História A F€ra. ~Imagine Kim Namjoon - Capítulo 36


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Imagine, Kim Namjoon, Novela, Ramance, Shoujo
Visualizações 59
Palavras 2.338
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura gente, espero que esse capítulo distraia e divirta vocês. Rsrs

Capítulo 36 - Agulhas e panos.


Os dias começaram a se passar, e a Big Hit exigia o paradeiro de Tae, Namjoon, como representante do grupo, foi várias vezes ter com eles reuniões.
Nao importava quanta pressão eles colocavam, Namjoon continuava se mantendo firme e com frieza, não falava nada sobre o assunto, apenas deixava claro que o amigo queria um momento sozinho. Ele poderia falar o que houve, poderia falar desse triângulo amoroso, da aproximação de Tae com sua vó, da forma que os braços dela traziam paz a ele e do modo quase certeiro que ele acreditava que o Tae havia ido atrás dela. No fundo ele sabia que Tae estava com ela, mas também sabia que o amigo precisa desse momento para se recuperar, e além do mais. Todas essas informações eram necessárias para que a produtora trouxesse o amigo de volta, porém nenhuma era da conta deles, problemas em família se resolve em família, mesmo que as vezes a família se irrite, assim como os dois.
Apesar das palavras duras, afrontas entre os dois, dos socos e etc. Tae e Namjoon sabiam que um dia isso iria acabar e que o outro teria que aceitar a perda, teria que perdoar as ofenças e ser maduro o suficiente para manter a amizade.
Infelizmente Tae estava sofrendo d para pensar em atitudes maduras, provavelmente quis fugir para sarar o coração machucado. Namjoon o entendia, e doía nele o sofrimento do mais novo, poriso de maneira alguma ele deixaria a Big Hit o incômodar, que se dane às reclamações, o Tae precisava de um tempo para se conformar.

-Está tão pensativa.

Namjoon falou ao volante com um ar preocupado. Apenas o olhei e abrir um sorriso pequeno ao mesmo.

-Preocupações.

-Não precisa ficar assim, sei que ele vai voltar assim que melhorar, aí a Big Hit vai baixar a bola e tudo segue o seu curso.

-Sim, mas...

-Mas..?

_balancei levemente a cabeça em forma negativa e achei melhor deixar para lá.
-Não, nada, deixe para lá.
Respirei fundo e voltei a olhar para frente, logo uma das mãos dele pousou no meu joelho e precionou, um leve choque se deu e percorreu meu corpo.

-Ele está bem, tenho certeza s/n, acredita nisso mulher._nossos olhos se cruzaram e ele transpassou absoluta convicção em suas palavras, abriu um sorriso caloroso e voltou a olhar para a estrada. -Agora foca na gente. Vamos nos casar finalmente.

Namjoon mordeu os lábios e a mão dele começou a subir sutilmente pela minha perna, deslizou sobre minha coxa, se metendo sem pudor por baixo do meu vestido até o tronco da coxa,  quando seu dedo roçou minha calcinha eu precionei uma perna contra a outra e ele soltou um grunhido rouco e insatisfatorio.

-Ahr... Só um pouco s/n._ele resmungou e eu sorrir enquanto afastava sua mão.

-Se controla homem, já estamos chegando no ateliê.

-Só um pouco de diversão não faria mal que eu sei._Namjoon respondeu enquanto sua mão voltava ao volante de seu carro.

-Você já se diverte muito meu caro, desse jeito quando nós nos casarmos já não terá graça alguma nosso matrimônio.

_Ele se silenciou por uns segundos e depois, sem motivos aparente, soltou risadas baixas e roucas._ -Gosto quando você fala certinho._ele declarou voltando a me olhar fixamente de um jeito intenso. - Mas prefiro quando tropeça nas palavras quando transamos.

