História A filha do Gangster - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga)
Tags Bangtan Boys (BTS), Yoongi
Visualizações 39
Palavras 2.789
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem ❤

Capítulo 10 - Luffy


Fanfic / Fanfiction A filha do Gangster - Capítulo 10 - Luffy

- Eu matei Jackson. – Digo olhando para ele.

- Porque fez isso? Nós iriamos dar um jeito Sayuri. – Ele diz se levantando do sofá e me encarando.

- Jackson eu não sou uma criancinha que precisa ser protegida por vocês o tempo todo. Sou bem grandinha, se me ensinaram a atirar e lutar sei que é para me proteger e proteger aqueles que amo. – Digo me levantando e encarando o mesmo.

- A arma deve ser usado em casos que realmente é preciso.

- Então porque me deu a arma? – Digo ainda encarando ele.

O silencio tomou conta do lugar, ninguém falava mais nada, apenas se encaravam e abaixavam as cabeças. Ouço batidas na porta, pego minha mochila e vou até a mesma com pressa. Abro a porta e vejo que era meu pai, saio de dentro da casa sem me despedir de ninguém e começo a caminhar para longe da casa, sendo seguida pelo meu pai. Fomos até o carro sem falarmos nada, ele sabia que algo havia acontecido e que eu queria ficar quieta na minha, mas assim que entramos no carro ele resolveu falar.

- Aconteceu alguma coisa filha? – Ele diz me olhando preocupado.

- Briguei com o Jackson, nada demais. – Falo colocando o cinto e encostando minha cabeça no vidro.

- Eu não sei o que aconteceu, mas não seja orgulhosa. Se acalme um pouco e depois converse com ele. – Meu pai diz colocando o cinto e ligando o carro. Assenti e ele acelero.

Fomos para casa sem falarmos mais nada, eu não queria conversa com ninguém, apenas queria pensar. Talvez ouvir uma música, ler um livro e entrar novamente no meu mundinho, aonde eu não mato pessoas, aonde não tenho que me preocupar com meus amigos, aonde tudo é normal e todos somos felizes.

Pego meu fone, coloco nos meus ouvidos e coloco minhas músicas calmas. Fecho meus olhos me concentrando na voz do homem que a canta. É uma voz calma, um pouco grossa, mas que me faz esquecer dos problemas.

...

Acordo com o despertador, desligo o mesmo e me sento na cama. Ontem à noite não fiz nada demais, apenas tomei meu banho e vim dormi, não, eu não jantei. Meu pai pediu para eu mandar mensagem para o Jack, mas eu não sei o que dizer... abro nossa conversa e leio. Sempre fomos melhores amigos, ele sempre me protegeu, me ajudou, ele era como um irmão mais velho. Bloqueio o celular e jogo ele na cama. Vou até o banheiro, tomo um banho morno e lavo meus longos cabelos. Assim que saio me seco e coloco o uniforme. Quando estava pronta desço as escadas indo tomar meu café. De novo estava sem fome, apenas peguei um todinho e sai, me despedi de meu pai e fui para a escola.

Assim que cheguei na mesma, todos olhavam para mim e cochichavam coisas que eu não conseguia ouvir. Fui para minha sala e me sentei na minha carteira. Com meus fones no ouvido deitei minha cabeça em cima de meus braços e fechei os olhos para dormir mais um pouco. Acordo com a correria dos alunos, olho as horas e era hora o intervalo.

Me levantei e fui para a cantina, comprei um salgadinho e um suco de laranja e fui para a quadra de basquete. Me sentei em um banco que tava na sombra e fiquei vendo os garotos suados jogando. Me sinto observada e olho para as arvores distantes. Vejo um homem me olhando e assim que eu vejo ele, ele se vira de costas e sai. Volto a olhar para meu salgadinho, não sei se devo ligar para alguém e avisar, ou se devo tentar me defender sozinha.

