História A Forbidden Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Billdip, Dipcifica, Dipper, Wendy
Visualizações 93
Palavras 2.987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hola amigos! Tudo bom? Bem, espero que sim. :)

Então gente, para começar, já peço desculpas a vocês por não ter atualizado a fanfic e tal

É que, como eu tinha dito no "capítulo" anterior, estou enfrentando uma fase bem difícil na minha vida pessoal e além do mais meu tempo tá bem curto para escrever a história e tudo mais.

Mas enfim, não quero colocar muita coisa aqui pra não ficar chato, só vou dar três avisos rápidos:
1°) Não irá ter data/horário para atualização da fanfic, mas vou tentar sempre estar atualizando de três em três dias (ou mais dias)

2°) Ainda vou editar o aviso que dei antes, (o cap. Anterior) então fiquem atentos.

3°) O lance de "Notas do autor" eu só vou colocar quando tiver algo importante de verdade para falar, se não, apenas escreverei "Boa leitura :)". Vai ser o código dizendo que está tudo bem.

Enfim pessoal, é isso. Boa leitura :v

Capítulo 2 - Summer, finally summer...


Fanfic / Fanfiction A Forbidden Love - Capítulo 2 - Summer, finally summer...

{SEI QUE É CHATO, MAS LEIAM AS NOTAS INICIAS, É MUITO IMPORTANTE

~A Kris}



Um lugar totalmente vazio, frio e escuro. Era aí onde se encontrava Dipper.


Ele havia acabado de chegar e nem sabia como tinha ido parar lá.


–Olá, pinheiro…– Uma voz robotizada ecoou pelos ouvidos de Dipper, oque o fez se arrepiar.


–Q-quem está ai?– perguntou se virando para onde a voz vinha, mas parecia nunca ter tido nada ali, o dono da voz havia sumido como vento.


"Que pergunta boba, Dipper" pensava revirando os olhos


–Oras Pines, você não se lembra?– a voz robotizada mais uma vez vinha como um sopro de ar, e sumia como a brisa que o levara.


–N-não…– Dipper se virou mais uma vez na direção da voz, mas novamente não encontrara nada.


–Que decepção… Pensava que aquele verão tinha sido o mais marcante de sua vida, porque oras, eu estava lá, Pinetree…


"Espera um pouco. 'Pinetree'? Só tem um ser que me chama assim… Não pode ser… É… É"


–Você…– completou seu pensamento deixado-o escapar por sua boca.


Após isto, um forte flash de luz veio e Dipper fechou os olhos com força, só pode ouvir uma última coisa:

 

–Exato!


02 de junho, 2016

Pidemont, Califórnia - EUA. 07:20 AM.


O garoto tentava abrir os olhos, mas não conseguia. Era como se tivessem amarrados à pedras.


–Mason Pines! Levante-se desta cama agora!!– Disse com autoria uma voz feminina muito familiar.


–Aaah.– foi a única coisa que o moreno conseguiu dizer antes de levantar seu tronco rapidamente e cair no chão, pois estava na beirada da cama.


Mason piscou algumas vezes para se acostumar mais com a claridade e com o fato de não estar conseguindo raciocinar direito.


Depois de mais algumas piscadas, o garoto se sentou no chão -onde mesmo havia caido.- e com o olhar sonolento olhou para cima para ver a pessoa à sua frente.


–Mabel, mas que droga!– disse olhando para a garota de cabelos longos e castanhos.


A menina ria da cara do irmão, ficava engraçado quando ficava com raiva, as bochechas inflavam e ficavam vermelhas. Além disso, Dipper também fazia biquinho, oque o deixava ainda mais fofo.

 

–Qual a graça?!– Perguntou irritado, a irmã apena riu ainda mais.


–Su… Sua c-cara!– falava entre risos.


–Tá… Tá… Uff… Respire Mabel, respire… – falava a garota, tentando recuperar o ar.


–Você fica muito engraçado quando está com raiva. Seu rosto tá todo vermelho.– deu uma risadinha no final da frase.


–Não fico não!– Exclamou Mason, repreendendo a irmã, oque fez suas bochechas ficarem mais vermelhas e Mabel rir ainda mais.


–Claro que não, pequeno.– Disse, inclinando-se um pouco, pelo o mesmo ainda estar caido no chão, para apertar uma das bochechas do irmão.


