História A Filha de Hades (repostada e melhorada) - Capítulo 2


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Artemis, Atena, Bianca di Angelo, Caronte, Clarisse La Rue, Cronos, Eros (Cupid), Febe, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Jason Grace, Leo Valdez, Luke Castellan, Nico di Angelo, Octavian, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper McLean, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Thalia Grace, Treinador Gleeson Hedge, Will Solace, Zeus
Visualizações 19
Palavras 1.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


No último capítulo...


–O quê acabou de acontecer?!– pergunto olhando incrédula para Eduardo

– vou te levar até sua casa, no caminho eu te explico– ele disse– sua perna está horrivel! Deixe que eu te ajudo– ele colocou as mãos sobre a mordida e começou á murmurar algo, logo senti o ferimento se curando– me deixa apresentar-me de verdade, prazer, Eduardo, filho de Hebe, deusa da juventude e você Camilly, é uma semideusa, assim como eu –perdi a fala, senti uma tontura forte e me apoiei no ombro de meu amigo

Atualmente...


–v..você está louco! Te ofereceram alguma planta na entrada? Alguma bala, refrigerante? Oh, mas por eu ter visto tudo isso, deve ter sido eu que usei algo diferente, mas eu não comi nem bebi nada de estranho– digo ainda em choque

– Camilly, me escute, você não está delirando, isso é de verdade, você é uma semideusa, filha de algum deus com sua mãe, vamos para sua casa, sua mãe vai te explicar melhor –disse o Edu tentando me acalmar, enquanto começavamos á sair da escola, como disse anteriormente, teríamos somente as provas e iriamos embora, todos já tinham saido, abracei forte o meu caderno de desenho e fomos andando para minha casa, no caminho eu consegui ver um ser voando ao longe, cutuquei o Edu e apontei para ele ver– Milly, deve ser uma Harpia, não vão mexer conosco– continuamos o caminho, chegando em casa minha mãe olha para mim 

–filha! Como foi a prova?– disse ela

–ela já sabe –disse o Edu

–bem, filha, melhor você se sentar– disse mamãe e eu me sentei no sofá – filha você é uma semideusa, filha minha com um deus grego, o Edu foi "contratado"–ela fez aspas com os dedos– para te guiar em segurança até um local onde você vai ficar nos verões, tem monstros querendo te matar, deuses, seres sobrenaturais, enfim, seres cruéis... Oh minha garotinha, já tão crescida! Logo vai saber de tudo de sua familia, se os deuses quiserem! e...– ela olhou para baixo como se esperasse algo– Bom, levem água, comida se cuidem pequenos –ela me deu um beijo na bochecha e me deu uma mochila com algumas roupas– sempre fale comigo! Mas como sou tola! Você nem terá tempo– ela fingia esta empolgação, sabia que ela estava extremamente preocupada

– vou me cuidar mãe – abracei ela com força, logo senti minha camiseta ser molhada por suas lágrimas

– eu sei, você é mais forte do que pensa pequenina– ela me disse – venha quero lhe dar algo, Edu querido, pode pegar o que quiser para essa viagem, daqui até o Acampamento Meio Sangue é uma longa viagem

–Como sabe dona Carla?– ele disse logo se virando para minha mãe

–pequeno, mães são poderosas, sendo deusas ou não – ela disse piscando para ele– e outra, o pai da minha doce Camilly já me levou lá perto, acho que sou a única mortal que sabe da existência desse local–ela riu baixo

– não, nosso oráculo, Rachel, é uma mortal também – disse o Edu

– bem, mande um abraço à ela, ela também vê além da névoa, estou correta?– disse mamãe

– correta novamente – ele riu, a mais velha foi me levando ao quarto da mesma

– filha, quero que leve isso – ela pegou um colar de cordão ajustável, tipo esses que se compra na praia, com uma pedra avermelhada como uma pedra de fogo, não sei se era o meu désfit de atenção, mas parecia que era mesmo fogo se mexendo dentro da pedra–era do meu pai, e agora, é seu, mas não mostre para ninguém, é para dar sorte –ela colocou em meu pescoço e colocou por dentro da minha camiseta e ela também me deu uma moeda –também guarde com você, também era do vô Luci

– mãe... Você quase nunca falou dele, porque?– perguntei à ela

– ele não ficava muito comigo, Luci... Tinha muito trabalho, quase não o via–ela disse meio triste

– bom, pena que o vovô Luciano e a vovó Helena morreram... Devem estar juntos no céu, você sempre me disse que a vovó era boazinha– sorri doce e beijei a testa de minha mãe e fui para sala, o Edu já havia pego alguns enlatados e comidas que não precisavam de cozimento 

