1. Spirit Fanfics >
  2. A Folia na Escuridão >
  3. Decisão Arbitrária!! Transferência...?!

História A Folia na Escuridão - Capítulo 125


Escrita por:


Notas do Autor


E aí pessoas!!! Susses??!

Bem,de aviso imediato, apenas que eu já vou padronizar os travessões em diálogos no lugar das aspas... Isso já me facilita pro remake tbm!
Sem delongas pq anda corrido aqui, vamos pra mais um capítulo! Espero que gostem!

Capítulo 125 - Decisão Arbitrária!! Transferência...?!



 
 
 
 
 
 
 

A escuridão da noite já tomara conta do céu da cidade de Musutafu... Não que fosse algo muito difícil naquele período tempestuoso... 
 
 
 
 
 
 
 

... E falando sobre tempestade, Fumikage Tokoyami que o diga... Autoridade no assunto no momento, o menino emplumado sofria com a sua tormenta mental após ter uma discussão feia com Ragaku Ajairou, seu melhor amigo. O corvo ainda tragava o lamentável ocorrido, pedalando na bicicleta que foi praticamente a responsável por ditar o início da briga. Ao que o agitado vento chocava-se contra suas penas, ele podia sentir a plumagem melada de suor devido ao intenso nervosismo que passara... 


 
   
   
   

— Ceeeeerto, que DR foi essa?... — De dentro de seu corpo, Dark Shadow provocou seu dono enquanto ele pedalava — ... Você surtou forte, hein!
   
  
   

— Por favor, Dark Shadow, definitivamente agora não é hora de gracinhas... — Tokoyami concentrava-se em manter seu equilíbrio, principalmente pelo fato de estar pedalando ligeiramente mais rápido que o normal, como se estivesse ‘fugindo’ — ... Foi uma... Uma impetuosa fúria que escapou contra a minha vontade, como se fosse uma viciosa angústia debatendo-se vigorosamente dentro de mim.  
   
   
   

— Como assim 'dentro de mim?' Ah, é assim então? Eu saí por alguns dias e você já adotou uma nova individualidade chamada 'Angústia’??!... — A sombra berrava dramaticamente dentro de seu hospedeiro — ... Nem fodendo, você é magro demais pra duas sombras! Cadê essa arrombada de Angústia pra eu expulsar ela na base da porrada!!?  
     
   

Diante da pataquada em seu interior, Tokoyami pouco caso fez do showzinho de Dark Shadow, mostrando-se até sutilmente frustrado por não se sentir compreendido — ... É... É assim então...
 

— Bocózão... — Após um suspiro decepcionado do garoto corvo, Dark Shadow mostrou que não era assim tão ignorante e que na realidade parecia ser ela a incompreendida — ... Eu só tô tentando fazer você se sentir melhor... Eu não sei direito o que eu perdi, mas pelo jeito que o D reagiu ao você agradecer à preocupação dele, acho que é só você não lembrar mais desse chiliquezinho seu e as coisas se consertam de boa... Você já se desculpou, ele aceitou, tá tudo certo, capiche?
   
   

Sabiamente, a individualidade agradeceu com mais empatia — ... Aliás, ainda bem que você disse aquilo... Senão ia ficar um pastel de climão daqueles...
 

— Assim espero, Dark Shadow... — Falou enquanto descia pelo meio-fio de uma calçada com a bicicleta, realmente desejando que Ajairou não remoesse aquela desavença assim como da forma que ele estava fazendo — ... Mas que droga, tem uma coisa que eu ainda não entendo... O que praticamente começou essa folia na escuridão...

 

Fumikage franziu o rosto em dúvida.
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

— ... Como ele descobriu que eu estava mentindo sobre a minha mão?
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

Logo após exprimir sua dúvida, Tokoyami notou uma sutil inquietação de seu demônio — ... Dark Shadow...?
 

 

...

