História A Fúria De Um Guerreiro - Capítulo 2


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Categorias Fairy Tail
Tags Fairy Tail, Metsu, Naca, Naer, Nagura, Naju, Nali, Nalu, Nami, Natsu Dragneel
Visualizações 351
Palavras 1.469
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


desculpa a demora... culpa do coxas, arranquem o pau dele fora!

Capítulo 2 - Nos campos pálidos, guerreiro e a filha da água se encontram


Mais um dia, mais uma ronda. Seus passos novamente ecoavam pelos corredores imensos do enorme castelo do Deus do Tártaro—passos fortes, pesados e bravios… Em todo o seu esplendor, o rosado virou o corredor, balançando sua armadura com o símbolo negro em seu centro, assim como suas grandiosas espadas gêmeas. Sua feição, no entanto, era bem mais séria e—talvez—um pouco assustada.

… Dias de preparações, rondas imersivas e cansativas, das quais excediam sua vitalidade diariamente… Tudo isso nos últimos três meses para um único objetivo: a Reunião Pálida, assim era chamada. Nomes incrivelmente grandes e influentes vinham ao castelo para uma festa enorme dada pelo seu próprio Senhor—festa essa para manter a paz entre os poderes—Zeus, Odin e Rá… Esses três grandes juntos em um único lugar, para uma reunião que juntará centenas de divindades em um único lugar.

Um gelo corre minha espinha, a partir apenas do simples pensamentos de um tipo de junção desse tipo.

…!! Porém, balanço minha cabeça de um lado para o outro, suspirando fortemente logo em seguida… Eu estava ficando perdido novamente em meus pensamentos, e isso era ruim para mim.

Assim que volto a andar, sou parado novamente, mas agora por outra coisa… Um tipo de mancha negra flamejante surgiu em minha frente—aquilo era um aviso do gerenciamento da segurança, pelo que vi. Enfio minha mão rapidamente na mancha negra, retirando segundos depois uma carta de lá.

Encosto-me em uma grande pilastra de mármore negro, assim abrindo a carta e lendo seu conteúdo.

O 2° gerente de atividade complementar requisita sua presença, Lorde Natsu. Ele o espera, atualmente, na Praça Anelada.

… Cerro minhas sobrancelhas, diante dessa informação… Loyd, esse era o nome desse cara que solicitou minha presença. O mesmo vem sendo um purgante desde que eu me tornei chefe da guarda. Sei a venosidade que corre em seu olhar, quase chegando a escorrer como veneno de basilisco… Ele queria esse posto, e eu o peguei antes—mesmo tendo feito por merecer.

Com um leve suspiro, a carta queima em minhas mãos rapidamente… Utilizando do fechar de minha mão, um fogo negro cresce do chão rapidamente…! Não dera um minuto, e um dúplice de minha forma se criou a partir do fogo negro, com olhos vazios de puro negro. Sussurrando palavras de comando, minha cópia morta saí andando lentamente na direção da Praça Anelada, que era uma praça floral da qual pertence à neta de Poseidon—ela serve, principalmente, como um acordo de paz entre os dois deuses.

… Mas não posso negar o fato da praça ser linda. Centenas de milhares de tipos de flores, com um lago de água feita a partir de diamantes só encontrados em Atlantes. Tirarei algum tempo para visitar essa área mais tarde.

Com meu clone indo de encontro ao 2° gerente, eu retomo minha ronda… Ainda estava muito nervoso pelos acontecimentos que viriam a se concretizar em algumas horas, então não cheguei a prestar muita atenção para onde eu andava—afinal, os corredores são todos iguais e imensos, a chance de eu me perder em desatenção é enorme. Enquanto vagava em minha ronda, já encontrava a presença de algumas pessoas aqui e ali—sendo, em sua maioria, servos leais ou pessoas de confiança dos outros deuses.

Uma das pessoas que encontrei nesse meio, foi quando fazia a ronda perto dos jardins inferiores. Ela acariciava as almas de crianças mortas, das quais morreram a partir de relações que envolviam ódio, dor ou angústia—era um destino trágico, com certeza. Mas, a pessoa que acariciava as pequenas criaturas magras, pequenas e totalmente brancas, era uma bela mulher de cabelos azuis e olhos mais azuis ainda.

Fiquei lá, parado, a olhando em sua total serenidade entre as flores arroxeadas…!! Até que sua voz calma ressoou.

Juvia – É lastimante, não é? – perguntou não para si mesma, e o rosado percebeu isso, levando um rápido choque por um segundo… Seu rosto belo encarou os olhos ônix do cavaleiro. – Lastimante o fato dessas miúdas crianças, das quais nem ao menos nasceram, terem um destino tão ruim? – completou sua pergunta, vendo o silêncio do guerreiro na armadura gigante.

… Passado-se alguns segundos, a azulada acompanhou serena o aproximar vindo do chefe de guarda até não muito longe de si—no mínimo dois metros—rapidamente, o mesmo se abaixou, acariciando silenciosamente a cabeça de um dos pequenos fetos, do qual gemeu curioso sobre o carinho.

