História A filha do meu Padrasto - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Amor, Anthony, Lorena, Meioirmãos, Proibido
Visualizações 163
Palavras 968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Comentem oque acharam meus amores...

Preciso de motivação.

Beijos, boa leitura a todos

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction A filha do meu Padrasto - Capítulo 10 - Capítulo 10

Acordo com meu celular vibrando, eu estava com dificuldade de abrir os olhos por causa da claridade que vinha da janela.

Lorena estava ao meu lado, ela dormia suavemente seu corpo nu estava descoberto revelando belas curvas.

Procuro meu telefone pela cama abrindo o novo torpedo que acabará de chegar.

Não esqueça o nosso compromisso hoje às 18h, nos encontraremos em frente ao bar novamente.

Gregory.


E foi assim que eu me acordei de vez, com o meu melhor amigo me lembrando da roubada que ele mesmo me meteu.

Tiro a mão da Lorena lentamente de cima da minha barriga, saio da cama indo para o banho.

Hoje meu dia será corrido, eu não sei oque o tal do abc estava tramando para nós, apenas queria ele o mais longe possível da minha família.

Eu iria manter meu pai e a polícia longe disso, acho que Gregory e eu podemos acabar com isso assim que entregarmos o dinheiro há ele, o tal dinheiro que eu ainda não consegui... Ele está pedindo uma quantia muito alta, eu terei que consultar meu pai antes de tirar essa grana do banco e ele com toda certeza vai querer saber até os mínimos detalhes do porque eu estar tirando tanto assim.

-é falta de educação deixar uma dama sozinha na cama, sabia?!

Abro o box vendo Lorena enrolada no lençol, seus cabelos estavam rebeldes sua voz sonolenta e seus olhos estreito revelavam uma noite bem dormida.

-desculpa, estava louco por um banho.

-posso?

Ela pergunta deixando o lençol cair vindo em minha direção.

- claro.

Dou espaço para a mesma entrar, dividir o chuveiro com a Lorena era a segunda melhor coisa que me aconteceu dentro de 24 horas, a primeira foi a nossa noite com certeza...

- vai sair hoje.

- Gregory precisa do segundo tempo de conversa.

Ela fica calada, e isso me preocupa.

-e você?, Vai sair hoje?

-sim, tenho que resolver algumas coisas... Coisas rápidas.

-sei.

Sei...sei que ou ela estava me escondendo algo ou ela queria me dar o troco.

Depois do banho e de um  beijo demorado Lorena foi para seu quarto trocar de roupa, eu coloque uma bermuda e me atirei na cama novamente.

O dia da chegada de minha mãe e de Ricardo se aproximava, e havia lado bom e ruim nisso.

Eram tantos problemas há serem resolvidos que eu até ficava zonzo.


-filho o café está pronto.

- já estou descendo Socorro.

Eu não estava com fome... Eu não queria nada, só queria resolver isso e seguir em frente como se nada disso tivesse acontecido

*****

Eram 17:21 e eu estava saindo de casa, eu irei deixar Lorena em frente a sua escola e de lá eu iria em direção ao bar.

Não mantive contato com Gregory des do último torpedo que ele me enviou, isso me fazia ficar com um pé atrás.

-quer dinheiro pro táxi?

Digo parando o carro em frente ao portão do colégio.

- não obriga, eu tenho.

Ela fica me olhando por alguns segundos e de repente um sorriso meigo aparece em seu rosto.

-vê se não chega de madrugada hoje em casa.

-vou fazer o possível.

Ela encosta sua boca na minha me dando um selinho rápido.

*********

-achei que você não viria.

-aí colocaria minha família em risco?!

Saio do carro ignorando a presença de Gregory.

-mono desculpa, eu...

Uma moto em alta velocidade freia bruscamente em nossa frente nos assustando.

- então os florzinhas vinheram.

O tal do abc desce da moto vindo em nossa direção, eu não queria deixar meu medo visível, eu precisava me manter firme e forte, pelo menos na frente dele... Do tal chefão.

-vamos acabar logo com isso, diz o que temos que fazer.

-quem diz quando e como isso acaba sou eu, a quantia que seu amigo me deve é muito alta, o castigo tem que ser há altura.

-ok, oque temos que fazer?

-primeiramente, preciso que peguem isso.

Ele joga uma mochila no chão, Gregory olha pra mim mas continua imóvel.

-vão ficar se paquerando ou vão abrir essa porra de uma vez.

Me aproximo da mochila, há abrindo com cautela me deparando com armas e munições.

-que porra é essa.

Me levanto rapidamente me distanciando, aquilo estava indo longe de mais.

-isso é do que você precisa se quiser se manter  vivo.

Ele pega duas armas me entregando uma e outra para Gregory.

Pega a segunda mochila que estava com o rapaz que dirigia a moto, tocando ela nos pés de Gregory.

- vocês vão entregar essa encomenda pra mim, na praça onde tudo começou... O G sabe onde é, lá terá um rapaz esperando por vocês.

Gregory tira uma caixa da mochila mas antes mesmo que ele pensasse em fazer alguma coisa abc completou:

-se fizerem qualquer bobagem... Qualquer uma que seja, abrir a caixa... Entregar para a polícia... Ou tocarem fora... Eu mato vocês sem pensar duas vezes, e depois vou atrás da...

- nós já sabemos, e depois você vai atrás das nossas famílias.

Digo completando a frase que ele mais disse em dois dias.

-é... Isso mesmo, que bom que você já sabe.

Gregory põe novamente a caixa dentro da mochila e logo após ajeita ela em seu ombro.

- façam essa entrega e estão liberados, mas amanhã no mesmo horário quero vocês aqui.

-como assim?! Achei que a nossa conversa abaria aqui.

Gregory diz dando um passo para frente.

-isso está apenas começando.

Abc monta na traseira da moto e os dois somem do nosso campo de visão, eu estava vivendo um pesadelo...e tudo isso por causa do Gregory.

Eu ho empurro entrando em meu carro.

-hey cara, qual é a sua?

-entra logo dentro desse carro G.

Digo zombando de sua cara.

Ele não tinha muita escolha a não ser entrar, minhas mãos suavam na direção... O aflito de se estar carregando algo que você não faz ideia do que seja é terrível.

- se caso de B.O com a polícia você se responsabilizará por essa encomenda.

- pode deixar... Eu sei que sou responsável por tudo isso.

- que fique bem claro.

Tudo oque eu menos queria era problemas com a polícia, ligo o carro saindo lentamente do local, tentando não chamar muita atenção.



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