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História A Fuga do Destino - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Oii
Desculpem as horas.
Atualizei uma fanfic minha e decidi postar capitulos de todas as outras (nomeadamente está).
Espero q gostem
Desculpem algum erro.. sou deslexica kk

Capítulo 5 - Mistério


Ponto de vista do Jay

Tinha acabado de chegar ao Parque de Rosswood. Alex, através dos meus vídeos publicados no YouTube, teria me contactado para nos encontrarmos e desvendarmos também esta situação toda. Interessante, Alex esteve ausente, durante bastante tempo. Isso é algo que devemos apontar num caderno à parte, poderá ser-me útil.

Uns minutos depois Alex chegou e já chegou dando ordens. Ele mandou-me segui-lo, pois saberia de uma casa abandonada ali no Rosswood onde poderíamos ter pistas (A: em Marble Hornets não é bem assim a cena, mas vamos supor que é. Na real, Jay aventura-se e quando Masky o tenta atacar o Alex salva-o e é na altura que... Pronto, vocês irão já ler).

Adentramos a enorme e densa floresta, gravando tudo como é claro. Ele não era contra a gravação, pelo contrário, ele próprio estava com a sua GoPro, ao peito, como fosse um bebé de colo.

– Tens estado com o Tim? – perguntou ele, quebrando o silêncio que estava entre nós.

– Nem por isso, ele teve um acidente e está mais debilitado – ele encarou-me surpreendido. Pelos vistos, ele não sabia... Claro que não! Da última vez que eles se encontram o Tim ia ferrando um soco no Alex.

– O que aconteceu com ele? – pensei bem no que responder. Ia dizer a verdade mas sem grandes detalhes, Tim poderia não gostar disso.

– Bateu com o carro, simplesmente. Não teve ferimentos graves mas pronto... – retorqui e ficamos calados de novo. Até avistarmos a dita casa. Nós entrámos nela explorando tudo. Estava cheio de destroços no chão. Alex estava no lado de fora, a ver se encontrava algo... Talvez a pessoa da entrada 2? Bem... Não sei se pessoa ou criatura... Ele não tinha cara.

Percorria cada canto. No chão tinha algumas daquelas páginas iguais às da casa do Brian... Estranho. Fui sempre explorando até chegar a um pequeno quarto. Verifiquei se não tinha algo, mas fui surpreendido de novo, por ele... Aquele mascarado de branco com aquele estúpido casaco bege, o mesmo que encontrei lá na casa do Brian. 

Ele pulou por cima de mim e ia me matar, ali na hora, visto que agarrava uma faca na mão. A minha salvação foi o Alex que apareceu e o empurrou e prendeu-o contra o chão. 

Alex ia desvendar o rosto dele (A: calma, que não vai ser igual à série). Eu estava estupidamente curioso mas o homem não parava quieto, sacudiasse e esperneava demasiado. Então Alex agarrou numa rocha, que estava no meio daqueles destroços, relativamente grande e ia bater-lhe na cabeça.

Eu estava assustado, não conseguia fazer nada, era uma estátua. Um homem de capuz amarelo apareceu do nada e bateu com um cano de ferro na cabeça de Alex, fazendo-o desmaiar e a pedra cair na perna do mascarado. O de capuz amarelo olhou para mim e percebi que ele não tinha rosto... Bem, estava coberto com uma máscara preta e um rosto triste. 

Eu estava assustado então não quis ficar ali, com medo daquele que fosse o meu fim. Corri, corri o mais rápido que pude... Deixando o Alex ali, sem outra alternativa.


Narradora


O homem de capuz amarelo ajudou o que estava ferido a se levantar. O mascarado não fazia ideia de como ali foi parar nem o porquê de estar ali. Apenas via aquele rosto tristonho a olhar para ele. As dores que ele tinha na perna eram absurdas.

– O que... O que tu fizeste? – o desconhecido abanou a cabeça, apontando para Alex. – A-Alex... O... O que ele... – Alex começou a se mexer e então o desconhecido agarrou dele, colocando-o no ombro e saindo dali para fora. Ele retirou a máscara e deixou-a caída no chão – Mas porque é que eu tenho aquela merda? – lentamente foi andando, saindo da floresta e, com a sua perna partida, dirigiu-se uma vez mais para o hospital.

– Sim? – Sarah respondeu ao atender a chamada de Tim.

– Sarah... Eu... Eu parti a perna, estou no hospital... Vem ter comigo – a miúda ficou em pânico. Como será que o amigo teria ficado assim tão magoado? Ela foi o mais rápido que pude para o hospital mas sem sucesso, visto que Tim teria que fazer uma simples operação e colocar gesso.

O rapaz questionava-se a si próprio como é que teria se magoado de tal forma sem... Como Alex o teria magoado sem ele se lembrar, como teria ele ido parar àquela casa, à floresta? Eram mistérios que não saiam de sua cabeça e muito menos da de Jay, que não entendia o que raio se havia passado no local.

– Moça, está aqui devido ao paciente Timothy Wright? – um médico, que já haveria tratado Tim do último acidente, chegou-se à miúda com uma prancheta na mão.

– Sim, sou eu. Como ele está doutor? – levantou-se ela, rapidamente, ao perceber que o médico falava com ela.

– Ele deseja falar consigo... – o médico estava receoso mas permitiu a entrada de Sarah. Tim não estava bem, estava com um rosto totalmente cansado e triste.

– O que se passou? O que fizeste? – Tim começou a chorar incontrolavelmente. Sarah, percebendo do comportamento do amigo, chegou-se perto dele, acaraciando o seu cabelo.

– Eu não sei... Eu não me lembro Sarah... – ele agarrou a miúda com força, abraçando-a – Eu não sei o que aconteceu...

– Calma, Tim, calma... – respirou fundo. Conviver com ele estava a ser mais difícil do que ela pensava – Queres que ligue ao teu psiquiatra?

– Sarah, perdoa-me – a miúda ficou confusa. Não entendia o porquê daqueles pedidos – podes desistir de mim... Eu... Eu sou difícil... – Sarah abraçou-o com mais força.

– Nem pensar, eu não vou desistir de ti – ela afastou-se e retirou do bolso o seu telemóvel, procurando o contacto da clínica psiquiátrica.

Sarah sempre acompanhou todos os passos clínicos e psicológicos de Tim; ligou para a Clínica Psicológica dele com esperança de que o psiquiatra viesse até o hospital e lhe dissesse algo.

– Sim, boa tarde? – falou ela, ao perceber que a secretária haveria atendido. A mulher respondeu do outro lado – Sou amiga do paciente Timothy Wright e queria falar com o médico psiquiatra dele... Aconteceu algo grave e precisava mesmo de falar com ela.

A mulher do outro lado da linha, repassou a chamada para o consultório do médico.

– Sim, muito boa tarde? – falou o médico. Sarah encarou Tim, vendo-o naquele sofrimento.

– Olá, senhor boa tarde. Sou a Sarah, amiga do Timothy... Wright... Ele – Sarah respirou fundo e então tomou coragem – ele está com problemas e preciso que venha urgentemente ao hospital falar com ele...

– Mas moça, não sabe me dizer o que aconteceu em específico? – insistiu o médico. A miúda bateu com o pé de nervosismo.

– Não... É tudo um mistério, um mistério que nem o próprio Timothy consegue desvendar – concluiu ela.

O médico viria o mais rápido possível. Tim encarava o teto e Sarah apenas encarava a sua perna, engessada e pendurada por uma liga ao alto, pensando no que poderia ter acontecido.


Notas Finais


Tim, amor, quer carinho? Kkkk
Espero q tenham gostado
See uuu


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