Desligo a música mais ainda continuo com o fone, quero ouvir se tem alguém aqui perto. Ouço um barulho no mato atrás de mim e me levanto rapidamente olhando para trás. Mas assim que viro vejo que não era uma pessoa, era um filhote de cachorro. Vou até o pequeno, e vejo que era macho. Pego ele no colo e olho o mesmo. Ele era marronzinho com branco, pelo jeitinho parece um Pembroke Welsh Corgi. Coloco ele dentro do meu moletom e o sinal bate. Passo na cantina mais uma vez e compro algumas bolachas pequenas salgadas super gostosinhas e vou para a sala. Eu estava andando super rápido com medo de alguém perceber que tinha algo de baixo do meu moletom. Assim que chego na sala coloco o pequeno dentro da mochila e coloco a mochila deitada na cadeira da Sunmi.

O professor e os alunos entram na sala e eu abro o pacote de bolacha rapidinho e dou uma bolachinha para o filhote. Ele cheira, cheira, cheira, e finalmente come. Assim que ele acaba de mastigar a bolachinha ele olha para mim balançando a colinha pedindo mais. Pego o pacotinho e rasgo, deixando bastante espaço para ele pegar as bolachas. Coloco o pacote dentro da mochila e começo a copiar o que o professor estava passando.

Depois de copiar tudo do quadro olho o cachorro ao meu lado, ele estava deitado, havia comido um monte de bolacha. Ele me olha e balança a cola, e então, ele arrota. As pessoas da sala me olham e eu olho para todos envergonhada.

- D-Desculpa. – Digo abaixando a cabeça.

Todos riem e o professor me encara, faço uma referência com a cabeça pedindo desculpa para o mesmo, que dá continuação a sua aula. As aulas estavam passando muito devagar, e o cachorro estava impaciente dentro da mochila, ele choramingou uma vez, fazendo eu ter que brigar com ele com muito cuidado para ninguém ver. Mas assim que senti o cheiro do pum do mesmo, fiquei com vergonha novamente e coloco o mesmo dentro do meu moletom, com cuidado para ninguém me ver.

- Professora. Posso ir no banheiro? – Pergunto me levantando.

- Não pode esperar a aula acabar senhorita Ushida?

- É que é coisa de menina... entende? – Digo mostrando um pacotinho de absorvente discretamente.

- Vai senhora Ushida, mas volte logo. – Ela diz se virando novamente para o quadro.

Saio da sala o mais rápido possível, vou para a saída de trás da escola que dá ao local aonde eu fico no recreio. Começo a sair de costas para ver se alguém vinha nos corredores, mas, acabo esbarrando em alguém. Assim que me viro vejo um rosto familiar, era Yoongi.

- Tá doido? Quer me matar de susto? – Digo sussurrando para o mesmo.

- O que tas fazendo fora da sala? – Ele sussurra e colocando as mãos dentro da calça.

- Levando o cachorro pra fazer coco.

- Pera, você disse cachorro?

- Sim, vem e fica quieto. – Digo saindo indo até as arvores.

Entro dentro da mata e me escondo atrás de umas arvores junto com Yoongi, me abaixo e tiro o cachorro de dentro do meu moletom.

- Não acredito que trouxe um cachorro para a escola.

- Eu acabei de encontra-lo. Acho que ele foi abandonado.

- Que estranho, um cachorro de raça ser abandonado assim.

- Pois é, eu também estranhei. Mas enfim, vou leva-lo para casa e ver se meu pai deixa eu ficar com ele. Eu sempre quis ter um cachorrinho. – Digo olhando para Yoongi.

- Pega essa sacolinha.

- Obrigada. – Digo pegando a sacolinha de sua mão.

Assim que o cachorro acaba de fazer coco, pego a sacolinha e recolho o coco do mesmo e jogo em um lixo que havia do lado de um banco. Yoongi disse que cuidaria do cachorro enquanto eu estivesse na escola, mas assim que eu saísse era para mandar uma mensagem para o mesmo para eu ir busca-lo.

Voltei para a sala de aula e continuei a copiar as coisas do quadro. Depois de um tempo a aula finalmente acabou. Guardei minhas coisas e liguei para Yoongi, que logo me atendeu.

- Aonde você tá? Já sai da escola.

- To aqui em uma pracinha, pode vir aqui?

- Que pracinha.

- Uma aqui atrás da sua escola, tem uma trilha até aqui mas é uma caminhada um pouco grandinha.

- Tá, to indo ai.

Entro na mata e logo encontro uma trilha. Sigo a trilha por alguns minutos e finalmente chego na pracinha aonde Yoongi brincava com o cachorro. Yoongi tacava um graveto para o cachorro que ia correndo pegar todo feliz. Fui até Yoongi e me sentei do lado do mesmo, vendo o cachorro trazer o graveto para ele.

