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História A Filha de Tom Riddle - Segunda Temporada - Capítulo 12


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Notas do Autor


Eu sumi ne? Vamos aos fatos: perdi meu celular no natal, perdi minha senha do spiriti, nao lembrava meu e-mail, e to trabalhando que nem uma égua kkkkk então MIL perdoes! Aproveitem e TÔ DE VOLTA! ❤❤

Capítulo 12 - Avada Kedavra


Fanfic / Fanfiction A Filha de Tom Riddle - Segunda Temporada - Capítulo 12 - Avada Kedavra


*Alvo POV on*
Chego em meu dormitório e começo a bolar um plano para roubar o vira-tempo da sala da Sra. McGonagal. Fico um tempo anotando algumas coisas e acabo pegando no sono em cima dos papeis.
Acordo com Scorpius entrando no quarto, escondo os papeis em uma pasta e os guardo no meu malão para que ele não os visse.
Reparo que ele parece estar zangado comigo, e não tiro sua razão, se algo saísse errado eu poderia arruinar sua família, mas eu precisava tentar, afinal, e se desse certo?! Arrumei minhas coisas e tomei um banho me arrumando para o jantar de boas-vindas.
Me sento junto aos outros, ainda calado e de cara fechada, eu os entendo, mas eles não me entendem e eu não acho isso justo.

- Você desistiu daquela ideia maluca, né? - Helena cochicha pra mim e eu a encaro.

- Não é uma ideia maluca, e eu vou provar a vocês!

- Se algo der errado e você não tiver como consertar? Como vai ser? Han? - Scorpius me olha sério. - Isso é algo que não envolve mais apenas só você, envolve a mim! E a minha família também! Se algo der errado e você não conseguir ajeitar, saiba que nossa amizade morre naquele momento! - ele diz se levantando e indo na direção do salão comunal da sonserina.

[...]

Após o jantar, todos se reuniram e voltaram para suas devidas comunais, era hora de dormir por amanhã começaria um novo dia e voltariamos a ter tudo como era antes.

Todos ja estavam dormindo, me levantei no meio da noite e segui pelos corredores usando o feitiço Lumos para iluminar o caminho, vou até a sala da McGonagall e entro na mesma usando o feitiço "allohomora" que por incrivel que pareça funcionou perfeitamente.

Vasculhei a sala da professora, procurando o vira-tempo e nada de encontrá-lo. Percebo que havia uma gaveta trancada e uso novamente o feitiço para abri-la, pego o vira-tempo e fico impressionado em como foi fácil recuperá-lo. Achei que para uma diretora velha e experiente, a McGonagall esconderia melhor este artefato.

Saí da sala da diretora e segui até a torre de astronomia, onde aconteceu o assassinato do bisavô de Scorpius e Helena.

Coloquei o vira-tempo em meu pescoço como um colar e dei algumas voltas nele, quando dei por mim estava na torre de astronomia, em uma noite fria e sombria, escuto uma voz e me escondo atras de uma pilastra.

 

- Quem mais está aqui? Eu ouvi o senhor falando! - percebo que era o pai de Scorpius, Draco, que se aproximava apontando a varinha na direção de Dumbledore. Ele parecia assustado fazendo aquilo, como se ele estivesse sendo forçado.

 

- É eu tenho mania de conversar comigo mesmo, acho extremamente útil! Você tem conversado com você mesmo, Draco? - O velho retruca como se lesse os pensamentos do rapaz em sua frente o que faz Draco ficar um pouco pensativo. - Draco... - ele continua - Você não é um assassino.

 

- Você não sabe o que eu sou! - Draco esbraveja e reparo que ele começa a deixar lagrimas caírem pelo seu rosto que se encontrava vermelho. - Fiz coisas muito chocantes... - ele diz tentando parecer intimidador.

 

- Ah, como enfeitiçar Katie Bell e esperar que ela me entregasse um cordão amaldiçoado, como envenenar a garrafa de hidromel? Me perdoe Draco, suas tentativas tem sido tão tolas que não creio que realmente queria me matar. - o velho rebate confiante.

 

- Ele confia em mim! Eu fui o escolhido! - Draco diz e mostra a marca negra em seu braço esquerdo. Eu nunca tinha visto de tão perto como realmente era a marca negra.

 

- Devo facilitar para você... - O velho diz pegando a varinha e antes de qualquer movimento Draco o desarmou.

 

- Expeliarmus!

 

- Muito bom, muito bom... - Dumbledore elogiou. Percebo que nesse momento uma garota com cabelos cor de mel e mechas um tanto loiras entra na torre e fica atras de Draco, segurando sua mão livre enquanto apoia a cabeça no ombro do mesmo chorando. A reconheci como a mãe de Scorpius e Helena, Ária. - Você não está sozinho, existem outros...Ária querida, você não precisa fazer isso. - Dumbledore continua dizendo e olha para a garota em sua frente, que é sua neta.

- Como? - Dumbledore continua.

 

- O armário sumidouro na sala precisa! Eu o consertei... - Draco diz firme.

 

- Deixe me adivinhar...existe outro, um par!

 

- Na Na Borgin e Burkes, formam uma passagem!

 

- Inteligente! Draco, a alguns anos conheci um garoto que fez todas as escolhas erradas, deixe-me ajuda-lo. - Dumbledore diz solidário com a dor do Malfoy.

 

- Eu não quero sua ajuda! O senhor não entende?! Eu tenho que fazer isso! Eu tenho que matar o senhor! Ou então...Ele me matará! - sinto o medo de Draco e Ária exalando pela torre de astronomia.

 

- Oh...Olha o que temos aqui... - vejo uma mulher de cabelos extremamente bagunçados, alguns dentes podres e uma cara de maluca entrando na torre de astronomia. Não a reconheci de nenhum lugar. Vejo que ela vai para tras de Draco. - Muito bem Draco... - ela diz o incentivando.

- Boa noite Bellatrix, acho que fará as apresentações, não fará? - Dumbledore dirige a palavra a mulher.

 

- Adoraria Alvo, mas acho que estamos com o tempo apertado! - ela diz e volta a se concentrar em Draco. - Faça... - ela diz e olha para o rapaz o intimidando.

 

- Ele não tem coragem. É igual ao pai dele! - Um dos outros comensais diz e vejo Draco ficar tenso. - Deixe que eu acabo com o velho eu mesmo.

Não! O Lord das Trevas foi claro, o garoto que tem que fazer! -ela diz para o comensal e volta a se dirigir a Draco - Este é o seu momento! - a mulher diz enquanto o encara. - Mate-o, mate-o Draco, AGORA! - Draco estava sem reação, quando menos se espera uma voz surge.

 

- Não... - um homem pálido, com vestes pretas e cabelos tambem pretos aparece ao lado de Draco. O reconheço como Severus Snape, o homem cujo carrego o nome. 

 

- Severo... - Dumbledore diz e todos ficam encarando uns aos outros na sala quando um silêncio se faz constrangedor. - Por favor... - Dumbledore continua encarando Snape. Neste momento preparei minha varinha quando Snape foi par lançar o feitiço eu o desarmei ainda escondido, vejo que a mulher esbraveja e vai para cima de Draco.

 

- Faça! Ele confiou em você, essa missão é sua! Termíne-a! - ela grita com o rapaz que em um momento de loucura grita apontando para Dumbledore.

 

- Avada Kedrava! - Apenas escuto o grito de terror de Ária antes de ser trago a força de volta para o presente.

 


Notas Finais


Ish...ainda avisaram né? O que será que vai mudar dessa vez??


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