História A Filha das Trevas - Capítulo 19


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Karin, Kizashi Haruno, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Suigetsu Hozuki, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Ação, Akatsuki, Amor, Aventura, Drama, Hentai, Horror, Lobisomem, Luta, Magia, Mistério, Morte, Naruto, Revelaçoes, Romance, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Sobrenatural, Suspense, Terror, Tragedia, Vampiro, Violencia
Visualizações 166
Palavras 1.251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiê meus amores, tudo bem com vocês?! Eu espero que sim.
CAPÍTULO NÃO FOI REVISADO
Desculpem a demora e tenham uma boa leitura.

Beijinhos!!! 😘

Capítulo 19 - A razão para o ódio




A razão para o ódio



Por favor, acalme-se. – esbraveou Itachi tentando me tranquilizar. 

Eu preciso ficar sozinho. – cerrei os punhos e ouvi o som da porta se fechando é o silêncio tomar conta do lugar. 

Mais meus pensamentos estavam gritando em minha cabeça, sem ainda poder acreditar que era verdade. Posso sentir ainda o ódio correr por minhas veias, pensei ter feito medo o suficiente para manter a distância, mais de alguma forma ela não entendeu o recado, e se aproximou ao invés de se afastar. 

Desde seu olhar na janela, quanto o dia de chuva em uma madrugada de domingo, até está maldita noite conturbada, meus pensamentos foram tomados por dúvidas sobre o ser deitado agora na cama. 

Minha cama.

Costumava ser meu quarto antes do acidente que deixou meu rosto desfigurado.

No entanto, simplesmente não conseguia demonstrar simpatia. Somente sua mísera presença  nesta casa me causava raiva, vi as pegadas de sangue que estavam no chão e envolta do lençol, me fazendo sorrir de satisfação, devia ter sido mais do que um simples corte.

Resolvi sair dali antes que eu  a matasse enforcada. Voltei para o meu quarto, meus sentimentos estavam em uma briga constante, num momento eu estava a desejando mais no outro não queria que ela existesse.  Não conseguindo raciocinar direito, apenas quebrei todos os retratos quando jogava ao chão. 

JÁ CHEGA SASUKE. – a voz raivosa de meu pai interrompeu-me quando jogava a última imagem minha contra parede. – Qual a razão de toda essa raiva? você não é assim meu filho. 

Não sou? Olhe para mim pai, olhe para o meu rosto. – soltei todo o ar com minhas palavras. – Aquela raça maldita fez isso comigo. Eu tenho raiva, porque aquela raça dos infernos tentava matar uma garota inocente. Essa é a razão para todo o meu ódio. Eu a odeio.

Respirava com dificuldade, não conseguia me controlar, todo o meu corpo tremia. 

Ela não tem culpa. Ela nem sabe o que ela é. – confessou meu pai.

Mais você sabia, ainda assim a trouxe para cá. Eu só meu pergunto o porque meu pai? – perguntei o que estava engasgado em minha garganta.

Eu a salvei a um tempo atrás. – engoliu seco antes de continuar. – Ela é a razão para estarmos em guerra e ela também é a peça principal para tudo isso acabar. Temos que protegê-la.

Eu não vou proteger ninguém. Infernos. – controlei a respiração. – Não me interessa nada disso, não temos nada haver com a guerra deles, não estamos envolvidos.

Não se engane, meu filho. Voce já está envolvido. – aproximou-se e pôs a mão em meu ombro. – E me parece que você também faz parte do quebra-cabeça.

Segurou minha mão mais eu a puxei de volta.

Seus olhos brilharam orgulhosos e cauteloso saiu do meu quarto, me deixando perdido em pensamentos. 

Olhei para baixo e vi o borrado que parecia ser uma lua desenhada na palma da minha mão queimando.

Do que ele estava falando? – perguntei-me antes de me jogar na cama e me render ao sono.


*—————————————————————*


No dia seguinte, procurei não lembrar no que tinha acontecido na noite anterior, tentei arrancar da minha cabeça suas duras palavras e o seu olhar de fúria imaginei ser apenas incômodo.

Não havia o visto, nem o rastro de suas pegadas ou a sombra de seu corpo. Parecia que ele tinha fugido nesses últimos meses porque nem os barulhos do terceiro andar conseguia ouvia mais.

Esquecendo o causador da minha insônia, Yui agora rabiscavava a folha que eu havia lhe dado, ela estava no chão e suas pernas balançavam indo de um lado para um lado e para outro. 

Num pulo animado ela se levanta e se espreguiça na cama me mostrando o lindo desenho colorido. 

Que desenho mais lindo. – digo sorrindo. – Quem são? 

São meus novos pais. – soou com admiração. 

Yui seria adotada.

