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História A Filha do Meu Padrasto - Jenlisa (G!P) - Capítulo 10


Escrita por: iCloe

Notas do Autor


hello!! >.<

me perdoem por deixá-los esperando esse longo tempo, passei a semana com a minha família e foi bem difícil de escrever. acreditem, foi extremamente difícil escrever este capítulo! aksjkd

até mais!! <3

Capítulo 10 - Capítulo 10


Jennie

— O que vocês estão fazendo? — Jisoo perguntou com o cenho franzido, segurava três copos de suco, os colocando na mesinha de centro.

Parei de fazer cócegas em Lisa e a mesma, rapidamente, se sentou. Cada uma pegou um copo de suco, era de frutas vermelhas, um dos sabores mais gostosos. Jisoo nos encarava enquanto bebia seu suco e eu já estava ficando sem jeito, aquele silêncio estava ficando constrangedor.

— Jisoo, é sua vez de jogar. — Peguei o controle e alcancei para ela, meu objetivo era acabar com aquele silêncio.

Jisoo sabia do que estava rolando entre mim e Lisa, eu sabia do que se tratava aquele olhar, era como se fosse um "Eu sei que se eu não estivesse aqui, rolaria algo entre vocês.", era definitivamente isto. Mas admito que é verdade, talvez eu quisesse muito mais do que ouvir a risada de Lisa, talvez eu quisesse beijá-la.

Assim que passei o controle para ela, logo recomeçou, Jisoo não conseguiu matar todos os lobos de primeira, mas na segunda vez, sim. Lisa voltou com o mesmo comportamento de antes, estava quieta, mas pelo menos não parecia estar aborrecida como algumas horas atrás. Jisoo parecia se preocupar, eu entendo, Lalisa é difícil de interpretar, às vezes não consigo saber se está triste, feliz ou "tanto faz".

— Você está bem, Lalisa? — Jisoo perguntou, ela assentiu concordando. Não adiantava perguntar, ela poderia mentir.

Jogamos por várias horas até cansar, não poderíamos ir embora tão tarde, então ajudamos Jisoo com a pequena bagunça que fizemos e fomos para casa. Estava quase anoitecendo quando chegamos, vimos o carro da minha mãe na garagem, ela já havia chegado do trabalho e pelo visto, o pai de Lalisa também. Estavam os dois subindo as escadas quando chegamos, tiramos os sapatos e subimos também.

— Onde vocês duas estavam? — Minha mãe perguntou, alisando os meus cabelos.

— Na casa da Jisoo

— Certo. Vamos tomar um banho e já vamos descer para o jantar, esperamos vocês duas — Assenti e peguei a mão de Lisa, a guiando até meu quarto.

Fechei a porta e só depois percebi ter trancado, Lisa se sentou na cama com um semblante confuso, porém, tranquilo.

— Lisa... — Me aproximei vagarosamente cruzando os braços. — Lembra quando me disse que ninguém sabe o que você sente, pois acha que ninguém quer saber? — Ela assentiu. — Bom, eu quero saber. Por que não me conta? — Me sentei ao seu lado, descruzando os braços.

— Eu não sei se quero falar sobre isso... — Dizia sem olhar para mim, eu percebi seu desconforto, mas tentei confortá-la abraçando seu braço esquerdo e apoiando minha cabeça em seu ombro, eu já havia percebido antes a sua dificuldade de reagir e receber carinho e afeto, estava sendo a mesma coisa.

— Lembro que uma vez eu estava chateada com algo, não lembro com o quê, era muito pequena, mas lembro que não queria dizer a ninguém. Meu pai me disse que se eu guardasse aquilo pra mim, ia me fazer muito mal, ia me deixar mais triste do que eu já estava, então eu decidi conversar com ele, foi a melhor decisão que eu havia tomado. — Levantei a cabeça, tirando do seu ombro para olhá-la, ela me olhou assim que a olhei. — Se você não quiser falar sobre isso, tudo bem, mas você pode confiar em mim, Lisa, não estou aqui para te julgar, mas para te ouvir. Mas se quiser conversar sobre qualquer outra coisa e isso fazer você se sentir melhor, eu topo! — Sorri com os lábios, ainda olhando em seus olhos. Eu queria passar confiança a ela e também, deixá-la confortável perante a isso.

