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História A Freira é o Mafioso - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olá espero q vcs gostem😘

Esse na foto é o Alessio Ferrara, 5 anos
Ele não é um fofo 😻

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction A Freira é o Mafioso - Capítulo 3 - Capítulo 2

 Pov's Maximus Ferrara

Giro em minha cadeira de couro preto e olho através de grande janela de vidro que cobre toda a parede. Levo o charuto a boca e trago profundo. Solto a fumaça no ar. Observo meu filho que brinca no quintal, ele corre pelo gramado bem cuidado da minha propriedade na Itália. Ele tem cinco anos, um menino forte e inteligente, assim como deve ser um filho de mafioso, criado para se tornar o próximo _Capo del Capi_ , chefe dos chefes, assim como eu.


Ouvi uma batida na porta.


- Entra! - Ordenei.


Nem ao menos virei-me para ver quem entrava , eu já sabia.


- Maximus, mandou me chamar?

- Sim, sente-se.


Voltei-me para o meu interlocutor, meu consigliere, Riccardo, ele é o cara que resolve meus assuntos burocráticos. 


Voltei-me para o meu interlocutor, meu consigliere, Riccardo, ele é o cara que resolve meus assuntos burocráticos. 


- Quero que contrate uma acompanhante para o Alassio nas férias de verão, preciso que seja inglesa para falar somente em inglês com ele. Além do mais que seja jovem, mas não essas jovens emancipadas, que seja uma moça ajuizada.

- Então terá que encontra a moça em um convento, dificilmente achará uma jovem inglesa que seja cometida. - Riccado riu.

- Não é uma má ideia, entre em contato com alguns conventos, provavelmente eles tem essas freiras ou noviça, ofereça uma boa soma em dinheiro como doação.

- Esta falando serio, Maximus?

- É claro que estou.

- Mas trará uma freira para tomar conta de um filho de um mafioso. Será que ela aceitar?

- É claro que aceitará, eles devem ter essas órfãs que não tem escolha, solicite uma dessas. Alassio ficará três meses da casa e nesse período quero que ele tenha a companhia de uma mulher diferente dos que ele está acostumado.

- Ou seja, suas amantes e prostitutas.

- Exato, uma freira será perfeito. Providencie isso.

- Até que é uma boa ideia, pelo menos você não terá impedes de levar a moça para cama. Riccardo riu.

- Você sabe que se eu quiser, como até uma freira, mas de certa forma o fato de ser religiosa não me atrairá, o que é bom para o Alassio, não quero foder a babá dele. - Gargalhei.

- Vou entrar em contato com o padre Gaspard, com certeza ele indicará um convento.

- Faça isso, já quero que a babá esteja aqui na próxima semana. Providencie tudo para a vinda dela.

- É claro. Mais alguma coisa?

- Não, agora vou até um dos meus bordeis.

- Você precisa casar de novo.

- Está louco, já me livrei de uma esposa, não quero outra.

- Se plano foi perfeito, matou dois coelhos em uma caixa-dada só.

- É, casei com a filha de Dom Morelli, garantindo assim a paz entre as família mafiosa, tive um filho macho e depois matei a esposa e fiz parecer um sequestro, seguido de assassinato e ainda joguei a culpa no Paolo, braço direito de Dom Morelli. _Perfetto_ !

- Si, si!

- Você sabe como eu sou, não nasci para me amarrar a mulheres, Lorena estava me enchendo a porra da paciência com esse negócio de fidelidade. Mandei-a para o inferno.

- Quando vocês se casaram, percebi de imediato que ela não duraria muito ao seu lado.

- Você me conhece Riccardo, sabe que odeio imposições, mas tinha interesse em negociar com Dom Morelli, disputas entre as famílias mafiosas, já haviam planejado o fim de Lorena

- Não contava que ela pegaria no seu pé

- Lorena se tornou insuportável em pouco tempo, por sorte só precisei transar com ela algumas vezes antes de engravidar. Assim que meu filho veio ao mundo, me livrei dela.

- E Dom Morelli nem desconfia o que aconteceu com a filha.

- E espero que continue assim, uma guerra agora seria um problema.

- Sim.

- Bom! Não vamos revirar o passado, pode ir. Faça o que mandei o quanto antes.

- Sim, claro!


Riccardo levantou-se e dirigiu-se a porta, ates de sias faz uma leve mesura. A porta fechou-se e encostei no encosto alto da cadeira. Coloquei as mãos atrás da nuca e pensei em meu casamento, foram apenas um ano de casado com Lorena. Minha mente vagou para o dia fiz negócio com o pai dela.

=========

-Dom Merelli.

- Maximus Ferrara, fico contente que tenha aceitado meu convite.

- Não poderia deixar de atender um dos "amigos" do meu pai.

- Seu pai foi um grande homem, uma pena que se tornou poderoso e perigoso, inclusive para a integridadde da nossa amizade.

- E acredite, ele passou essa responsabilidade para mim, e eu não tenho amigos, Dom Morelli.


O homem mais velho me encarou com os olhos estreitos, a névoa da fumaça do seu charuto em volta de seu rosto já bastante enrugado. Seus olhos frios, lançavam raios de gelo sobre mim. Estávamos em uma sala sombria, seus homens opostos para qualquer eventualidade. Porém, eu sei exatamente como as coisas funcionam, ninguém atentará nesse negócio e Dom Morelli sabe que ele se prejudicará mais ainda se fizer algo contra mim. Ele está em desvantagem.


- Sei disso meu jovem, por isso tenho uma proposta que será vantajoso para ambos.


