História A Filha do Pastor - Reescrevendo - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys(bts), Hentai, Hot, Jeongguk, Jungkook, Kook
Visualizações 451
Palavras 2.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores! Espero que esteja tudo bem com vocês.
👉 Por favor, leiam as notas finais.
É isso, aqui vai mais um capítulo.

Capítulo 12 - Chapter 12


Fanfic / Fanfiction A Filha do Pastor - Reescrevendo - Capítulo 12 - Chapter 12

[Baek Lia on]

Jungkook sai do quarto batendo a porta. Fecho os olhos com força até sentir me puxando da cama pelo braço. 

– Baek Dong-Sun, se fizer isso, eu jamais irei te perdoar. – Grita minha mãe, que até agora não havia protestado em nada, ela estava chorando e pude ver o porquê assim que virei para encarar meu pai. 

Ele estava bravo, muito bravo. Sempre tentávamos ao máximo deixá-lo calmo, pois meu pai tinha um transtorno psicológico Borderline, onde os sintomas principais eram a agressividade e impulsividade fora de controle. Isso não iria dar certo. Respiro fundo. 

– Pai... – Yuna murmura seu nome e ele bufa. 

– Cala a boca Yuna. Cala a droga dessa boca se não quiser apanhar também. – Grita ele. – Mi-Cha, saia daqui se não quiser ver isso... 

– Dong-Sun...

– Sai daqui Mi-Cha. 

Ele nunca chamava minha mãe assim. Elas me lançam um olhar de desculpas e saem correndo dali, chorando alto e agudo. 

– Pai, eu… aquilo… desculpa. – Sussurro vendo-o arrancar seu cinto. Estremeço. Ele iria mesmo me bater de cinto como se eu tivesse seis anos? – Pai... 

Ele me dá um forte tapa no rosto e eu cambaleio para trás, me apoiando na porta enquanto recebia um segundo tapa, mais forte e ardido que o primeiro. Começo a chorar baixinho enquanto ele joga o cinto com força sobre meu ombro. Uma. Duas. Três vezes. 

– Como você pôde Lia? Agir que nem uma prostituta. Foi essa a educação que eu te dei. – Grita ele. – Isso nunca aconteceu até conhecer aquele delinquente. Eu não quero ele com você mais. Estou falando sério Baek Lia. 

Ele me dá um murro forte na cara. Fecho os olhos sentindo a pancada mais vezes do que posso contar. Sentia minha bochecha arder. E minha boca sangrava. Ele não sabia o que estava fazendo. 

– Pai... Você vai se arrepender disso. Vai por mim. – Sussurro levantando-me. Sinto ele se acalmar aos poucos, mas rapidamente ele já me empurra para longe e eu caio no chão. Minha cabeça doía. E eu agora estava brava. Ele não tinha o direito de me espancar assim. 

Levanto-me rapidamente e vejo ele com a expressão mais suavizada. Limpo a boca com minhas mãos e caminho para a porta. 

– Filha. Como eu pude fazer isso? - Ele parecia voltar à consciência do que havia feito e ele tenta se aproximar, mas eu o afasto apenas com meu olhar. – Eu não... 

– Chega pai. Qual é o seu problema? Sei muito bem que teve consciência do que fez. A doença psicológica que você tem é impulsividade não amnésia. – Nunca havíamos tocado nesse assunto de seu problema e ele me encara se sentindo culpado. – Eu estou cansada de me passar pela filha comportada e perfeita somente por temer os seus atos impulsivos. Eu quero me divertir droga. E se quer saber, Jungkook transou comigo sim. E, foi incrível.

– Lia. – Seu tom foi ameaçador.

– Quer sabre? Eu sinto muito pelo senhor. Sinto muito pelos médicos terem dito que o senhor conseguiria passar por isso apenas com remédios, mas tudo bem, isso só serviu para provar que você precisa mais do que remédios para te segurar. Vai se tratar.

Abro a porta e fecho com força, andando com dificuldades até a casa de Min-Hee. 

