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História À Flor da Pele - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Oi oi
Bem venho aqui postar antes de fazer um estúpido trabalho de filosofia.. sim pq os meus stores são chatos e precisam de cenas p dar nota
ENFIM
Boa leitura babes

Capítulo 4 - Assassinatos


Abri os meus olhos e estava quente e confortável, deitada no meu sofá coberta com um cobertor. Eu estava em casa. Olhei em redor e estava tudo como deixei... A questão era como eu vim aqui parar? Eu estava na floresta... Eu fui violada... Aquele monstro fê-lo, ele acabou comigo, magoou-me, chicoteou-me... Monstro, não haveria outra palavra para descrever o Peter.

Levantei-me e encarei a televisão. Ela estava acessa e estava a dar uns desenhos animados... Estranho. Eu nunca assisto desenhos animados.

Levantei-me com muitas dores e fui andando com dificuldade, até ao meu quarto. Lá separei roupa mais confortável e caminhei para o duche, tinha que tirar as células horríveis dele de mim, teria que acabar com o toque dele e sobretudo, tinha que libertar esta pressão que tinha no meu corpo.



Acabara de sair de casa. Estava escuro, noite. O céu estava nublado, não era visível as estrelas. Estava vestida com uma saia preta, uma blusa com manga de três quartos – até ao cotovelo – azul claro e as minhas All Star de cano alto.

Dirigia-me ao bairro do meu amigo... Aliás dos meus amigos, aqueles que brincavam com cancro! Vê-se que nunca passaram por isso para não saberem o quanto custa a quimioterapia.

Caminhava destemida e segura do que iria fazer, Peter saberia o que era perder o nosso bem, o nosso porto seguro. Ele usou-a como desculpa para se aproximar de mim então eu também a usaria como desculpa para o seu sofrimento.



Acabara de chegar à grande casa de Charlotte. Por sorte, ou não, ela acabara de chegar bebeda, provavelmente de uma discoteca. Ela estava a sós. Ela olhou para mim e gargalhou.

– Não me infetes com cancro, por favor! – suplicou ela sarcasticamente. Forcei uma gargalhada e atrai o olhar dela. Do bolso interior do meu casaco tirei uma navalha e fui em direção a ela, enfiando a navalha no seu estômago e rasgando até o fundo da barriga. Ela, como de esperar, gritou, gritou que nem uma porca a morrer. Provavelmente atrairia alguém.

– O que raio foste tu fazer? – era a voz dele. Eu virei-me e lá estava ele, com o olhar frio e seco em mim. Ele agarrava um saco de comida... Provavelmente iria estar com ela.

– Ups – coloquei o dedo na boca fazendo-me desentendida.

De dentro das calças ele retirou uma arma de fogo e apontou-a a mim. Corri, em direção à floresta, me refugiaria lá, no meio das árvores, das folhas e do escuro.



Estava bem perto da floresta, faltava-me pouquíssimo para adentra-la e me proteger dele. Foi aí que ouvi três disparos, olhei para trás e deixei de ver; estava tudo negro, não via nada, a cabeça doía-me assim como os meus olhos. Levei as minhas mãos aos olhos e senti algo líquido mas viscoso... provavelmente seria sangue.

Estando eu fraca, deixei-me cair, sem saber, sobre um monte de espinhos... Provavelmente um canteiro de rosas.

– Tu não mereces viver pelo que acabaste de fazer... Vadia! – exclamou ele.

– Nem tu, monstro – Senti os seus passos longe, ele deveria ter se afastado. As dores eram incontroláveis, a cada respiração, cada movimento, os espinhos se especavam em mim – Eu a iria matar e vou acabar morrendo... Irónico – ri, com poucas forças já me restavam.

Sentia o meu corpo a perder força, estava muito fraca mesmo até começar a ouvir uma estética. Eu sabia perfeitamente que ele agora era real; era ele. Tal como em Marble Hornets. A estética ficava mais alta e mais até eu deixar de ouvir e apagar por completo.


Narradora


Slenderman acabara de perceber que Isabella haveria morrido mas matado a responsável, em parte, por seu sofrimento. Via nela uma futura riqueza, ela lhe seria útil para enriquecer o seu poder. Ele agarrou na miúda com os seus tentáculos cuidadosamente e levou-a a colo. Elas estava coberta de roseiras, presas nos braços, pescoço e pernas.

Slenderman dirigia-se à sua casa, à sua mansão. Iria ajudar a miúda. Na entrada estava Eyeless Jack junto de Sally. Quando a miúda viu o Homem pulou de alegria mas ficou confusa ao ver Bella.

– Papai... Ela... Ela morreu? – Slender apenas abanou a cabeça e despertou um interesse da mais nova – Ela era... Ela não brincou... Pobre menina!

– Quem é essa? – questionou Eyeless, confuso, sem entender nada – A minha refeição? – Sally, ofendida com o comentário do canibal, bateu no braço dele com pouca força.

– Cura-a e trata dela. Eu quero esta miúda  viva – proferiu o homem esguio, acentuando a última palavra e com a sua voz distorcida. Ele colocou Isabella nos braços de Eyeless e adentrou a mansão. Eyeless fez o mesmo a levando para o seu quarto, sendo sempre seguido por Sally.

A mais nova abriu a porta do quarto do canibal e entrou lá. Eyeless entrou no seu quarto e deitou o corpo sobre a sua cama.

– Ela tem rosas... – comentou a pequena, enquanto analisava atentamente o corpo da sua conhecida. Jack coçou a cabeça, nunca teria visto nada assim.

– O pior é os olhos... Parece que alguém vai ficar como eu, sem olhos – o rapaz foi até um canto do quarto, pegando de uma mala que estava sobre uma cadeira, umas ligaduras e alguns primeiros socorros, voltando para junto da rapariga mais velha.

O rapaz colocou os polegares na zona dos olhos, fazendo pressão e arrancando-os, comendo-os de seguida. Sally olhou com cara de nojo para o mascarado. Este agarrou uma ligadura envolvendo os olhos de Isabella. O sangue escorria incontrolavelmente então Eyeless reforçou com muitas camadas de fibra.

– Ela foi violada – confessou a mais nova, enquanto via o trabalho de Eyeless Jack. Ele parou tudo e olhou para a amiga – Eu vi – confirmou ela.

– Dizes que ela será uma de nós? – como resposta, a miúda encolheu os ombros e Eyeless voltou ao trabalho.

– Se o papai quer ela, provavelmente será...

– Pena... Ela parece tão jovem e tinha uma vida pela frente – comentou Jack, em forma de desabafo.

Eyeless continuou ajudando a miúda com a presença de Sally. Ele mostrava-se intrigado sobre a história da sua "paciente". Não era comum alguém ter rosas permanentes no seu corpo.


Notas Finais


Bemmmm
Aqui está o capítulo que eu reescrevi
Na antiga versão não era bem assim.. não tinha a versão da narradora a contar como tudo aconteceu e Bla Bla Bla
Na minha opinião isso enriquece o capítulo.
Enfim, posto amanhã como já sabem!

AU REVOIR MON AMI


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