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História A Filha De Pennywise E O Mago Supremo (Segunda Temporada) - Capítulo 34


Escrita por:


Notas do Autor


Hey My Friends!!!!❤️😍😘❤️




Boa Leitura!!!!

Capítulo 34 - Conselho De Segurança Mundial


— Os Vingadores estão aqui para tornar o mundo um lugar seguro e nós conseguimos isto. — eu afirmei seriamente.

— Conseguiram? — a Conselheira Hawley perguntou com certo deboche — Estranho, em todos os anos em que os Vingadores estiveram a ativa, apenas conseguimos ver o caos e destruição causado.

— Caos e destruição que eles conseguiram impedir. Já pensou no número de mortos que teria, caso os Vingadores não tivessem tomado as rédeas daquelas situações? — Fury indagou com uma expressão séria.

— E as mortes causadas por conta desses chamados heróis, Diretor Fury? — o Conselheiro Yen se manifestou.

— Com todo o respeito, senhor Yen, mas você quer falar das mortes causadas? — eu questionei sem acreditar — Não tenho que lembrar o senhor de que vocês lançaram um míssel contra New York, no ano de 2012.

— Não tínhamos outra escolha.

— Tinham sim. — Fury retrucou seriamente

— Mas qual escolha nós tivemos, Diretor Fury? Os Vingadores? — Conselheiro Rockwell inquiriu com certo deboche — Não tenho que lembrar os estragos que causaram em New York naquele ano... Não somente em New York, mas como nas várias cidades que vocês passaram... Sokóvia, Lagos, Washington DC... Vocês destruíram várias cidades tentando salvar pessoas, principalmente aquela besta verde que é um ser extremamente boçal.

— Tenha respeito quando falar dos meus amigos! — eu ordenei perdendo a paciência — O doutor Banner pode até ser um mostro verde nas horas vagas, mas ele é um cientista brilhante e essa "besta verde" que vocês tanto criticam, já salvou mais vidas do que todos vocês juntos.

— Diretor Fury, com todo o respeito, mas é sério que você pretende deixar uma organização extremamente séria nas mãos dessa garota? — o Conselheiro Singh interrogou me olhando com desprezo.

— Querido, não tenho que te lembrar que essa "garota" é, atualmente, o ser mais poderoso que existe... Se eu quiser estalar os dedos e desejar a sua morte... Você morre imediatamente. — eu afirmei sem um pingo de paciência

— É por esse motivo que você é uma ameaça, senhorita Carter.

— Desculpe cavalheiros. Mas essa "ameaça" já acabou com mais bases da Hydra sozinha, do que vocês em todos os seus anos de trabalho. — Fury foi extremamente frio — Eu tenho essa reunião por encerrada. Eu tenho coisas muito mais importantes para fazer, do que discutir com um bando de crianças, que sentam atrás de uma cadeira e ficam brincando de ser o Conselho de Segurança Mundial.

Fury se levantou e eu o segui, abandonando aqueles bando de idiotas para trás.

— Eu odeio esse povo. — eu comentei enquanto saíamos do prédio e íamos em direção ao carro de Fury.

— Bem vinda ao meu mundo. — ele afirmou entrando no carro.

— Depois dessa eu preciso comer... Eu estou com fome. — eu falei enquanto entrava no carro também.

— Você com fome? Mas que novidade! — ele disse sarcásticamente e ligou o som.

Revirei os olhos, mas sorri ao identificar Carry On Wayward Son, tocando no rádio.