Envio uma mensagem para Min-Hee avisando que estava indo para sua casa e perguntando se poderia ficar lá por um tempo. Viro a última esquina e corro para dentro, mas paro assim que dou de cara com Jungkook que estava escorado em seu carro e agora me encarava sem desviar o olhar. 

– Lia, está tudo bem? – Perguntou ele e eu sorri com dificuldade. – Eu só tropecei enquanto vinha para cá, sabe como é. – Digo dando de ombros e tentando passar por ele, mas Jungkook foi bem mais rápido que eu e colocou-se a minha frente. Jungkook parecia pálido ao meu lado. Ela sabia que eu não havia caído. Ele não era nenhum idiota. Tento mais uma vez passar por ele, mas sem sucesso. – Eu preciso ir agora. Min-Hee está me esperando. – Digo cabisbaixa.

– Quem te espancou desse jeito? – Pergunta secamente. 

– Eu preciso ir, Jungkook.

Eu tento passar mais uma vez, mas ele me para me puxa para si me abraçando de imediato, sentindo seus braços envoltos em minha cintura e eu começo a chorar. Ele me aperta mais contra si. E eu afundo meu rosto no vasto espaço entre seu pescoço e ombro. 

– Quem te espancou desse jeito? – Pergunta novamente. 

– Meu pai. Ele... Ele ficou bravo por… e... 

– Eu sinto muito. – Sussurra. – Eu não previ isso... 

Sorrio apesar da dor aguda. 

– Está preocupado comigo? – Murmuro e ele sorri de lado mostrando suas covinhas. 

– Por que não estaria? – Ele murmura segurando o meu queixo. – Preste atenção em uma coisa Lia: eu me preocupo com você e irei me preocupar sempre… porque você é a minha garota. Droga. Tenho uma mania boba de querer proteger você que nem eu mesmo entendo. – Sussurra confessando e eu sorrio boba. 

Ele ficou abraçado comigo o tempo todo, fazendo desenhos invisíveis em meu braço. Jungkook ficou em silêncio sempre atento a tudo que eu falava e enxugou todas as lágrimas que eu derramava, depositando um beijo em minha cabeça sempre que eu soluçava ou queria chorar alto.

– Vamos embora. 

– Diz ele segurando minha mão. Jungkook retira a carteira que havia em seu bolso e abre a porta me conduzindo até seu carro. 

– Jungkook eu não quero voltar para casa e dar de cara com meu pai, pelo menos não por agora. – Murmuro segurando o choro. 

– Você não vai pra lá. Vai para o meu apartamento. – Sussurra. 

– Mas você não mora com seu pai? – Questiono entrando no carro com ele. Droga, porque meu corpo tem que doer tanto quando eu sento? Me sinto tão fraca. 

– A menor parte do tempo. – Sussurra. – Mas vou para o apartamento que comprei no centro quando quero ficar sozinho. Nunca levei ninguém lá. 

Me afundo no assento enquanto ele liga o carro e sai dali em uma rapidez impressionante até finalmente estarmos no centro e ele ir com mais calma no volante. Agarro minhas próprias pernas e me permito chorar mais uma vez. A última vez que aquilo aconteceu, foi quando meu pai bateu em minha mãe. Na época, eles quase se separaram e eu insisti que ela o internasse. Mas ela disse que estava tudo bem e que aquilo nunca mais iria acontecer. Minha mãe e sua mania chata de ver só o bem nas pessoas. Meu pai precisava de tratamento, mas ela sabia que ele ficaria arrasado se tivesse que largar o cargo de pastor para se tratar. Jungkook estaciona o carro e eu desço seguindo-o até um pequeno prédio dali. 