 

 

E por sua vez, a individualidade parecia ter as palavras entaladas na garganta, cujas tais saíram após certo esforço... — ... Olha...
 
 
 
 
 
 

 ... Você não deve ter notado, mas...

Tokoyami diminuiu o ritmo de pedalada para ouvir mais atenciosamente. 

 

 


 

 ... Quando você deu o motivo de seu ferimento pro Aizawa durante a luta com o All Might na USJ, e depois pro Midoriya já do lado de fora, ao entrar na ambulância, você deu motivos diferentes...

A sombra explicou calmamente e um tanto cautelosa... Em contrapartida, Tokoyami não compreendeu a lógica assim tão de cara, provendo uma careta confusa — Tá, mas o que que isso tem a v- 
 
 
 
 

 

Subitamente, ele calou-se... E numa epifania esclarecedora, o garoto pássaro percebeu o erro crasso que cometera...
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

... “...’Me machuquei enquanto subia o penhasco...’...”... 
 

... “... ‘Acabei me ferindo durante o combate com o All Might...’...”... 
 
 
 
 
 
 

— ... Ah, merda...! — Murmurou estarrecido após captar

 

 

 ... O Ajairou... Ele estava próximo nas duas ocasiões... — Dark Shadow terminou. 
 
 
 
 

 

— Mas que droga...! — Fumikage deu um rápido murro no guidão da bicicleta — ... Inacreditável... Na intenção de esconder a verdade do Aizawa e de Midoriya eu apenas inventei algo que pudesse ser minimamente plausível para o momento, sem levar em consideração que o D estava sondando... Merda...! Merda...!!...
 
 

É, foi uma cagada daquelas...

Não bastasse ter brigado com seu melhor amigo, agora Tokoyami sentia-se o maior boçal do mundo ao ter deixado passar bem na frente de seu bico um detalhe tão decisivo e crucial... Ademais com o desastre já ocorrido, só restava a ele deixar à mostra um semblante desanimado em sua face... 
 
 
 
 
 
 

— ... Ei, espere um pouco...!
 
 
 
 
 
 
 

Repentinamente, o garoto de plumagem negra ergueu a cabeça intrigado... Tão intrigado que ele até chegou a parar a bicicleta, apoiando um pé na calçada à sua direita... — ... Dark Shadow...
 
 
 
 
 

— ... Na saída da USJ eu até entendo... Mas como você sabia o que eu tinha falado pro Aizawa...?
 
 
 
 


 

Aquilo de fato não fazia sentido para Tokoyami... Foi uma declaração que ele havia dado no período de latência de sua individualidade. Dark Shadow ter noção de tais palavras deixava bem claro... 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

— ... Você estava vendo tudo, não é?
 
 
 
 
 
 
 

Como esperado, nenhuma retratação do pássaro sombrio... Mas quem cala consente. 

Tokoyami não tinha tempo para ficar chafurdando acerca daquilo. Decepcionado, o menino pássaro novamente voltou a pedalar, dando um suspiro aborrecido — ... Estou a horas pensando nisso, Dark Shadow... Eu realmente gostaria de saber o porquê de seu desaparecimento... — Lançou o desapontado corvo, já adentrando na reta final do trajeto até sua casa. Apesar de ter ficado mais de quarenta dias sem sua individualidade, Tokoyami já estava acostumado a uma vida com a presença eterna de Dark Shadow, facilmente acomodando-se ao retorno daquela sensação. E ele notou que algo no que ele disse mexeu com a sombra, que ficou muito mais quieta

— ... Dark Shadow...?
   
   
   
   
   
   
   

 

— ... Pode...
   
   
   
   
   
   

 ... Pode ser depois...? 
 
 
 
 
 
 
 
 

Definitivamente, Dark Shadow estava de fato abalada, o que foi demonstrado em seu tom extremamente defensivo. Apesar de ser uma dúvida torturante de Fumikage, ele orientou para que sua individualidade deixasse aquilo para outra hora... Ele já havia cultivado desavenças suficientes com um de seus maiores parceiros, ele não precisava estragar outra de suas relações no momento... 
 
