História A filha do Pardal - Capítulo 21


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Categorias Piratas do Caribe
Personagens Capitão Jack Sparrow, Davy Jones, Hector Barbossa, Joshamee Gibbs, Personagens Originais, Tia Dalma
Visualizações 4
Palavras 587
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - Capítulo XVII


__________ Mare Sparrow __________

Gritei um comando, que ecoou pelo convés. Fazia mais de um mês desde que Gibbs me trouxera a bordo do Pérola Negra, para meu pai. 

Me virei no momento em que ele apareceu às minhas costas. Ultimamente meu pai havia saído muito pouco da cabine. Eu també havia notado mudanças em sua aparência. Sua pele, normalmente dourada, andara pálida de mais, quase cinza. Seus olhos estavam apagados, quando deviam estar brilhantes. Mas quando perguntava se havia algo de errado, ele dizia para eu não me preocupar.

-- Pai. O senhor está bem?

-- Já disse que não precisa se preocupar.

Que saco. Ele não entendia que eram dois teimosos teimando sobre a mesma coisa, só que de lados opostos. E que eu não iria desistir, até que ele desistisse, e me contasse o que havia  de errado. Quando ele voltou para cabine, chamei um marujo para tomar meu lugar ao leme e fui procurar Gibbs.

__________ Jack Sparrow __________

Ela não podia saber. Não até eu achar uma cura. Eu sabia o que era, e isso me assombrava. Muitos antes de mim já haviam perdido para a Tuberculose. Eu acreditava que graças a minha espécie, poderia passar por esse período sem nada agravante. Mas piorava a cada dia.

Mare e a tripulação não sabiam para onde estávamos indo. Só sabiam que estávamos fora do Caribe. Só Gibbs sabia que nos dirigíamos para Cabo Verde, na África, para encontrar com Torki Svitnnah, o Sacerdote Negro, o único que talvez pudesse me curar. 

__________ Mare Sparrow __________

Encontrei Gibbs no convés inferior checando a quantidade de pólvora. Quando me aproximei, ele ergueu o olhar.

-- Senhorita Sparrow.

-- Me diga, Mestre Gibbs, por acaso, saberia onde meu pai está nos guiando? Não seria para Cabo Verde, seria?

Ele hesitou um pouco. Eu não era tão ingenua sobre navegação quanto os outros achavam. Além do que, havia vários mapas com rotas para a África espalhados na cabine de meu pai.

-- Sabe o que está acontecendo com seu pai, Mare? -- ele finalmente respondeu.

-- Ele se recusa a me contar. Mas sei que há algo de errado.

-- Tuberculose.

Ri com deboche. Não era possível. Elfos tinham a imunidade mil vezes maior que a dos humanos. Ainda se meu pai fosse mestiço, até seria possível, mas não era. Era uma sangue - puro. Eu não gostava do termo, mas era o melhor que eu sabia.

Gibbs não parecia achar graça. pelo contrário, sua expressão era severa.

-- Por isso estamos indo a Cabo Verde, Mare -- ele disse, a voz pesada -- seu pai não sabe como curar ou como conseguiu pegar, mas ele acredita que o único que possa cura - lo é o Sacerdote Negro.

Antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, me virei e fui em direção à cabine de meu pai. Quando entrei estabanada, ele se levantou. Rapidamente avancei e o abracei, com lágrimas de ódio e tristeza nos olhos.

-- Por que não me contou? Eu poderia ajudar a procurar uma cura! Conheço ervas e poções da mamãe.

--Tudo bem, meu amor. Svitnnah vai me ajudar.

__________ Jack Sparrow __________

Sabia que provavelmente não tinha cura. Se eu havia pego aquela doença, devia estar muito forte. Tão forte a ponto de nem magia poder curar. E eu havia tentado. Exterminar uma doença era como por fim a uma maldição. Já havia feito isso muitas vezes em mim mesmo. Mas dessa fez não havia funcionado. Minha ultima esperança era Torki. 

 

 


Notas Finais


Desculpa a demora pessoal. Mudei meu celular e não consegui me acostumar com o teclado. Esse capítulo eu escrevi no computador.


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