De repente aquele seu rostinho sério, passou a se formar um sorriso de canto, para deixá-la feliz, já era um começo.

— Tudo bem se não quiser falar, mas eu não vou desistir de te fazer rir! — Passei a fazer cócegas em sua barriga, no começo ela apenas sorriu se afastando ou tentando impedir minhas mãos, mas eu não desisti e continuei fazendo ainda mais.

Ela chegou a deitar na cama, eu não parava por nada, cada vez mais ela soltava a sua risada e ficava ainda mais alta.

— Jen-nie!! — Ela gargalhava a cada sílaba, era tão engraçado.

Tive que parar por um tempo, a menina estava ficando sem ar e ofegante, ela me olhava segurando as minhas mãos para garantir que eu não fizesse cócegas em si novamente. Eu sorria para ela, às vezes soltando gargalhadas com a situação, o que ela mais temia era receber as cócegas. Ela me segurava, mas eu não faria mais, Lisa parecia quase morta com tantas cócegas que fiz nela. Eu deitei ao seu lado, ainda rindo da mesma.

— Mesmo que eu adore fazer cócegas em você e ouvir a sua risada, vou deixar você respirar um pouco. — A olhei, a fazendo olhar para mim também.

— Eu não gosto de me sentir presa a isso, é quase insuportável pra mim, mas eu gosto da sensação um pouco

— Eu também! — Disse, rindo. — Meu pai fazia muito em mim — Lisa se virou para mim, apoiando sua bochecha em sua mão, ela me olhava bem no fundo dos olhos.

— Você é como o seu pai, faz as mesmas coisas. — Eu dei um pequeno sorriso de canto, e ela fez o mesmo. — O que aconteceu com ele? — Após ouvir sua pergunta, olhei para o teto soltando um suspiro e me sentei na cama, lembrando dos últimos momentos que tive com meu pai. Eu pensava em como responder aquela pergunta, já que, era difícil falar sobre o que aconteceu sem que me deixasse triste, e eu não queria ficar triste, então tentei.

— Meu pa-

— Meninas, vamos descer! — Ouço a voz do pai de Lisa, junto ao som das leves batidas na porta, o que me fez dar um pequeno pulo de susto. — Vamos lá, Lisa. — Apoiei minhas mãos na cama e levantei meu quadril para ir para frente e me levantar da cama, mas não levantei, Lisa havia segurado o meu braço.

A garota era forte, muito forte, eu não conseguia me soltar. Ela abraçou minha cintura, passando a fazer cócegas na minha barriga em seguida. Era quase insuportável, eu não conseguia parar de rir, era como meu pai fazia. Lisa fazia em minha barriga e até no pescoço, a minha risada estava tão alta que até imaginei que minha mãe poderia vir ver o que está acontecendo. Lisa era forte, mas eu tentava ao máximo me soltar, até que caí da cama. Ela me olhou preocupada, mas eu disse com o olhar que não precisaria se preocupar, pois estava tudo bem comigo. Fiquei de joelhos ficando de frente para ela e a mesma deitou novamente na cama, ficando com a cabeça na beirada, sorria com os olhos fechados. Era isso que eu queria, que a Lisa estivesse feliz. Aquele rosto de anjo, bem ali na minha frente, só me fez querer uma coisa.

Seu rosto estava virado de ponta cabeça para mim e seus olhos fechados. Cheguei tão perto que pude ouvir sua respiração, e segurei seu rosto, acariciando suas bochechas com o meu polegar, ela abriu os olhos ao sentir. Seus lábios estavam entreabertos, e o seu pescoço... céus, ele estava totalmente exposto sem nenhum fio de cabelo cobrindo suas partes, e a beleza da sua clavícula muito bem desenhada combinava tão bem, eram tão belos juntos.

Aproximei-me um pouco mais de sua boca para sentir seus lábios macios, selei os nossos por um curto tempo, além de sentí-los macios, senti novamente aquele gosto adocicado do hidratante labial, e me afastei a olhando. Lisa me olhava e eu não conseguia saber o que ela estava sentindo ou pensando, eu já estava ficando apreensiva, até que fui pega de surpresa.

— Posso dormir com você esta noite? — Engoli o seco, mas assenti com um sorriso e a beijei novamente.

— Vem, nossos pais estão nos esperando!



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