História A Full Moon - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Arden Cho, Ashley Benson, Crystal Reed, Danielle Campbell, Dylan Sprayberry, H2O, Meninas Sereias, Logan Henderson
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Sereia, Vampiros
Visualizações 17
Palavras 872
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Dias de postagem:
A Full Moon: Segunda e Sexta
365 dias aturando você: Quarta e Sábado
A Bite a True Love: Terça e Sexta
I Love You Jackson: Quinta e Domingo

Capítulo 13 - Sonho


Fanfic / Fanfiction A Full Moon - Capítulo 13 - Sonho

Capítulo 12 - Sonho

Rach: A que se faz a que se paga. - Ela disse entre risos e eu não estava entendendo nada.

- O que? O que isso significa?

Kath: Foi você! Você ameaçou o Thomas!

- Ahn? - Thomas me puxou pelo braço e me levou até minha casa, como ele sabia onde era? - O que estava acontecendo lá? Como você sabe onde é minha casa?

Tho: Só entre.

Entrei em choque, peguei Eduarda e Jack se beijando.

Saí de fininho e fui até o meu quarto, tentando entender o que havia acabado de acontecer.

Fui até o banheiro, me despi e entrei na banheira. - Já que tinha chuveiro e banheira. - Liguei a torneira e logo a calda apareceu, não vi o tempo Passar, peguei meu celular que estava no chão e vi que havia passado 20 minutos.

"O amor não é uma mentira, não é porque um amor acabou que não exista um amor para você, ele pode estar bem na sua frente, mas você não enxerga, pois se deixa levar pelo que você viu na separação dos seus pais."

- Ahn? Como assim? O que tem haver? Argh! O dia está cada vez mais estranho.

Retirei a água da banheira e me sequei.

Vesti um moletom amarelo com donuts e uma calça moletom preta e uma pantufa.

Me deitei e mandei várias mensagens para a Katherine, mas nenhuma foi visualizada.

Escutei batidas na porta, abri e vi que era meu pai.

- Pai! Que bom que chegou de viagem! - O abracei e ele retribuiu o abraço.

John: Meu bem! Que bom que está acordada.

- Porque? - Ele se sentou na minha cama e bateu de leve em seu lado, me pedindo para sentar com ele, então me sentei. - O que foi?

John: Sei que não estou present-

- Hey Hey! Está tudo bem! Eu sei o motivo, o senhor é ocupado, faz o possível para não deixar me faltar nada, e eu não o culpo por passar pouco tempo comigo pai.

John: Que bom que entende. - Ele me deu um beijo na testa, Cruzei as pernas e fiquei a sua frente na cama. - Eu quero te falar sobre a sua mãe...

- Eu não preciso saber pai.

John: Precisa sim, eu escondi isso esse tempo todo porque pensei que te machucaria, mas na verdade eu quem estou machucado.

- Se está machucado com isso, não fale, deixe cicatrizar, não me importo em ficar sem saber pai.

John: Eu vou contar Emma. - Ele pegou minha mão e me olhou nos olhos. - Lembra quando éramos felizes, eu você e ela? Quando você tinha 5 anos? Ao você completar 6, no seu aniversário eu e sua mãe tivemos uma briga lembra? - Assenti com a cabeça. - Essa briga, foi porque descobri que sua mãe estava a me trair.

- Não pai não continua por favor... - Uma lágrima escapou e ele a secou.

John: Eu disse a mim mesmo que era apenas um mal entendido, mas enquanto eu trabalhava, e você ficava na creche, sua mãe estava beijando outros. 3 meses depois descobri que ela era uma prostituta. Quando entrei com o pedido de divórcio, ela não estava nem aí, mas quando eu consegui sua guarda ela prometeu para com o que ela fazia, e ela parou, mas não consigo gostar dela, não consigo suportar que quando você era menor ela passava o fim de semana com você. Faz 6 anos que você a viu de novo não é?

Assenti com a cabeça novamente, mais lágrimas desciam.

John: Ela sempre pergunta sobr você, e eu sempre falo que você não pode ir, porque eu tenho medo dela se aproveitar dos seus 16 anos e te viciar no que ela era. Eu só quero o seu bem, me entenda Emma. - Eu o abracei forte, chorei um pouco em seu ombro.

- Eu entendo pai. - Falei entre soluços. - E eu te amo muito. - Beijei sua bochecha e ele sorriu. - Mas o senhor não pode fugir de todas as mulheres que trocam duas palavras com o senhor.

John: Quem disse que eu fujo?

- O senhor foge até da funcionária da loja de roupas. - Eu falei dando poucas risadas.

John: É... Talvez... Vamos comer?

- Eu você e a Eduarda?

John: Eduarda? Ela está na casa do vizinho.

- Quando eu voltei, eu vi os dois se beijando.

John: Voltou de onde?

Eu fiquei calada.

John: Emma, você sabe que pode me contar tudo.

- Eu estava na casa de uma amiga, teve uma hora que algo estranho aconteceu, eu não entendi o que tinha acontecido, mas é como se algumas lembranças minha tivessem sumido.

John: Lembranças?

- Sim, lembranças com alguém importante, quando eu estava no banho, pensei ter escutado alguém falando algo,  mas quando percebi que isso estava passando na minha mente, como uma memória voltando. Como se eu tivesse esquecido de uma pessoa importante, alguém que eu sinto que me mudou por dentro.

John: Como era a pessoa falando?

- O amor não é uma mentira, não é porque um amor acabou que não exista um amor para você, ele pode estar bem na sua frente, mas você não enxerga, pois se deixa levar pelo que você viu na separação dos seus pais.

John: Era voz de homem ou mulher?

- Homem.

John: Deve ser você lembrando de um sonho, nada demais.

- É, deve ser isso.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até a próxima.


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