História A Força do Destino - Capítulo 9


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Emma Swan, Lacey (Belle), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Evil Queen, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Salvadora, Swan Queen, Swens
Visualizações 95
Palavras 3.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde amores, voltei!

Espero que gostem do capítulo, escrevi com muito carinho.
Vamos entrar numa fase um pouco mais light da estória, afinal nosso belo casal precisa respirar, kkk.

E vamos ao nosso primeiro HOT.
Agradeço minha esposa pela imensa ajuda nessa parte, confesso que sou péssima em hots, fico com vergonha de escrever e acabo pedindo um help, KKK.

Espero pelos comentários com ansiedade.

Beijão

Capítulo 9 - Eu quero te merecer


Fanfic / Fanfiction A Força do Destino - Capítulo 9 - Eu quero te merecer

 

POV Emma

Mexeu comigo ver minha morena devastada daquele jeito. Eu não estava acostuma a vê-la tão vulnerável, tão entregue, tão mexida... Aos poucos ela foi se reorganizando e pondo seus sentimentos no lugar, mas alguma coisa tinha mudado dentro dela e só o tempo seria capaz de dizer se essa mudança era positiva ou negativa, mas eu torcia para que ela não perdesse sua essência, sua doçura e sua sensibilidade. Só eu sabia o quanto a vida podia ser cruel e nos mudar negativamente, nos tirando a esperança, o brilho e a vontade de viver.

Aos poucos a mãe dela se aproximou da gente e pelo menos uma vez por semana nos encontrava para almoçar. No começo ela mal me olhava, apesar de me tratar com toda cordialidade do mundo, mas agora, quase 3 meses após, ela já conversava comigo na mesma animação que conversava com a Regina.

Vez ou outra minha sogra tentava conversar sobre o Sr. Henry, mas a morena cortava, deixando claro que aquele assunto não era bem vindo entre elas.

_ Emma, você precisa conversar com a Regina sobre o Henry. Ele anda muito abatido, perdeu o brilho, só sai de casa para ir aos cultos e mesmo assim não faz com o mesmo vigor de antes.

_ Ai Cora, não me coloca nessa sinuca de bico. Seu marido pegou muito pesado com a Regina, ela ficou muito mal, chorava escondido e até hoje não se recuperou por completo.

_ Eu imagino Emma, mas os últimos acontecimentos mexeram muito com ele também. Ele sempre foi muito convicto nas suas decisões, sempre acreditou piamente estar seguindo os ensinamentos de Deus. Sofreu quando a Regina revelou sua sexualidade e saber que foi você quem o salvou, tirou ele completamente do eixo. Mas ele é orgulhoso, prefere ficar sofrendo que voltar atrás e admitir que possa ter errado.

_ Cora, me desculpa, mas seu marido deveria estar se questionando pelo fato de renegar uma filha e não pelo fato de ter sido salvo por mim. O que fiz por ele, faria por qualquer pessoa. Mas ele afastou e humilhou a própria filha, uma mulher honrada, trabalhadora, um doce de mulher. Eu não vou forçar nada, quando a Regina estiver pronta para falar sobre o pai, estarei ao lado dela para ouvi-la.

E assim finalizamos nossa conversa. Com essa tsunami de acontecimentos tivemos que adiar nossa ida a São Paulo. Evitando atrasar toda a programação, as meninas foram e finalizamos a escolha do local por whatsapp. Eu me afastei basicamente 2 meses da boate, pois precisava dar suporte para minha morena, que mesmo dizendo estar bem, precisava de mim.

O coitado do Maurício trabalhou arduamente durante esse período, ficando basicamente sem folga. Escolheu dois novos bartenders e depois do curso, foi lhes passando a rotina da casa. O combinado era que, assim que voltasse os testaria, decidindo assim com quem ficaria.

Assim que voltei, avaliei o trabalho dos meninos e acabei optando por ficar com os dois. Um deles assumiria meu lugar e outro assumiria o bar da parte de baixo, que estava desativado. Muito embora dividíssemos os ambientes, ficando o térreo como um lugar mais intimista, romântico e consideravelmente mais calmo, já tinham clientes reclamando que sentiam falta de algumas bebidas que eram exclusivas da boate.