_Um sorriso largo e imoral cresceu nos lábios fartos dele, e o ar fugiu de meus pulmões com tanta provocação erótica. -Hora Namjoon, eu não tropeço em absolutamente nada._ralho com ele sentindo um leve rubor em minha face.

-o oh... N-nao... Não para por favor..._ele geme alto ao volante forçando uma voz feminina com a voz grossa. Estreito os olhos ficando ainda mais corada e viro o rosto para o outro lado, sua risada bem humorada preenche o veículo.

-Infantil.

-Marrenta._ele sussurra quente ao meu ouvido, quando viro o rosto para olhá-lo ele me surpreende com um selinho ligeiro.

-eeii... Você roubou!

-exatamente._ele sorrir naturalmente enquanto volta a postura de motorista. -e nós já chegamos._ele fala manobrando e estacionando seu belo carro, olho pela janela e encaro um prédio de dois andares com duas vidraças enormes com manequins magros, esguios e elegantes, todos com belos vestidos de noivas, feitos com panos diferenciados, bordados e trabalhados em pedrarias, cada um seu estilo e beleza.
No centro encaro a porta de vidro impecável de limpa.

-Precisamos fazer o meu vestido aqui?

Pergunto um pouco indiferente, só de olhar a faixada requintada já me sentia um verdadeiro peixe fora d'água.

-Claro, é o melhor ateliê e o melhor estilista de noivas.

Namjoon declarou já tirando o seu cinto de segurança de seu tronco.

-Nao estou acostumada a ser tratada como uma garota mimada.

-você não vai ser tratada como uma garota mimada, vai ser tratada como uma mulher forte e de posses.

-mas eu não tenho posses._estreitei os olhos sérios para ele.

-Você tem, eu sou da sua posse my Lady, e junto comigo você ganhou direitos, e mais direitos do que imagina._ele sorriu descontraído e saiu do carro, fechou a porta e me deixou sentada pensativa com o que disse, ainda não havia parado para pensar o que significaria financeiramente casar com o Namjoon, eu queria ele, com todas minhas forças, mas esqueci que com ele vem todo o seu patrimônio.
Meus olhos o acompanharam enquanto passava pela frente do veículo, logo ele abriu a porta e estendeu a mão, a segurei e coloquei um pé após o outro para fora. 

-Eu tenho bens agora._Falei comigo mesma em tom baixo,  ainda incrédula,  perplexa, ele fechou a porta, o mesmo riu com carinho, pegou em meu queixo e me deu novamente um selinho saboroso. -Você é podre de rica my lady._arregalei os olhos com o que ele disse, já os dele brilharam com divertimento.

-Quem manda não resistir ao príncipe.

_voltei a estreitar os olhos. - Eu me lembro muito bem é de um certo príncipe caindo aos pés da criada aqui._arquiei uma sobrancelha e peguei a postura confortável e ereta.

-ahr...é verdade._ele passou uma das mãos grandes nos cabelos brilhosos enquanto um sorriso sacana crescia em seus lábios perfeitos. -Caí de joelhos..._seus olhos faíscaram sensualmente me fitando, ignorando tudo em volta e se concentrando em mim. -e poderia cair de joelhos todas as noites se assim quisesse.

O duplo sentimento jogou minha mente em cenas inapropriadas e quentes, momentos íntimos que eu nem me reconhecia de tão embriada de prazeres que eu estava nos braços firmes de Kim Namjoon.

-Se quiser eu marco para outro dia..._ele murmurou com a voz baixa e compassada, se aproximou e nossos corpos se atraíram de modo fatal e surpreendente. Nenhum tocou no outro, nem precisava, só em um olhar desejoso a gente já reconhecia nossos extintos aflorados.
Buscando forças eu baixei o olhar e dei um passo para trás saindo de seu feitiço.

-nós... Nós já estamos aqui..._gaguejei estupidamente nervosa, respirei fundo e voltei a levantar a cabeça. -... vamos fazer o que viemos fazer.