 
 
 

— ... Certo... — Replicou a ave, falando com o olhar focado à frente — ... Agora, precisamos focar em como vamos convencer a mamãe a nos liberar para a U.A....
 
 
 
 
   
   

... Ainda mais que sua casa já estava a vista e em alguns minutos ele saberia se poderia dar mais um passo para evoluir suas habilidades.  
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
  (...) 
   
   
   
   
   
   
 
 
 
 
 

 

— NÃO! Absolutamente, não!!
 
 
 
 
 
 
 

Implacável como uma cruel ditadora, a mãe de Tokoyami franziu o rosto em completa e absoluta indignação com o pedido de seu filho. 
 

— O-o que...? — Surpreso pela ríspida negativa, o garoto emplumado também fez uma careta, olhando para os lados e depois inclinando a cabeça — ... Mas eu nem cheguei a terminar de falar...!! — Lançou abismado. 
 

— E nem precisa!... — Cortando uma peça de carne, Iru Tokoyami o interrompeu sem nem sequer olhar para o seu rosto — ... Não importa que tipo de exigência essa escola faça, de jeito nenhum que eu deixarei meu filho sair perambulando à noite pelas ruas violentas dessa cidade c- 

— Eu sei me cuidar, mã- 

— COM UM PROFESSOR QUE EU NUNCA CONHECI!!
 
 
 

 

Após o silêncio do menino corvo, Iru reforçou novamente que ela não autorizaria o treino noturno de Tokoyami. Estarrecido, Fumikage a encarou com um indignado olhar escarlate...
 
 

— ... Se eu não receber esse treinamento... Eu nunca ficarei mais forte...! — Ele respondeu com raiva, puxando essa declaração do fundo da sua alma — ... E não é uma exigência da escola, é uma exigência minha...! Eu que persegui este anseio!!  
 
 
 
 

Nervoso, Tokoyami parecia não ter noção do terreno hostil no qual ele estava entrando... E mais nervosa ainda estava ficando sua mãe. Com a última fala afrontosa de Fumikage, Iru bateu a faca na tábua de cortar carne, respirou fundo e virou-se lentamente, dando ao menino pássaro o olhar mais severo que ela já dera. Se olhares pudessem matar, Tokoyami certamente estaria morto de pedra caído na entrada da cozinha — ... Fumikage Tokoyami...

 

 

— ... Olhe como você fala...! — Iru ameaçou numa peculiar fúria reprimida, de gelar o espírito — ... Você se machucou no vestibular... Se machucou durante às aulas... E já não basta esta escola ser completamente irresponsável com a integridade dos seus alunos, agora eu tenho que ser obrigada a liberar meu filho a ficar vagando pela cidade na calada da noite apenas para que ele possa brincar de herói??!! 
 

A matriarca enfatizou a última porção de seu revolto discurso e negativou vigorosamente com a cabeça — ... Jamais, senhorito! Você vai ficar em casa e ponto final!!
  

 

— E o meu treinamento para ser um herói profissional, como fica?! — Tokoyami retrucou furiosamente.  
  

— VOCÊ TEM QUINZE ANOS, FUMIKAGE!... — Sua mãe berrou em revolta — ... VOCÊ SIMPLESMENTE NÃO TEM IDADE PRA ESSE TIPO DE COISA!
  

 

As palavras de Iru eram como afiadas adagas cravando-se em seu peito... Tokoyami não queria acreditar que teria que deixar aquela oportunidade sair voando diante de si.

— E se eu não tenho idade, por que os meus outros colegas teriam? Aposto que as famílias deles depositam votos de confiança neles...!
 