Pensando a situação do Maurício, combinei com as meninas uma terceira contratação, mais um bartender, que assumiria as funções do moreno, enquanto ele seria promovido a chefe dos mesmos. Ele era esforçado, tinha garra, não negava trabalho e era extremamente leal, merecia ser reconhecido.

Passada essa fase de contratações agilizamos nossa reunião e em poucos minutos apresentamos os meninos como novos funcionários da Le Girl, bem como passamos o comando dos bartenders ao Maurício, delegando a ele toda a chefia da parte operacional dos bares. As meninas fizeram questão de me apresentar como a mais nova sócia, deixando claro que a partir daquela data, qualquer problema deveria ser devidamente encaminhado a mim.

_ Eu tô muito orgulhosa de você meu amor.

_ Eu quero te merecer Regina.

_ Oh minha linda, não se menospreze tanto, eu sou louca por você e vou sempre estar ao seu lado. Eu sou muito grata por você aceitar meu amor, mesmo com tantos motivos para não aceitar.

_ Aos poucos eu tô aprendendo a dominar meus fantasmas e eu devo isso integralmente a você.

_ Coitado do Archie, kkk...

_ Maldosa, kkkk... Eu aqui me declarando e você ainda me zoa, kkk...

Agarrei minha morena e transmiti a ela através do beijo todo carinho que sentia por ela.

_ Calma meninas! Não é só porque a senhorita virou dona que pode ficar transar no meio do salão, kkk...

_   Que mente suja Ruby, jamais faria isso, até parece que não me conhece!

_ Nossa quanto pudor, até parece que não transa, kkk...

_ Pode apostar que sim gata, mas jamais faria isso em público, não por pudor, mas sou ciumenta demais pra permitir que minha morena fique se exibindo por aí, mesmo que eu esteja junto, kkk... Nesse oásis aqui só quem se deleita sou eu, kkk...

_ Uau...

_ Então eu sou seu oásis? Adorei saber.

_ Ainda tinha dúvidas?

_ Não, mas amo quando você fala.

Finalizamos a noite e partimos para casa. Fizemos amor a noite inteira e dormimos cansadas, porém satisfeitas.

Dois anos se passaram e as coisas tinham mudado bastante. A Ruby morava em Sampa e a boate de lá estava indo de vento em poupa. A Belle passava uma semana em cada cidade e se restringia a parte administrativa de cada casa. Eu e Regina já morávamos juntas a pelo menos 1 ano 7 meses e nossa vida estava quase plena. Eu digo quase, porque mesmo com todo esse tempo ela ainda não admitia ouvir o nome do pai e isso, com certeza lhe afetava, muito embora tentasse esconder.

Minha sogra já me aceitava completamente e procurava sempre manter contato comigo. Meus pesadelos diminuíram de forma gritante, mas eu ainda não tinha recebido alta da terapia. O Archie, apesar de continuar meu médico, se transformou em um grande amigo e vira e mexe estava perdido lá em casa.

Eu, por minha vez fiz um curso profissionalizante em administração, pois queria suprir todos as demandas do meu negócio, muito embora essa parte fosse especificamente ligada à Belle.

 

POV Regina

_ Amor você pensou na minha ideia de um final de semana só nosso? Já estamos a 3 anos juntas e nunca conseguimos fazer nem uma viajem pra Parati. Agora que as coisas se estabilizaram na boate, podemos nos dar ao luxo de nos ausentarmos um pouquinho, né amor? Ela fez uma cara misteriosa e depois balançou a cabeça em sinal de negativa.  _ Ah vai Emma, o que eu preciso fazer pra você tirar um final de semana de folga?

_ Essa conversa está começando a me interessar. Vamos negociar doutora? O que você me oferece?

_ Emma Swan, eu não acredito que você está barganhando um final de semana que você também vai aproveitar?

_ Claro que estou e trate de pensar em um belo pagamento, se não nada feito.

A safada me deu um selinho e saiu para o trabalho. Agora veja só, pagar pra ter minha mulher comigo, era só o que me faltava! Mas se ela pensava que iria me intimidar, estava muito enganada.

Uma vez estávamos vendo um filme e entre umas das cenas picantes vimos uma mulher vestida de dominatrix. Ela pensa que não percebi o fascínio que aquela cena exerceu sobre ela. Registrei aquele interesse, pois um dia ele poderia me ser muito útil e esse dia, enfim tinha chegado.

