História A Filha de Anthony Stark - Capítulo 7


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Categorias Homem de Ferro (Iron Man)
Personagens Personagens Originais
Visualizações 47
Palavras 1.096
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 7 - Capítulo 6


 ~ Brad On ~

- Então, pode começar a me contar o que você não queria me dizer ontem no telefone. - minha mãe disse assim que Miriam deu as costas e foi ver as crianças.

- É complicado, mãe. - falei olhando para baixo.

- Garoto, fale logo o que aconteceu com a minha neta ou vou te dar as palmadas que não te dei quando menor. - me ameaçou

Se eu não fosse tão crescido e maduro com toda certeza teria medo daquela ameaça.

- Mãe, a Emy sofreu um acidente. -respondi calmo

Mesmo querendo deitar no seu colo e chorar até não poder mais ou não conseguir soltar uma lágrima sequer, tentei soar calmo e despreocupado.

- O quê? - perguntou me olhando incrédula

- É isso mesmo que a senhora ouviu. - falei deixando uma lagrima cair

Depois de uma veio várias lágrimas em seguida, banhando o meu rosto. Esse era o único jeito passivo de explodir, eu estava aguentando muito, estava tentando me segurar, de segurar as lágrimas, muitas pessoas que estivessem no meu lugar, provavelmente não iria conseguir aguentar, mas eu tenho que aguentar, por minha família, as pessoas que eu realmente amo e daria tudo para estar do lado.

Minha mãe tinha entrado em choque, abria a boca para falar, mas nada saia então, a fechava novamente, não era pra menos.

- Você tá de brincadeira com a minha cara, né moleque? - disse tentando não gaguejar, o que foi impossível

- Mãe, a Emy tá em um estado grave, mas estável. - falei tentando omitir o máximo possível de informações para não deixa-la mais preocupada

- Eu quero vê-la - falou determinada

Não seria nada fácil a convencer do contrário, por isto só assenti e a abracei, logo sentindo lágrimas escorrendo pela minha camisa, por questão de ser um pouquinho, vulgo, MUITO mais alto, as lágrimas estavam molhando na altura do meu peito, naquele momento me permiti chorar junto dela e tentar amenizar a dor que estava sentindo no peito.

~ Off ~

~ Miriam On ~

Após um tempo brincando e dando atenção para as crianças, fui para a janela ver o porque de Lourdes e seu filho estavam demorando, sei que eles precisavam conversar, mas já estava demorando um pouquinho demais aquela conversa, os dois estavam abraçados, como o Brad estava virado de frente para a janela deu pra perceber que estava 😭, seu rosto estava banhado de lágrimas, Lourdes também não estava diferente, pelo movimento dos seus ombros que estavam tremendo, ela parecia também chorar.

Pelo jeito ela já ficou sabendo do que aconteceu com nossa garotinha, quando estava namorando com seu filho, dona Lourdes, sempre nos apoiou, mesmo sabendo que o pequeno ser que estava carregando em meu ventre não era realmente de seu filho, para ela aquilo não era um problema, dizia que a decisão era de seu filho, que não iria interromper em nada e quando Emilly nasceu, foi uma festa, mesmo ainda não nascida, dona Lourdes, criou laços com aquele pequeno ser, não muito diferente de Brad, todos comemoraram a chegada da pequena integrante da família, alguns anos depois casamos, todos da pequena família adoravam Emy e como se não pudesse tudo melhorou com o tempo.

Quando vi já tinha deixado algumas lágrimas caírem, vendo aquela cena e lembrando de algumas coisas, tudo piorou.

- Mamãe, por que você tá chorando? - perguntou Eric se aproximando

- Eu não tô chorando, só tô limpando meus olhos porque um pózinho entrou no meu olho e tá incomodando um pouco. - falei limpando as lágrimas que ainda insistiam em cair

Tá, aquela era a pior desculpa contada, mas eu não estava com cabeça para aquilo.

- Por que não me chamou, mamãe? Eu limpava os seus olhinhos. - falou Eduarda ao perceber o que estava acontecendo

- Eu não queria atrapalhar vocês na brincadeira, crianças. Já passou, na próxima vez, eu chamo vocês para me ajudarem, tudo bem? - falei tentando dar um sorriso

Acho que deu certo porque as crianças concordaram e voltaram a brincar. Sai de perto da janela e voltei a sentar no sofá, esperando mais alguns minutos, para Brad e dona Lourdes entrarem.

---...---

- Vamos querido? Precisamos fazer aquela visitinha pra nossa pequena. - falei quando tínhamos acabado de almoçar

- Vocês vão visitar quem, mamãe? - perguntou Eduarda com os olhos brilhando - Podemos ir com vocês? - disse com as mãos dadas a de Eric em forma de expectativa

- Vamos visitar uma pessoa muito importante pra todos nós e não vocês não podem ir, pois vocês são pequenos demais e hospital não é lugar crianças. - respondi eles da forma mais simples e calma

- Hospital? - perguntou Eric com a cabeça inclinada, me olhando com os olhinhos confusos e ao lado Eduarda não estava muito diferente

- Sim, hospital. Mais tarde conversamos sobre isso, ok? - respondeu Brad dando por fim aquela pequena conversa com as crianças

Em resposta as crianças apenas falaram um sonoro "sim" continuando a comer, todos os adultos daquela mesa tinham terminado de almoçar, menos as crianças, por elas serem um pouquinho devagar demais.

- Mãe, você pode ficar com as crianças? - Brad perguntou a sua mãe

- Claro, eu amo esses pestinhas, mais tarde vocês vêm aqui e tragam suas roupas para dormir aqui, tá bom? - Lourdes falou olhando diretamente a mim dando um chaveiro com chaves de sua casa para Brad

- A gente vem sim, Lourdes. - falei encarando meus filhos que estavam acabando de comer

- E tragam notícias, viu? - falou com um olhar preocupado

- Sim, quando chegarmos conversamos. - disse Brad pegando seu casaco e o meu, junto com as chaves do carro e uma chave que sua mãe deu para entrarmos em sua casa

Dei um abraço em minha sogra e um mais forte em meus filhos.

- Se comportem, mamãe ama vocês. - falei ainda no abraço com os gêmeos

- Também te amamos. - disseram juntos

- Dona Lourdes, qualquer coisa pode meter o cacete e obrigada por ficar com meus filhotes. - falei dando outro abraço em minha sogra

- Por nada, eu adoro essas crianças. - falou dando um olhar terno para mim

- Eu vou te esperar lá fora, tá bom? - falei para Brad dando um selinho no mesmo

Peguei minha blusa e de Brad, junto com as chaves do carro. Fui para o lado da porta e vi que Brad abraçou sua mãe e disse algo em seu ouvido, dona Lourdes apenas concordou com o que seu filho disse em seu ouvido, fiquei com uma pulga atrás da orelha com aquilo, o que será que ele disse a sua mãe?

Bom, só vou saber se perguntar, mas vou deixar para fazer isso mais tarde.



Notas Finais


...


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