Dipper ali viu uma oportunidade, agarrou a blusa da irmã. Ao envés de se levantar, como havia planejado, acabou jogando Mabel no chão junto a sí. 


Mesmo assim, Mason conseguiu ficar de pé, enquanto irmã ainda estava caída.


–Quem é o pequeno agora?– Disse irônico e deu um breve riso vitorioso.


–Você está sendo tão infantil quanto eu, Dipper. Vamos, ajude-me a levantar!– ordenou e esticou a mão para que o acastanhado pudesse a pegar.


–Ainda bem que sabe que é infantil.– Riu e segurou a mão esquerda da morena, a ajudando a se levantar.


Já de pé, Mabel limpava, com as mãos, rapidamente sua roupa. Quando terminara, a mesma ergueu sua mão até a testa do irmão a sua frete e lhe dera um peteleco.


–Ai!– Exclamou devido a pequena ardência e colocou as duas mãos no local onde ela houvera acertado.


–Isso é por você me chamar de pequena. Você pode até ter crescido, mas eu ainda sou a irmã alpha!– Disse, colocando as duas mãos na cintura.


–Ah é?– Dipper ergueu sua mão e fez o mesmo que a irmã, deu-lhe um peteleco bem na testa.


A mesma também exclamou um "ai" e colocou uma das mãos na testa, fazendo carinho com o intuito de que a ardência passasse.


–Isto é por você ter me chamado de Mason, sabe como odeio esse nome.


–Mas esse é o seu nome!– Disse, ainda com a mão na testa.


Os dois gêmeos riram e Dipper se sentou em seu colchão, agora com um semblante triste.


O garoto suspirou meio entristecido.


–O que foi, Dip?– Perguntara a irmã, se sentando ao seu lado na cama, com um semblante preocupado.


–Nada não, Mabel…– Disse, passando as mãos no rosto.


–Tem certeza? Não me diga que teve aquele sonho outra vez.– arqueou uma sombrancelha.


–O que?! N-não, claro que não, já disse à você, aquele sonho parou a uma semana.– Mentiu, virando o rosto para a janela com as cortinas que Mabel houvera aberto.


–Mason Pines, não minta para mim. Posso não ser a garota mais inteligente do mundo, mas sei quando está mentindo. Você estava todo se remexendo na cama, parecia até que estava sendo exorcizado.– Disse pegando no ombro do irmão.


–Primeiro: pare de me chamar de Mason, já lhe falei mil vezes que não suporto este nome.– deu uma pausa. –Segundo: eu não estou mentindo, Mabel. Já lhe disse, esse sonho parou a uma semana.– mentiu mais uma vez.


–É… Deve ter razão… – disse ainda desconfiada.


"Isso! Ela engoliu!" exclamou em pensamento.


Sem perceber, o garoto sorriu.


–E esse sorriso bobo na cara?– dissera a garota, apontando para o rosto do maior.


–Hã…?– desfez seu sorriso. –O-o que? Ah, não importa! Oque importa agora é o seguinte: por que você me jogou no chão?!– Interrogou, apontando o dedo para Mabel.


–O que?! Eu não te joguei no chão, você caiu sozinho, Bobão!– Disse, sorrindo um pouco.


–M-mas… Ah, dane-se! Por que me acordou?– Perguntou.


–Escola, Bobão!– Exaltou, com um sorriso gigante desenhado no rosto.


–O que?! Estamos de férias, cabeçuda. Não ouviu o que a Maxwell falou?– Disse, referindo-se a sua professora -que em sua opinião era a mais, e única, chata.- Samanta Maxwell.


–Ouvi dãã. Mas você ficou tão eufórico quando ouviu ela dizer que o verão chegou, que nem percebeu que ela disse que iria ter uma "festa de despedidas" hoje.– Disse, dando ênfase nas últimas palavras.


Dipper a olhou, erguendo uma sombrancelha.


–Que desnecessário… – deixou escapar de seus pensamentos. Mesmo falando baixo, Mabel conseguiu ouvir.


–Não acho! Se formos -e é oque vamos fazer.- podemos ter pelo menos a chance de nos despedir de nossos amigos.


"'Despedir'?" pensou o moreno.


–Despedir?– perguntou, se ajeitando mais no colchão para encarar Mabel melhor.