Ele riu calorosamente e suspirou. -...não cansa de me contráriar.

-Alguém tem que pensar com a cabeça, neste caso, eu, já que quando deixo essa função  contigo você acaba pensando com a cabeça errada._um sorriso sinico se desenhou em minha boca, ele não rebateu, riu a vontade e segurou em minha mão para entrarmos.

-Mas tarde quero vê se a sua cabeça faz
um trabalho melhor que a minha._ele murmurou com sarcasmo e perversão enquanto entravamos no ateliê. Paramos na porta olhando em volta, havia quadros pintados de vestidos feitos pelo estilista, no fundo do local uma grande escadaria em mármore e tapete vermelho.
A recepcionista em seu balcão atendendo um telefonema, enquanto na outra extremidade do local uma fila de cadeiras rés a parede beji, todas preenchidas por mulheres da alta sociedade, elas viravam devagar e com desgosto revistas em suas mãos, outras reclamavam da demora entre si.
So escutei um estalar alto de dedos, olhei para o lado e vi a mão de Kim Namjoon levantada enquanto ele encarava sério a atendente.
A recepcionista levantou os olhos e um sorriso de sem graça misturado com desespero tomou conta de seu rosto, desligou o telefone as pressas e saiu de seu local com uma prancheta.

-Senhor... Senhor Kim Namjoon , nós já estávamos a espera de sua noiva._com um sorriso apreensivo ela se encurvou com um pouco de exagero, ao se endireitar ela estendeu uma mão na direção da escadaria lá no fundo. -se puderem me acompanhem por favor, o senhor Kin Juan está ansioso a sua espera senhora.

-claro, podemos sim._Kim Namjoon respondeu e ela  se pos a andar na nossa frente nos guiando enquanto as outras clientes encaravam a situação toda.

-Ei garota, volte aqui._Paramos e olhamos para o lado onde estavam as clientes sentadas, uma delas descruzou com sutileza as pernas e se levantou com um ar arrogante, ela era magra e alta, pele pálida como porcelana e boca pequena e vermelha como morango, deu um sorriso de canto duro e amargo.

-Pois não senhora?_a moça perguntou com a prancheta rés ao seu tórax.

-Você comunicou ao seu chefe da minha presença aqui?  Eu cheguei a tempos, e tenho outros compromissos a ser acertados para o meu casamento._a voz calma não abrandava a intensidade das palavras, ela encarou a atendente com uma certa raiva contida.

-Sim senhora, mas me perdoe, é por ordem de agendamento... _ela afastou a prancheta e a olhou novamente.  - Senhor Kim Namjoon marcou nesse horário, não a nada a ser feito.

-Nao, eu marquei nesse horário. Eles chegaram atrasados, então que entrem depois de mim._o olhar impetulante dela pulou do Namjoon para mim.

-mas senhora...

-Mas nada._falou firme e focou novamente na atendente que já demonstrava nervosismo. -sua incompetente, leia essa prancheta, veja meu sobrenome, agora  suba ali e fale a seu chefe que a filha do embaixador da China está aqui embaixo ansiosa por experimentar o tão esperado vestido de noiva.

-Acho que a filha do embaixador não escuta muito bem. A moça disse que é por ordem de agendamento, ou seja, sobrenomes não vão funcionar aqui. Será que deu para entender ou está difícil ainda? _Kim Namjoon falou em defesa da moça com a voz compassada e grave, seu sarcasmo e olhar frio estavam ali, em seu rosto, sendo usados para com uma patricinha. A mesma ficou com a boca entreaberta e estreitou os olhos furiosos para Namjoon. 

-Hora seu...

-Melhor freiar a sua querida língua._a interrompi com uma voz endurecida. Seu olhar se desviou dele e caiu em mim com deboche.

