História A Filha De Um Criminoso - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Máfia, Morte, Novela, Romance, Suspense, Terror, Tortura, Violencia
Visualizações 53
Palavras 2.908
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Festa, Luta, Policial, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lembrando....

Ashley Benson como Allison Argent.

Bjs e byeeeeeee!!!

Capítulo 5 - Criminal Life Parte.1


Fanfic / Fanfiction A Filha De Um Criminoso - Capítulo 5 - Criminal Life Parte.1


             Brooke Mary Jenner

Os meses se passaram muito rápidos. Eu já estava completamente treinada e cada dia mas volúvel. Todos os dias desde que eu voltei para os EUA, o desgraçado do Ethan vive me atormentando por telefone. Ele acha que eu vou desistir da minha vingança, acha que eu vou arregar. Mal ele sabe que tudo que eu não estou fazendo e para acabar com a vidinha de merda dele. Tudo que ele terá será do Justin Bieber em troca da minha vingança. 

Eu andei pensando esses dias, e eu acho que eu poderia negociar com o Bieber de outra maneira. Eu acho que me cairia bem no lugar do Ethan. Eu. Uma das maiores criminosas de Las Vegas. Só de pensar sinto adrenalina pura em minhas veias. Mas não é fácil ter a máfia toda dos estados unidos em mãos. Não mesmo. Eu tinha que pensar de alguma maneira de matar o meu pai. E tomar tudo para mim. Seria demais. Imagina só, eu sendo a uma das maiores criminosas de Las Vegas. Só de pensar sinto adrenalina pura em minhas veias.

Eu estava numa porcaria de cafeteria. Com uma xícara de café das mãos. Eu não estava parecendo aquelas patricinhas, com uma xícara de café sobre o Pires, e dando aqueles leves goles no líquido. Coisa tipica de Patrícia. Mas eu odiava aquelas coisas, eu só estava fazendo aquilo por que estava frio em Las Vegas. E também por que estava um tédio aquele lugar. Estava muito melhor quando eu estava na Rússia. Pelomenos lá eu tinha alguma coisa para fazer, eu amava treinar com a Brenda. Ela literalmente estava me ajudando muito, coisa que meu pai nunca fez. Brenda estava virando uma grande companheira. Tenho que admitir que sentia saudades daquela cadela. De  tudo na Rússia eu sentia falta. Dos assaltos que eu mesma cometi, que tinha dado tudo certo graças á ela. Os treinamentos, até às minhas implicâncias com o Ryan eu sentia saudades. Ryan era um cara de boa, de vez em quando quando eu não tinha nada para fazer eu conversava com ele, apesar de ele ser entediante, e pra baixo. Eu até cheguei a desconfiar daquele cara. Mas depois de um tempo, deixei de pegar no pé do coitado.

Olhei para os lados e senti que tinha alguém me vigiando. Eu não posso ter visto mas eu senti uma leve impressão que estava sendo perseguida. Fodeu. Eu mal entrei naquela maldita vida, e já estou sendo vigiada. Que inferno.

— Senhorita — Olhei pra cima, e vi a garçonete da cafeteira. — Lhe trouxe a conta. 

— Toma. — tirei meu dinheiro da bolsa e entregando a ela. — Hei. Eu preciso conversar com você. 

— Comigo? Mas eu sou só uma garçonete da cafeteira, senhorita. — a filha da puta já estava se borrando de medo.

— Não seja idiota. — ela achava que eu era besta para não á conhecer de perto. — O que você está fazendo aqui, Allison? — Allison era a filha do braço direito do meu pai. Mas ela não era igual a mim, ela não teve uma vida nada agradável. Ela sofria muito nas mãos do pai e da mãe. Ela passava fome, e tinha vergonha de ser ela mesmo. A um tempo atrás ela tinha chegado na minha casa pedindo para Passar um dia lá, por que seus pais tinham brigado, e como sempre jogando a culpa nela. Ela chegava toda machucada na minha casa, com marcas roxas por todo o corpo, olhos inchados, e com as roupas toda rasgadas. Até eu chegava a ter pena dela. 

— Eu estou trabalhando, Brooke. — falou ela, abaixando a cabeça. Talvez com vergonha.

— seu pai lhe obrigou a vir trabalhar aqui? — Menina besta. Se eu fosse ela já estava fora do país a muito tempo. Mas era arriscado. Por que o pai dela trabalha com o "Poderoso" Ethan. Ele poderia achar ela onde, e quando quisesse.

— eu não posso te falar nada Brooke. Eu estou em horário de trabalho. E vim lhe trazer a conta. Com licença. — virou as costas. Mas eu fui mas rápida e puxei seu braço.

