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História À Flor da Pele - Capítulo 1


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Notas do Autor


OI OI MEUS AMORES
KKKKK
N se lembram de mim?
E da Rosebella?
Okay, para quem não me conhece...
Eu sou a Parpau e eu anteriormente escrevi uma Fanfic chamada "À flor da pele" que é esta ;u;
So que eu era "novata" e tinha muito erro e coisas q n faziam sentido sabe
Daí que eu tomei iniciativa de reescrever TUDO.
E estou ;u;
Bem antes não tinha feito o início de TUDO, o nosso PONTO DE PARTIDA, então aqui está... Para vocês perceberem a verdadeira história de ISABELLA AUSTIN DAVENPORT.
Boa leitura 💛

Capítulo 1 - Ponto de Partida


Alice estava no seu trabalho, trabalhava como secretária num escritório de advocacia. Acabara de atender um último cliente e sentia-se muito quente, estava com calor. A mulher olhou para o calendário e percebeu que estava perto do nascimento da sua filha que tanto esperava. Direcionou o olhar para a sua barriga e acaraciou-a.

O seu horário estava a acabar e Alice não via a hora de voltar para casa, para estar com o seu marido. O último cliente acabara por sair e Mr. Watson, O seu patrão, aparecera na porta, sorrindo para ela e balançando a cabeça.

– Pode ir, Alice – a mulher sorriu e levantando-se devagar, devido ao enorme peso que tinha na barriga. Ela agarrou os seus pertences e saiu do escritório.

Ao descer as escadas começou a sentir-se tonta, com náuseas e dores fortes na barriga. A mulher olhou para a barriga e percebeu que entraria em trabalho de parto. Estava a perder a força nas pernas, então desiquilibrando-se e caindo pelas escadas. Alice gritou e, rapidamente, Mr. Watson acudiu-a, ligando para o número de emergência. Quinze minutos depois a ambulância chegou, levando-a rapidamente de urgência para o Hospital.

James, seu marido, rapidamente lá chegou mas não tendo boas notícias do médico. A mulher já tinha problemas na placenta, algo que não a permitia ter mais filhos, mas agora com a queda, fraturou a coluna vertebral e os médicos só poderiam fazer uma cirurgia; ou salvavam a bebé ou operavam a mulher.

O médico deu a notícia a James e ele não saberia o que dizer, não saberia se salvava a mulher da sua vida ou se ficava com o seu tesouro mais precioso. Claro que poderia adotar um filho mas jamais encontrar tal mulher como a sua.

– Doutor, por favor, salve... – os seus olhos encheram-se de lágrimas, era mesmo difícil escolher.

– Senhor! A paciente acordou e quer falar consigo – saiu uma enfermeira repentinamente do quarto de cuidados intensivos, dirigindo-se ao médico. O médico ajeitou o óculos e adentrou a sala, ouvindo a grávida.

– Doutor, por favor... Salve a minha filha – ela sorriu fraca. Ela disse isso com convicção, queria deixar um presente ao seu amado, aquele que sempre esteve lá para a apoiar e percebeu que tudo tinha um propósito... A sua vida estava feita e estava na hora da sua filha começar a sua. O médico assentiu com a decisão da mulher e rapidamente começou a cirurgia.



– Bella! Despacha-te! – rapidamente a miúda saiu do seu quarto enquanto amarrava um lenço na sua cabeça, para se proteger do frio. A miúda esboçou um sorriso fraco.

– Eu já estou pronta... – ela agarrou num casaco e no seu telemóvel, mandando mensagem para a sua melhor amiga, dizendo-lhe que iria fazer a sua última quimioterapia.

James colocou o braço sobre Bella, saindo de casa a seu lado, e fechando a grande porta de madeira. Os dois caminharam lado a lado até chegar ao Hospital. Não esperaram muito, entrando logo para a sala. Isabella sorriu ao ver o seu médico e cumprimentou-o com um aperto de mão.

– Olá, Bella. Que bom rever-te! – James sentou numa cadeira acolchoada enquanto a sua filha retirou o lenço da cabeça. – Mr. Davenport, a Bella hoje finalizará a sua Quimioterapia. O tumor está controlado e será removido na próxima semana.

Bella encarou o pai, sorrindo ladinamente. Estava muito feliz, por finalmente acabar com o seu mal, o seu cancro.

– Mr. Evanston, eu não vou ter mais cancro? – ele sorriu e balançou a cabeça.

– Bem, Isabella... Tu não vais o ter, felizmente ele não se propagou mas teremos que retirar todo o teu sistema reprodutor – Bella arqueou a sobrancelha, confusa – o teu útero terá de ser retirado.

– Isso quer dizer que a minha filha não poderá ter filhos? – James estava incrédulo. Teria sofrido muito com a morte da sua esposa e agora estava a sofrer pela sua filha.

– Está tudo bem, pai... Eu não queria ter filhos nem casar... Não me agrada isso de dividir a minha vida com outra pessoa – a miúda sorriu tristemente. Considera-se assexual, visto que em plenos dezasseis nunca se sentiu atraída por ninguém.

O silêncio ficou instaurado com a declaração de Isabella.



– Nem acredito Bella! Finalmente, vais voltar à tua vida normal! – Rose sorriu, pulando para cima da sua melhor amiga, Bella.

– Vais parar de ter cancro?! – interrogou, ironicamente, Charlotte, com suas amigas – Ainda bem, estava com medo que o cabelo me caísse também! Deu me livre ficar como tu! – elas gargalharam-se. Isabella mantinha seu olhar frio sobre as três raparigas que se deslocavam à sua sala.

– Eu odeio-as – declarou a ruiva, Rose. Isabella encolheu os ombros e permaneceu calada. Já não lhe afetava tanto os insultos vindos de Charlotte.

A meio da aula de latim, Isabella recebeu um telefonema. Não era costume lhe ligarem a meio da aula. O som da vibração chamou a atenção de todos. Isabella olhou para o ecrã e viu o número do hospital.

Magistra? O Hospital está me a ligar. Posso atender, rapidamente? – a professora rapidamente cedeu e Bella saiu da sala, atendendo – Sim?

– Mrs. Davenport! Seu pai está em estado crítico no hospital, por favor, compareça o mais rápido possível! – Isabella entrou em desespero. Adentrou a sala e agarrou em tudo.

Magistra, desculpe mas tenho que sair. O meu pai está no hospital, é grave – a professora cedeu e Bella correu para o hospital. Estava em pânico, nem conseguia imaginar o que se estava a passar com o seu progenitor.

A miúda entrou no local de saúde e deu seu nome, subindo para o andar superior onde estava internado o seu pai. No caminho achou uma enfermeira que conhecia e a questionou por seu pai. A enfermeira loira rapidamente encaminhou Bella até ao quarto onde estava seu pai, todo entubado. O médico saiu do quarto e estava com uma cara séria e de poucos amigos.

– Mrs. Davenport... As notícias não são boas... – ele apoiou a sua mão no ombro da menor – o seu pai teve um derrame cerebral e receiamos que não haja muito a fazer.

Isabella sentiu o seu mundo a cair. O seu apoio principal, estaria por um fio de vida. A miúda sentiu seu corpo dormente e fraco, deixando-me cair de fraqueza.


Notas Finais


Bem curto mas é só mesmo para entenderem como tudo aconteceu... E ANTES QUE VOCÊS PERGUNTEM:
Magistra: professora em latim.
Assexual: não sente atração por nenhum gênero.
Obrigada pela atenção!
Amanhã posto o 1 capítulo!
E como já e tradição... AU REVOOIR


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