Comecei a cantar junto, enquanto Fury me olhava rindo de mim:

Carry on my wayward son

(Continue meu filho desobediente)

For there'll be peace when you are done

(Pois haverá paz quando você terminar)

Lay your weary head to rest

(Deite sua cabeça cansada para descansar)

Don't you cry no more

(Não chore mais)

Once I rose above the noise and confusion

(Uma vez eu me levantei acima do barulho e da confusão)

Just to get a glimpse beyond the illusion

(Só para ter um vislumbre além da ilusão)

I was soaring ever higher, but I flew too high

(Eu estava subindo cada vez mais alto, mas voei alto demais)

Though my eyes could see I still was a blind man

(Embora meus olhos pudessem ver, eu ainda era um homem cego)

Though my mind could think I still was a mad man

(Embora minha mente pudesse pensar que eu ainda era um homem louco)

I hear the voices when I'm dreamin', I can hear them say

(Eu ouço as vozes quando estou sonhando, posso ouvi-las dizer)

Carry on my wayward son

(Continue meu filho desobediente)

For there'll be peace when you are done

(Pois haverá paz quando você terminar)

Lay your weary head to rest

(Deite sua cabeça cansada para descansar)

Don't you cry no more [...]

(Não chore mais) [...]


De repente, Fury parou o carro.

— Você não disse que tá com fome? Então vem logo. — ele mandou saindo do carro.

Saí do carro também e fomos andando pela rua.

Entramos em um restaurante e fizemos os nossos pedidos.

— Então, como vai a convivência com o Strange do futuro? — Fury perguntou em tom divertido.

— Ele paga de santinho pra cima dos outros, mas comigo... Ele me odeia completamente e nem disfarça. — eu respondi calmamente.

— Não seja exagerada.

— Não é exagero. Ele me odeia mesmo... Ele tenta me esfaquear três vezes por dia.

— E o Strange? Do presente?

— Mesma coisa de sempre.

— Conversou com ele ao menos?

— Não.

— E porque não?

— Porque eu deveria?

— Porque você ainda ama ele e ele te ama.

— Eu tenho minhas dúvidas... É complicado ouvir que alguém te ama, sendo que ela do futuro te odeia mais do que tudo no Universo.

Fury ficou me analisando em silêncio, um bom tempo, antes de dizer:

— Já levou em conta, de que o Vincent pode não te odiar de verdade? Tipo... Pode ser que ele ainda te ame, mas está tentando a todo custo acabar com esse amor.

— Eu duvido... Ele me odeia. Se ele me amou, esse amor morreu a muito tempo.

— De quantos anos do futuro ele é?

— Eu sei lá... Só sei que ele deve ter uns cento e vinte anos de idade, porque ele já avançou no tempo várias vezes e ficou preso no Reino Quântico por anos, antes de finalmente parar aqui.

— Ele já ficou preso no Reino Quântico? As chances de sair de lá, não são de um em um milhão? Como ele saiu de lá?

— Não faço idéia. Não dá pra falar com ele... Ele é extremamente arrogante e frio, é louco, é um sociopata funcional e é um pouco psicopata também... Sinceramente? Não consigo ver um pouco de humanidade nele.

— Em outras palavras, ele é um completo oposto do Strange. É Penny... Sinto muito por você.

Dei de ombros e a nossa comida chegou.

— Sabe a Arya? — Fury indagou enquanto comia.

— A platinada falsificada que eu tenho ranço? — eu questionei e ele assentiu — O que tem ela?

— Pediu demissão para mim ontem.

— E você concedeu?

— Exatamente.

— Porque não me disse antes? Eu iria fazer uma festa!

Fury revirou os olhos, mas sorriu de lado.

Terminamos de comer e pagamos a conta, saindo logo em seguida.

Me despedi de Fury e fui para a base dos Vingadores.

Ao chegar lá, vejo Loki sentado no sofá, concentrado no celular dele, enquanto o gatinho de James estava em seu colo.

Me aproximei por trás dele lentamente, sem ele perceber.

— O que você está fazendo? — eu gritei no ouvido dele.

Loki deu um grito e pulou do sofá, assustando o gato que enfiou as garras na perna dele.

Eu comecei a rir, enquanto ele se levantava me fuzilando com os olhos.

— Você tem demência?!

Eu não respondi pois ainda ria.