— você não pode fazer isso Allison. Dispensar uma cliente sem ela ter pedido algo a mais. Que feio. — sussurrei no seu ouvido, fazendo a mesma se arrepiar de medo. — me obedeça. Eu tenho uma proposta a lhe fazer. Sua vida não vai ser a mesma se aceitar.

— Por favor não faça nada! Pare com isso Brooke. Os clientes estão se assustando. — Sua voz estava embarcada de medo. Olhei para os lados e vi que os clientes estavam mesmo olhando para nossa direção. Mas foda-se. Essa era a única chance de acabar com o Ethan.

— me obedeça. Peça sua demissão e saia da cafeteira. Te encontro no meu carro. Você não tem escolha. Bye bye. Babe. — soltei seu braço com força. E sai daquele lugar o mais rápido possível. Eu ainda sentia que estava sendo vigiada. Seja lá quem for o filho da puta que está me vigiando. Mas foda-se. Eu só preciso da Allison agora. 

Eu já estava começando a ter uma ideia do que fazer com a Allison. Ela vai se infiltrar na casa do próprio pai, e descubrir os planos do meu pai. Muito fácil. E depois é só é ter a conversa com o Mistérioso Justin Bieber.  Esse cara já está me cansando. Eu tenho que ter uma maneira de achar esse cara aonde quer que ele esteja.

Escutei a porta do meu carro sendo aberta, e vi a Allison entrando com uma cara nada agradável. 

— o que você quer Brooke? Diga logo! — Falou impaciente.

— O assunto é sério. Se conversamos aqui é arriscado alguém ouvir. — falei o óbvio.

— então vai dirigindo e falando úe! — e era isso mesmo que eu ia fazer. Se alguém ouvisse meus planos, eu estava simplesmente na merda. Comecei a tirar o carro do estacionamento da cafeteira e arrancado o carro dali.

— Então... Eu preciso da sua ajuda, Allison. — olhei pra ela, e sua expressão de tranquila mudou para nervosa.

— fala de uma vez, Brooke. 

— Olha, como você já sabe minha mãe morreu. E eu preciso da sua ajuda com isso. Como você é filha do braço direito do meu pai, você pode me ajudar muito nos meus planos.  — falei olhando para o visor do carro.

— Está querendo dizer que...— a interrompi.

— Para você se infiltrar na casa do seu pai. E me dar informações sobre tudo que conseguir.

— CLARO QUE EU NÃO VOU FAZER ISSO, BROOKE. VOCÊ ME CONHECE MUITO BEM. E SABE COMO É MEU PAI. ELE ME ODEIA. E SE EU FAZER ISSO ELE ME MATA! — seu grito me fez tampar o olvido. Menina irritante do caralho.

— para de gritar sua idiota. Depois que isso tudo acabar, seu pai vai estar morto. Não é isso que você quer? Os dois vão estar mortos e você vai ter uma vida muito melhor do que você tem hoje. — por um momento eu vi ela serrar os punhos de raiva. Talvez pensado nas merdas que o pai dela faz.

— Eu aceito.

— pegue tudo que é seu. Você apartir de agora não vai mais morar de baixo da ponte. Vai morar na minha casa. Talvez não na minha casa. E sim na do meu futuro chefe. — Me referi a casa do Justin e  Vi um sorriso enorme brotar em seu rosto. E a mesma murmurou um "obrigada"

Sorri satisfeita. 

Agora o meu problema é com o Justin Bieber. Me aguarde Bieber.


            Justin Bieber P.V.O's


Meu carro estava na frente daquela cafeteira, esperando a Brooke sair do local. Mas parece que ela estava chantageando uma garota. Por sinal muito gostosa. Por um momento pude ver a Brooke mas de perto. 

Puta que pariu! Aquilo não era uma mulher. Não é possível. Que mulher gostosa do caralho. Sem dúvidas a mulher mais bonita e gostosa que eu já vi em toda minha vida. E olha que eu não estava exagerando. Ela possuia um corpo estragante e com as curvas bem alinhadas. Uma bunda enorme, só de olhar me deixava louco, os olhos dela eram um azul chamativo. Seus lábios carnudos com um batom vermelho. Seu rosto perfeitamente alinhados. Perfeita.

— Olha a babá caindo Drew! — escutei a voz de Ryan que estava no banco do motorista. 

— toma no cú. — falei e ele riu — como não babar com uma obra de arte dessas.

— cuidado para não se apaixonar, hein. Eu vi primeiro. — se gabou e eu caí na gargalhada.

— Depois sou eu que estou apaixonado. — Ele agora fez uma cara de tácho me fazendo rir internamente.

