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História À Flor da Pele - Capítulo 25


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Notas do Autor


Mais um capítulo!
Aproveitando que estou severamente triste pelo meu teste de história que realizei hoje..
A matéria era o Liberalismo e digamos que a matéria que mais sabia (D.Pedro, primeiro imperador do Brasil) foi a q menos saiu e inclusive a independência do Brasil q n saiu e sabia muito bem ;----;
(Sim em Portugal estudamos o Brasil tbm, love u brasileiros!)
Boa leitura!

Capítulo 25 - Regresso


Ponto de vista da Isabella

Silêncio.

Não ouvia nada. Estava um silêncio tremendo.

Escuro.

Estava num sítio muito escuro. Não sei onde estou ao certo.

Frio.

Mas... Como o habitual, sentia frio.

Memórias.

Fogo, chamas a arder. O Peter fugiu e deixou-me queimar ali na cabana.

Oh que porra... Eu estou morta outra vez?

Estava viva. Eu sabia. Eu conseguia mexer os meus pés e braços. Mas não via nada. Comecei a apalpar tudo até que me apercebi... Estava num cubículo, gelado... Oh merda, estou no frigorífico. Tinha dores na boca. Coloquei as mãos à minha frente e fiz força... Consegui sair porque o ar à temperatura ambiente estava bem mais quente. Passei as mãos no meu corpo e senti espinhos...

– Rose... Rosebella – deixei escapar pela minha boca. Eu teria voltado para o meu corpo antigo e isso seria possível se... – Oh não... Darkness... –

Comecei a andar e procurei uma porta. Eu tinha que matar alguém para recuperar a visão. Esperem... Se voltei para o meu corpo eu deveria estar no sítio onde morri... Onde o Peter... Aiiii o Peter, ele matou-me! Eu lembrava-me tão bem! Mas se não estou na rua é porque alguém me trouxe para um congelador?! Estranho.

Continuei a andar enquanto apalpava tudo com as mãos e os meus pés descalços. Devagarinho consegui sair daquela casa... Ou deveria eu dizer mansão? Eu deveria estar na mansão... A dimensão não enganava.

Sai de lá e agora andava pela floresta, devagar. O meu objetivo era arranjar a primeira vítima rápido... Não suportava estar cega.

Consegui. Consegui, depois de muito tempo chegar à cidade, à minha cidade... A Harrisburg. Vozes. Ouvia vozes agora conhecidas; Britanny e Mary. Britanny aqui? Que estranho! Edimburg faz mais o jeito dela. Mas realmente é uma pena que ela tenha que ser a vítima... Eu preciso de ver e estou pouco me a lixar para ela. Caminhei sempre até àquela voz. Não tinha armas, só rosas para dar, e era isso que faria... Iria oferecer rosas.

– Isa.. Isabella?! – Mary reparou em mim. Comecei a ouvir o choro dela. Passos. Ela correu até mim e abraçou-me, devagar por causa dos espinhos. Mary estava sozinha, o marido deixou-a e Rose estava morta. Nada poderia eu fazer a não ser acabar com a sua dor. Com os braços atrás das costas retirei uma das roseiras e, num movimento rápido, coloquei-a no pescoço de Mary, empurrando-a contra mim – Bella! O que... – ela começou a gritar e se contorcer de dor. Comecei a fazer movimentos e a rasgar a pele dela. Fazia demasiada força e os gritos dela eram mais altos. Parei e peguei na cabeça dela puxando-a para trás. Ela gritou e ouvi-o, ouvi o estralo que os ossos fizeram. Devagar recuperei a visão e vi Britanny encolhida de medo. Olhei para a mulher e como de esperar a sua cabeça estava fora do corpo e e eu, infelizmente, estava repleta de sangue. Estava de noite. Menos mal. Comecei a andar em direção à Britanny. Ela seria só mais uma rapariga a morrer, quem se importaria? Sua mãe e seu pai? Haveriam de morrer. Thomas e Emily? Haveriam de morrer.

– Não vai doer, Bri, eu prometo... – ela começou a correr e um jovem ruivo a parou. Olhei para ele e ela ficou parada também.

– És tu a proxy? – os olhos amarelados dele estavam fixos nos meus. Ele era alto e incrivelmente atraente. Estava todo de preto e tinha uma máscara que tapava a boca e nariz preta com um X q vermelho.

– E tu és quem para saber ruivinho? – cruzei os braços e batia com o pé. Apesar de ele ser homem fazia me lembrar a Rose, por se ruivo.

– Não te interessa – a sua voz era robotizada. Revirei os olhos e comecei a andar em direção a ele.