–ah! Levem dinheiro, caso precisem –minha mãe retirou uma nota de cem dólares do bolso de sua calça e entregou ao Edu– cuida dela –ela abraçou ele e logo me abraçou novamente, voltando à chorar ,peguei a minha mochila de roupas e saímos de casa, eu estava com o coração na mão de ter que ir embora e deixa-la 

–para onde vamos?– perguntei ao Edu

–Long Island– disse ele

–OW, ESPERA! Vamos atravessar os Estados Unidos inteiro?! É no outro lado do país! O táxi vai ser uma fortuna!– disse logo entrando em desespero

– tenho um amigo que está aqui perto– ele disse indo para perto de uma fonte onde o sol batia formando um arco-iris, ele retirou uma moeda dourada do bolso e jogou– Iris, aceite minha oferenda– logo, o arco-íris mostrou a imagem de um garoto moreno com cabelos escuros–Leo! Ainda está perto do Oregon?

– Eduardo! Quanto tempo! Estou à umas duas horas daí, me esperem em algum restaurante, eu e Calypso podemos passar e buscar vocês – disse o garoto

– oba! Carona! Uii, já adoro esse menino!– eu disse

– essa é sua missão? Tem cara de ser bem brincalhona– disse o Garoto chamado Leo

–é, é mesmo, vamos esperar em Portland, no Jardim Japonês –disse o Edu

–Otimo! Assim tem mais espaço para o Festus pousar– disse o Léo

– jogue mais alguma moeda para Deusa Iris se deseja continuar essa ligação!– disse a fonte logo apagando a imagem do moreno 

– para o Jardim Japonês!– pego meu dinheiro de ir para escola e fico no ponto esperando o ônibus chegar com esse destino

– Camilly, metrô – disse o Edu– você é mais perdida do que cego em tiroteio!– ele pegou em minha mão me levando até a estação de metro que não era tão longe de casa, entramos na estação e logo conseguimos entrar no metrô, olhei para o lado e vi um rapaz alto com apenas um olho no meio da testa e o Edu pegou na minha mão segurando com força, o moço alto não nos fez nada, acabou descendo na estação seguinte – a próxima é a nossa –esperamos chegar e fomos em direção à esse jardim japonês ,era lindo! Logo olhamos para o céu e vimos um dragão de bronze pousando, me escondi atrás do Edu, em cima do dragão estava o Leo e uma garota de cabelos caramelado

–EDU!– disse o moreno– continua com o estilo emo, tem que aprender à ser assim como eu –ele fez uma pose com os braços por trás da sua cabeça– gostoso para dedéu, estilo magricela você já é, sô falta ser mais, como eu

– larga de ser idiota Leo!– disse o Edu rindo

–subam! Cabe todos!– disse o Leo

– ela é tímida? –perguntei ao Leo sobre a garota

–Amore mio! Cumprimente nossos convidados!

–oi, prazer, Calypso–disse a garota, logo, eu e o Edu subimos no dragão acompanhados por Leo ,logo, decolamos

– assim, fácil?–perguntei ao Edu depois de algum tempo no ar

– como assim?– disse ele

– sei lá, achei que seria mais difícil – falei olhando Calypso dormir tranquilamente

– é, de fato, sua vida como semideusa começou tranquila –disse o meu amigo, me encostei em seu ombro adormecendo, quando acordei já havia escurecido, cocei os olhos e bocejei– boa noite Camilly

–ainda é noite?–disse ainda completamente desorientada

–correção, já é noite, dormiu a tarde toda–disse o garoto de pele pálida à minha frente, ele ainda tava meio borrado

– onde estamos?–perguntei me assustando por não estar em minha cama

–Nova York, Camilly, vou te dar cinco minutinhos para seu cérebro voltar ao normal–disse o garoto que comecei à reconhecer como o Edu

–ah é – disse

–maluquinha– disse o Leo– aproveitando que a senhorita acordou, seja muito bem vinda ao acampamento meio sangue!–olhei para baixo enquanto sobrevoavamos campos de morangos, com pessoas praticando arquearia, escalada, esgrima, e muitas outras atividades, já estava encantada com o local, pousamos bem no centro do local, em um campo entre os chalés, havia muitos deles de modos extremamente diferentes, o que mais me chamou a atenção foi o 13° chalé, todo em cores escuras, tinha um garoto de cabelos escuros com uma jaqueta de couro marrom sentado na porta desse chalé, perto dele havia um garoto de cabelos louros e camiseta laranja conversando animadamente com o de cabelos escuros , ao descer de Festus senti uma aura por todo o meu corpo, como se algo estivesse me envolvendo, não sei como explicar, era algo bom, me senti extremamente segura lá






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