— Temos que tomar cuidado com essa mulher Drew. Ela é diferente de muitas outras. Até eu cheguei a ter medo dela. E olha que eu não tenho medo nem de você. — senti a raiva domar meu corpo. 

— como assim? Virou veado agora? Com medo de mulher Ryan?  Essa é boa. — meu sorriso cessou, vendo que ele falava sério.

— eu estou falando sério, Drew. Todo esse tempo que eu passei na Rússia. Deu pra ver que a garota pode ser até melhor que todos nós juntos. — eu não tô acreditando que eu estava olvindo aquilo.

— VAI DIZER QUE VOCÊ ESTÁ COM MEDO DE UMA CRIMINOSA APRENDIZ? —  falei alto.

— só estou te falando. Ela foi a única que conseguiu me pôr medo. Cara, ela nos treinos acabou com cinco caras de uma vez. E olha que eles estavam armados e ela estava limpa. Ela assaltou bancos sozinha, e invadiu sistemas sem ajuda. Essa mulher é uma lenda. 

— Você é um cagão, isso sim. — soltei uma risada debochada.

— depois diga que eu não avisei. — deu de ombros.

Eu não acredito que eu escutei aquilo vindo da boca de Ryan. O cara só pode estar louco. Ela não pode ser tudo isso que ele falou. Ou pode? Tanto faz. Se ela for boa mesmo. Já é um grande avanço.

— ela tá entrando no carro com outra mulher. VAI LOGO RYAN! SEGUE A PORRA DO CARRO! — ele babava tanto na Brooke. Que até nem viu ela saindo com o carro.

— calma Drew. Ela vai perceber que está sendo seguida. 

— se ela conseguir fugir Ryan, dessa vez eu te mato. Seu incompetente. 

— Calma cara. Ela não vai fugir. — olhei no retrovisor do carro dela. E vi ela destraída conversando com a outra mulher do lado dela. Ela ainda não tinha se ligado que estava sendo seguida.

Ryan seguiu para uma avenida escura, que só tinha mato e mais mato. Ela morava ali? Não podia negar que até eu comecei a achar essa mulher estranha.

O carro dela parou em frente a uma árvore, e a mesma desceu do carro. Porra. Até eu correndo perigo de ser visto por ela, meus olhos não desgrudava naquele corpo dos deuses. Vi a outra mulher decer do carro. E as duas caminharam naquele escuro sozinha até a entrada de uma casa deserta no meio do mato. Provavelmente era a casa da Brooke.

— Coragem da Brooke de morar nesse fim de mundo sozinha. — falou Ryan boquiaberto.

— Ela e louca! — falei, e vi as duas entrar na casa ainda sem ver  meu carro. — hora de pôr o plando em prática.

Ryan assentiu e saímos do carro fechando a porta com cuidado para elas não escultarem nada. Aposto que se elas escutassem alguma coisa, e bem capaz de receber um tiro vindo da Brooke.

Andamos em passos lentos até a porta. Mas aqueles matos não ajudava nada. A filha da puta veio morar logo no lugar deserto. 

Chegamos em frente a porta e escutamos risadas findo de dentro. Provavelmente era as duas rindo de algo. Bati na porta duas vezes e escutei as risadas cessarem. Ryan tinha um olhar um pouco assustado. Talvez com medo de receber um tiro ao em vez de receber um "Olá, pode entrar".  Eu estava começando a ter raiva do Ryan, por ter medo de uma mulher, que nem entrar na vida do crime, entrou ainda.

Depois de um tempo, a porta foi aberta mostrando que era Brooke com uma arma em mãos. A Vadia era ágil. Vi que ela ficou tensa ao ver Ryan ali. Seu rosto ficou vermelho de raiva. Seus olhos transmitiam fúria, e coisa não era.

— Olá, Brooke. — falei com um sorriso cafajeste estampado na face. — Prazer. Justin Bieber. Não vai me convidar para entrar?

A loira ao lado dela ficou perplexa de medo. Já a Brooke não tirava os olhos de mim. Seus olhos se encontraram com os meus fazendo uma corrente elétrica Passar por meu corpo.

Que viadagem era aquela?

 

      Brooke Jenner P.V.O's


Aquele sorriso...

Se eu sou que aquele cara era o Justin Bieber. Eu já tinha corrido atrás dele bem antes. Que homem era aquele, Jesus? Seus olhos eram os que mas me chamava atenção. Ele era... Simplesmente perfeito. Um Deus grego. 

Seus cabelos eram loiros queimado. formados em um perfeito topete. Seu rosto perfeitamente alinhados, olhos lindos, é um sorriso perfeito. 

