História A Filha Mais Nova de Hades - Capítulo 5


Escrita por: e LovePower

Postado
Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Bianca di Angelo, Dionísio, Grover Underwood, Hades, Jason Grace, Nico di Angelo, Percy Jackson, Personagens Originais, Prometeu, Quíron, Thalia Grace, Will Solace, Zeus
Visualizações 47
Palavras 1.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - 04


[...] Um tempo depois....

Desde o dia que Quíron e o Sr.D me deram o aviso dos deuses, a minha vida se tornou uma verdadeira porcaria. 

Todos - Nico, principalmente - sabiam que o meu comportamento não era um dos melhores, que eu não levava desaforo para casa e juntando todos esses fatores, era mais do que óbvio que até o fim do verão eu já estaria morta. 

Bem, o verão ainda não acabou e as chances também não.

Só me resta uma, uma chance. 

Alguém do acampamento parecia muito interessado na minha vida, esse alguém me seguia para lá e para cá todos os dias e acabou ouvindo quando recebi a notícia "maravilhosa" do Quíron - e do Sr.D -. Essa pessoa espalhou para todo o acampamento, e logo todos sabiam da minha sentença. 

 Desde então, esses campistas idiotas estavam se aproveitando da situação.

Principalmente os filhos de Ares! 

As crianças desse chalé estão se divertindo com a minha situação, e é por culpa deles que só me resta uma chance!

Como perdi as outras duas? Bem simples, por motivos toscos! 

O primeiro motivo é: invoquei um cão infernal e mandei que seguisse alguns dos filhos de Ares. 

Segundo motivo: invoquei um pequeno exército de esqueletos. 

MOTIVOS TOSCOS! 

Não posso invocar um cão infernal e nem um pequeno exército de esqueletos, mas aquelas crianças maldosas e cretinas podem me fazer de gato e sapato? 

Injusto! Isso tudo é muito injusto! 

- Droga! - falei batendo a porta do chalé com força e andando furiosamente pelo acampamento. 

- O que é que você tem? 

- Matheus, o Nico ainda está pedindo para você ficar na minha cola? - perguntei sem me virar para encarar o mesmo. 

- Na verdade não. - respondeu. 

- Então vaza, some, vai procurar alguma coisa para fazer.  - explodi e me virei para encara-lo. 

- O que foi que aconteceu, Drica? - perguntou outra vez se aproximando de mim. - O que o pessoal do chalé de Ares fez agora? 

- Só o fato de existirem me irrita! - falei. - Eles são uns cretinos! 

- Você também não é uma pessoa tão doce. - Matheus falou encolhendo seus ombros. 

Senti minhas bochechas ficarem completamente vermelhas e quentes. 

- Seu, seu ... - eu não sabia o que dizer. 

- Agora me diz, no que eu posso te ajudar? - perguntou e colocou uma de suas mãos no meu ombro. 

- Me deixando em paz, talvez? - sorri com amargura e o mesmo fez uma careta. 

- Como somos amigos, o meu dever é te ajudar de todas as formas possíveis! - falou animado e sorrindo.

O Matheus é um dos filhos de Apollo, assim como Will. 

- E quando foi que a gente se tornou amigos? - perguntei arqueando uma sobrancelha. 

- Deixe de ser tão chata.  - mostrou a língua para mim e novamente sorriu. - São 14:00, estamos livres das atividades do acampamento até às 15! 

- O que você quer fazer, então? - perguntei e depois soltei um suspiro profundo.

- Canoagem! 

.

.

.

- QUEM É QUE PERDE O REMO? ME DIZ MATHEUS! 

- Tem como você se acalmar? - o loiro perguntou tampando os ouvidos. 

- Me acalmar? NÃO PEDE PRA MIM ME ACALMAR. - gritei com o mesmo e bufei. - Você é um imbecil. 

Estávamos no meio do lago, dentro da canoa e sem o remo. 

- A culpa também é sua. - falou cruzando seus braços. 

- A culpa também é minha? Onde que a culpa também é minha? - questionei. - Você que ficou fazendo graça com o remo e o perdeu! A culpa é sua, Matheus! 