Peguei minha bolsa, as chaves do carro e parti rumo ao shopping. Passei em algumas lojas, mas não encontrei absolutamente nada que mexesse com a minha imaginação. Parei num dos quiosques do shopping e pedi um shop extremamente gelado.

_ Rê, aconteceu alguma coisa?

_ Calma Rubi, não aconteceu nada. Tudo bem com vocês?

_ Desculpa, você quase nunca me liga, kkk... Estamos bem sim e vocês?

_ Ótimas. Apenas precisando de um help gata. Estou querendo fazer uma surpresa pra Emma, mas não conheço nenhum sex shop que preste.

_ Uau, estamos apimentando a relação. Que delicia, kkkk....

_ Boba

_ Tenho alguns para te indicar, mas caso queira descrição tenho uma conhecida que é revendedora de artigos eróticos, posso te passar o celular dela e vocês conversam.

_ Prefiro assim.

Ela me passou o celular da Alice e em uma conversa rápida consegui tudo que eu tinha em mente. Ela ficou de me entregar até as 19h, uma vez que a Emma só chegaria em casa por volta da 22h.

Terminei meu shop e fui à estética que tinha a duas quadras do shopping. Fiz depilação completa, sobrancelha, unhas e cabelo. Saindo de lá enfrentei o desespero de um salão de beleza, pedi uma maquiagem carregada nos olhos e que valorizasse minha boca. Passei num restaurante e comprei paella de frutos do mar e um belo chardonnay, um dos vinhos preferidos da minha loira. Com tudo organizado corri pra casa.

Preparei nosso quarto de maneira bem picante, com velas aromatizadas, uma música provocante, champanhe, um fundi de chocolate e pra finalizar deixei a banheira cheia e com os sais de banho ao lado, para colocarmos assim que desejássemos.

As 19h em ponto a Alice tocou a campainha e me mostrou um verdadeiro arsenal de artigos eróticos. Me senti uma puritana diante de tantos artefatos, até então desconhecidos. Experimentei a fantasia e me enchi de luxúria com a imagem refletida no espelho. Comprei um strap on, uma venda, dois pares de algemas e um chicote. Fiquei molhada só de imaginar as coisas que faria com aquela loira. A Alice me indicou uma vela específica para tortura, me ensinou a usar e eu adorei a ideia.

De posse te tudo, voltei para meu quarto e preparei milimetricamente as coisas, cada uma no seu devido lugar. Tomei um banho demorado e caprichei nos cremes que ela tanto amava. Coloquei a fantasia e por cima coloquei um vestido soltinho. Queria que ela pensasse ser apenas um jantar romântico. Coloquei uma bota cano alto e salto fino e finalizei o look com o perfume preferido da minha loira.

Como de costume ela me mandou uma mensagem dizendo que estava indo para casa, olhei no relógio e vi que já eram 21:30h. Escrevi uma mensagem de resposta dizendo que tinha ido ao mercado e pedi que ela tomasse um banho e me esperasse na sala de jantar, pois teríamos um jantarzinho especial.

“Então teremos um jantar romântico? Gostei! Isso tudo é para me convencer a viajarmos no final de semana?”

“Claro, pelo nosso final de semana eu vou até pra cozinha gata.”

“Você cozinhou? Uau, pelo visto você quer muito viajar, kkkk.”

 “Boba, até parece que não cozinho nunca.”

“Nunca é muito tempo, mas com certeza compete com a copa do mundo, de 4 em 4 anos, kkkk...”

“HA-HA-HA-HÁ cheia de gracinha hoje.”

“Tô brincando amor. Linda estou quase chagando, nos vemos daqui a uns 10 minutos no máximo, não demora, estou morrendo de vontade de experimentar você, ops desculpa, experimentar sua comida, kkk...”

“Safada, kkkk... Vem com Deus amor. Beijos nessa boca gostosa”

Joguei o celular na cama e desliguei as luzes de casa, tranquei nosso quarto pra evitar que ela entrasse e vise a pequena produção. Me tranquei no escritório e minutos depois ouvi o barulho da porta indicar que ela tinha chegado.

_ Amor, cheguei. Amor....