Ele percebeu que eu encarava ele, e deu um meio sorriso. E que sorriso. 

— o que você quer? — perguntei fazendo pouco caso.

— Vou perguntar de novo. Não vai convidar seu chefe para entrar? — eu fiquei confusa com tudo aquilo. Logo meus olhos pairou em Ryan que estava do lado direito de Justin. Ele tinha uma cara nada boa. E aposto que a minha também não.

— entra. Temos muito o que conversar. — falei dando espaço para eles entrarem e os mesmos se jogaram no sofá como se fosse da casa. 

— você conhece esses dois? — Alli sussurrou no meu ouvido.

— Conheço. —menti. e ela soltou um suspiro de alívio — Hei, vocês dois. O que vocês pensam de estamos fazendo? Vocês não estão na casa da mãe Joana não! — gritei e o filho da puta do Justin começou a rir da minha cara.

— Viemos tratar á negócios. — falou Ryan. O idiota ainda vem falar comigo como se eu fosse ficar calada.

— ah é? Então quer dizer que você se infiltrou na casa da Brenda por causa de mim, huh? — tirei minha arma do cós da calça assustando um pouco o Ryan.

— foi por uma boa causa. Se eu não me infiltrasse lá. Você jamais conseguiria trabalhar com o Justin. Graças á mim o Bieber aceitou a proposta de você trabalhar pra ele. nesse exato momento eu estou pulando de alegria por dentro. 

— mas aposto que ele quer algo em troca. — falei e eles se entreolharam com a cara de "como ela sabe?" — eu não sou burra. Mas eu aceito trabalhar com vocês.

— eu sei disso, gata. — falou Justin. E eu revirei os olhos.

—mas é essa garota aí? Trabalha pra você? — Ryan perguntou se referindo a Alli. E ela permanecia séria.

— É a Allison. Apartir de agora trabalha conosco. — Justin arqueou as sobrancelhas.

— você está sendo folgada de mais, não acha? Decidindo quem trabalha pra mim? Eu mando no império, e você obedece. Me ouviu?  Minhas mãos estavam cossando para erguer a arma e atirar na testa dele.

— não seja ridículo. Ela é filha do braço direito do meu pai. Já é uma maneira mais fácil de acabar com ele. — falei.

— infiltrada? — sugeriu Ryan.

— Sim. — Falou Alli, pela primeira vez. Permanecendo séria.

—mas pra isso ela precisa ser profissional sua idiota. Você vai botar uma garota inocente infiltrada na casa do braço direito do meu maior inimigo? — Justin riu sem humor.

— Ela vai ser treinada assim como eu. Como eu comecei ela vai começar do mesmo jeito. — dei de ombros e percebi que eles estavam com os olhos vidrados nas minhas pernas. Nem faziam esforço pra disfarçar.

Filhos da puta.

— se você diz. Tá feito.—  Alli olhou pra mim e sorriu satisfeita.

— vamos assaltar um banco em comemoração a entrada de vocês no império. — Ryan falou na maior tranquilidade achando que é fácil assaltar um banco, mas pra eles que são profissionais pra essas coisas devem estar acostumados a assaltar bancos. Então preferi ficar calada, fui treinada pra isso, e é isso que eu vou fazer.

— feito — alli falou me fazendo estranhar seu comportamento, agora pouco ela estava desesperada por causa do pai, e agora está assim... Pra você ver o que o odio é capaz de fazer. — vamos só nós quatro?

— não. Vamos em maioria. E estejam prontas para a preparação do plano. Quero vocês na minha casa às 3:00 nessa madrugada, Sem falta. Vamos bolar um plano para não dar nada errado na hora do assalto. — Sorri satisfeita.

— tem que ser mesmo 3:00 da manhã? — Allison falou, e eu revirei os olhos.

— é isso ou nada. — Bieber olhou para mim dessa vez. — sem falta. Se der tudo certo Vamos fazer uma comemoração na minha mansão ou na minha boate.

— certo. — falei— em duas horas estamos na casa de vocês. É só Passar o endereço.

Dei um papéis para o Justin é o mesmo deu o endereço da sua mansão. Então... Meus planos estavam indo bem. Eu sinto é pena do Ethan. Coitado, mal ele sabe que eu estou crescendo na máfia e ele mesmo não vê isso.

— vejo vocês lá, gatas. — Justin me olhou de cima a baixo, e depois deu uma piscadela fazendo meu corpo todo tremer.

essa festa promete. — falei e Alli sorriu.





Continua...












Notas Finais


Até o próximo capítulo. ❤❤❤


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