Ele cumprimenta o porteiro que, claro, cumprimenta de volta depois de se assustar com minha aparência deplorável. Subimos quase seis lances de escada, pois o elevador estava quebrado. Jungkook pega as chaves de seu apartamento, que era no final do corredor e abre as portas. Entro vagarosamente enquanto ele sorri de lado ao ver meu espanto. O lugar era espantosamente acolhedor e bonito. A cozinha era minúscula, e somente um balcão a separava da sala. A sala era espaçosa e as paredes não cobriam a vista lá fora porque era de vidro. Havia uma pequena escada onde Jungkook subiu, levando-me até o seu quarto que era tão grande quanto à sala. As paredes também eram de vidro e a vista ali era incrível. Dava para ver toda a cidade, inclusive a minha casa. Sua cama ficava em frente à paisagem urbana. Suspiro sorrindo. 

– Deve ser incrível dormir aqui. – Sussurro, admirada. Ele arranca os sapatos e senta na cama sorrindo, mostrando suas covinhas. 

– Fique à vontade. – Jungkook se levanta e caminha até uma pequena cômoda pegando uma de suas camisetas. Mas aquela era bem mais larga. – Tome um banho e vista isso. É melhor darmos um jeito nesses machucados depois. 

Caminho até ele pegando a camiseta e vou em direção à única porta ali. O possível banheiro. Ele pigarreia e eu o encaro. 

– Pode usar minha toalha. – Sua expressão séria me deu arrepios. Assenti entrando no banheiro e trancando a porta. 

Dei de cara com o espelho e até eu me espantei. Meu rosto estava muito inchado e vermelho. Meus ombros estavam com marcas e minha boca possuía um pequeno corte. Retiro minha roupa com cuidado, para não sentir dor e abro o boxe, ligando o chuveiro e tomando um banho rápido. Limpando o pouco de sangue que escorria pelos meus lábios e as marcas que impregnavam em meus ombros e bochechas. Como eu não me sentiria bem voltando a usar as mesmas peças íntimas, visto apenas a camiseta de Jungkook. Não havia porquê bancar a tímida agora, ele já tinha me visto sem nada. De impulso, cheiro a camiseta por um bom tempo. O cheiro de Jungkook era embriagante e tão bom. Poderia ficar ali, sentindo o cheiro dele se misturando em minha pele por um bom tempo. Saio do banheiro segurando minha roupa. Jungkook estava sem camiseta deitado em sua cama e encarando a paisagem através dos vidros. Caminho até ele e me sento em sua cama. Jungkook possuía uma barriga definida e completamente hipnotizante. Quero tocá-lo; é o que penso… ele sorri me estudando com cuidado e sorrio de volta. 

– Você fica bem com minha camiseta. Deita aí. – Murmura ele e eu me deito, virando para o lado contrário ao dele. Sinto sua respiração pesada atrás de mim, em minha nuca. Arrepio. – Lia, eu sinto muito por… por tudo. 

– Shh... 

Ele se aproxima mais de mim envolvendo seus braços em mim. Estávamos deitados de conchinha e era tão confortante. Ele já iria tirá-los achando que eu havia me sentido desconfortável, mas eu o seguro, abraçando-o e tentando passar a confiança que ele tanto estava me dando. 

– Vai ficar tudo bem e se não ficar... Eu me viro. Sempre me virei. – Sussurro por fim. 

– Durma. – Ele diz.

Fecho os olhos cansada, suspirando alto. Em questão de segundos estava em sono profundo. Acordo e vejo que o quarto de Jungkook está escuro e apenas a luz do luar iluminava o local. Tento me levantar, mas sinto as mãos de Jungkook ainda me segurando. Deus, eu desejava que aquilo nunca acabasse, mas eu sabia que estava tarde e que a qualquer momento eu teria de ir para casa, apesar de não me apetecer nenhum pouco, eu não queria deixar minha mãe preocupada. Levanto-me vagarosamente, mas acabo acordando-o. 

– Desculpe. Preciso ir para casa. – Jungkook ficava lindo com cara de sono e cabelos bagunçados. Ele se espreguiça e levanta em um pulo. 

– Eu te levo. 

