História A filha de Severo Snape - Capítulo 107


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Categorias Harry Potter
Personagens Fred Weasley, Jorge Weasley, Personagens Originais
Tags Harry Potter
Visualizações 200
Palavras 1.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 107 - Capítulo 107


Fanfic / Fanfiction A filha de Severo Snape - Capítulo 107 - Capítulo 107

A notícia de Julie Riddle fora presa foi ao público na manhã seguinte no Profeta Diário, com direito a foto de Violett como prisioneira na primeira capa.

O Ministério devia estar aguentando pressão demais para não convocar nem um julgamento para Violett e nem checar se havia Marca Negra no braço dela. Eles precisavam mostrar pra sociedade que o trabalho deles estava sendo feito.

Severo pagou a coruja do Profeta Diário pela manhã e pegou sua edição do jornal. Logo na capa, estava:

"PRESA JULIE RIDDLE, ACUSADA DE ASSASSINAR SIRIUS BLACK."

Ele olhou para a garota com rosto molhado e olhos inchados. Franziu o cenho e cerrou os punhos.

"Essa não é a Julie.", rosnou baixinho.

Ele já estava em casa, fazia uma semana que voltara e Narcisa e Belatriz já haviam vindo para fazê-lo realizar o Voto Perpétuo, jurando que protegeria Draco. Severo pegou um pedaço de pergaminho e uma pena e sentou-se novamente, escrevendo para a única pessoa que ele sabia que poderia ajudá-lo naquela hora.

. . .

A resposta de Dumbledore chegou dois dias depois, e, de alguma forma, ele acreditara em Severo e conseguira permissão para que ambos fossem a Azkaban.

Ansioso para descobrir se estava certo sobre qual garota fora preso, ele aguardou Dumbledore em pé, com a varinha na mão.

Não demorou para o homem barbudo e de oclinhos meia-lua chegar na Rua da Fiação. Ele bateu à porta da casa número doze e foi atendido em questão de segundos.

" Vamos?", falou suavemente.

"Ande logo.", respondeu Severo rispidamente.

. . .

Em Azkaban, Severo conjurou uma corça prateada e Dumbledore uma fênix. Ambos andaram com seus Patronos à frente até o alto prédio que era a prisão. Os dementadores os seguiam de longe, e os vários que haviam nos corredores se afastavam quando eles passavam.

Sem saber em qual corredor Violett estava, Severo e Dumbledore andaram por todos, sempre ouvindo os gritos dos presos que haviam enlouquecido.

Violett estava sentada na cama de pedra, encolhida num canto, com as mãos na barriga que já crescera um pouco, porém ainda não era notável por conta das roupas de Azkaban.

Em silêncio, ela pensava. Não podia deixar que seu filho nascesse ali, não sabia nem oque lhe aconteceria se fizesse isso. Seria melhor que abortasse o bebê. Seria cruel, mas ainda assim, melhor para ele, não? Afagou a barriga com os dedos, baixando a cabeça para olhá-la.

" Vai ficar tudo bem.", sussurrou. "Você vai ficar bem."

Fora os costumeiros gritos dos prisioneiros das celas ao lado, Violett não ouviu som nenhum, até que, chegou a ela um inconfundível som de passos. Ficou curiosa, dementadores não andavam para fazer aquele som. Se levantando, ela caminhou até as grades da porta da cela. Levou um susto. Severo estava ali, e logo atrás dele, Dumbledore, ambos ladeados pelos Patronos.

"Pai..."

Severo passou a mão pela grade, segurando a de Violett.

"Como soube que eu estava aqui?"

"O Profeta Diário, anunciou dois dias atrás."

"Ah, pai, foi tudo culpa da Julie... E o Fred... Ele não acreditou quando eu disse quem era, chamou o Ministério..."

"Ele é um idiota, Violett.", a garota deixou escapar algumas lágrimas.