Não disse nada, apenas esperei.


- Sabe que não tive filho homem, apenas uma filha, Lorena.

- Sei disso.

- Ela ainda é solteira, então pensei que podemos unir nossas famílias através do casamento.

- Por que acha que aceitaria sua imposição?

- Não é uma imposição, é um negócio, sei que disputas entre as famílias não é bom para nossas organizações.

- Então me propõe paz através do casamento?

- Por que não? Você precisa se casar, ter seu filho. Lorena foi educada para ser esposa de um mafioso.

- Não tenho interesse em me casar agora.


O homem pareceu incomodados, ele sabe que precisa me convencer a aceitar, caso contrário, destruirei todo seu império no crime, que já está em decadência.


- Pense bem Maximus, esse acordo trará beneficios para você. Um deles é que assumirá toda minha parte nos negócios, quando me for.


Sei que o acordo será bom para mim, no entanto, apenas quis deixá-lo angustiado. Aceitarei o junção, já tinha planos para a futura esposa.


Depois de mais algumas conversas, fechamos o acordo. Um mês depois estava me casando com Lorena. Em pouco tempo, ela se tornou uma megera, cobrava fidelidade. Obviamente a coloquei em seu lugar, ela logo conheceu a força do meu punho, mas parecia que a mulher foi treinada para apanhar, acredito que já estava acostumada, o pai era violento com ela.


Assim que engravidou, ela mudou, já não fazia mais canas, não fazia seus shows histéricos e se fechou dentro dela mesmo. Não me importei, o destino dela já estava planejado. E assim foi, alguns dias após o nascimento do Alesso, ela foi assassinada. Lembro daquele dia.

~//~

- Por favor, não me faça mal? - Ela chorava descontroladamente.

- Cala a boca vadia! - Um dos meus homens falou.


Eu estava sentado em um canto do galpão, observava a minha esposa amarrada, com os rostos ensanguentado. Meus homens a feriram bastante.


- Meu marido irá matá-lo seu saco de bosta. - Ela falou cuspindo no chão.


Ele deferiu outro soco em seu rosto.


- Não, eu tenho um filho, ele só tem alguns dias de vida.

- E ficará sem mãe. - Minha voz vibrou no ar.


Ela olhou horrorizada para minha direção.


- Maximus? o que está acontecendo?

- Como está vendo, fui eu que mandei te sequestrar.

- Deus! Por quê?

- Você acha que iria continuar casado com você? Nunca pensei e viver para sempre ao seu lado, sua morte já havia sido planejado antes mesmo de assinarmos qualquer papel de casamento.

- Você enganou meu pai. - Ela gritou.

- Eu cumpri o acordo, casei com você.

- Seu bastardo desprezível.

- Pode me chamar do que você quiser Lorena, seu fim está próximo.

- Você nunca me amou?

- Amor? O que é isso Lorena, sabe que isso nunca existiu entre a gente. Não sou homem para amar.

- Pense no nosso filho, ele precisa da mãe. - Ela já suplicava.

- Ele só precisa de mim, mais ninguém.


Peguei minha pistola dourada, ela tem sorte, irei matá-la com a pistola dourada, apenas mato pessoas com ela que merecem. Aproximei-me, a mulher me encarava com os olhos esbugalhados.


- Não faça isso, lhe rogo!


Apontei a arma em direção a sua cabeça. 


- Não!

- Sim, vai para o inferno.

- Seu desgraçado, desejo que você encontre uma mulher que te faça rastejar igual uma serpente traiçoeira, poque é isso que você e, que ela esmague a sua cabeça com um pisão.


Gargalhei e sem mais, disparei em sua cabeça. O miolos dela espalharam-se pelo piso de concreto.


Me senti leve, agora finalizei o resto do plano. O homem que contratei para sequestra-la, pensa que o mandante foi Paolo. Então, mandei que arrancassem os olhos dela e enviasse para seu pai, Dom Morelli. Paralelo a isso, prendi o homem até fazer parecer que eu o havia encontrado. Depois era só interrogá-lo na frente do pai dela, torturando para ele revelar quem foi o mandante. Assim aconteceu, ele confessou que foi Paolo, e Dom Morelli me deu carta branca para matá-lo, fiz parecer que havia vingado a morte da minha esposa.

=========


Voltei ao presente, levantei-me da cadeira, arrumei o terno e sai de casa. Alessio ao me ver, correu em minha direção.


- Papa.

- E ai filhão, se divertindo?

- Não muito, Rui parece um robô, nem ao menos brincar comigo.

- Mas esse é o trabalho dele, proteger você.

- Eu sei.

- Em breve terá uma babá.

- Uma mulher?

- Sim.

- Sério? Ela é uma das suas namoradas?

- Suposto que não tenho namoradas, somente amantes e você sabe disso. Mas a moça não é uma delas, ela é da igreja.

- Sério? Tipo o padre Gaspard?

- Mais ou menos.

- Maneiro! Será que ela fará todas as minhas vontades?

- Se não fizer chamarei a atenção dela.

- Legal.

- Agora vai para dentro de casa com o Rui.


Virei-me para o segurança e ordenei.


- Mande a cozinheira lhe dá sorvete de chocolate.

- Sim, senhor!

- Oba!

- Agora tenho que ir. Comporte-se.

- Vamos Alessio. - O segurança o chamou.


O menino seguiu para dentro e eu entrei no carro para mais uma noite de diversões.


Notas Finais


Obrigada por ter lido. Deixa uma estrelinha ⭐ e comenta💬

Até a próxima 😘💖👋🏻


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