–Sim!– aumentou mais o sorriso.


"Como consegue sorrir tanto? Suas bochechas não doem...?" pensou.


–E para onde vamos, cabeçuda? Estamos presos nessa cidade… – Perguntou, se entristecendo no começo, mas depois cruzou os braços, erguendo a cabeça.


"Que bipolar…" pensou Mabel, fazendo uma careta sem perceber. Logo a desfez.


–Para onde? Gravity Falls, logico!– Exclamou, erguendo os bracos no ar.


O moreno suspirou.


–Mabel, não vamos a Gravity Falls já faz quatro anos. Estamos sem contato com Stan e Ford des do dia em que viajaram. -À quatro anos também.- Nossas chances são de uma em um milhão!– Disse, segurando a lagrima que ameaçava descer.


Mabel, de seu semblante feliz e sorridente, agora era triste.


–Ah bro-bro, para de ser tão pessimista.– deu um soquinho no ombro do maior, sorrindo amarelo.


Mason virou o rosto novamente para a irmã, sorrindo minimamente.


–Vou tentar…


Mabel aumentou mais seu sorriso agora sincero.


–Pois muito bem, vamos, vá se arrumar, está igual a um zumbi.– riu fraco.


O moreno deu uma risada soprada.


–Vai logo, Dipper!


–Tá, tá, sua chata.– disse rindo enquanto a garota lhe empurrava para o banheiro de seu quarto.


–Tome banho de pressa, não quero me atrasar. Vista algo bom, não os seus trapos velhos, ouviu?! Se precisar de algo estarei em meu quarto.


–Tá Mabel. Saí pra eu poder banhar, por favor.– Disse empurrando a irmã e fechando a porta


Dipper suspirou e encostou a testa na porta.


Logo o garoto saiu de perto da porta e começou a se despir, em seguida ligando a torneira para encher a banheira.


Quando encheu em uma quantidade adequada o garoto entrou na mesma, fazendo a água se elevar mais –como o mesmo já soubera que iria acontecer.


Suspirou mais uma vez.


"Já é a vigésima vez nesse só mês…" pensou o Pines, se referindo a seu sonho.


Dipper ficou em posição fetal e apoiou seus cotovelos nos joelhos, colocando as mãos na testa, servindo de apoio para a mesma.


"Quem é aquela criatura que meu 'eu' aparentava saber? Jurava que na primeira vez eu sabia quem era… Mas é como se simplesmente me desse um branco…"


–Que droga!– Gritou, batendo os punhos na água. Dipper não sabia, e odiava não saber das coisas, isso era um fato.


A ardência percorreu por suas mãos e braços, devido ao impacto direto com a água.


A água acumulada na banheira balançou e um pouco caiu para fora dela, molhando o chão de lajotas brancas do banheiro.


O moreno colocou novamente seus cotovelos apoiados nos joelhos, mas ao envés de colocar as mãos na testo colocou-as nos olhos, com o intuito de não deixar as lágrimas descerem por seu rosto.


O garoto sentia falta… Sentia um vazio em seu peito. Sentia falta de Gravity Falls, sentia falta de seu tios avôs, sentia falta dos monstros e mistérios, falta da adrenalina percorrer seu corpo ao achar algo novo. Sentia falta de Soos, Wendy, até mesmo de Pacífica e as amigas de Mabel sentia falta.


Estava triste, profundamente triste. Todos os anos, eram uma tortura esperar as férias chegarem para ver se seus tios também haviam chegado para poder voltar a sua tão aclamada cidade no Oregon.


Até que então, depois de quatro longos anos, o garoto desistiu, perdeu a fé… 


E agora será que o moreno estava ficando louco? Sonhando com coisas estranhas, pensando ter conhecido quem quer que fosse naquele sonho… O que estava acontecendo com Dipper Pines?


Dipper soluçava baixo chorando encolhido no canto da banheira, agora abraçando as pernas e escondendo seu rosto na mesma.


Foi tirado de seus devaneios por batidas na porta.


–Dipper, você está bem? Ouvi você falando "droga!" e depois soluços. O que aconteceu?– perguntou a voz doce e abafada de Mabel por estar do outro lado.


Mason limpou as lagrimas com a costa da mão.


–Na-nada não, Mabel. Tá t-tudo bem.– ainda soluçava um pouco.


