História A Flight to Love - Capítulo 1


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Categorias Park Hae-jin
Personagens Park Hae-Jin, Personagens Originais
Tags Drama, Park Hae Jin, Relacionamento, Romance
Visualizações 49
Palavras 1.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não acredito que realmente estou publicando isso aqui mas esse momento é real Braseel. Gostaria de agradecer a Thays e Leite que me apoiaram desde que comecei com a história de escrever uma fanfic. Especialmente a Leite que foi quem eu mais torrei o juízo.

Sem mais delongas vamos ao capítulo,

Boa leitura (:

Capítulo 1 - Opening.


Fanfic / Fanfiction A Flight to Love - Capítulo 1 - Opening.

Pov's Amélie.

 

Estava olhando para a chuva caindo lá fora, fazia frio em Paris. Pensei na quantidade de tarefas que eu tinha que realizar e soltei um suspiro, algumas semanas eram extremamente intensas. As vezes me perguntava por qual razão eu estava trabalhando naquele ramo quando podia muito bem ir trabalhar na empresa da família com o meu pai, a resposta me vinha rápido, eu amava aquilo que fazia. O universo da moda era minha vida, meu mundo. 

Faz alguns anos que ocupo o cargo de diretora da Glow Magazine aqui em Paris, pode-se dizer que sou uma espécie de gerente. Minha família é francesa mas há alguns anos meu pai, minha mãe e meu irmão se mudaram para São Francisco para abrir mais uma filial da Cyber Creative, empresa que pertence a nossa família. Meu pai havia insistindo para que eu também fosse trabalhar junto a eles mas contrariando seu desejo decidi permanecer aqui em Paris para trabalhar com uma das coisas que mais amo no mundo, moda e criação. 

Dizem que a empresa aonde trabalho é uma "empresa de moda" mas a Glow é muito além disso. Em nossa revista além de toda produção de moda em volta dos modelos ou personalidades que são fotografadas existe um trabalho minucioso para que matérias interessantes sejam também publicadas. A revista toda deve ter harmonia entre sí. As fotos, matérias, referências, tudo deve conversar com fluidez página após página. 

Eu estava analisando minuciosamente a edição preliminar da revista do mês seguinte, as únicas coisas que faltavam para ela ser aprovada por completo era o ensaio fotográfico da atriz que seria a capa dessa edição da revista e meu aval. A revista apesar de incompleta realmente estava impecável, como sempre. A cada mês que se passa tenho a impressão de que elas estão se tornando cada vez melhores, o que demonstra que toda a equipe está engajada em cada vez mais aperfeiçoar o trabalho que aqui é desenvolvido. Batidas na porta da minha sala me fizeram sair de meus devaneios.

- Entre.

Quando a porta abriu vi que era Margaret, minha fiel assistente, que vinha me dar alguma notícia que não me agradaria em nada, sabia disso pela expressão em seu rosto. Gesticulei com as mãos mandando ela falar. 

- Amélie, eu juro que tentei tirar essa ideia da cabeça dele. Juro que tentei colocar outra pessoa para fazer isso mas ele exige sua presença.

- Do que você está falando? Quem exige minha presença? E aonde? -- Falei confusa sem entender sobre o que Margaret estava falando. --

- Estou falando do presidente, Jack Hill. Ele exige sua presença no escritório filiado que fica na Coreia do sul.

- Até onde sei eu não tinha nenhuma reunião agendada no nosso escritório em Seul mas acho que podemos encaixar, talvez eu consiga fazer um bate volta em 48hrs.

- Você não está entendendo…

- Então me explique, mas antes trate de sentar. Você está parecendo que vai ter um troço a qualquer momento. 

- Amélie, o Jack quer que você vá para o nosso escritório em Seul.

- Essa parte eu já havia entendido Margaret.

- Ele não quer que você vá apenas para uma reunião, ele está convocando você para que assuma o posto de diretora da Glow lá em Seul. -- Ela falou fazendo uma expressão não muito boa. --

- O QUE? Ele te deu alguma explicação para isso? Ele não falou nada comigo. Eu não quero ir. -- Eu não tinha planos de sair do meu aconchego nem tão cedo mas pelo visto alguém tinha planos para me infernizar. --

- Me desculpe Amélie, ele realmente estava muito apressado no telefone e mal quis me dar explicações. Só disse que você tinha até o final de semana que vem para estar lá. 

- E Jack acha que sou o que? Uma marionete que faz o que ele quer sem ao menos uma justificativa plausível? Ou melhor, uma conversa descente aonde ele deveria me explicar toda a situação e perguntar se eu aceitaria isso. Como é que ele está tendo a coragem de fazer isso comigo? -- Falei me levantando da minha cadeira e apoiando uma das mãos na lateral de minha mesa. --

- Me desculpe, Amélie. Ele nem ao menos me falou qual era o motivo de sua transferência. Realmente não sei de onde ele tirou essa ideia repentina.

Suspirei derrotada e franzi o cenho tentando entender que invenção maluca era essa de Jack.

- Ele ao menos te falou por quanto tempo pretende fazer com que eu fique lá? -- Falei cruzando os braços. --

- Cinco meses. -- Ela falou fazendo uma careta. --

- Eu não acredito nisso. -- Falei revirando os olhos. -- Eu só espero que eu tenha sido a última solução para tapar qualquer buraco que Jack esteja tentando tapar.

- Talvez ele só queira a melhor profissional de toda sua rede por lá. Soube que nossa filial está com dificuldades e que sua popularidade vem caindo lá na Coreia. Talvez o plano dele seja colocar você no comando para trazer de volta a popularidade da Glow Magazine. -- Margaret falou tentando me confortar. -- 

- Eu sabia que a Glow não ia muito bem na Coreia mas me convocar para assumir a direção de lá? Assim, sem mais nem menos? Não parece coisa do Jack. De qualquer forma não é sua culpa, Margaret. Eu vou, não tem outro jeito. Marque a viagem, compre a passagem e adiante o máximo possível todos os meus compromissos. -- Margaret acenou que sim com a cabeça e logo se retirou. --

 

 Não é que eu não gostasse de viajar ou que não gostasse de ir em nossas filiais, eu realmente adoro fazer isso mas nem a par dos assuntos eu estou, então não tem o menor sentido ele fazer com que logo eu fosse lidar com isso e ainda mais assim, derrepente, sem nenhum aviso ou conversa. Eu que sempre tive um contato extremamente reduzido com essa cultura que para mim parece um tanto quanto diferente.

Mas Jack já tinha se decidido, minhas opções se resumiam entre ir ou ir.


Notas Finais


Obrigada por lerem!!


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