História A filha de Hades - Capítulo 4


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Categorias Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Converso com Bia e ela só confirmar a versão de meu pai, isso está estranho noto um ferimento nela. – O que foi isso?

– Me machuquei. E você precisa ir estão te chamando já. Eu vou ficar bem melhor aqui do que lá, sabe bem o por que da minha decisão.  

– Tudo bem! Achei que fossemos nos divertir juntas. Abraço ela e volto para onde estar minha família. – Mãe. Bia vai ficar com os amigos dela. 

– Como assim? Nós viemos para nos divertir em família. E ela vai ficar com os amigos dela. Beatriz conseguiu me deixar irritada. – Vou lá com ela. Chego lá e a vejo conversando com cara que parece ser meu chefe. 

(...)

Olho para Julian. – Eu realmente, não sei como agradecer tudo que o senhor está fazendo por mim. 

– Eu sei, com esse lindo sorriso no rosto. Nos aproximamos. 

– Obrigado mais uma vez. Não quero ser dor de cabeça pra você. Quando termino de falar sinto alguém me puxar pelo braço, pela força que tem só pode ser minha mãe. 

– Agora a senhorita vai me explicar. Essa sua decisão repentina. Saímos como uma família para acampar e você vai e decidi ficar com seus amiguinhos. Não me comunicou e nem pediu permissão, apenas ficou com eles sem mais e nem menos, você ainda é uma moleka, não uma adulta pra tomar decisões sozinha. Falo alto e num tom de raiva. 

– Senhora Rebeca, recomponha-se. Falo calmo e gentil ao ver a situação. 

– Senhor Julian, vai me perdoar mais ela é minha filha e eu como mãe posso fazer o que eu quiser com ela. 

– Mãe por favor! Seja mais gentil. Tento não deixa-lá mais brava. 

– Gentil, quem me tirou do sério foi você, seu padrasto está triste por que você preferiu ficar com seus amigos do que se divertir conosco, você está sendo a minha decepção Beatriz, bem que o Roberto disse que você não vale nada. Toma sua mochila e fique com eles. Já me deu bastante dor de cabeça hoje.  Saio sem deixar ela falar. 

– Mãe. Ela vira as costas e não deixa eu falar nada como sempre. As lágrimas escorriam pelo meu rosto e aquela dor terrível no peito voltou. – Ela prefere acreditar nele do que em mim. 

Volto para o acampamento e me sento colocando as mãos no rosto. – Sempre as mesmas coisas. Nunca posso dizer nada e sou sempre a culpada de tudo. Pego algo afiado que deixei na minha bolsa. E começo a fazer o objeto entrar em contato com a minha pele. 

Logo ouço alguém chegar e escondo por de baixo da blusa o que estava a fazer, coloco meu capuz e fico tentando limpar as lágrimas. Sinto alguém sentar ao meu lado e esse não é o Julian o perfume e diferente e a temperatura também é diferente.  – O que deseja? Falo respirando fundo ainda. 

– Vi o que aconteceu. Ela é sempre tão dura com você?

– É minha mãe. Mais nem sempre ela foi assim. Me lembro de uma época onde saíamos juntas e nos divertíamos, ela era carinhosa, cheia de amor e uma doce mulher. Aí tudo mudou quando ela conheceu o Roberto meu padrasto. Se apaixonou por ele e meu sofrimento ampliou.

– Então a influência dele transformou o ser que você tanto ama nessa mulher dura com você.  Falo enquanto sinto cheiro de sangue e está vindo dela. – Bia. Posso te chamar assim?

– Pode. Mais qual é seu nome? Pergunto ainda sem olhar seu rosto, mais acho engraçado a bandana que ele usa. 

– Me chame de Thanatos, nome estranho eu sei. Mas foi minha mãe que colocou. 

– Thana tem um significado forte. Por que ela decidiu colocar esse nome em você? 

– Eu não sei. Muitas coisas acontecem e não sabemos como responder ou questionar. Pego em seu pulso, sei que ela chama por mim todas as noites. 

Me assusto quando ele toca o mesmo aperta e a mão dele fica suja. Tento puxar meu braço, mas ele segura e puxa rapidamente a manga do casaco. – Por favor! Não conte a ninguém.  

– Por que chama a morte todos os dias? Pergunto já sabendo a resposta. 

– As vezes sinto ela mais perto do que nunca de mim. O mesmo passa a mão pelo meu rosto. 

– E ela pode estar mais próxima do que nunca de você.  Hipnotizo ela, a estrela em minha testa começa a brilhar. Mais logo ela mesma corta a ligação entre nós.  

– Sinto uma ligação muito forte com você. Thanatos. Sinto uma vontade imensa de beija-lo. – Por que seu olhar é vazio sem vida. Seu  coração é escuro e sua alma é trevas. 

– Criança. Talvez eu seja assim ou posso está mostrando o que eu quero que veja. Encostamos nossas testas e ela desmaia. – Como o esperado. Ninguém consegui encarar tanto tempo a morte nos olhos. 

– Pelo visto meu irmão você não teve sucesso. Fala Hypinos em sua paz e tranquilidade. 

– Ela cortou a hipnose e se ligou a mim sozinha. Esse ser é muito poderoso. Temos que tomar cuidado e protegê-lá com a nossa própria vida. 

Logo algo pula das árvores ao nosso redor. – Quem são vocês?  Hypinos passa na minha frente e se posiciona. 

– Não queremos confusão só nos entregue a garota e deixaremos vocês saírem vivos. 

– Ousa a enfrentar os gêmeos de Hades. Fala Thanatos. 

– Claro. Estamos em maior número é vocês são apenas dois. 

– Quantidade não é qualidade. 

– Quem foi que falou isso? Pergunta o ser que está desafiando os gêmeos. 

– Eu seu Deus Poseidon. E meu irmão Hades. 

– Por que não nos avisou que eles estavam com deuses. Vamos recuar. 

– Isso mesmo é melhor correrem. Tiramos nossas armaduras e achamos a jóia que procurávamos.  – Vamos não temos mais nada a fazer aqui. Arrumamos nossas coisas e levamos para o carro que estava a dois quilômetros de distância de lá. 

– É Julian por ao menos dessa vez não saímos de mãos vazias você com o seu rubi raro e eu com minha filha. 

– Não comemore meu senhor, essa sua filha é mais poderosa e perigosa nas mãos erradas, já viu que estão atrás dela. Ela sozinha não pode ficar. Fala Hypinos. 

– Realmente. Ela cortou a minha hipnose e se ligou a mim sozinha, sem esforço algum. Diz Thanatos. 

Chegando em minha mansão levo ela para meus aposentos onde é seguro e bem fortalecido. – Meus cavaleiros quero que dobrem a vigilância dessa mansão. E se alguma coisa acontecer eu colocarei culpa em vocês sem hesitar.

– Sim senhor! Saímos e dobramos o patrulhamento. 

– Dispensados. Vou até meu quarto onde está Beatriz a mesma ainda dormir como um bebê, ela é perfeita uma tentação de deusa. Sinto ela segurar minha mão. 

– O que aconteceu? Cadê todo mundo? Acordo assustada. 

 – Calma Respire.  Falo a acalmando

 –  A última coisa que lembro era que eu e Thanatos estávamos conversando e eu e ele encostamos nossas testas e daí eu apaguei.  

– Calma. Meu anjo volte a dormir e A relaxar. Daqui algumas horas teremos que jantar. E espero que esteja disposta a jantar conosco.







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