Coloco minhas roupas novamente e olho para Jungkook que já estava pronto me esperando. O carro não corria em alta velocidade, na verdade, em uma velocidade impressionantemente normal. Um sorriso não escapava do rosto de Jungkook e desejei saber o que ele estava pensando. Provavelmente no quão esquisito foi termos dormido literalmente juntos… e pela segunda vez. E de conchinha ainda. Como um casal. Jungkook estaciona em frente a minha casa e desce rapidamente caminhando até minha casa. Ele nunca havia parado em frente em minha casa e eu saí do carro correndo atrás dele. Nem sei onde arranjei forças para fazer aquilo, talvez eu estivesse melhor. Jungkook bate na porta e minha mãe abre. Um alívio transpassa por seu rosto ao me ver, mas rapidamente um olhar de questionamento passa pelo seu olhar. 

– Onde ele está? – Jungkook não estava mais sorrindo. Ele estava bravo. Muito bravo. Minha mãe não responde. Fica estática me olhando e eu também não sei o que dizer.

Jungkook não perde tempo esperando a resposta, entra em casa sem ser convidado, corro para dentro e o vejo em frente a meu pai na sala de estar. Meu pai me encara e tenta se aproximar de mim, mas Jungkook o para. Ele dá um murro em meu pai tão forte que ele acaba caindo no chão praguejando. 

– Você merecia bem mais do que isso. – Sussurra ele. Jungkook caminha até mim e deposita um beijo em minha testa. – A gente se vê amanhã. 

Assenti e ele saiu sem olhar para trás. Meu pai me encara e eu engulo em seco, levanto a cabeça e caminho até a escada. Ele respira fundo antes de se levantar do chão, ainda me observando. 

– O que estava fazendo com ele? – Pergunta meu pai em uma calmaria da qual jamais vi. 

– Eu estava dormindo com ele, pai. – Respondo de uma forma maliciosa para que ele pudesse entender da forma mais errada possível. – E eu gostei disso. – Sussurrei subindo às escadas correndo para meu quarto com um sorriso vitorioso no rosto. Sorriso esse, que não queria sair do meu rosto.

[Baek Lia off]


Notas Finais


Me colore que eu tô bege. Eu já não sei o que fazer com essa menina. Acho que vou colocar ela em oração. LOL
Espero que tenham gostado!!!

👇👇👇👇👇👇👇👇👇👇👇👇👇👇👇👇
AVISO EXTREMAMENTE IMPORTANTE:
O negócio é sério agora (mentirinha... talvez). Lá estava a Natalícia (eu) a cozinhar, quando decidi usar a boca elétrica do fogão e o forno elétrico, e ainda ligar a cafeteira elétrica... e a máquina de lavar roupa. Realmente.
E de repente o quadro da energia disparou e aí eu pensei:
Nossa, o quadro disparou, mas é só ligar que fica tudo bem. Ledo engano.
Pois bem, voltaremos a história.
Eu continuei cozinhando como se nada tivesse acontecido, até que, a minha mãe começou a dizer:
Tá cheirando a queimado. A Natalícia assim já queimou a panela (Reviro os os olhos).
Deixei passar essa grande ofensa, porque até o Ratatouille, sabe que eu sou uma excelente cozinheira. Fico mexendo no celular até que me dou conta de que não tinha internet e aí eu pensei:
Bem, o roteador deve estar processando... sei lá!
Só que, o cheiro a queimado começou a ficar mais forte e eu levantei e fui ver da onde vinha. Fui para a sala e a primeira coisa que notei, foi a fumacinha saindo das tomadas. E mais uma vez pensei:
FUDEU!
Tava tudo queimado, é o cabo de alimentação do roteador, a TV, o celular do meu pai que estava carregando... tudo foi a vida.
Conclusão:
No momento estou sem internet em casa e com uma mãe P da vida (ainda não sei como é que escapei das mãos da senhora Maria). Estou usando a internet do celular, que é uma droga (vamos ser realistas, é uma merda mesmo), por isso não sei se conseguirei postar a tempo, mas farei o possível. É isso Bjs.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...