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História A Filha De Severo Snape - HP - Capítulo 12


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Pra ter uma idéia de como é ⬆

Capítulo 12 - Caligrafia idêntica


Fanfic / Fanfiction A Filha De Severo Snape - HP - Capítulo 12 - Caligrafia idêntica

- CAPÍTULO 10 -

Caligrafia idêntica

Narração on

Snape estava sentado em sua escrivaninha observando algumas poções que estava desenvolvendo. Durante anos, acalentara a esperança de que aparecesse alguma pessoa realmente fosse interessada no assunto e que tivesse o Dom da pesquisa. Unir essas duas peculiaridades não era fácil e por isso ele sempre duvidara encontrar essa pessoa. Nem mesmo Lílian tivera a paciência necessária para auxiliá-lo mas pesquisas. Ao contrário, criticava o tempo que ele depreendia nos estudos das poções.

Mas Lunar Prince era diferente. Ela era muito interessada, e dava muitas sugestões muito aproveitáveis mesmo que tivesse, proporcionalmente, pouco conhecimento.

Não, pensou ele, estou sendo injusto, para uma garotinha ela tem muito conhecimento, aprende com facilidade as coisas, é inteligente.

Seguindo esse pensamento, ele separara algumas obras de sua biblioteca particular para que Lunar lesse. Instintivamente ele percebeu que assim que ela soubesse vastamente o assunto, seus palpites seriam de grande valia.

Narração off

" Diretora,

Não entendo como você pode me condenar sem ao menos ter escutado a minha versão sobre a história do que houve recentemente. Não se preocupe, pois a intenção não era matá-los. Era apenas uma experiência para futuramente, matar as gêmeas Pavartill e uma certa Ridlle. Estou só brincando, Emi.

Por hora estou muito ocupada com as detenções que tenho que ir cumprir lá na sala do professor Snape. Ele autografou meus livros! Nem acredito. E, Emi, a senhora nem vai acreditar, mas a minha letra e a dele são quase iguais. Ando até pensando seriamente em falsificar a assinatura dele para retirar alguns livros da sessão reservada da biblioteca. Foi por acaso, mas acabou sendo uma grande sorte que fosse o professor Snape quem descobrisse as façanhas, pois assim, tenho a oportunidade de auxiliá-lo nas pesquisas. É um trabalho tão interessante, Diretora. E como ele sabe das coisas, das misturas.. è incrível. Ontem e hoje vamos trabalhar numa tentativa de cura dos sarampo... Que coisa!

Eu não vou fazer nada contra o Neville Diretora, mesmo porque é desnecessário. Ele já faz o suficiente contra si mesmo sem a minha ajuda. No caso do sonserino eu não tive nada a ver com o incidente. Embora... não dizem que o feitiço vira contra o feiticeiro?

Meus amigos. A bruxa velha falou dos meus amigos porque são Solaria Malfoy e Kirato Black. Existe algum mal nisso? Eles são muito legais, Diretora. Não tem porque se preocupar.

De sua amável aluna.

Lunar"

─ Hein, Lua! O que você está fazendo?. ─ disse Kirato entrando na biblioteca.

─ Escrevendo para a ex aluna da Grifinória, que por algum acaso é a minha Diretora. E cadê a Solar?

─ Achei que estivessem com você. ─ respondeu o garoto, sentando-se de frente a mim.

─ Bom, estranho. Vim aqui escrever a carta e ia procurá-la. Solar ia pegar alguns doces na cozinha e nos desencontramos...

─ É que eu achei um esconderijo perfeito!

─ Gosto de esconderijos. Onde é esse?. ─ perguntei entusiasmada.

─ Segue adiante da masmorra perto da sala Snape. O único problema é o próprio. Se nos descobrir...

─ O Snape não é problema, Kirato. Você sabe disso.

─ Pode ser, Lua. Pode ser. ─ respondeu o menino com reservas. ─ Queria lhe fazer uma pergunta.

─ Faça, Kira.

─ Bom, a Scarlet que você fala é amiga do tal Harry Potter, não é?

─ É bem... acho que sim.