Percebi que ela subiu para o segundo andar e que se aproximava do nosso quarto. Imaginei sua cara ao perceber que a porta estava trancada. Ouvi ela resmungando algumas coisas incompreensíveis e se encaminhando para o quarto de hóspedes. Era minha deixa, saí do escritório e corri para o andar de baixo. Coloquei as coisas na mesa, abri o vinho e enchi nossas taças. Sentei e minutos depois vi minha loira descendo com um short jeans larguinho, uma blusa de seda verde musgo, que dava um ar casual, mas ao mesmo tempo muito sofisticado. Ela estava linda, como sempre e eu estava mais embasbacada que nunca.

_ Uau, você está linda amor. Não sabia que o jantar seria tão elegante assim, senão teria me vestido a caráter.

_ Você está linda amor. Agora vamos comer antes que a comida esfrie.  Comemos envolta na magia do romantismo e da sedução. Muitos pés deslizados em baixo da mesa, piscadas de olhos e sacanagens sussurradas ao pé do ouvido. _ Acabou meu amor? Ela maneou a cabeça em afirmativa. _Tenho uma surpresa pra você no nosso quarto, mas preciso que coloque isso. Falei olhando diretamente em seus olhos, com um sorriso malicioso entregando uma caixa onde havia uma venda.

Subimos as escadas e pedi para que minha loira colocasse a venda em minha mão e virasse de costas, ela me olhou desconfiada mas obedeceu, coloquei seu cabelo para o lado devagar, passando as unhas em seu ombro enquanto beijava sua nuca. 

_Hummm isso é bom! Imagino que vou gostar dessa surpresa. Adoro você safada assim.

_Adora? Você não viu nada Emma. Falei apertando o nó da venda, conferindo se ela estava realmente vendada.

_Ai amor. Está apertado.

_Entra no quarto que eu te ajudo.

_Pronto, já posso tirar a venda?

_Não! Você pode sentar e esperar.

 

POV Emma.

 

A voz da Regina estava rouca, ela tinha um tom autoritário e intimidador, apesar de não ser agressivo. Senti ela prendendo minhas mãos. Escutei um estampido e me assustei, tentava em vão enxergar alguma coisa, logo depois escutei outro estampido sendo um pouco mais perto.

_Regina o que é isso?

_Calada!!!

Senti uma carícia em minha perna com algo fino e um pouco frio que não soube identificar. SLAP... uma dor tomou conta da minha canela esquerda. Um sorriso se formou em meus lábios. SLAP... Outra chicotada e agora a parte interna da minha coxa queimava e eu ficava cada vez mais excitada.

_Tira a venda. Tira minha venda Regina.

_Já falei pra ficar calada. SLAP....

Ela foi até a beira da cama e começou a tirar minha roupa, primeiro as sandálias, depois o short, levantou minha blusa até meu pescoço e passou a língua no meu mamilo, a sensação era completamente diferente, estava vendada só de calcinha e presa, meus sentidos estavam mais aguçados e isso estava me deixando completamente louca.

_Agora que você está boazinha, acho que já pode me ver. SLAP...

Mais um ardor e com certeza mais um sorriso no meu rosto. Mordia os lábios cheia de desejo. _Sim, estou. Tira logo essa venda.

Quando ela retirou a venda dos meus olhos a visão era simplesmente maravilhosa. Minha morena estava com uma bota de couro preta até os joelhos, uma meia calça três quartos com sinta liga, um corcele e luvas pretas também de couro, um chicote em uma das mãos, que agora passeava em meu rosto.

Ela puxou meu cabelo mordendo minha boca, um beijo molhado e intenso começou mas logo foi interrompido por um tapa no meu rosto. Estava ficando cada vez mais excitada, de repente outro tapa, agora mais forte o que fez minha calcinha encharcar. Ela colocou o salto entre meus seios, beijei sua perna mas ela me empurrou.

Ela soltou o cabelo que estava com um coque perfeito, e subiu na cama, ficando por cima de mim, acariciou meu cabelo e arranhou meus seios, ela tocava meu rosto de forma delicada, porem me arranhava com volúpia, me beijava, mordia meu pescoço, minha boca, sentia um pequeno gosto de sangue mas definitivamente eu não queria parar. Nunca tinha visto Regina assim e isso estava me deixando louca. Eu estava extasiada e queria mais, muito mais. Queria tudo o que minha rainha tinha para me dar.