 
 

Não adianta o quão sentimental ele fosse, Iru Tokoyami simplesmente recusava a dar ouvidos às súplicas de Fumikage, restringindo-se apenas à balançar a cabeça depressivamente cabisbaixa — ... É dessa maneira que você acredita no meu futuro...?

— Não, Fumikage... Estou te protegendo pra você TER um futuro! — A matriarca balbuciou frustradamente...

 

— Se a sua preocupação é o caminho, eu já sei bem como ir, já fui várias vezes... — Aquele tipo de afirmação fazia Tokoyami ficar ainda mais decepcionado, como se ela reforçasse que ele fosse frágil — ... E eu preciso desse treinamento, preciso de verdade... Preciso para não acabar te preocupando por eu ser fraco que você acha que eu sou...
 
 
 
 

— ... Fumikage... — Bufou a matriarca lentamente erguendo a cabeça, fula com a alfinetada — ... Se eu já disse que é não, é não!
 
 

— ... E por que que essa decisão tem que partir apenas de você?... — Não aceitando o veredicto final, Tokoyami contraiu sua face num semblante indignado — ... Se eu tivesse pedido pro papai eu tenho total convicção que ele deixaria!

— Sim, mas quem está aqui sou eu, não o seu pai!

— Então é uma decisão unilateral mesmo?!

— Sim, ela é!

— Pois eu não concord-

— FUMIKAGE, CHEGA!!!
 

 

Como se aquela discussão tivesse se estendido mais que o esperado, urrou a irada mãe, farta da tentativa de negociamento — EU QUERO VOCÊ NO SEU QUARTO AGORA!!!

 

 

Não adiantava nada... Era como discutir com uma parede. À Tokoyami, apenas restava observar a sua mãe com um semblante desanimado... 
  
  
  

 

 

— Então, é assim...
  
  
  
  
  
  
  
  
  

— ... É dessa forma que você realmente se importa com o meu sonho...

Desabafou melancolicamente para Iru que estava de costas com as mãos apoiadas na bancada à sua frente, visivelmente também desestabilizada pela discussão. 
  
  
  

Ainda inconformado pela decisão, Fumikage caminhou a ligeiros passos até o seu quarto, batendo levemente a porta ao ato de entrar. Perturbado, o menino pássaro posicionou-se em pé bem no meio do cômodo, ao passo que o breu de seu covil lhe abraçou... E envolvido pelas trevas, uma crescente angústia e inconformação reverberou-se em seu espírito, fazendo-o cerrar os dentes em seu bico e apertar os punhos com força suficiente para cravar as unhas em sua própria pele... 
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  

— ... Não...
  
  
  
  

 

O corvo pensou entre sua intensa respiração — ... Isso...
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  

 

— ... Isso não vai ficar assim...!!
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  

E fomentado pela sua folia na escuridão, Tokoyami decidiu que não deveria jogar a toalha... Rapidamente, ele saiu numa ligeira marcha para a sala... Indo rapidamente em direção ao telefone da casa. 
  
  
  
  
  

— F-... Fumikage...! — Provavelmente ouvindo o barulho da porta do quarto de Tokoyami sendo aberta grosseiramente, seguido dos pesados passos do revolto adolescente, Iru foi de imediato na direção da sala — ... O que você está fazendo...?!
  
  
  

— ... 3,3...5,7,8...9... — O garoto emplumado sussurrava num volume mínimo os dígitos de alguma linha telefônica enquanto apertava os mesmos no aparelho. 
  
  
  

— Fumikage Tokoyami, não me ignore!... — Ameaçou a matriarca, aproximando-se com cautela — ... Ponha esse telefone no lugar imediatamente!
  
   

E sem dar a mínima para a furiosa matriarca, Tokoyami apenas aguardou que lhe atendessem do outro lado da chamada. 
    
  

— ... Fumikaaaaage...!! — Quase espumando de ódio, Iru rosnou com os dentes cerrados. 
  