– Boa então dá-me a miúda que dela eu trato – ele riu-se a abanou a cabeça.

– Não posso, ela é a minha vítima à mais tempo... Vim de Mississippi para a matar... – q miúda olhou horrorizada para ele e debateu-se. Ele pegou nela e colocou-a ao ombro. – Adeus.

Vi ele a andar nem rumo. Ele pegou num punhal vermelho. Que pena que não sou eu a mata-la. Olhei para a mulher e abri-lhe o peito, retirando o coração. Já não existia Darkness mas o coração tem muito sangue. E eu gostava do sangue. Lambi o órgão e bebi o sangue que nele tinha, indo depois para a minha casa e apenas descansando.

Ponto de Vista da Britanny

– Tu... Tu vais me matar? – perguntei, olhando para o ruivo que me haveria posto no chão. Ele abanou a cabeça.

– Ou eu mentia, ou tu morrias – ele sentou-se na calçada e começou a afiar os dois punhais. Eles eram vermelhos, eram lindos.

– Tu és um querido, um verdadeiro herói... – por baixo da máscara ele riu-se e abanou de novo a cabeça.

– Não me conheces, eu sou igual ou pior que a rosa – ele lançou-me aquele olhar mortífero mas sedutor.

– Eu... – parei. Esqueci-me o que ia dizer quando ele se levantou e apontou o punhal a mim. Eu coloquei as mãos na cara e comecei a chorar. Tinha pavor, medo dessas coisas. Senti a ponta afiada a tocar na minha pele da minha mão direita.

– Tu deixas-te ser atacada... Fraca – retirei as aos da cara e vi ele se afastar de mim. Não percebia as atitudes dele mas se me deixava ficar assim era por ele, quando a minha "amiga", Bella me iria atacar eu fugi. Era algo que só ele me causava.

– Isso é porque confio em ti... – ele parou. Eu não fazia mais nada ali, então virei-me e comecei a andar a direção oposta. Parei mais à frente e olhei para trás, ainda o vendo parado – Isso é porque eu gosto de ti... – deixei-o ali. Realmente sentia algo bem pequena por ele. Ele desde que me salvou procurou estar sempre por perto para me ver ou proteger e isso era notório.

Andei em direção às floresta. Não sabia onde estava mas procurava a mansão, a maldita mansão que a Emily não se calava. E, bingo, eu achei-a.

Na entrada estava um homem com uma máscara branca na cabeça. Ele fumava enquanto ao lado dele estava um rapaz a afiar dois machados. Ele tinha uns óculos laranjas e uma bochecha rasgada. Poderia morrer, mas teria que lhes avisar. Sabia que a Isabella estava no interesse deles.

– Olá? – o fumador dirigiu-me o olhar e cutucou o amigo, que olhou para mim e correu até mim, deixando tudo para trás. Encostei-me à árvore com medo.

– Britanny, o que fazes aqui? – encarei aquele rosto bonito apesar de ter visão para o interior da boca, pela bochecha.

– Eu... Tu... Aaa... Isabella – ele arregalou os olhos. Pegou no meu braço e puxou-me para um sítio mais longe.

– O que tem? –

– Ela... Está cheia de sangue, com rosas... Ela... Ela está feia – tentava me recordar da imagem que tinha – Ela matou a mãe da Rose! – exclamei e ele sorriu.

– Ela está viva? – eu acenei – Rose, Rosebella! – ele beijou-me a testa e correu para onde estava. A meio de caminho parou e olhou para trás – Foge, enquanto podes. Obrigada!

Assim o fiz. Sempre muito atenta a qualquer canto, fui para a estação rodoviária esperando um autocarro para ir para Danville e depois para Mississippi.

Narradora

Ticci Toby estava realmente muito feliz. Teria que partilhar a noticia com os restantes. Ele adentrou no salão e chamou a atenção de todos.

– Ela está viva... A Rose está de volta!

Era notório a alegria nos olhos dele assim como nos de Sally. Lazari estava com Sally e olhava confusa para Toby.

– Quem? – questionou ela. Toby chegou-se perto dela e agachou-se.

– Rosebella... A minha Rosinha.


Notas Finais


DOU POR FINALIZADA A SEGUNDA TEMPORADA!
Bem a história ia acabar no capítulo seguinte mas a pedido de muitas famílias farei a 3 E ÚLTIMA temporada.
Amanhã mesmo postarei.
Quero saber o que acharam e as vossas espectativas!
Au revoirr!
Ps. D. Pedro Tinha um amor enorme pelo Brasil, como eu tenho pr vcs 💓


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