─ Pois bem, minha mãe falou que ele tem um mapa que descreve todos os caminhos da escola. É verdade?

─ O pamonha disse...

─ Quem?. ─ interrompeu Kirato.

─ O Rony Weasley! Eu não gosto dele, aquele po...

─ bretão... ─ completou Kirato com desdém.

─ Isso. Bom, esse imbecil falou sobre esse mapa.

─ E você não teria como conseguir emprestado?

─ Duvido Kirato. Eles não gostam de mim. E mesmo, a Astrid vai entrar na escola ano que vem.

─ Quem é Astrid?

─ A filha mais nova do Harry Potter e da Gina.

─ Que bela notícia. Mais um obstáculo e agora alvo para nós.

─ Estava pensando nisso. Mas quanto ao mapa, talvez o professor Longbotton saiba algo, ou mesmo o professor Snape, consta que ele odiava aquela dupla dinâmica.

─ Meu pai comentou isso. ─ disse Solaria chegando.

─ Imagino. Seu pai era tema das conversas deles também. Parece que se odiavam.

─ Não parece só, Lua.

─ Vocês estão aqui... O que fazem na biblioteca aos cochichos? – perguntou Solar sorridente.

─ Confabulando. ─ respondeu Kirato levemente vermelho. – Perguntei para a Lua sobre o mapa.

─ E aí?. ─ quis saber Solar.

─ Bom, eu ouvi falar, mas não sei como conseguir esse mapa.. Vou ver se descubro mais sobre isso. ─ respondi.

─ Pois é, Lua, ele seria muito importante para nós.

─ É meu pai falou que podemos chegar ao povoado através dele. ─ disse Solar.

─ Não pode ser.. é sério Solar?. ─ perguntou Kirato.

─ Sim, Kira. Imagina só, a gente poder ir sempre no povoado e não só a partir do terceiro ano.

─ Seria mesmo uma ótima. ─ confirmou Solar.

Naquele momento, o sino tocou. Era o jantar e Kirato, sem qualquer cerimônia disse:

─ Oba. comidaaaa!!!

Todos os outros riram até o salão principal. Onde como de praxe, me sentei com os outros dois na mesa da Sonserina.

A semana se passou e naquela noite, eu terminaria a semana de detenções na sala do professor Snape e eu não estava nem um pouco feliz com isso. Adorava fazer todo aquele trabalho minucioso e cheio de segredos. Nada mais belo do que o borbulhar colorido de um caldeirão.. Bom, talvez transformar uma cadeira velha em um jardim de flores também me desse o mesmo tipo de satisfação. Eu estava recolhendo os livros que Snape havia me dado para ler a respeito das pesquisas, quando me dei conta, de que se o professor só quisesse a minha ajuda por um pequeno espaço de tempo não me teria mandão ler tudo aquilo. Será?

Será que poderia continuar a auxilia-lo? Iria perguntar, afinal perguntar não ofende.

"Lunar,

Como de habito você está tentando me convencer de sua pretensa inocência, como se eu não a conhecesse. Nada de falsificar a assinaturas, Lua! Por favor, você quer ser expulsa da escola, é? E sobre seus amigos... vou em Hogwarts conhece-los pessoalmente.

Sua Diretora."

"Lunar, minha aluna.

Estou com muita saudade de você, das nossas conversas. Ainda bem que você vem para casa no Natal. Lua, como é essa historia dos Novos Comensais da Morte? Ouvi a Emi, Samantha e Scarlet conversando a respeito aqui em casa e disseram que você esta envolvida. Querida me conte direito, mesmo porque preciso saber dos detalhes para lhe acobertar caso seja necessário. Lunar, cuidado, é tudo o que eu posso te dizer.

Beijos de sua psicóloga,

Rutherford, Tais."

Entrei silenciosamente na sala de Snape que estava vazia. Aquilo era raro. Três caldeirões borbulhavam com poções diferentes. Observei que eram os estudos que nós havíamos feito nas noites anteriores e que hoje seriam embalados e iriam rumo ao Hospital mágico. Aproveitei e fui até a mesa do professor. Iria espiar as gavetas, mas antes de abrir a primeira, um bolo de pergaminhos jogados dentro de uma caixa atraiu minha atenção. Eram realmente muitos pergaminhos e eu peguei a caixa do chão e comecei a abri-los e lê-los.