- Ele não deu trabalho?

- Não, ele estava até agora pouco dormindo no meu colo.

- Você já teve algum cachorro?

- Não. Não gosto de despedidas, e animais tem vidas muito curtas. – Ele diz olhando para o cãozinho que se sacode com o graveto na boca.

- Eles têm vidas curtas pois já nascem sabendo a amar, coisa que nós, seres humanos, levamos uma vida inteira para aprender. – Digo voltando a olhar para o cachorrinho.

- Minha mãe amava animais. Ela sempre disse que se um dia eu encontrasse algum animalzinho na rua que precisasse da minha ajuda eu deveria ajuda-lo. Ela me fez prometer isso. – Ele diz rindo um pouco, parecendo lembrar.

- E você não encontrou nenhum animalzinho por aí? – Digo olhando para o mesmo sorrindo fechado.

- Já encontrei um gatinho, mas ele tinha dono e então eu devolvi. Depois disso nunca mais peguei nenhum bichinho.

Ficamos em silencio por uns minutos e decidi ir para casa. Yoongi seguiu o seu caminho, e eu fui para minha casa com o cachorrinho. Yoongi havia comprado uma guia para ele. Então de vez de leva-lo em meu colo o caminho inteiro até minha casa, andava nas causadas que tinham sombras segurando o pequeno pela guia.

Não demorou muito e chegamos em casa. Meu pai não estava, havia um papel em cima da mesa avisando que ele teve que sair e não sabia que horas voltaria, e também não disse para onde foi. Subi para meu quarto junto com o cachorrinho e resolvi dar um banho no mesmo. Enchi um pouco minha banheira com agua morna, e coloquei o cachorrinho dentro. Peguei um sabonete novo e passei pelo corpinho do cachorro.

Ao contrário da maioria dos outros cachorros, ele ama banho. Ele corria pela banheira inteira, pulava fazendo gotas de aguas me molharem. Ele é um cachorro bem animado. Assim que acabei o banho dele, peguei o secador e sequei o mesmo. Quando ele estava seco, coloquei ele em cima da minha cama, peguei minha mesinha e meu notebook e fui pesquisar nomes para cachorros.

Achei vários nomes, mas nenhum que me agradou. Então um nome veio em minha cabeça, Luffy. Eu não sei de onde tirei esse nome, mas gostei. Olhei para o cachorro que se esfregava na minha cama, ele latia e se esfregava de novo. Ri do seu jeito fofo e resolvi ver meu anime na tv. Com a cama arrumadinha para assistir meu anime, fecho as cortinas, coloco uma roupa confortável e me deito na cama junto com Luffy. Ele se estica do meu lado e eu ligo a tv, colocando meu anime.

Acordo e vejo que estava abraçada com Luffy, o anime ainda estava passando na tv. Desligo a mesma e me levanto da cama, ligando a luz do quarto e indo tomar meu banho. Assim que acabo meu banho, coloco uma calça de moletom, uma blusa e meu moletom por cima. Saio do banheiro e vejo Luffy ainda estava dormindo. Desço as escadas e vejo que meu pai ainda não chegou. Ouço um choro de cachorro vindo do andar de cima, vou até a escada novamente e vejo que Luffy olhava para baixo com medo. Me abaixo na frente da mesma e chamo o pequeno.

Ele desce com cuidado, e consegue descer as escadas chegando até mim. Pego meu dinheiro, a guia do Luffy e resolvo ir comprar a comida dele. São 19 horas, não sei se vão estar vendendo comidas para cachorros essa hora, mas Luffy precisa de comida, então não custa nada ir atrás de uma comida para ele. Chego em um pet shop enorme, aonde tinha coisas de vários animais. Uma moça me recebe e eu digo que quero comidas para cachorros filhotes. Ela me leva até um corredor cheio de ração de cachorros, e me mostra as rações de filhotes, acabo escolhendo a melhor, pois quero que Luffy seja bastante saudável. Ela me mostra algumas roupinhas de cachorros, e como está chegando o inverno, resolvo comprar algumas roupinhas para ele.

