vermelha em seu histórico. 

Saindo do pequeno escritório, o Uchiha dirigiu-se para a saída da escola, estava suspenso das outras aulas que teria depois, então não adiantava nada ficar vagando a esmo pelos corredores e pátios escolares.  

Seria quinze minutos de caminhada até sua casa. Bem, ele poderia ir se preparando psicologicamente para os escândalos que Mikoto, sua mãe, daria ao ver aquela advertência, e apenas a menção disso fez Sasuke querer dar meia volta e contar toda a verdade para o diretor. 

Onde é que ele estava com a cabeça quando decidiu ajudar Sakura? 

Bem, pelo menos agora, ele esperava que sua situação com a garota esquisita melhorasse. Não do tipo amigos inseparáveis, mas do tipo colegas normais. Porém, vindo de Sakura Haruno ele poderia esperar tudo, menos compaixão.  

Era oficial, ele era um idiota passional. 


Notas Finais


Então queridos leitores, queria esclarecer uma coisa, é sobre o cabelo da Sakura, no começo do outro capítulo eu coloquei a Sakura de cabelo loiro que depois pintou ele pro rosa, gente é um universo alternativo, ou seja, a pessoa não nasce com o cabelo rosa não, ela tem que colorir em algum momento da história e como eu descrevo os personagens no mínimo tenho que explicar o porquê disso ocorrer, o que levou ela a pintar o cabelo seja estético ou apenas porque quis mudar, e eu decidi colocar a Sakura loira no começo porque a mãe dela é loira, me parece ser o mais ideal, a não ser que eu coloque meio ruiva como o pai dela então, mas agora dizer q ela nasceu com o cabelo rosa no nosso "mundo" ou de outra cor que foge a genética dos pais não dá né, se fosse apresentado na obra original de Naruto algum parente da Sakura com outras características daí eu pensaria no caso, mas enquanto a fic for universo alternativo, eu obviamente não vou colocar a criatura nascendo com tufos rosa né por favor, espero que compreendam, teve alguns questionando isso, mas enfim, só uma breve explicação.

Por enquanto é isso, e tentarei atualizar rápido, espero que tenham gostado :)


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