–Tem certeza?– perguntou com a voz carregada de preocupação.


–S-sim.– falou fungando o nariz.


–Então tá… Se precisar de algo só me chamar. E saia logo daí, seu molenga!– disse tentando amenizar o clima.


Conseguiu ouvir uma risadinha de Dipper vinda do interior do banheiro. A garota se sentiu melhor.


–Tudo bem, mamãe, já estou saindo.– dissera o moreno com a voz mais alegre.


Mabel sorriu sem mostrar os dentes e saiu do quarto do irmão.


Dipper suspirou e sorriu minimamente sem mostrar seus dentes. Ele pelo menos tinha Mabel, e teria que valorizar isso.


O garoto saiu da banheira com cuidado para não escorregar nas lajotas molhadas.


Se olhou no espelho.


Olheiras e olhos inchados era oque definia Mason naquele momento. Fechou os olhos.


sentiu um vento gelado vindo da janela colidir com seu corpo molhado, oque fez seus pelos eriçarem.


–Pinetree…– jurou ter escutado uma voz em tom de sussurro passar como o vento por sua nuca. Mason no mesmo instante abriu o olhos e olhou para trás.


Nada…


"Pelas estrelas, estou enlouquecendo…" Pensou o acastanhado, colocando a mão direita na testa afastando seus cabelos da mesma.


Saiu de seus pensamentos e abriu a porta do banheiro, saindo do mesmo também.


Dipper abriu seu armário, pegou as primeiras roupas que viu e as jogou na cama.


Uma camisa quadriculada cinza de manga comprida com botões, uma calça preta e seus tênis all star pretos.


Se vestiu, deixando por último apenas abotoar a camisa quadriculada. Quando terminou novamente ouviu batidas na porta.


–Dipper, você já está pronto?!– perguntara a garota do outro lado.


"Acho que se Mabel continuar batendo nessas portas elas vão quebrar" pensou e riu soprado.


–Dipper, eu vou entrar!!– Exclamou mais uma vez.


Antes que o moreno pudesse protestar, a garota abriu a porta branca e entrou no quarto do irmão.


Ela trajava uma blusa de ombro cor-de-rosa curta estilo sweater, uma regata preta por baixo e uma saia quadriculada rosa com babados pretos e uma sobressaía preta aberta nas laterais com fios interligando as duas partes. –atrás e na frente.– Com suas meias longas que iam até sua coxa e seu tênis all star rosa, foi na direção do irmão.


–Nada mal até…– disse, referindo-se as vestimentas de Mason.


–Éh, que legal. Vamos!– disse apressado.


–Ow, calma aí. Quem deveria estar nessa pressa toda era eu.– disse pegando no braço do irmão, impedindo-o de dar mais um passo.


O garoto se virou.


–Quanto mais rápido formos, mais rápido isso irá acabar.– falou neutro e puxou seu braço de volta.


Os dois desceram a escada que levava para o segundo andar e encontraram sua mãe sentada no sofá da sala.


A mulher virou o rosto ao sentir olhares em cima de sí.


–Crianças!– disse e foi na direção dos dois filhos.


–Vocês estão lindos.– disse num tom carinhoso e apertou as bochechas dos filhos.


–Ai!– Mabel e Dipper exclamaram em uníssono.


–Mãe, para. Não somos mais crianças.– disse Mabel esfregando a palma de sua mão em sua bochecha esquerda.


–Para mim sempre vão ser meus bebês.– apertou as bochechas novamente.


Os dois tiraram as mãos de sua mãe dali. Dipper revirou os olhos e foi em direção ao sofá, se jogando no mesmo. Sacou o celular do bolso e viu as horas, o ônibus estava atrasado cinco minutos. Bufou.


–Tive um ideia! Vou tirar uma foto de vocês dois, para se lembrarem do dia em que foram para o 2° ano do ensino médio!– Exclamou a mãe dos gêmeos.


–Não saiam daí!– e correu para um minúsculo cômodo que ficava sob as escadas.


Enquanto isso Dipper olhava para seu telefone à cada cinco segundos e para a janela fechada da sala, esperando que o ônibus chegasse logo.


–Ah Dipper, que desespero. Puf.– Disse a morena, logo se jogando ao lado do irmão no sofá.