Eles me pareciam ser ótimas pessoas, mais meu coração inquieto só se tranquilizou quando Mikoto me disse que ela sempre tinha notícias de suas "crianças". Caso acontecesse algo de ruim com a Yui, Mikoto seria a primeira a saber.

Ao contrário do que imaginei Yui concordou sem pestanejar, ela era muito compreensiva para uma menininha de cinco anos de idade, ela só chorou quando soube que eu não iria com ela, mais se animou quando eu disse que fazia questão de visitá-la quando pudesse. 

Ela estava ansiosa para chegar o domingo de manhã, me perguntava sempre que lembrava que ia embora o dia e a hora e assim ia dormir agarra em meus braços. 

No desenho estava três pessoas segurando ambas as mãos. 

Uma eu sabia que era a mais perguntei apenas para sentir meu coração pular de amor por ela, maia antes que eu pudesse falar ela se apressou em dizer.

Essa de cabelo cor chiclete é você! – sua voz de criança era doce e animada. – É o meu presente. 

Ah, você fez pra mim? – digo quase me engasgando por segurar o choro. 

É sim, fiz você como uma boneca porque você é minha boneca. – apertei sua bochecha e ela resmungou.

Está na hora de você ir. – digo e seu sorriso aos poucos vai sumindo. – Não fique triste, eu prometi que ia lhe visitar e vou cumprir. Mais quero que você me prometa que vai se comportar e ser obediente. 

Eu prometo. – esticou o dedo mindinho e eu fiz o mesmo, e ali ela selou sua promessa.

Ouço as batidas na porta e a imagem de Mikoto fica diante de nós. 

Vamos minha pequena, seus pais estão lhe esperando. – diz docemente e Yui pega sua mão. Porém antes de sair ela volta correndo me dando um abraço de urso. 

Eu vou sentir sua falta pequena, quero que seja feliz. – vocifero.

Eu te amo. – sua revelação me pegou de surpresa, e meu coração se derreteu.

Eu amo muito mais. – desfaço o abraço e aperto novamente sua bochecha. – Muito mais. Ela põe a mão na bochecha e sorri sapeca enquanto desaparece pela grande porta.

Seja feliz... – dito minha última palavra mesmo sabendo que elaa não poderia me ouvir.


*—————————————————————*


Você está péssima! – a voz de Ino me tirou dos pensamentos e olho para ela torto. 

Ela não quis dizer isso Sakura, não é Ino? – Hinata a protege e Ino da de ombros. 

Me desculpa. Eu sei que você está triste. Mais ela está num lugar melhor. – concordei com Ino.

Sim, assim espero. – revelei.

É exatamente por isso que estamos aqui. – salta em cima da cama. – Sai nos convidou para uma festa. 

Não acho que será uma boa idéia. Nem Mikoto nem Fugaku irá deixar a gente sair. – confesso. 

Eles não precisam saber. – diz Ino abrindo um sorriso. 

Não gosto de mentir. – Hinata se encolhe na cama. 

Por favor Hinata, não venha dar uma de boa samaritana. – sorri entre os dentes vendo os olhos arregalados de Hinata quando ouviu isso.

Não estou dizendo que sou Santa. Só não acho certo. Concorda comigo Sakura? – olho para ela repreendo por ter me jogado na briga das duas.

Eu concordo com a Hinata. – disse séria.

Só pode ser brincadeira, é um complô? – disse estética, olhei para Hinata que caiu na gargalhada. – Não estou vendo a graça nenhuma. 

Naruto vai estar lá! – disse que Hinata para de rir na mesma hora. – Concorda em ir agora Hinata? 

Sei que ela não diria não posso ver o encanto, os olhos brilhantes quando ouviu o nome dele, ela pegou em seu ponto fraco. Ela abria a boca e fechava algumas vezes mais nada saia, Ino tinha um sorriso vitorioso nos lábios e eu respondi o que Hinata não consegui dizer.

Nós iremos.

Isso. – vejo sues pulinhos de alegria pelo quarto. 

Mais vocês não irão vestidas assim. – apontou para nossas roupas. – Deixe que eu resolvo tudo pra vocês.




Notas Finais


Comentários deixam a fanfic ativa*.*

Estou pensando em fazer uma pequena surpresa pra vocês nos próximos capítulos.

Amorecos, sei que o capítulo foi bobinho, mais queria que a Yui tivesse um final feliz por isso a adoção dela.

E sobre o ódio que Sasuke tem da Sakura irei detalhar mais lá para frente.

Espero que tenham gostado, deixem seus comentários dizendo o que acharam dando suas opções ou me dando algumas ideias, tudo pra mim é bem recebido.

E até o próximo capítulo môzis. 💘


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