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História A Filha de Dean Winchester - Capítulo 11


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Notas do Autor


Hey guys mais um capítulo pra vcs, espero de verdade que gostem então é melhor preparar o coração de vocês...

Capítulo 11 - Segredos, segredos, segredos


Fanfic / Fanfiction A Filha de Dean Winchester - Capítulo 11 - Segredos, segredos, segredos

Aula de história na minha infância com certeza era um verdadeiro saco, eu odiava demais, mas depois dos meus 11 anos passou a ser minha aula preferida e eu ansiava por ela todas as semanas.

E assim se iniciava mais uma dela no penúltimo horário depois do recreio, depois do que houve com Apollo eu ainda estou em choque. Mal estava me concentrando, e depois que entrei na sala e me sentei em minha carteira eu fiquei enjoada e me senti tonta e não sabia porque, devia ser demais pro ser humano receber um beijo de um ser imortal? Talvez sim. Mas sorri boba quase a aula toda quando a professora não estava olhando. Gosto de sentar-me no fundo da sala no canto da parede e me recostar-me com as costas contra ela. Mas nesse dia foi diferente, o enjôo começou a ficar mais forte e minha cabeça estava girando e minhas vistas doendo como se estivesse ficado horas na frente do computador e não tivesse dormido.

Fui cambaleando até a mesa da professora e perguntei se podia ir ao banheiro jogar uma água no rosto porque estava me sentindo mal, ela me olhou preocupada e disse que podia sim, então sai quase que correndo com as poucas forças que tinha da sala e sem olhar pra trás mas sabia que estavam me olhando.

"Corri" pelo corredor até o banheiro feminino e entrei em uma das cabines abri a tampa do vaso sanitário e vomitei tudo o que tinha comido até o momento. Depois desabei no chão e minhas vistas começaram a ficar embaçadas eu estava assustada. Peguei meu celular fui na agenda e disquei o número do meu pai, no segundo toque ele me atendeu:

-Melissa? O que houve?

-Pai...-Minha voz estava fraca quase num risco- Eu..., vem até aqui...

-Melissa! Melissa! Filha!

Ainda conseguia ouvir a voz do meu pai de longe abafada e meu celular deslizou pela minha mão.

Depois disso tudo ficou escuro e desmaiei no chão branco do banheiro.

...

*P.O.V Dean*

Estava fazendo um check-up no motor da baby quando meu celular que estava em meu bolso vibrou e vi o número e nome da Melissa brilhando na tela, atendi sem delongas. A voz dela estava baixa mas ainda a conseguia ouvir perfeitamente   ela me pedindo pra ir até lá. Eu gritei o nome dela mas ela não me respondia mais. Graças ao universo consegui terminar o motor a tempo como se fosse uma espécie de aviso e corri até lá dentro do bunker lavei as mãos e peguei meu casaco, Sam não estava em casa foi caçar junto com Charlie. O  Castiel bom... ele continua desaparecido esses dias. Mas isso não vem ao caso, estou muito preocupado e mal estava pensando, só preciso chegar até minha filha e pegá-la nos braços. Fui até a garagem novamente e fechei o capô sai em disparada pra fora da garagem e dirigi até a escola. Devo ter gastado 15 minutos na velocidade que eu estava, mas não importava eu precisava chegar rapidamente até a escola.

Finalmente cheguei estacionei na calçada, subi correndo as pequenas escadarias e cheguei no portão. A diretora da escola(conheço ela) veio ao meu encontro autorizar minha entrada com os olhos preocupados e isso só me deixou mais nervoso e fez com que meu coração murchasse ainda mais fundo dentro do meu peito.

-Onde...onde ela está?

-Na enfermaria-ela respondeu sem delongas

Praticamente corri pelos corredores com a mulher em meus calcanhares. Na primeira porta de vidro a direita que estava entreaberta eu a vi...oh meu Deus...sim eu a vi deitada na maca, tinham tirado seus tênis e seu gorro. Empurrei a porta de fininho e entrei calmamente, estava quieto lá dentro e então eu vi uma moça do outro lado da maca enfiando uma agulha no pulso da minha linda menina e então ela ficou lá imóvel tomando soro na veia. Parece que a única coisa que eu conseguia ouvir era o meu coração pulsando nos meus ouvidos.

_Tum_Tum_Tum_

Fui caminhando lentamente até onde minha filha estava e me ajoelhei ao lado da maca e peguei uma de suas mãos e a escondi sob as minhas. Seu rosto estava virado para o outro lado, seus cabelos cor de mel pendiam caindo para fora da maca e ela estava muito pálida. Meus olhos ardiam, queria chorar por ela, chorar porque não podia ver minha menina assim, ela parecia tão fraca, vulnerável, eu só queria pega-lá nos braços e esconde-lá do mundo e das coisas más dele. 

Levantei o olhar para a moça: 

-Como a encontraram? Como ela estava? 

-Uns quinze minutos antes ela tinha pedido para a professora para ir ao banheiro porque alegava que não estava se sentindo bem, o tempo passou e a professora estava estrando a demora e pediu a uma das alunas para ir verificar o que estava acontecendo foi então que a encontraram desmaiada no chão do banheiro em uma das cabines. Íamos ligar para o senhor só que chegou aqui antes.