–Só quero chegar lá logo para podermos vir embora logo.– falou olhando mais uma vez para a janela 


–E não era você que estava apressada?– encarou a irmã –O ônibus já está atrasado à mais de cinco minutos, não vai surtar?– disse e riu fraco no final.


–Não. Já que não posso fazer o ônibus aparecer num passe de mágica, o jeito é esperar.– disse jogando os cabelos castanhos levemente rosado nas pontas pela tinta já está desgastada e cruzou as pernas.


Dipper olhou para a saia totalmente detalhada que Mabel vestia, com seu cós não muito alto.


–Essa saia não está demais? É só uma festa de despedidas boba, não é necessário vestir tudo isso.– disse olhando o rosto da garota que até agora estava virado para a direção contraria.


–Ah, agora resolveu reparar nas coisas?– disse num tom sarcástico e virou o rosto novamente.


–E para a sua informação, eu comprei essa saia à mais de dois meses e ainda não tinha usado. Então, sr. Pines, a saia é minha e eu a uso a hora que bem entender, okay?


–Andou ouvindo Bad Girl de novo, não é?– riu fraco.


–Isto não é da sua conta.– jogou os cabelos quando foi olhar para o irmão, mas acidentalmente a garota derrubou o vaso caro de sua mãe que ficava na pequena estante ao lado do braço do sofá.


O vaso, de cor azul escura, se espatifou no chão fazendo um barulho alto e agudo.


Mabel instantaneamente colocou as mãos em sua boca a impedindo de soltar o grito que ficara preso em sua garganta, e arregalou os olhos. Dipper apenas se assustou com o barulho e deu um pulo no sofá.


–Meu deus…– depois de segundos em silêncio Mabel falou ainda com a voz falha.


–Você está Ferrada!– deu um breve riso espontâneo.


–Dipper, você precisa me ajudar a esconder esses cacos!– puxou a gola da camisa do irmão.


–Eu não, se a mamãe descobrir eu que não quero levar culpa e ficar duas semanas ou mais preso no quarto.– tirou as mãos da irmão de sua camisa.


–Já é isso que você faz todo dia mesmo! Não vai ter diferença!


–Olha aqui, você não sabe de nada da minha vida, okay?– retrucou


–Ah, claro que não Dipper, não sei de nada mesmo! Eu só passei toda a minha vida do seu lado, nada de mais!– Exclamou irônica, levantando os braços no ar e andando na direção contrária a do irmão.


–Não sei seus segredos, não sei seu nome verdadeiro, não sei de nada que passamos em Gravity Falls! Não sei de nada não é?!– se virou para o moreno outra vez, batendo o pé.


–Olha aqui sua…– iria xingar a irmã mas foi interrompido por um barulho de freios parando.


Dipper estava com o dedo apontado para a garota a sua frente quando parou de falar pelo barulho de freios. Logo já sabia oque era. Pegou o braço da irmã e a puxou porta afora.


–Ai!– Mabel exclamou pela força colocada em seu braço.


–Desculpem crianças, é que o ônibus emperro…


–Não importa.– o moreno disse seco, interrompendo John, o motorista, de terminar sua fala.


Dipper subiu no ônibus e se sentou nos últimos bancos, colocando seus fones de ouvido.


Olhando para a janela, com o cotovelo apoiado na mesma e servindo de apoio para a cabeça, o garoto esperava o veículo partir.


–Desculpe meu irmão, John. Ele está de mau-humor.– a garota falou doce também subindo no ônibus, o motorista sorriu para a mesma.


A garota logo avistou uma de suas amigas e sentou ao seu lado.


Little Mabel! E aí miga?– deu uma abraço na amiga.


–Oi amiga…– falou numa tonalidade não muito alegre.


–O que foi? Você tá estranha...– disse e desfez o abraço, tirando a bolsa para Mabel sentar.


A acastanhada suspirou.


–Dipper e eu… Tivemos uma discussão agora à pouco.


–Umh… Eu notei. Dipper também está estranho.– olhou de relance para o garoto nos últimos assentos do ônibus.


–Acho que ele não consegue ficar mais do que já é.– dissera Mabel e as duas riram.


E deixaram o assunto morrer ali, apenas esperando o ônibus partir em direção a sua escola.



Notas Finais


Desculpem qualquer erro, capítulo não revisado ;u;


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