Fui comprar uma ração para o cachorro e acabei comprando uma caminha pequena para o Luffy, uma cobertinha para ele, roupinhas para o inverno que está bem próximo, sapatinhos para caminharmos e ele não queimar as patinhas, já dei duas vacinas no mesmo, já vi sobre a castração, comprei bebedor e um pote para a comidinha dele, fraldinhas para colocar no chão para ele fazer necessidades, comprei petiscos e vários brinquedinhos para ele.

Sai de lá cheia de sacolas e com o Luffy de macacãozinho azul de corujinha e meia listrada. Fui para minha casa carregando as sacolas e rindo do pequeno correndo e tropeçando algumas vezes. Assim que chegamos em casa, entramos na mesma e meu pai estava falando em chamada. A, hoje ele está de folga. Ele se despede da pessoa e desliga e olha para mim surpreso.

- O que é isso tudo? – Ele pergunta olhando para as sacolas em minha mão.

- São as coisas do Luffy. – Digo fazendo ele olhar para o cachorro que balançava a colinha para o mesmo feliz.

- Sayuri eu não acho que seja uma boa ideia termos um cachorro.

- Mas pai, eu sempre quis um cachorrinho. E Luffy foi abandonado na escola, e eu achei ele. Por favor, deixa eu ficar com o Luffy. Prometo que irei cuidar dele certinho, irei ensinar aonde ele deve fazer as necessidades, o que pode e o que não pode roer, o que pode e não pode fazer. Por favor pai, Luffy é um bom garoto. – Digo fazendo carinha triste. Ele recebe uma mensagem, lê ela e volta a olhar para mim e para o pequeno.

- Ok. Você pode ficar com o Luffy. – Ele diz sorrindo.

- Obrigado. – Digo soltando as coisas com cuidado no chão e indo até o mesmo abraça-lo.

Coloquei a caminha do pequeno em meu quarto, seus brinquedos estavam lá também. A comidinha e a agua ficavam no corredor, pois assim ele não precisaria ficar descendo as escadas o tempo todo. E a fraldinha higiênica dele ficava em um cantinho do corredor que não usávamos e ficava meio que escondida. Luffy adorou os novos brinquedos, adorou as roupinhas e os sapatos, mas, uma coisa ele não gostou, da cama dele. Luffy chorou uma hora seguida por que queria subir na cama para dormi comigo. Acabei deixando ele ficar na minha cama e ele dormiu feito um anjinho.

No outro dia, acordei mais tarde pois era sábado. Acordei era 11 horas com o sol batendo na minha cara. Como? Minha cama é bem dizer grudada na janela, e o senhor Luffy abriu a janela para ficar vendo os passarinhos voando do lado de fora e os carros passando lá em baixo. Assim que ele vê que acordei, ele corre até mim e lambe meu rosto, me fazendo rir. A porta do meu quarto se abre, era meu pai com uma... mini escada nas mãos?

- Pra que isso? – Digo olhando para o mesmo.

- Luffy que dormi na cama com você, ele precisa comer e fazer as necessidades durante a noite também, então resolvi fazer uma mini escadinha para ele enquanto você dormia.

- Como soube que Luffy estava dormindo comigo?

- Hoje de manhã vim ver como estava o Luffy, e vi que ele estava dormindo com você, e lembrei que ontem à noite do nada ele parou de chorar, por que você colocou ele na cama, e se assim ele ficou quietinho é porque ele quer uma companhia para dormir. – Meu pai diz colocando a escadinha ao lado da minha cama para o pequeno. – Prontinho Luffy. – Meu pai diz sorrindo para o pequeno.

- Obrigado pai. – Digo sorrindo para ele.

Luffy pega uma cenoura de brinquedo que eu havia comprado para ele e leva até meu pai, assim que meu pai tenta pegar a cenoura Luffy sai correndo pela cama. Meu pai começa a brincar com o mesmo fingindo que vai pegar a cenoura e Luffy corre por toda a cama, chega até a pular em cima de mim para fugir do meu pai. Gosto quando meu pai sorri e se diverte assim. Sei que esses sorrisos que está dando agora são verdadeiros, espero que Luffy traga bastante felicidade na vida de meu pai.


Notas Finais


Gente, sábado e domingo eu acho que não conseguirei postar, peço desculpa por isso. Até segunda então 😕❤


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