Ela despejou tudo assim, tentando ser delicada mas não deu. Minha preocupação só aumentou, precisava leva-lá ao hospital. Onde outros profissionais mais adequados poderiam cuidar dela. A moça veio e me entregou o celular da Melissa, o guardei no bolso. Os tênis vermelhos estavam encostados aos pés da maca e o gorro estava em cima de uma mesa de metal no canto da parede a mochila dela estava junto ao gorro. 

Me levantei

-Preciso leva-lá ao hospital, por que ela não acorda? 

-Senhor Winchester, não é necessário isso, deve ter sido um mal estar e logo ela acordará.

-Eu decido o que é melhor pra minha filha...-falei calmamente- A mãe dela morreu de câncer ela estava com sintomas parecidos um tempo antes.

-Olhe, se sair daqui com ela precisará assinar uns papéis assumindo a responsabilidade e dizendo que a escola fez o que pode. O senhor está ententendo?

-Me dê então essas droga de papéis

Ela me olhou com um pouco de raiva e depois saiu da sala provavelmente indo procurar a diretora. Disquei o número do meu irmão e num movimento involuntário passei as mãos pelo cabelo, faço isso quando estou nervoso e preocupado.

-Sam? 

-Oi, o que houve Dean? Sua voz não está nada boa.

-É a Melissa, ela está mau, estou levando ela ao hospital.

-Está bem, eu e Charlie estamos indo embora já terminamos o assunto aqui.

-Ok, vou estar no hospital St.Agnes no centro sabe?

-Sim, sei qual é estamos indo

-Ok, até mais

Desliguei e a mesma moça entrou com um envelope e finalmente assinei os malditos documentos pra poder tirar minha menina dali. Peguei suas coisas coloquei a mochila nas costas e peguei ela nos braços, ainda estava desacordada. Tiramos o soro e caminhei pelo corredor me encaminhando lá pra fora. Com uma mão que estava debaixo das suas costas abri a porta da frente do carro e coloquei ela deitada cuidadosamente no banco fechei a porta e entrei pelo o outro lado e sentei no banco coloquei sua cabeça no meu colo. Liguei o carro e dei partida. Uma mão segurava um de seus braços para impedir que ela não caisse nas curvas e outra no volante. Ver ela assim era horrível, um pesadelo e eu estava o vivendo do pior jeito. A mesma história não por favor, de novo não por favor...

Cheguei ao hospital, estacionei e peguei ela nos braços de novo, ela ainda estava pálida. Pedi ajuda e logo vieram e colocaram ela na maca me fazendo um monte de perguntas como de costume. E depois a levaram até um quarto e me disseram para ficar lá fora. Eu ia protestar mas sabia que era melhor ficar calado e deixá-los trabalharem. Uma enfermeira ruiva de uniforme veio e me conduziu a recepção para preencher uns papéis.

...

*Melissa*

Quando eu "acordei" eu estava num tipo de cabana, estava um pouco escuro e a única luz que tinha vinha de uma lareira no centro de uma parede um pouco na minha frente tinha um tapete no chão felpudo e listrado de azul e branco desgatados. Duas poltronas estavam sobre esse tapete. Na poltrona da direita tinha uma moça, consegui saber por conta do braço fino e feminino. E segurava uma xícara com algum conteudo dentro.

Olhei para mim mesma e estava com outra roupa: Uma calça jeans azul desgastada, blusa laranja do acampamento meio-sangue como nos meus livros, uma bandana roxa amarrada por onde passa o cinto da minha calça e all star preto. Passei a mão no meu cabelo percebi que estava preso num rabo de cavalo. Estava entendendo nada, como havia vindo parar ali? Não estava na escola? Eu...eu tinha desmaiado no chão do banheiro não é? Será que Apollo tinha algo a ver com aquilo?

-Está um pouco frio, porque não se senta aqui perto da lareira?

Uma voz feminina me acordou das minha perguntas ela virou a poltrona e fiquei paralisada, era ela, não podia ser ela mas era. 

Era minha mãe Caitlin

Mas como? Ela esta morta a anos

Como?

Ela trajava um sweeter cinza e calças de moletom da mesma cor, botinas cor bege e seu cabelo cor de mel escuro caia pelos seus ombros como se fossem cascatas, e estavam impecáveis. Ela me olhava com tanto carinho que queria chorar, eu sabia que não era real mas mesmo assim... Queria muito que fosse. Ela estava exatamente como na foto do meu armário nem um ano mais nova ou mais velha.

Como um imã fui até ela que se levantou colocou a xícara no braço da poltrona e colocou as duas mãos no meu rosto.

-Você cresceu meu amor, e está muito linda, está igual a mim quando tinha sua idade.

-Mãe...você... como?

Ela suspirou, passou o polegar pela minha bochecha acariciando e secando as lágrimas involuntárias que desciam pelos meus olhos. 

-É uma longa história filha, é melhor se sentar.

...



Notas Finais


Att dulpa pra vcs...


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