Eram todas as cartas recebidas por Snape elogiando os livros e pedindo resposta. Alguns, ela observou que eram antigos.

"Professor Severo Snape

Escrevo para elogiar sua mais recente obra "Minerais e suas aplicações em Poções Bruxas." (Fiz uma expressão admirada pois, aquele livro deveria ter sido editado a uns três anos atrás). O livro é dinâmico e muito atrativo e esta sendo utilizado na disciplina de Poções Minerais na Universidade Bruxa de Cambrige. O senhor poderia me enviar uma foto autografa?

Atenciosamente,

Mirelle Askener"

Sarah, sem qualquer cerimônia, pergaminho limpo, uma pena de escrever e começou:

"Prezada Mirelle Askener,

Peco-lhe desculpas pela demora em responder-lhe. Quero agradecer a referência e elogios a minha obra e a atenção desprendida por si, em escrever-me. A foto está em anexo.

Atenciosamente, subscrevo-me.

(Parei aqui. Um dos S do nome dele tinha certeza de fazer idêntico, mas o outro... Bom...)

Severo Snape.

(Espiei criticamente a assinatura. Estava realmente muito boa.)

─ O que você está fazendo, srta. Prince?. ─ perguntou o professor Snape na porta da sala ao me ver, sentada em sua mesa, escrevendo com a sua pena de estimação.

─ Estou respondendo suas cartas.

─ Que cartas?. ─ perguntou ele alarmado.

─ Essas, dos fãs dos livros. ─ indiquei a caixa.

─ Ha!. ─ suspirou ele aliviado.

─ Vi a caixa no chão e comecei a escrever. Escrevi uma, quer ler?. ─ perguntoei, rapidamente, antes que Snape começasse a ralhar...

Ele pegou o pergaminho e leu, erguendo as sobrancelhas.

─ Tenho que me cuidar com você, srta. Prince. Só eu mesmo para saber que não escrevi essa carta. ─ completou devolvendo a carta para ela. ─ E que historia é essa de foto autografada?

─ Sim, eu vi que todo o ano tem o album de formatura e tem uma foto do senhor lá.. Pensei em tirar copias daquela, mas eu mesmo autografo.. não se preocupe.

(N/a: morram de fofura muahahahaha)

─ Senhorita Prince. Você não acha que esta passando dos limites?. ─ perguntou Snape bravo.

Narração on

Na verdade ele estava era sem reação. Em circunstâncias normais ele teria ralhado e descontados bons pontos . mas Lunar Prince.. ela diferente... Queria ter uma filha assim.

Narração off

─ Porque o senhor não responde as cartas do leitores?

─ Não tenho paciência para isso, senhorita Prince. ─ disse ele, ainda bravio.

─ O senhor ficou bravo comigo?Mas gostou da carta? Deixe-me responder as cartas.. Vai que arrumo um casamento para o senhor?

─ Senhorita Prince!

─ Esquece. Mas de qualquer modo, posso responder as cartas? E depois de hoje, posso continuar vindo fazer as pesquisas?

─ Olha, srta. Prince, em tantos anos é a primeira vez que alguém pede para voltar. ─ disse ele com um meio sorriso.

─ Acontece que gosto desse tipo de trabalho e também simpatizo com o senhor. Existe algum problema nisso?

─ Nenhum, senhorita Prince . Apenas é incomum. Vamos combinar que você virá três noites por sema para continuarmos as pesquisas?

─ Pode ser, mas vou requisitar a ajuda daqueles dois desocupados até terminarmos de responder todas as cartas dos leitores,o senhor deixa?

─ Não deveria, senhorita Prince. Mas vou lhe dar um voto de confiança.

Sorri radiante, e antes que eu dissesse ele retrucou:

─ Agora vamos ao trabalho, Prince. Recebi uma carta do hospital contando novidades. Parece que uma das poções fez algum efeito...

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