"Como vou ficar?Como meu filho fica? Não era pra ser assim, era pra ser eu, Fred e nosso filho, mais nenhum problema."

"Eu vou te tirar daqui, eu prometo", falou Severo, enxugando as lágrimas de Violett. Ela concordou.

" Eu amava ele, pai... C-como ele fez isso comigo? Com o próprio filho!"

"Eu sei... Eu sei... Acredite, Violett, eu sei como é se sentir abandonado por alguém que ama."

Dumbledore fingia não escutar a conversa dos dois, olhava para os lados, como que avaliando a prisão.

"Temos que ir embora logo, Severo, não nos deixaram ficar muito tempo."

"Tudo bem.", ele falou, virado para Dumbledore. Voltando-se para Violett, ele disse:

" Eu vou te tirar daqui, isso é uma promessa.", Violett concordou. "Cuide-se.", ele olhou para a barriga dela. " Cuide dele também."

Acenando, Violett viu Severo e Dumbledore se distanciarem e descerem as escadas. Acompanhou os dois indo embora pela janela da cela, um pouco mais esperançosa do que antes.

. . .

Agosto chegou rapidamente e Fred o viu ir embora com a mesma velocidade. Era finalzinho de agosto, mais precisamente, dia 25.

O ruivo acordou no sofá do apartamento, ultimamente dormia ali, sem muita emoção para viver a vida. Para ele, Violett sumira, desaparecera do mapa, tornara-se irrastreável.

Cansado, pois fora dormir muito tarde, Fred esfregou os olhos e olhou para a mesinha de centro. Ele terminara de colar no álbum que pretendia dar de aniversário para Violett as últimas fotos. Pegou o álbum, o abrindo na primeira página.

Havia um dedicatória, algo que ele escrevera na noite anterior.

Violett,

Ok, eu não faço ideia de como fazer isso, sou péssimo com dedicatórias e cartas, mas vamos lá.

Eu estou com saudades. Faz quase um mês que você sumiu sem deixar pistas, onde você está? Bom, independentemente de onde quer que esteja, eu te amo.

Você é simplesmente incrível de todas as formas! Não há ninguém como você, que me faça sentir o mesmo que você faz, você é única! Corajosa, inteligente, linda, teimosa... Bem teimosa... Você me faz sentir como se houvesse mais do que pegadinhas e quadribol no mundo e eu quero fazer a coisa certa com você. Quero casar com você, criar nosso filho... Nossos filhos, porque quero vários. Quero envelhecer e morrer com você, porque eu te amo! Então, onde quer que esteja, volta, por favor.

Fred.

Virando a página, haviam as primeiras fotos. Uma Violett pequena, com onze anos, sorrindo com os gêmeos. A foto se mexia, repetindo a cena. De vez em quando ela botava a língua para fora e colocava dois dedos atrás das cabeças dos gêmeos. Havia fotos deles na Toca, rindo, fotos que Violett tirara dos gêmeos jogando quadribol no quintal...

Conforme Fred ia passando as páginas, ele, Violett e Jorge iam envelhecendo, tornando-se adolescentes. Fotos dela e de Jorge com as bocas sujas de cerveja amanteigada, as fotos que Fred tirara no Dia dos Namorados, Violett nas costas de Fred, ambos molhados, rindo.

E então, na última página, havia a última foto que tiraram juntos, de Fred e Violett. Ela tinha as mãos na barriga e parecia radiante, mas não mais que Fred, que mesmo não olhando para a câmera, somente com o rosto enterrado nos cabelos da namorada, rindo, esbanjava felicidade. Era como se, a quase um mês atrás, o futuro deles estivesse coberto em ouro.

Fred fechou o álbum, suspirando, e deixando uma única lágrima cair.