-Ah jura? A golpista e morta de fome do ano irá fazer o quê?_estreitei os olhos a vendo cruzar os braços finos que não aguentam nem um tapa, apenas fiquei reta, meus músculos se contraíram e a mão se fechou com força. Mal dei dois passos firmes na direção dela e Kim Namjoon de meteu na minha frente com uma droga de rapidez. 

-Não s/n, não vale a pena sujar a mão com essa vagabunda._ele respondeu com frieza enfrentando ela. 

-Vagabunda? Eu?_ela forçou uma risada irritante. -Meu querido, se tem uma vagabunda aqui..._ela apontou para mim com desprezo. -...é essa aí atrás de vc, morta de fome sem classe.

_tranquei a boca e respirei tão fundo que os pulmões doeram. 

-Claro, ela é a sem classe correto?_escutamos o eco de uma voz masculina e divertida, o som cruzou o salão com charme,  olhamos para a escadaria e lá estava kin Juan, em pé,  com um sorriso médio nos lábios finos, logo seus dentes ficaram evidentes pois o sorriso se enlargeceu. -... Até pq, todos aqui presente vimos sua tamanha "classe" ao humilhar minha querida  secretária e armar esse barraco vergonhoso no meu ateliê.

-Senhor, não fale isso,  eu não fiz nada disso._ela ralhou com arrogância enquanto erguia com ar de ofendida a ponta do nariz fino e bem maquiado.

_Kin Juan suspirou fundo a olhando com certa pena da criatura fútil. -Minha querida..._ele falou puxado,  balançando a cabeça em forma de negação. -... por favor, não fale mais nada, apenas pegue sua bolça e saia.

Ela franziu o cenho abrindo a boca em forma oval, todos na sala o olharam com surpresa pelo modo nada gentil que ele a mandou embora. O mesmo virou-se e voltou a subir a escadaria com naturalidade.

-ok, com todo prazer..._mesmo desconcertada ela resmungou com um sorriso de deboche, pegou a bolça da cadeira e a passou por cima de um ombro.  -...eu que não volto a pisar mais os meus pés aqui. Daqui a uns dias, graças a mim,  todas as revistas iram relatar do quão  desagradável é ser uma cliente sua, ninguém mais irá incomendar nem se quer  vestidos horríveis de madrinha.

Ao escutar as palavras em tom de ameaças ele parou de subir, apenas virou a cabeça um pouco olhando de relance para nós ali, riu com divertimento e falou:

-Meus belos vestidos derrubam qualquer rumores estúpidos,  ainda mais quando eles vem de uma fonte tão... Bem..._uma risada arrastada e contida saiu dele.  - Tão medíocre e egocêntrica. Agora anda, sai daqui, não tenho tanto tempo disponível assim para  ficar perdendo com você._ele voltou a subir as escadas. - Namjoon, por favor,  suba aqui com sua bela noiva._ele falou sem olhar para trás, Namjoon acentiu e olhou para mim.

-Agora é a sua vez my Lady.

Ele murmurou, e eu apenas acentir tentando baixar os ânimos.

O seguimos subindo para o segundo andar, ao chegar o encontramos em uma sala bem ampla e arejada, com janelas enormes de vidro, o ambiente bem claro destacava o sofá largo e vermelho, havia uma mesa de centro baixinha de vidro. De modo organizado havia manequins com vestidos de noivas já contido, porém notava-se que ainda não estavam 100%, provavelmente estavam esperando suas ansiosas donas Para os últimos reparos.

Kin Juan estava em pé com uma fita métrica em volta do pescoço, seus braços cruzados davam um ar severo, e em seu rosto estava uma expressão neutra, seus olhos rigorosos me encaravam de um modo estranho. Apenas me mantive com a expressão neutra e a minha postura reta. Não tinha a mínima ideia do que se passava na cabeça dele. 


Notas Finais


Olá gente, já está chegando no final, porém a história não precisa perder todas as tretas. Kakskskskssk... Pretendo manter assim até o fim.


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