História A filha do meu padrasto (Camren) - Capítulo 41


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camren, Drama, Incesto, Lauren Jauregui, Romance
Visualizações 611
Palavras 983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Notas lá pq tem recado importante

Capítulo 41 - Fique longe da minha filha


~Camila

(00;30)

- Pai, não machuca ela, por favor!

Eu pedi ofegante e me levantei indo em direção aos dois. Meu pai segurou Lauren pelo pescoço com os braços em posição de enforcamento, porém quando cheguei perto dos dois, meu pai fez sinal para eu me afastar.

- Sai de perto, Camila! Sai de perto! – Ele disse ofegante – Então era você?! Era você o tempo todo?!

- Alejandro! – Clara entrou no quarto e arregalou os olhos quando viu meu pai segurando Lauren – O que você está fazendo?! Solte ela! Solta, Alejandro! – Ela pediu desesperada.

- Você está vendo, Clara?! Está vendo?! Ela é a culpada por toda essa bagunça! – Ele olhou para Lauren com um olhar de ódio – Você não viu o que eu vi, sua filha em cima da minha!

- Pai, solta ela! Ela está ficando sem ar!! – Alertei quando vi o rosto de Lauren ficar mais vermelho que o normal.

- Fica de fora disso! Você é tão suja quanto ela por deixar isso acontecer!

Meu pai me olhou furioso e Lauren estava quase sufocando, meu corpo tremia e parece que alguma coisa me colava ao chão porque eu não conseguia me mexer, imediatamente várias lágrimas começaram a cair pela minha bochecha.

- Pai... por favor, solte ela!! Você vai matar ela! – Eu disse com a voz trêmula.

- Que ela morra! O diabo vai ficar feliz em receber essa alma impura no inferno! – Ele olhou para Lauren e tratou de começar a enforca-la.

- Não, pai!!! – Eu berrei.

- Solta a minha filha!

Clara bateu na cabeça do meu pai com um porrete, mas ele não soltou Lauren e apenas se distraiu com a dor, o que foi o suficiente para Lauren se soltar e empurrar o meu pai para longe de si. Feito isso, ela acertou um murro na boca do meu pai que o fez cair na cama.

- Lauren! – A segurei antes que ela avançasse nele e Clara o impediu de avançar em Lauren por consequência.

- Me solta, Camila! – Ela berrou e eu a segurei com mais força ainda – Esse homem é um doente! Ele tentou me matar, você não viu?!

- Eu vou acabar com você! Desgraçada, corrompeu a minha filha! Lésbica nojenta! Aberração!  – Meu pai começou a berrar nos braços de Clara que o segurava com toda a força.

De tanto se debater, meu pai conseguiu se soltar de Clara e a empurrou no chão com força e, em seguida, ele avançou em nós, Lauren se soltou de mim e me empurrou para longe antes que meu pai a agarrasse e a jogasse contra a parede do corredor, e derrubasse tudo o que encontrou na frente fazendo um barulho imenso.

- Lauren! Não!!! – Clara gritou desesperadamente com a voz trêmula.

Em choque, peguei o porrete que nós guardávamos em casa em casos de emergência que estava jogado no chão, bati no rosto do meu pai depois que ele acertou um soco em cheio no olho de Lauren.

- Ah!! – Ele exclamou e se distanciou de Lauren tonto, ela caiu no chão com a mão no olho direito, corri até ela.

Por conta do impacto que foi muito forte, meu pai estava com as mãos na cabeça atordoado e Clara tratou de empurra-lo para o quarto e fechar a porta, porém não dava para trancar porque a fechadura ficava do lado de dentro do quarto junto com a chave.

- Gasp... Gasp... – Lauren ofegava enquanto eu tentava ver o seu olho.

- Camila, não dá tempo para isso! Lauren tem que ir embora antes que seu pai venha de novo! – Clara segurava firmemente a porta.

- Vamos, Lauren... por favor, se levante... – eu pedi em lágrimas e em meio a soluços.

- Vamos, depressa! – Clara pediu novamente e eu comecei a ajudar Lauren a se levantar.

- Abra essa porta! – Meu pai começou a empurrar a porta e Clara continuava segurando.

- Vamos, Lauren... – coloquei ela em pé e ela dava sinais de equilíbrio.

- Clara! Solta essa porta!!

- Camila! – Clara berrou e Lauren ficou em pé.

- Vai, Lauren! Corre! – pedi apavorada.

- Mas e vocês? – ela perguntou hesitante.

- Lauren, não se preocupe com a gente! Alejandro está descontrolado, vá embora! – Clara ordenou.

- Vou tentar falar com você, apenas vá! – comecei a empurra-la a apressando enquanto ela ainda me olhava hesitante – Vai!!!

Lauren começou a correr escada baixo e meu pai empurrou a porta com tanta força que Clara se chorou contra a parede do corredor e ele esbarrou em mim correndo atrás de Lauren.

- Foge, Lauren!! – gritei.

Imediatamente comecei a chorar e soluçar em desespero no chão e Clara veio me acolher. O que eu mais temia aconteceu; meu pai descobriu sobre nós e ele não vai medir esforços para me afastar de Lauren. Eu não sei o que vai acontecer com o casamento do meu pai com Clara, nem comigo e nem com Clara, mas já temo o pior.

~Narrador observador

(01;20)

Lauren foi perseguida por Alejandro até a portaria, ela abriu o portão antes que Alejandro a alcançasse e continuou correndo mesmo com o olho direito sangrando.

- E é bom não voltar mais! Sua aberração do caralho! – ele chutou a lata de lixo – Fique longe da minha filha!!

- Quem era essa?! – o porteiro perguntou ao ver toda aquela agitação na portaria, nem deu tempo para que ele parasse Lauren antes de Alejandro chegar a portaria.

- Escute aqui – Alejandro segurou o porteiro pela gola da camisa – Eu não quero que você deixe essa menina entrar mais aqui, está ouvindo?! Pode anotar; Lauren Jauregui, ela está proibida de entrar na minha casa, entendeu?!

- S-sim... Como o senhor quiser, Sr.Alejandro – disse o porteiro se borrando de medo do homem furioso a sua frente.

Alejandro soltou o porteiro com agressividade e voltou a andar rumo à sua casa furioso, agora ele terá que resolver essa situação ele mesmo.




Notas Finais


Tenho duas coisas pra falar:primeiro, esse cap é 41 e provavelmente a Fanfic vai acabar no capítulo 50 =X
Segundo, eu não tô postando com frequência pq minhas aulas voltaram e eu tenho que focar pq vou fazer Enem esse ano pra entrar na faculdade rs, mas pelo menos vou postar não é?


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