  

— O QUE FOI?! EU NÃO POSSO MAIS USAR O NOSSO TELEFONE AGORA TAMBÉM?!!... — Gritou o garoto revoltado, apontando para o aparelho.
  
  

— NÃO OUSE INCOMODAR SEU PAI NO TRABALHO DELE!!... — Iru podia parecer estar no meio de um surto, mas sua intuição era inegavelmente impressionante — ... SE EU JÁ DISSE QUE VOCÊ NÃO VAI TREINAR, VOCÊ NÃO VAI E PRONTO!!! 
  
  

— AH, E POR QUE EU TENHO QUE ACATAR A ESSA SUA DECISÃO ARBITRÁRIA??!!! — Berrou o descontente Fumikage, tremendo e palpitando de raiva. E com mais raiva ainda ficou Iru Tokoyami após o grito afrontoso...
  
  
  
  
  
  

— ... Abaixe AGORA o tom de voz que você fala comigo, garoto... — Com um semblante incomparavelmente furioso, ela apontou um indicador na direção do rosto de Tokoyami, rosnando com o rosto vermelho de tão nervosa — ... E desligue esse telefone, senão e- 

— 'Senão' o quê, hein?!
  
  
  
  

Foi uma peculiar transição... Da raiva para o desafio, Tokoyami encarou Iru no fundo de seus olhos — ... O que mais eu tenho à perder se eu não te obedecer?!!
  
  

E durante aquele impasse, uma voz feminina veio do telefone.

— Agência de heróis EdgeShot, boa noite?
  
  
  

Sua ligação foi atendida... Deixando a desavença de lado, Fumikage virou-se na intenção de solicitar a presença de seu pai, a quem ele tinha convicção que obteria a desejada autorização para ir treinar... 
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  

 

 

 

 

 

— ... Senão eu vou pedir a sua transferência da U.A.. 
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  

 

 

 

 

 

 

 

 

... Trans... ferência...?
  
  
  
  

 

 


  

 

 

Podia ser uma miragem auditiva... Mas, por mais absurda que fosse aquela ameaça, definitivamente foi uma fala real.

Tokoyami sentiu-se como se tivesse sido apunhalado no coração... Apunhalado por sua própria mãe, virando-se estarrecido para dar de encontro com a face tortuosa de Iru Tokoyami. 
  
  

A matriarca claramente não estava orgulhosa de ter que chegar aquele ponto... Mas, se fosse o sacrifício preciso para proteger seu precioso filho, ela o faria sem hesitação... 

 

 


  
  
  
  
  

— ... Alô...?

Indagava a pessoa do outro lado da linha, estranhando o silêncio.
  
  
  
  

 

 

 


  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  

— ... Você não faria isso...
  
  
  
  
  
  

 

 


  

 

 

 

 

 

Com um semblante incomparavelmente chocado, Fumikage Tokoyami murmurou no que era provavelmente o sussurro mais indignado que já provera em toda sua vida, balançando a cabeça lentamente enquanto devorava sua chorosa mãe com os olhos. 
  
  
  
  

 

 


  
  
  

 

— ... Alô? Alô, quem fala?!
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  

 

— ... Desligue isso... Fumikage...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

— ... Alô...?! Pode se identificar, por fav-


  

 

 

 

 


Notas Finais


E chegamosao final de mais um capítulo de TOKOYAMI TOMANDO NO CU DE TUDO QUANTO É FORMA POSSÍVEL.


Esse foi outro capítulo bem inspirando na Through Another, mas com algumas sutis mudanças, como a ausencia do pai do Tokoyami. E ainda bem que finalmente resolvi adotar os travessões, fica bem melhor assim.

Aliás, avisando que o remake da fic tbm está acontecendo aqui no próprio Spirit... Em breve, essa história estará completamente refeita e cheirosa, kkkkkkkkkk

Enfim, por hoje é isso... Fiquem bem e se vemos sábado que vem!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...