- Eu estava fazendo graça para fazer você sorrir! - falou. - Você estava emburrada, nervosa e prestes a fazer besteira! 

Frazi o cenho. 

- E por que se importa? 

- Somos amigos, Drica. - respondeu e me olhou. - Amigos se importam uns com os outros. 

Fiquei em silêncio assimilando o que o mesmo acabará de dizer. 

- Podemos voltar nadando até a margem. - sugeriu. - Mas estamos no meio do lago, você aguenta? 

Olhei para o mesmo e assenti. 

- Melhor não, é loucura. - falou negando com a cabeça. - Iríamos ficar muito cansados, é melhor esperar até que alguém, sei lá, nos veja aqui. E tem outra coisa....

- O que? 

- Eu não sei nadar muito bem.... - deu um sorriso amarelo e eu revirei meus olhos. 

- Por que eu concordei com essa sua idéia? - perguntei e o mesmo sorriu. - Agora estou aqui, no meio do lago, sem ter como voltar para costa e com você como companhia. 

- Poderia ser pior, Drica. - ele se espreguiçou e bocejou. - Já que vamos passar um bom tempo juntos, podemos nos conhecer melhor! 

- Não. 

- Por que você é tão chata? - perguntou e deu um sorriso de ladinho. 

- Por que você é tão irritante? - perguntei séria. 

- Eu começo. - falou ignorando minha pergunta. - Meu nome completo é Matheus Solace.

- Tem o mesmo sobrenome do Will? - perguntei confusa. - Achei que só eram irmãos por parte de pai.

- E somos! - respondeu. - Mas adotei o sobrenome do Will, porque eu não tinha um sobrenome. 

- Não?

- Não. - Matheus mexia na água  enquanto falava. - Minha mãe, bem, não importa.  Continuando, tenho quatorze anos e estou aqui no Acampamento Meio-Sangue desde os meus doze. Sua vez!

- Não tenho um sobrenome, tenho quatorze anos e vivo desde que nasci no Mundo Inferior. - olhei para as minhas mãos enquanto falava e senti o olhar de Matheus em mim.

- Por que? 

- Isso não é da sua conta. 

- Aaaah! Estávamos indo tão bem nessa nova interação nossa! - Matheus falou frustado. - Conta vai! 

O encarei e assenti. 

- Minha mãe morreu e eu não tinha nenhum parente mortal para cuidar de mim. - comecei a falar e senti um nó na minha garganta. - Então, meu pai resolveu aceitar essa responsabilidade. Ele poderia ter me largado em um orfanato qualquer, mas não fez isso. 

Matheus ficou em silêncio. Eu deveria continuar? 

-  Cresci no Mundo Inferior com todos aqueles monstros, com Perséfone e meu pai. - continuei a falar e um sorriso pequeno surgiu nos meus lábios. - Eu fui feliz, aprendi muita coisa, aprontei... Mas tive que vir para cá.

- Você sabia da existência do Nico? - Matheus perguntou e eu me limitei a apenas assentir. - Drica, por que você não gosta daqui?

- Eu gosto, só um pouquinho. - respondi. - Mas isso não significa que eu não queria estar lá, com o meu pai. 

- Eu nunca conheci o meu pai.

Arregalei meus olhos e encarei o loiro.

- Nunca? 

- Nunca.  - respondeu. - Ele tem muitas obrigações, todos os deuses tem na verdade. Mas nunca vi Apollo cara a cara.

- Você quer conhecê-lo?

- É claro! Ele é meu pai. - sorriu de forma animada e olhou para o céu. - Um dia vou conhecê-lo pessoalmente, você vai ver!

Dei um sorriso pequeno e assenti. 

- Vai sim.


Notas Finais


Ontem eu estava tão afobada para postar que me esqueci de agradecer pelos favoritos!

Muito obrigada pelos 25 favoritos! Sério, eu fiquei muito feliz com isso!!!
Eu espero que vocês tenham gostado desse capítulo, pretendo postar em breve.

Até mais ❤😊😘


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