História A filha do vilao - Capítulo 8


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Policial, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Medo dele


Algumas semanas depois que eu e vanilla nos casamos ela passou a ver pelos locais do castelo uma sombra de um cachorro. Pensou que era a sombra de um cão fantasma. Nos alertou sobre isso.

-O fantasma de um cachorro? Acredito.

Foi ate um psiquiatra do hospital e depois de contar tudo ele apertou o botão para chamar o muttski. Quando ela o viu entrando subiu em cima da mesa.

-Esse foi o cão fantasma que você viu pelo castelo?

-Tira ele de perto de mim.

O psiquiatra nos contou que ela subiu em cima da mesa durante a consulta. Quase choramos de tanto rir enquanto ela olhava seria pra nós. Muttski passou a se tornar um incomodo para ela. Em uma ocasião que ela havia esquecido aonde colocou a coroa ele fez a posição de aponte em direção ao armário de pratos e copos. Ela pegou e nem agradeceu. Durante uma visita em que ela acompanhou Elias ate o quartel ela viu que muttski estava entre os cães que trabalham no quartel. Ele estava fazendo as mesmas coisas que os outros cães faziam. Pulava os obstáculos, apontava para aonde a bomba estava. Certa tarde em que estava no estabulo do castelo sentiu cheiro de fumaça vindo da cozinha do castelo e foi correndo em direção a porta da cozinha que estava fechada para derruba-la. Tirou as pessoas que estavam lá dentro e depois apertou o alarme de incêndio para chamar os bombeiros.

-Rápido rapazes. A cozinha do castelo esta pegando fogo.

Descobriram que a causa do incêndio foi o fogão ligado e depois foram atender as vitimas e Charles estava entre elas. Muttski começou a bater as patas com força nos corações das vitimas para que pudessem respirar. Os bombeiros tiveram que chamar a ambulância e muttski foi buscar o filho de Charlie para que ele visse o pai. Tentou entrar na ambulância para ir junto com o pai mas sally o segurou no colo. Um dos médicos olhou pra trás e viu o menino em lagrimas.

-Deixe o menino ir junto.

Coloquei ele no chão e ele entrou na ambulância. Algumas horas depois fomos todos ao hospital para ver como Charles estava.

-Por favor. Poderia nos dizer em qual quarto Charles esta? 

Ele estava no quarto 12.Fomos ate lá e quando entramos ele ainda estava meio inconsciente mas começou a abrir os olhos aos poucos.

-Aonde estou?

-Aconteceu um incêndio na cozinha e você foi uma das vitimas.

O medico entrou naquele quarto trazendo uma bandeja de metal com uma seringa. O menino ficou assustado quando o medico injetou a agulha e empurrou o liquido transparente para dentro do braço do pai. Depois que terminou de aplicar a injeção pediu para que os meninos saíssem do quarto pois queria conversar conosco e com Charles a sós.

-Tenho boas e mas noticias. A boa é que ele não sofreu nenhuma queimadura e a má é que ele perdeu o movimento dos pés pois no local do incêndio caiu uma panela de madeira em cima de seus pés. Teremos que amputar e colocar próteses no lugar.

Preferimos não contar ao menino a respeito da amputação e das próteses.

-O que os médicos vão fazer com meu pai e com as outras vitimas do incêndio tia sally?

-Irão tratar delas ate receberem alta.

No dia que Charles recebeu alta ele já estava com as duas próteses e já conseguia se mover sozinho. O medico entrou no quarto trazendo a cadeira de rodas para leva-lo para dentro da ambulância.

-Já estou me levantando.

Me sentei na cadeira de rodas e o medico me levou ate a ambulância. Quando chegamos ao castelo eu me levantei da cadeira de rodas e fui em direção a porta de entrada. Girei a maçaneta e depois que a porta abriu entrei. No momento em que meu filho correu para me abraçar eu fiz que não e apontei para as duas próteses.

 



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