História A Filha de Nyx. - Capítulo 1


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Palavras 957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa história foi postada, por mim, em 2014 no Nyah. Eu to postando aqui, mas estou arrumando ela: escrita, tendo mudar um pouco a história, tentando melhora-lá. Então, eu espero que gostem.
Ah! Em algumas partes estará escrito "Cedrella", pois é seu segundo nome.

Boa Leitura.

Capítulo 1 - Capítulo I.


Fanfic / Fanfiction A Filha de Nyx. - Capítulo 1 - Capítulo I.

Elizabeth Cedrella Black.

Elizabeth estava deitada em seu quarto, mexendo nas cartas que havia recebido, quando ouviu o grito de sua mãe.

— Elizabeth Cedrella Black e Sirius Órion Black, aqui em baixo. Agora! 

Walburga Black, com seus 48 anos, esbanja uma aparência invejável: herdou os belos olhos azuis de sua mãe, cabelos negros e lisos, magra, com belas curvas, pele pálida e 1,73 cm de altura. Bela, elegante, mas com uma personalidade forte: é obcecada pela pureza de sangue, muitas vezes insulta traidores de sangue, meio-sangues ou bruxos nascidos trouxas. Sirius diz que ela é rancorosa e sem coração, mas para o mundo bruxo, ela é uma mulher educada, que ama os filhos e um exemplo a ser seguido. 

Contudo, estava longe de ser a melhor mãe do mundo. Sempre deixou claro seu desgosto em relação a Sirius e Elizabeth. A garota achava que era por serem da Gryffindor e não da Slytherin, como os outros Black's, ou por não odiarem trouxas, mestiços e nascidos trouxas. Ou ela só não gostava deles, sem ter, de fato, algum motivo para isso. 

— O que você fez? – Os dois irmãos perguntaram em uníssono, logo que saíram de seus quartos.

— Eu não fiz nada. – Respondem. 

Sirius Órion Black, irmão de Elizabeth, é um garoto muito bonito. Possuí um corpo bem distribuído e malhado como, cabelos lisos e escuro assim como seus olhos chamativos e cativantes. É tão elegante quanto o resto de sua família e tem uma aparência impecável.

— Tudo bem? – Pergunta Elizabeth, sentando no sofá de couro que havia ali e observando a decoração. 

A sala é um dos maiores cômodos da casa, com papel de parede verde brilhoso e um tapete feito de pele de leão, candeeiros a gás e um belo lustre de cristal, que assim como os castiçais, tem a forma de uma serpente.

Sentada em uma das poltronas, uma expressão enraivecida no rosto. 

— Algum dos dois insolentes podem me dizer onde estavam hoje a tarde?

— Nós? Bom, fomos comprar nossos materiais...

— ...Com o James e o Remus. – Completou Sirius.

— E quem lhes permissão para fazerem isso? Vocês deveriam estar em casa, cuidando do irmão doente de vocês e não sair com esses amigos de vocês. - A mulher suspirou, tentando controlar-se. - Regulus nunca me desobedeceria dessa forma!

Sirius revirou os olhos.

— Você fala como se ele estivesse morrendo e fosse um anjo. Mãe, ele está gripado, apenas isso. 

— Vamos, Walburga, deixe-os. Por mais que eu não concorde com isso, eles são adolescentes. - Diz Órion, vestido um terno preto e segurando duas taças de vinho. - O que você dois fizeram foi errado. Não deviam ter deixado Regulus sozinho. Já estavam de castigo por não obedecerem sua mãe  e resolvem fazer isso! As vezes penso seriamente em tira-los de Hogwarts, só assim para aprenderem algo. E para piorar, são Gifinos. 

Elizabeth, irritada, fala:

— Olha aqui, se fomos para a Gryffindor ou não o problema é nosso! E estamos muito melhor lá do que na Slytherin. Vocês ficam do lado de Voldemort, aquele bruxo que não tem nada de mais! Só é temido por saber artes das trevas. Mas isso até eu sei e nem por isso as pessoas tem medo de mim. Com licença, eu tenho mais o que fazer. 

[Minutos depois. Quarto de Elizabeth.]

Sirius entre em seu quarto e se joga na cama.

— Irmãzinha, você está de parabéns! O show que você deu ali em baixo foi bem divertido e isso merece comemoração!

A garota sorri.

— O que você vai fazer?

— Bom, nós temos ainda duas semanas de férias e que tal passarmos na casa dos Potter? James nos convidou.

— Quando vamos? – Elizabeth pergunta levantando com cuidado. 

— Tudo bem? 

— Aham. Só uma dor nas costas.

— De novo? Você deveria... Deixa para lá, depois vemos isso. – Diz Sirius ainda preocupado.

— Primeiramente vamos para a casa dos Potter, mas é melhor quando todos estiverem dormindo. Assim aparatamos até lá.

— Então, arrume suas coisas. Depois venho falar com você. 

[...] 

Antes de saírem, Sirius e Cedrella escutam uma discussão de seus pais. 

— Você tem que falar com ela! – Walburga reclama. 

— Você acha que é fácil chegar para ela e dizer: "Minha filha, você não é filha da Waslburga’" ? –Questiona Órion.

— Mas você tem que falar a verdade! Eu não aguento mais olhar para essa menina mal educada, tendo que fingir que sou mãe dela. Sendo que nós dois sabemos que ela é fruto de uma traição sua! Porque basta uma briga nossa para você sair de casa e me trair. E o pior de tudo: Foi com uma deusa, uma deusa grega! 

— Ah, claro! Queria que fosse com você! – Grita Órion. – Chegar para Elizabeth e dizer: "Minha filha, você é filha da deusa grega da noite, mais especificamente, Nyx! Por isso foi você foi atacada por monstros, por isso sente dores nas costas, pois suas asas estão nascendo. Por isso pode fazer coisas que os outros não!"

Elizabeth entra no quarto de seus pais, atônita.

— Vocês estão dizendo que eu sou filha de uma deusa Grega? Eu sou uma semideusa? E vocês pretendiam me contar isso quando? Quando eu estivesse sendo atacada por mais um monstro? Olha, é muito bom saber disso. Saber que eu sou uma Black, mas que também tenho sangue divino, é bom ouvir isso. Mas poderiam ter me dito antes! Assim eu não teria que aguentar essa mulher que dizia ser minha mãe, me xingar todos dia, sem eu nem mesmo saber o motivo!

Chorando, ela abraçou Sirius. Naquele momento, tudo havia ganhado uma explicação: os ataques de monstros que só ela via, as brigas com Walbuga, os poderes, as dores nas costas. Tudo. 

Sem dizer nada, Sirius aparatou com ela para casa de James, deixando Órion e Walburga para trás. 


Notas Finais




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