Photograph / Fotografia

Loving can hurt / Amar pode machucar

Loving can hurt sometimes / Amar pode machucar as vezes

But it's the only thing that I know / Mas é a única coisa que eu sei

When it gets hard / Quando fica difícil

You know it can get hard sometimes / Você sabe que pode ficar difícil as vezes

It is the only thing that makes us feel alive / Essa é a única coisa que nos faz sentir vivos

We keep this love in a photograph / Nós mantemos esse amor numa fotografia

We made these memories for ourselves / Nós fizemos essas memórias para nós mesmos

Where our eyes are never closing / Onde nossos olhos nunca estão fechados

Our hearts were never broken / Nossos corações nunca estão quebrados

And time's forever frozen still / E o tempo está congelado para sempre

So you can keep me / Então você pode me manter

Inside the pocket of your ripped jeans / Dentro do bolso dos seus jeans rasgados

Holding me close until our eyes meet / Me segurando perto até que nossos olhos se encontrem

And you won't ever be alone / Você nunca estará sozinha

Wait for me to come home / Espere por mim para voltar para casa

Loving can heal / Amar pode curar

Loving can mend your soul / Amar pode remendar sua alma

And is the only thing that I know / E é a única coisa que eu sei

I swear it will get easier / Eu prometo que isso vai ficar mais fácil

Remember that with every piece of ya / Lembre-se disso com cada pedaço seu

And is the only thing we take with us when we die / E é a única coisa que nós levamos conosco quando morremos

We keep this love in this photograph / Nós mantemos esse amor numa fotografia

We made these memories for ourselves / Nós fizemos essas memórias para nós mesmos

Where our eyes are never closing / Onde nossos olhos nunca estão fechados

Our hearts were never broken / Nossos corações nunca estão quebrados

Time's forever frozen still / O tempo está congelado para sempre

So you can keep me / Então você pode me manter

Inside the pocket of your ripped jeans / Dentro do bolso dos seus jeans rasgados

Holding me close until our eyes meet / Me segurando perto até que nossos olhos se encontrem

And you won't ever be alone / E você nunca estará sozinha

And if you hurt me / E se você me machucar

That's okay, baby / Está ok, querida

Only words bleed / Apenas palavras sangram

Inside these pages you just hold me / Dentro dessas páginas apenas me abrace

And I won't ever let you go / E eu nunca vou te deixar ir

Wait for me to come home / Espere por mim para voltar para casa

Wait for me to come home / Espere por mim para voltar para casa

Wait for me to come home / Espere por mim para voltar para casa

Wait for me to come home / Espere por mim para voltar para casa

So you could fit me / Então você poderia me colocar

Inside the necklace you got / Dentro do colar que você ganhou

When you were sixteen / Quando tinha dezesseis

Next to your heartbeat, where I should be / Próximo das batidas do seu coração, onde eu deveria estar

Keep it deep within your soul / Mantenha isso no fundo de sua alma

And if you hurt me / E se você me machucar

Well, that's okay, baby / Bem, está ok, querida

Only words bleed / Apenas palavras sangram

Inside these pages you just hold me / Dentro dessas páginas você apenas me abraça

And I won't ever let you go / E eu nunca vou te deixar ir

. . .

Violett estava de frente para a janela de sua cela, observando os dementadores que passavam de um lado para o outro, rondando Azkaban. Com certeza não era assim que ela planejara passar seu aniversário de dezoito anos, com toda certeza.

Respirou fundo e, mesmo sem ter um bolo ou uma vela para apagar, fez um pedido, o mesmo que fazia todo dia desde que chegara ali, que fosse embora logo. E então, baixinho, ela cantou:

"Parabéns para mim... Parabéns para mim..."


Notas Finais


Eu juro solenemente que não vou fazer nada de bom!
Então... Depois de uns dias a pessoa aqui tomou vergonha na cara e veio postar... Kkkkk
Bem, eu tive um momento de "bloqueio criativo" e a única coisa que tinha conseguido até ontem era terminar uma frase. Mas uma luz caiu sobre mim (eu ouvi um amém, irmãos? *piada interna*) e hoje eu consegui escrever. Desculpas de novo e...
Malfeito Feito!


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