Natsu – Sim… É horrendo. – deu sua resposta, se levantando novamente enquanto ajeitava as espadas nas costas. Cruzando os braços a frente do peitoral, seu olhos encararam a mulher sentada no chão. – O pior é saber que, alguns deles, vieram parar aqui por minha causa… Seja em uma marcha para guerra, onde os homens se descarregam nas primeiras mulheres que veem… Elas prostitutas ou não; com o resultado sendo isso. – formulou o fim de sua resposta, recebendo um olhar um pouco mais curioso, dessa vez vindo da mulher de vestes azuis.

Juvia – Então é assim que o bravio ‘’Cavaleiro Mortal’’ pensa… Seu nome repercutiu muito pelo reino de meu pai, Natsu. – comentou, voltando seu olhar para os pequeninos. A sobrancelha do mesmo se levantou.

Natsu – E você seria?… – perguntou o da grande armadura, sentindo o vento do inferno soprando pelo aço de suas armas.

Juvia – Juvia, filha caçula de Poseidon. – falou calmamente, observando a vista do inferno com olhos de desgosto—coisa que o rosado percebeu.

Natsu – A vista não lhe agrada? – falou, já esperando uma resposta… Da qual saiu ríspida entre os lábios rosados da mesma.

Juvia – Acho enojante e peculiarmente macabra… Um pouco irônica, dependendo de onde você vê. – comentou o final, deixando-o confuso, tendo a mesma seguindo sua fala logo em seguida. – Um campo de flores tão lindo, do qual guarda as vidas que não viveram… Fica de frente para um terreno escaldante onde almas são jogadas para o sofrimento eterno, queimando violentamente sem parar nesse processo. – terminou sua fala cuspida, apertando as mãos em desgosto.

O silêncio permaneceu por alguns segundos após essa fala, enquanto o rosado parava e encarava a vista sem emoções notáveis… Ela realmente parecia odiar o inferno com força.

Juvia – E você? Não disse nada sobre minha demonstração de nojo a frente essa vista… Por acaso você a aprecia? – perguntou dura, acariciando um dos pequenos bebês em seu colo. Com um leve suspiro, o mesmo coçou seu pescoço.

Natsu – Eu não gosto, mas também não desgosto… Eu, simplesmente, sou acostumado com isso… Já não tenho sensações de ânsia ou nojo, do quão pesado eram as coisas que eu via desde a infância… No fim de tudo, minha visão sobre a morte é a mesma que a de um homem cego para o brilho do ouro—nada vale. – parou de falar, agora vendo a surpresa notória na face pálida da princesa do reino de Atlantes.

Juvia – Hum… Até mesmo um guerreiro assassino pode ter inteligência e entender um pouco mais do que é a vida. Você me interessa, cavaleiro. – comentou, sorrindo levemente no final de sua voz suave. A face do rosado também se contraiu em um sorriso… Mas, ele tinha coisas importantes a fazer.

Natsu – Obrigado pela conversa, Princesa de Atlantes Juvia-dono… Mas eu tenho que continuar meus afazeres. – comentou, se ajoelhando perante a princesa sentada no chão. A mesma riu diante da atitude do cavaleiro, logo tocando seus cabelos a mostra delicadamente.

Juvia – Não precisa de tantas formalidades, Natsu… Me chame apenas de Juvia. – falou sorridente, enquanto olhava para os bebês rastejando no campo de flores. – Sabe… Meu pai parecia demonstrar muito interesse em você, quando comentou de você comigo e com meus irmãos. Não sei bem o motivo, já que nossas cidades são as mais seguras de todas… Mas tente manter alguma atenção, certo? – aconselhou, recebendo um aceno positivo atordoado do rosado.

Natsu – Entendo… Como dito antes; vou-me indo, Juvia… Até mais ver. – falou, dando assim as costas para a mulher vestida em azul…!! Todavia, antes que pudesse continuar seguindo seu caminho, a mesma segurou na capa flamejante de sua capa, chamando sua atenção e um olhar para trás.

Juvia –… Poderia se juntar a mim mais tarde para continuarmos esse tipo de assunto? Não há muitas pessoas com opiniões como você na realeza. – disse esperançosa, o encarando de baixo—diante de uma expressão de mais surpresa ainda do rosado e, claramente, segundos de digestão de informação, se seguiu a resposta.

Natsu – Claro que sim, Juvia. Na hora estarei a fazer a ronda nas portas dos salões de festa, você poderá me achar facilmente, lhe garanto. – a deu uma resposta suficiente para satisfazer um sorriso vindo dela. Com isso, a mesma solta sua capa, dando-lhe a liberdade para continuar seus afazeres no grande castelo—nem ao menos notando que uma albina tinha observado toda a ação de seu quarto na grande torre.


 


Notas Finais


MANO, NOTIFICAÇÃO DO ALANZOKA AGR DE DARK SOULS!!
DLÇ!!


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