Loki revirou os olhos, bufando de raiva e se sentou novamente.

O gato pulou no colo dele e se deitou ali mesmo.

— Achei que não gostasse de gatos. — eu comentei me sentando do lado dele.

— É claro que eu gosto... Eu sou um gato. — Loki disse cheio de si.

Revirei os olhos e perguntei onde estavam os outros.

Pelo visto, Laura foi comer junto com Venom.

Pietro foi em uma missão com Steve e Clint.

James e Lorena foram pra casa do Peter.

Strange deveria estar na biblioteca.

Eddie estava na cozinha, alimentando Toxina.

O mister arrogância, vulgo Vincent não me interessava nenhum pouco.

Resolvi ir na cozinha comer e vi que Eddie realmente estava lá.

— Oi Eddie! — eu o cumprimentei pegando um pacote de bolacha recheada do armário.

— Oi Penny! — ele me cumprimentou sorrindo.

Me sentei na frente dele e sorri.

Toxina começou a discutir comigo, sobre o fato do Eddie ser um chato com ela e não a deixar comer a cabeça das pessoas na rua.

— Mas é claro que eu não vou deixar! — Eddie disse revirando os olhos.

"E porque não?!" — a simbionte interrogou indignada.

— Porque apesar de você ser uma gosma alienígena idiota e intrometida, você é uma dama e tem que se comportar. — Eddie provocou com um sorriso debochado.

Toxina o xingou de um nome nada amoroso que, se o Steve estivesse aqui, com certeza iria mandar um "Olha a língua!" para e receicamos conversando sobre várias coisas durante um bom tempo.

Eddie se levantou para colocar o copo de vidro dentro da pia, tropeçou no próprio cadarço e caiu, batendo o queixo com tudo no chão e fazendo o copo de vidro cair no chão e quebrar.

Toxina começou a rir e eu fui ajudar Eddie a se levantar.

Notei que o queixo dele estava cortado e sangrava.

Conjurei um pano e pressionei em seu queixo, para estancar o sangramento.

— Você está bem? — eu perguntei levemente preocupada.

— Estou. — Eddie disse colocando sua mão por cima de minha, para fazer pressão sobre o ferimento.

Toxina ainda ria feito hiena em convulsão.

— Será que dá pra você parar de rir de mim? — Eddie pediu sem paciência.

"Até parece!" ela negou entre risadas.

Eddie revirou os olhos.

"Acho que vai precisar levar ponto nesse corte." — Toxina comentou calmamente.

Franzi o cenho.

Os simbiontes podiam curar os hospedeiros, então por que levar ponto?

Quando indaguei isso a Toxina, ela não respondeu, então me toquei que ela queria ver o Eddie se ferrando.

Engoli a risada e puxei Eddie pela mão, até a enfermaria.

Eddie se sentou na cadeira, enquanto Toxina tentava não rir.

Até eu segurava a risada.

Me sentei no colo dele, para poder atenuar a nossa diferença de altura e comecei a dar alguns pontos no queixo dele.

— Eddie, meu querido... Você é um pouco lerdo, não é? — eu questionei assim que terminei os pontos — A Toxina pode muito bem te curar, mas ela ama ver você sofrendo!

Eddie revirou os olhos, enquanto Toxina caía na risada.

— Eu te odeio. — ele murmurou para a simbionte.

"Também Amo Você."

Eu comecei a rir, enquanto os dois brigavam pelo fato da simbionte ser um idiota e Eddie querer colocar ela para a adoção.

A porta foi aberta me virei apenas para ver Vincent entrar e nos olhar com uma cara nada boa.

Ele entrou, pegou alguma coisa e se virou para nós com uma sorriso cínico, porém dava pra ver certa raiva no olhar dele.

— Desculpa interromper o casalzinho aí. Mas existe algo chamado quarto e acho melhor vocês irem para lá.

E saiu batendo a porta com força.



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