Ela pegou uma pequena caixinha preta e vermelha que estava ao lado da cama, dentro havia gel lubrificante, óleo de massagem e alguns brinquedos eróticos, dentre os objetos ela pegou uma vela pequena, acendeu ainda de pé na cama e começou a despejar a cera quente no meu corpo, um misto de dor e desejo me consumia e quanto mais dor eu sentia, mas a vontade aumentava.

_Essa vela é muito boa, não acha Emma?

_ hum rum!

_Dá pra ver que você está gostando. Colocou a mão entre minhas pernas, afastou o tecido e sem que eu esperasse enfiou dois dedos e em seguida chupou com olhos fixos nos meus. _Sim, você está adorando Swan, olha como esta molhada.

Ela tirou minha lingerie e passou a língua de leve no meu sexo, me fazendo tremer e me arrepiar por inteira. Mordeu minha coxa, lambeu minha virilha, enquanto apetava minhas bunda.

_Me chupa Regina! Me chupa agora.

_ Não loira, ainda não!

Pegou dentro da caixa o strap on e colocou em mim.

_Regina.

_Shiu!!!

Pegou o gel lubrificante e massageou o membro escorregando a mão até embaixo e esfregando em meu sexo, subia até o membro e voltava para minha vagina.

_Como você está gostosa Emma, toda molhada pra mim.

_Isso que você faz comigo minha rainha.

Me admirei quando ela chegou a própria calcinha para o lado sentou em cima de mim, começando a cavalgar, primeiro lentamente, depois com certo desespero, movida pelo desejo de gozar. Ele rebolava e mordia os lábios, enquanto alternava as mãos entre tapas e arranhadas. Ela voltou a pegar o chicote e...

SLAP...

_Não para Regina.

SLAP...

_Isso, agora goza pra mim.

SLAP...

Ela subia e descia, mandava e desmandava em tudo naquele quarto e por mais que fosse novidade eu estava amando.

Os gemidos já haviam se transformado em gritos e minha morena estava completamente enlouquecida de desejo, seu corpo contraia e ela continuava cavalgando, comandando, demostrando toda sua imponência, seu corpo tremia e ela já não controlava mais seus instintos e eu já estava quase gozando só em ver, mais alguns segundos e minha mulher desmanchou gozando loucamente e me levando ao ápice junto com ela.

 

POV Regina

_ Eu falei que você podia gozar? Olhei para a loira extasiada e vi sua cara confusa. _ Qual parte de fazer o que eu mando e na hora que eu mando, você não entendeu? Vou ter que te castigar Emma Swan!

Retirei completamente minha calcinha e meu soutien, ficando apenas de sinta liga e corcele, levantei da cama e peguei uma taça de champanhe e joguei na vala dos seios da minha loira e comecei a lamber e sorver cada gota daquele líquido dos deuses, misturado com o suor da minha deusa particular. A respiração dela voltou a ficar pesada e alguns gemidos começaram a ser ouvidos. Meu sexo pulsava e a sensação que tinha era que gozaria novamente só com aquela pequena tortura. Sentei no rosto dela e com um olhar ameaçador determinei que ela me chupasse.

Desesperada ela começou a puxar as mãos na vã tentativa de me tocar. Impossível não rir do desespero dela e da excitação cada vez mais latente. Vencida ela começou a me chupar deliciosamente, enquanto eu rebolava na tentativa de intensificar cada sensação experienciada. Em poucos minutos eu estava gozando e deixando meu cheiro completamente impregnado pelo corpo da minha mulher.

Desamarrei suas mão e antes que ela me tocasse ordenei que ficasse de quatro, peguei minha gravata preferida e amordacei ela. _Só quero ouvir o seu gemido senhorita Swan. Coloquei o strap on e entre uma estocada e outra sentia seu corpo tremer. Quando percebi que ela estava quase gozando comecei a chupá-la de forma lenta e torturante, visando prolongar a sensação de prazer. Pouco tempo depois ela se desmanchou na minha boca, me permitindo sentir o gosto mais inebriante que ousei provar.

_ Definitivamente você não cansa de me surpreender Regina.

Ela disse ao retirar a mordaça e deixar seu corpo cair na cama suado e exausto. _ Você não viu nada minha loira. 



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