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História A Filha De Lúcifer (Castiel) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Acordei com ar de loka e tô postando essa fic, eu vou colocar músicas nessa fanfic, como as outras, MAS aceito sugestões de músicas aí nos comentários, então fiquem a vontade... TCHE AMUUUUUUUUUH!!!

Instagram: @diixx_barbie17y (tô seguindo de volta)

Boa leitura aí pra vcs <3

Capítulo 1 - A organização da festa...


Fanfic / Fanfiction A Filha De Lúcifer (Castiel) - Capítulo 1 - A organização da festa...

P.O.V Luna

PI, PI, PI, PI, PI, PI, PI... [Som do despertador/alarme]

Acordei extremamente ansiosa, amanhã daria uma festa de halloween na Lux, a boate do meu pai. Levantei da cama e fui em direção ao banheiro do meu quarto. Tomei um banho quente e demorado, preferi lavar os cabelos, pois os mesmos não estavam com um aspecto tão bonito assim. Saí de lá usando uma toalha preta, abri meu guarda-roupas e procurei algo para vestir, optei por colocar um conjunto de top e calcinha da Calvin Klein preto, uma calça jogger preta e um boné L A preto também (capa). Desci as escadas até a cozinha, onde encontrei minha mãe e meu pai vestidos para o trabalho.

– Bom dia, mãe! Bom dia, pai! – Disse assim que sentei na mesa. Dei um bom dia para a minha meia irmã mais velha. Mas percebi que não se encontrava ali pois estava na casa do Dan. – Dormiram bem?

– Bom dia, filha... onde vai com essa roupa? – Minha mãe disse colocando suco de laranja no meu copo. Depois eu peguei um waffle e coloquei no meu prato.

– Vou pra faculdade... por que? – Perguntei “inocentemente” colocando um pedaço do waffle na boca. – PAI! Vai morrer aí na cozinha?

– Quem te deu essa roupa, Luna Luminis? – Xii, sujou! Me chamou de Luna Luminis...

– Foi o papai. Disse que eu ficaria bonita nela. – Expliquei ouvindo meu pai engasgar, ele tinha pedido pra eu não dizer pra ela.

– Lúcifer! Por que deu essa roupa para nossa filha?! – Minha mãe perguntou furiosa.

– Ficou linda nela, e EU fiz ela então eu mando nela. – Meu pai disse autoritário deixando um selinho nos lábios dela. – Você tá linda, meu amor! – Disse se referindo a mim. – Vamos ou vai se atrasar, filha.

Dei um abraço na minha mãe e eu saí de casa com meu pai, ele entrou no carro e eu fiz o mesmo. Nós conversamos o caminho todo quando chegamos perto eu pedi pra parar, e ele soltou um “por que motivo quer que eu pare?”, e parou ali mesmo enquanto descia do carro dele, disse:

– Isso se chama prevenir reputação... te amo, tchau! Ah, me dá a chave da Lux, vou direto pra lá... avisa a Detetive Decker. – Disse “Detetive Decker” fingindo segurar uma arma e apontei para a coxa dele (Entendedores entenderão a referência).

– Tudo bem, tome cuidado. Também te amo, linda. – Disse me entregando a chave do estabelecimento. – Minha antiga casa está desocupada e os brinquedos de sexo estão na terceira gaveta do guarda-roupa.

– Isso seria uma coisa comum que um pai diria? Não, por isso que te amo muito! – Completei dando um beijo na sua bochecha. – Tchauzinho!

– Era brincadeira! Mas se divirta, filha! Não vou contar a sua mãe! – E é por isso que eu amo meu pai, quem seria virgem com um pai desse?! Ele saiu com o carro em direção a nossa casa pra pegar a mamãe e ir pro trabalho e eu segui o meu caminho.

Enquanto ia andando, encaixei meus fones de ouvido no mesmo e coloquei uma música qualquer, batucando meus dedos no ritmo dela. Também dava algumas voltinhas e dançava um pouco nos refrãos até que escutei o barulho do motor de uma Kawasaki Ninja 300.

– A garotinha quer carona? – Escutei Castiel indagar e eu tirei um fone de ouvido, assenti e montei na moto, colocando meu boné pra trás e logo em seguida o capacete que o ruivo me entregou. – Aquela festa na Lux ainda vai rolar? – Ele questionou enquanto corria na moto, puxei a chave do bolso e mostrei a ele. – Se segura... – Ele acelerou a moto empinando-a.

– O que acha de nós dois gazearmos aula (pra quem não sebe, gazear e tipo matar aula)? – Perguntei e ele desviou o caminho do colégio. – Vamos direto pra Lux. – Seguimos caminho até a boate e quando por fim chegamos, ele parou a moto e eu desci, indo direto para a porta e a destrancando, abrindo caminho para que Castiel entrasse. – Bem-vindo a melhor boate de Los Angeles...

– Vamos começar a ajeita-la pra festa? – Ele questionou com um sorriso de canto... seu típico sorriso de canto. – Esses objetos são a decoração, né?

– Vamos começar agora, pegue os enfeites, são esses que você está falando. – Disse enquanto pegava uma vassoura e começava a varrer todo o piso, ele me perguntava onde eram alguns enfeites e eu os indicava. Quando por fim acabamos, eu subi as escadas até o antigo lar do meu pai e Castiel me seguiu. – Meu pai morava aqui...

– Ô vida boa! – Ele disse olhando em volta, era lindo mesmo. – Tem algo amais aqui? E você sabe muito bem do que eu tô falando...

– Pervertido... tem sim. – Disse indo até o quarto do meu pai. – Terceira gaveta, terceira gaveta... achei! – Disse abrindo a gaveta do guarda-roupas, e realmente tinha brinquedos de sexo. – Viu? Meu pai é maravilhoso! Ah... – Eu me posicionei na frente dele olhando no fundo dos olhos dele, ia fazer minha perguntinha maravilhosa pra ele, nunca tinha feito com o mesmo. – O que você mais deseja nesse momento?

– Eu desejo... te beijar e te foder de jeito. – Ele respondeu me suspendendo do chão e me beijando, passei as pernas em torno de sua cintura e ele me apoiou na parede, as nossas línguas travavam uma batalha, onde a dele tomou a liderança, quando ele me jogou na cama, eu saí de perto me levantando...

– Amanhã vai ser um longo dia, vamos beber um pouco, deixa isso pra amanhã. – Disse indo até o bar, peguei um vinho 30 anos e despejei em duas taças, dando uma pra ele. – Então... por que resolveu me dar carona?

– Porque você é linda e gostosa. – Respondeu simples, dando um gole no seu vinho.

– E se fosse a Tiffany? – Perguntei indiferente, balançando se leve minha taça.

– Passaria direto. – Retrucou se sentando no sofá e ligando a TV, onde colocou num jogo de futebol.

– Que folga é essa? Não tem vergonha na cara, não? – Questionei fazendo uma cara indecifrável, puxando o controle de suas mãos e desligando a televisão.

– Minha mãe sempre disse isso, resolvi dar a razão a ela. – Respondeu simplista, me puxando pra sentar também. Isso já era umas 10:55 da manhã, o mesmo passou a mão pelos meus ombros me puxando contra si.


Notas Finais


Ficou meio curto, mas por enquanto é isso...


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